
O anel é um adorno de luxo. Segundo os registros históricos, os faraós egípcios foram os primeiros a usar o anel com o intuito de representar a eternidade. Isso, principalmente pelo formato da joia ser circular; sem um começo ou um fim. Ainda segundo os egípcios, acreditavam que o espaço aberto no meio do anel representava uma entrada para o desconhecido, auferindo ao usuário uma elevação material e espiritual.
Culturalmente, os anéis (alianças) são utilizados para simbolizar o matrimônio. A tradição da troca de alianças no altar vem de uma antiga tradição também dos egípcios, posteriormente sendo adotados pelos romanos: acreditava-se que uma veia do dedo anelar possuía ligação direta com o coração, representando dessa forma o uso da aliança como sinal de amor e fidelidade.
A história de Romeu e Julieta é amplamente conhecida, mas a união histórica entre Maximiliano I de Habsburgo e Maria da Borgonha também teve grande importância, sobretudo no contexto político e dinástico da Europa do século XV.
Em 1477, Maximiliano I de Habsburgo ofereceu a Maria da Borgonha um anel de noivado, tradicionalmente associado à popularização do uso dessa joia como símbolo de compromisso matrimonial entre a nobreza europeia. A prática contribuiu para a consolidação do anel como símbolo de noivado, embora seu uso já existisse em períodos anteriores.

Segundo o Museu de Belas Artes de Viena, o anel ainda encontra-se em exposição.
Por se tratar de uma joia criada para durar, o anel de noivado é composto de ouro e diamantes. É muito comum a joia ser passada de geração de geração, constituindo assim o anel de noivado como uma joia de família.
A compra é realizada joalherias. Hoje em dia, é possível ainda comprar diretamente da fábrica, via internet.