| Carnegie Hall Tower | |
|---|---|
| Informações gerais | |
| Tipo | Escritórios |
| Estilo dominante | Pós-moderno |
| Arquiteto | César Pelli |
| Engenheiro | Robert Rosenwasser Associates Cosentini Associates Mesh & Juul Inc. |
| Início da construção | 20 de novembro de 1987 |
| Inauguração | setembro de 1990 |
| Proprietário(a) | TF Cornerstone |
| Dimensões | |
| Altura | 230,7 m |
| Andares | 60 |
| Área | 50 407,7 m² |
| Geografia | |
| País | |
| Localização | Manhattan, Nova Iorque, Nova Iorque |
| Coordenadas | 40° 45′ 53″ N, 73° 58′ 47″ O |
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A Carnegie Hall Tower é um arranha-céu de escritórios localizado no bairro de Midtown Manhattan na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. Foi projetado pelo arquiteto César Pelli e sua construção começou em novembro de 1987, sendo inaugurado em 1990. O edifício tem 230 metros de altura com uma área de 50,4 mil metros quadrados espalhados por sessenta andares. Pela presença de estruturas ao redor, o Carnegie Hall Tower era um dos edifícios mais finos do mundo quando foi construído.
O terreno onde fica a Carnegie Hall Tower era ocupado pelos Apartamentos Rembrandt até 1963 e depois virou um estacionamento. A Carnegie Hall Corporation e o governo de Nova Iorque fecharam um acordo em 1980 para o desenvolvimento de um arranha-céu no local. A construção começou no final de 1987 depois da aprovação de várias agencias municipais. Os andares superiores foram ocupados por inquilinos menores e a torre se tornou um dos espaços de escritório mais caros da cidade no século XXI.
A fachada é feita de tijolos vermelhos e laranjas com decorações em concreto moldado, sendo inspirada no adjacente Carnegie Hall. A estrutura tem um formato de "L" até o 42º andar e acima disso tem uma planta baixa retangular. A superestrutura é feita de concreto com um núcleo composto por dois tubos de concreto conectados. A torre foi projetada para, além dos espaços de escritórios, também ter áreas para uso do Carnegie Hall. O projeto do edifício foi bem recebido por críticos arquitetônicos quando finalizado.
A Carnegie Hall Tower está localizada no número 152 da Rua 57 Oeste, entre a Sexta e Sétima Avenidas dois quarteirões ao sul do Central Park, no bairro de Midtown Manhattan da cidade de Nova Iorque. O terreno tem 1 166,1 metros quadrados, com uma fachada de quinze metros na Rua 57 e 61 metros de profundidade. A parte na Rua 56 tem uma profundidade de 23 metros.
A torre está adjacente ao Carnegie Hall ao oeste e à Russian Tea Room ao leste. Outros edifícios próximos incluem a Metropolitan Tower, 140 West 57th Street e 130 West 57th Street ao leste, The Briarcliffe ao noroeste, o 165 West 57th Street e One57 ao norte, o Nippon Club e Igreja Batista do Calvário ao nordeste e o CitySpire e o New York City Center ao sul. A Carnegie Hall Tower e a Metropolitan Tower estão separadas apenas pela Russian Tea Room, que tem 6,1 metros de largura. Faith Stewart-Gordon, a dona do Russian Tea Room quando as duas torres estavam em desenvolvimento, se recusou a vender seu terreno. A Carnegie Hall Tower tinha uma vista direta para o Central Park ao norte, mas esta foi bloqueada pela construção do One57 na década de 2010.
O bairro historicamente fazia parte de um eixo artístico ao redor de uma seção de dois quarteirões da Rua 57 Oeste entre a Sexta Avenida e a Broadway. O eixo se desenvolveu entre o final do século XIX e início do século XX, após a inauguração do Carnegie Hall na Sétima Avenida em 1891. Vários edifícios na área foram construídos como residências para artistas e músicos, como o 130 e 140 West 57th Street, o Rodin Studios e o The Osborne, bem como os já demolidos Sherwood Studio Building e The Rembrandt. Além disso, a área abrigava as sedes de organizações como a Sociedade Americana de Belas Artes, o Clube Lotos e a Sociedade Americana de Engenheiros Civis. O eixo artístico foi praticamente todo substituído no século XXI pela Ala dos Bilionários, uma série de arranha-céus residenciais de luxo próximos da extremidade sul do Central Park. O local onde hoje fica a Carnegie Hall Tower era ocupado pelo The Rembrandt, um edifício de apartamentos construído em 1881 e demolido em 1963.
O terreno do The Rembrandt virou um estacionamento propriedade do governo municipal de Nova Iorque. A Carnegie Hall Corporation operava o Carnegie Hall e arrendava a casa de espetáculos e o estacionamento da cidade. A corporação e o governo assinaram em outubro de 1980 um memorando de entendimento para permitir a transferência de direitos de desenvolvimento não utilizados acima do Carnegie Hall e também o desenvolvimento do terreno do estacionamento. A cidade receberia receita tributária enquanto a corporação receberia dinheiro para a manutenção da casa de espetáculos. Lawrence Goldman, o diretor imobiliário do Carnegie Hall, afirmou que o desenvolvimento do terreno seria o "impulso que aciona o motor" da renovação da casa de espetáculos. A renovação do Carnegie Hall começou em fevereiro de 1982 e foi projetada pela Polshek Partnership.
O governo municipal emitiu em março de 1982 um pedido de propostas para o terreno do estacionamento. Elas precisavam incluir uma fachada semelhante à do Carnegie Hall, um edifício de sete andares na Rua 56 para uso da casa de espetáculos e uma expansão das instalações do Carnegie Hall na base. A Carnegie Hall Corporation começou a avaliar as propostas meses depois. Três propostas foram selecionadas como finalistas em meados de 1983. Elas eram da Kaufman Realty com um projeto de César Pelli, Rockrose Development com um projeto de Charles Moore e Harry B. Macklowe com um projeto da Skidmore, Owings & Merrill. A proposta de Macklowe, uma torre com vidros verdes acima de uma base de alvenaria, era na verdade um tampão para outro projeto. Ele queria combinar o terreno do estacionamento com outro ao leste, o qual já era proprietário, mas estava separado pela Russian Tea Room. Caso os três terrenos fossem combinados, isto permitiria uma torre de 51 andares com 93 mil metros quadrados. Os donos da Russian Tea Room recusaram várias ofertas de venda, assim Macklowe retirou sua proposta para o terreno do estacionamento e desenvolveu a Metropolitan Tower em seu terreno.
O Carnegie Hall estava negociando com a Rockrose e Kaufman no final de 1984. A Rockrose substituiu Moore por Pelli em sua proposta. Esta foi escolhida em maio de 1985. Foi provisoriamente planejado que a torre tivesse um espaço público de 420 metros quadrados na frente, áreas para a casa de espetáculos no fundo e uma adição ao Cafe Carnegie no térreo. Dois terços seriam apartamentos de luxo e o restante escritórios. Foi planejado que o empreendimento gerasse oitocentos mil dólares por ano para a Carnegie Hall Corporation. Foi anunciado em abril de 1986 a intenção de sublocar o terreno do estacionamento para a Rockrose por 99 anos. O edifício foi um de vários planejados na área na época. Além dos empreendimentos de Macklowe e do Carnegie Hall, estava o CitySpire de Ian Bruce Eichner um quarteirão ao sul.
A torre precisava de aprovação da Comissão de Preservação de Marcos Históricos, do Conselho de Estimativas, da Comissão de Planejamento Urbano e do Conselho Comunitário 5 de Manhattan. A Comissão de Preservação de Marcos Históricos aprovou o projeto em outubro de 1986, com o Conselho de Estimativas dando a aprovação final em setembro de 1987. Uma cerimônia de início de obras ocorreu em 20 de novembro com a presença de Isaac Stern, o presidente do Carnegie Hall; sir James Wolfensohn, o presidente do conselho do Carnegie Hall; Henry Elghanayan, o presidente da Rockrose; e Ed Koch, o prefeito de Nova Iorque. A escavação da fundação durou mais de dois meses e meio; detonações foram coordenadas para evitar interferências com eventos e concertos. A pedra fundamental foi colocada em 13 de maio de 1988, o aniversário de 98 anos da colocação da pedra fundamental do Carnegie Hall. As fundações foram finalizadas no mesmo mês, com a Russian Tea Room recusando-se pela última vez a vender seu edifício ou seus direitos aéreos. O Fuji Bank emprestou 125 milhões de dólares para a Rockrose em 1989 para o empreendimento da Carnegie Hall Tower.

A Newmark & Co. foi contratada em fevereiro de 1990 como agente de locação, momento em que nenhum arrendamento tinha sido fechado. O edifício estava próximo da finalização em agosto e ainda tinha 43 mil metros quadrados disponíveis, a maior parte dos espaços. A Carnegie Hall Tower foi inaugurada no mês seguinte, porém em um mercado de escritórios fraco. A torre foi considerada pela indústria imobiliária como um "edifício de escritórios transparente" por causa da recessão da época, com nenhum inquilino e com baixa probabilidade de atrair inquilinos. A Rockrose começou a negociar com empresas de moda, advocacia e entretenimento. Parte do atrativo para empresas pequenas eram as reduções fiscais oferecidas aos inquilinos em troca da Rockrose proporcionar espaço para o Carnegie Hall na base do edifício. A expansão da casa de espetáculos na base foi inaugurada em abril de 1991 com uma exposição sobre o compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovski.
A Rockrose lançou em maio de 1991 um "programa de pequenos espaços" para inquilinos querendo ocupar espaços de pelo menos 190 metros quadrados. Um agente da Newmark afirmou na época que catorze dos vinte inquilinos da torre estavam expandindo seus espaços já arrendados. Os escritórios, com aluguéis de 360 a 650 dólares por metro quadrado, atraíram inquilinos pequenos como a Capitol Records e Kenneth Cole Productions. Fundos de cobertura, bem como empresas financeiras e jurídicas, também acharam os pequenos espaços úteis. O edifício também se beneficiou de uma mudança na demanda por escritórios na Sexta Avenida e na Avenida Park. Um espaço comercial foi arrendado para a Philip's Coffee em 1992. Rockrose mobiliou alguns espaços de escritório "pré-fabricados" nos andares base e intermediários. Estas unidades pré-fabricadas eram caras, porém foram aluados e assim a Rockrose mobiliou mais alguns espaços no 52º andar.
A Carnegie Hall Tower tinha inquilinos suficientes no final da década de 1990 para não estar mais endividado. A Daryl Roth Productions e a CNBC estavam entre os inquilinos na época. O presidente estadunidense Bill Clinton, perto de deixar o cargo, planejou em 2001 transferir seu escritório para o 56º andar da torre, mas acabou escolhendo um espaço no Harlem depois de controvérsias sobre os custos na torre, que na época foram estimados em 1 050 dólares por metro quadrado. A torre estava divulgando seus 40º e 41º andares em 2007 a um preço anual de 1 880 dólares por metro quadrado, porém seus andares mais baixos custavam apenas setecentos dólares por metro quadrado. Por outro lado, o aluguel médio anual para espaços de escritórios "premium" em Midtown Manhattan na época era de 910 dólares por metro quadrado. Prédios próximos como 712 Fifth Avenue, Solow Building, General Motors Building e 888 Seventh Avenue tinham preços ainda mais altos.
O edifício foi refinanciado em 2017 com 325 milhões de dólares da MetLife. Foi o quinto refinanciamento desde a inauguração. Dentre os inquilinos na década de 2010 estavam a Naftali Group e Fairstead Capital. Outros que se mudaram na década de 2020 incluem a Melius Research, Secunda Family Foundation e Pearl World.
A Carnegie Hall Tower foi projetada por César Pelli e a incorporadora foi a Rockrose Development. Brennan Beer Gorman foi o arquiteto de registro. Foi construída pela empreiteira HRH Construction. A Robert Rosenwasser Associates foi a engenheira estrutural, a Cosentini Associates a engenheira mecânica, elétrica e de encanamento, e a Mesh & Juul a engenheira de iluminação. O edifício tem 230,7 metros de altura e sessenta andares. Foi planejado para ter 230,4 metros e 59 andares.
A base da Carnegie Hall Tower tem seis andares, acima da qual ergue-se a torre. A base do edifício na Rua 57 é tão alta quanto o Carnegie Hall, que tem sete andares de altura. A estrutura tem um formato de "L" até o 42º andar, medindo quinze metros ao norte e 23 metros ao sul. Há um único recuo no 43º andar. A torre acima disso ergue-se como uma laje retangular de quinze metros de largura por 43 metros de comprimento. A Carnegie Hall Tower era um dos arranha-céus mais finos do mundo quando foi finalizado. O edifício bloqueia quase completamente visão da Metropolitan Tower do leste.
A Carnegie Hall Tower tem uma fachada de tijolos vermelhos e laranjas com decorações em concreto moldado, ambos inspirados pelo Carnegie Hall. Isto contrastava com edifícios contemporâneos, que foram construídos com fachadas de aço ou vidro. Douglas Davis escreveu para a Newsweek que "Diferentemente dos pós-modernos, Pelli levou a nova tecnologia de vidro, plástico e pedra fina ao seu limite – parte do que ele achou de 'modernismo extremo'". O tijolo foi usado para para complementar o tijolo romano marrom avermelhado usado no Carnegie Hall. Os incorporadores contemplaram usar tijolos cozidos no forno, similar ao que foi feito no Carnegie Hall, mas determinaram que isso seria muito caro.
A fachada na base da Rua 57 é feita de tijolos convencionais, com três fileiras de tijolos correspondendo a vinte centímetros de altura. Segundo Malcolm Roberts, o arquiteto do projeto, o uso de tijolos convencionais tinha a intenção de fazer o edifício parecer "humanamente dimensionado para os transeuntes". A base contém moldagens horizontais que combinam com aquelas do Carnegie Hall e Russian Tea Room. Faixas horizontais correm acima e abaixo do segundo andar da Rua 57, combinando com o terceiro andar da Russian Tea Room. Uma faixa decorativa fica perto do topo do sexto andar, complementando o friso de terracota do Carnegie Hall; é interrompido por um conjunto de janelas. Uma moldagem de alumínio, pintada para parecer terracota, fica acima do sexto andar do Carnegie Hall.
A fachada usa tijolos maiores acima da base, com duas fileiras correspondendo a vinte centímetros. Segundo Pelli, "Escolhemos uma variedade de tijolos, não apenas para combinar a torre com o Carnegie Hall, mas para destacar este edifício no horizonte". O tijolo tem onze cores, incluindo vermelho brilhante e verde escuro. Há linteis de concreto pré-moldado acima das janelas, peitoris e realces verticais. Faixas de metal pintadas envolvem o edifício a cada seis andares. O topo contém um friso de tijolos verde escuro vidrados. A cornija acima é uma treliça aberta de seções de aço de flange larga, sendo composta por vigas que se projetam três metros para fora do edifício.
A superestrutura da Carnegie Hall Tower é feita de concreto. O núcleo consiste em dois tubos de concreto moldado unidos, tendo sido projetados pelo engenheiro Jacob Grossman da Robert Rosenwasser Associates. Grossman achava concreto mais eficaz do que aço na redução da oscilação de uma estrutura tão estreita; sob as mesmas forças do vento, uma estrutura de aço do mesmo tamanho balançaria por mais tempo. Os tubos se conectam entre si no centro da torre e vigas de vão leste-oeste se estendem do núcleo, enrijecendo ainda mais a estrutura. O telhado contém espaço para um amortecedor de massa sintonizada, que pode ser instalado caso algum dia seja necessário. As paredes externas do edifício também servem de elementos resistentes ao vento já que as janelas estão próximas umas das outras e têm dimensões pequenas, similares ao Carnegie Hall. A Carnegie Hall Tower era o segundo edifício de concreto mais alto de Nova Iorque quando foi finalizado e o oitavo do mundo.

Segundo o Departamento de Planejamento Urbano da Cidade de Nova Iorque, a Carnegie Hall Tower tem uma área bruta de 50 407,7 metros quadrados. O edifício foi projetado com 45,1 mil metros quadrados de escritórios e 2,3 mil metros para o Carnegie Hall. A traseira da torre contém instalações para o Carnegie Hall, abrangendo partes do segundo ao sétimo andares.
No saguão há paredes e pisos feitos de mármore verde, vermelho e preto, mais detalhes em latão e luminárias com grades de metal nas paredes. O teto abobadado é composto por painéis translúcidos separados por faixas de metal. Há elevadores nos dois lados do saguão, bem como uma mesa para um guarda. O saguão é uma de nove passagens que formam a Avenida 6½, um conjunto de passagens que vão da Rua 51 até a Rua 57 entre a Sexta e Sétima Avenidas. Foi construída como uma "conexão através de quarteirão" sob o Distrito Especial de Midtown, criado em 1982. O saguão da Carnegie Hall Tower é uma de três passagens paralelas no mesmo quarteirão, com as outras ficando na Metropolitan Tower e no Thompson Central Park New York Hotel. O distrito atualmente não permite mais de duas passagens em um único quarteirão, mas essas três passagens datam de antes dessa modificação.
A Carnegie Hall Corporation demoliu as paredes separando os espaços do segundo e terceiro andares da casa de espetáculos. A torre inclui o primeiro elevador de carga do Carnegie Hall; antes, os pianos da casa de espetáculos precisavam ser carregados manualmente por escadas. O espaço arrendável na torre inclui a Sala Leste, uma sala de jantar para duzentas pessoas com 183,2 metros quadrados, e a Sala do Clube, com 67,4 metros quadrados. As duas foram depois renomeadas para Sala Rohatyn e Sala do Clube Shorin, respectivamente. No terceiro andar, próximo do Salão de Recitais Weill da casa de espetáculos, está um salão de catering de 16,4 metros quadrados. Também há um salão para músicos, espaço para ensaios e camarins. Cada andar superior tem uma área entre 740 e 1,3 mil metros quadrados. Um elevador de carga e dez elevadores de pessoas proporcionam o acesso aos andares superiores.

Paul Goldberger do The New York Times, quando a Carnegie Hall Tower estava sendo planejada, escreveu que Pelli "respondeu admiravelmente" à presença de vários arranha-céus nos arredores, incluindo a Metropolitan Tower. Ele disse que o edifício "está longe de ser neutro, mas é uma obra-prima de urbanismo respeitoso e responsável". Goldberger expressou preocupações que a altura da torre a deixava "totalmente fora de escala com o marco ao lado". A revista Architectural Record afirmou que a ornamentação da fachada tinha "referências atenciosas" ao projeto do Carnegie Hall, mas a altura da torre "tornará tais gestos relacionais sem sentido". A revista Progressive Architecture afirmou que a Carnegie Hall Tower, bem como outros arranha-céus projetados nas ruas próximas, "quebram o padrão de Manhattan de arranha-céus nas avenidas e prédios baixos no meio do quarteirão".
Após a finalização da construção, Goldberger caracterizou a torre como "um dos ensaios mais convincentes do historicismo criativo sobre qualquer horizonte urbano" e elogiou o edifício como "evocativo, mas não derivativo". Kurt Andersen da revista Time escreveu que "Esta laje esguia e elegante é como uma dançarina entre bandidos", elogiando-o como "o melhor arranha-céu construído na cidade de Nova York em uma geração". Por outro lado, Carter Wiseman da revista New York considerou o edifício como sendo "excessivamente alto" e também "perigosamente insubstancial" quando visto do norte ou sul. Karrie Jacobs também da New York descreveu os andares superiores como uma "reflexão tardia" da base, que "disfarça-se de um prédio sem elevador, cornija beijando cornija". A Carnegie Hall Tower, Metropolitan Tower e CitySpire ficaram conhecidos como "Trio de Diapasões" por causa de suas formas e proximidade uns dos outros. John McPhee da The New Yorker afirmou em 2003 que os edifícios "parecem três pauzinhos segurando incongruentemente um blini de coquetel", pois eles cercam a pequena Russian Tea Room.
A Time listou a torre como um dos melhores projetos arquitetônicos de 1990. O projeto da Carnegie Hall Tower venceu em 1994 o Prêmio de Honra do Instituto Americano de Arquitetos, enquanto o próprio Pelli recebeu no ano seguinte a Medalha de Ouro do Instituto Americano de Arquitetos.