| Brasil Kirin | |
|---|---|
| Razão social | Brasil Kirin Participações e Representações S.A. |
| Nome(s) anterior(es) | Schincariol (1939-2012) |
| Empresa de capital fechado | |
| Atividade | Bebidas |
| Gênero | Subsidiária |
| Fundação | 1939 |
| Fundador(es) | Arthur Primo Schincariol |
| Encerramento | 2017 |
| Sede | Itu, SP |
| Área(s) servida(s) | Brasil |
| Proprietário(s) | Família Schincariol (1939—2011) Kirin Company (2011—2017) Heineken (até 2017) |
| Presidente | André Salles |
| Produtos | cerveja, refrigerante, suco, água mineral, energético |
| Valor de mercado | R$ 1,025 bilhão (2017) |
| Faturamento | |
| Sucessora(s) | Heineken Brasil |
| Website | www |

A Brasil Kirin foi uma empresa de bebidas fruto de uma fusão da antiga empresa brasileira Schincariol com a japonesa Kirin Holdings Company. Iniciou suas atividades na indústria de bebidas produzindo refrigerantes e, posteriormente, estendeu sua participação para o mercado de cervejas.
No mercado de cervejas, foi proprietária das marcas Schin, Glacial, Cintra, Baden Baden, Devassa e Eisenbahn. A empresa concorria com a AmBev e o Grupo Petrópolis, além de outras microcervejarias brasileiras.

Em 2011, o Grupo Schincariol foi vendido para o grupo japonês Kirin Holdings Company, com sede mundial em Tóquio, no Japão, surgindo a Brasil Kirin. Poucos anos mais tarde, a empresa anunciou que encerraria suas atividades no país, devido à crise econômica no país. Deste modo, em fevereiro de 2017, a Brasil Kirin foi vendida à cervejaria Heineken. Em 1 de junho do mesmo ano, a Heineken anunciou ao mercado a finalização da compra e o início da integração das duas empresas, e encerrando toda publicidade da marca anterior nas mídias sociais.

A empresa foi fundada em 1939 por Arthur Primo Schincariol, paulista natural de Capivari, filho de imigrantes italianos.
A Schincariol iniciou suas atividades produzindo o refrigerante Itubaína com sabor tutti-frutti. Em 1989, a empresa passou a produzir cervejas. Chegou a contar com treze unidades fabris, sendo a matriz na cidade de Itu.
Além de atender o Brasil, a empresa exportava para os países do Mercosul, Europa e Ásia.
No início dos anos 2000, Arthur Primo sucedeu pela primeira vez desde a fundação da empresa, seus filhos José Nelson e Gilberto no comando da Schincariol. Em 2003, José Nelson Schincariol é assassinado em Itu e seu filho Adriano assumiu a presidência.
Em 2011 a Kirin Holdings Company, do Japão, anunciou a compra de parte majoritária ou seja, 50,45% das ações da cervejaria brasileira Schincariol, por R$ 3,95 bilhões.
No final do mesmo, o CADE aprova a venda de 100% da empresa para Kirin Holdings por R$ 7,3 bilhões.
Em 2012 a Schincariol passa a se chamar Brasil Kirin.
Também em 2012, Gino Di Domenico substituiu Adriano Schincariol na presidência da empresa.
Em fevereiro de 2017, a cervejaria Heineken anunciou um acordo com o Kirin Company para a compra da sua subsidiária brasileira Brasil Kirin. O país sentia os efeitos da crise econômica iniciada em 2014. A companhia emitiu o seguinte comunicado:
| “ | Levando em conta os riscos associados à economia brasileira e a situação da concorrência em um mercado estancado, a Kirin chegou à conclusão de que seria difícil transformar o Brasil Kirin em uma atividade rentável | ” |
O valor do acordo foi de 664 milhões de euros (equivalente a 704 milhões de dólares estadunidenses ou 2,2 bilhões de reais, na cotação da época).
Em maio de 2017, o CADE aprovou a venda da Brasil Kirin para Heineken, tornando-a a segunda maior cervejaria brasileira.
A Brasil Kirin possuía em sua linha de produtos:
Em 2014, patrocinou e nomeou um time de futsal da cidade de Sorocaba, na época, ganhou o nome de Futsal Brasil Kirin. Também foi responsável pelo time de voleibol da cidade de Campinas, entre os anos de 2013 a 2017, conhecido na época como Vôlei Brasil Kirin.