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Logotipo utilizado desde dezembro de 2025 | |
| Tipo | Canal de televisão por assinatura |
| País | |
| Área de transmissão | Estados Unidos, Canadá e distribuição internacional |
| Sede | Englewood Cliffs, Nova Jérsia, Estados Unidos |
| Programação | |
| Idioma | Inglês |
| Formato de vídeo | 480i (SDTV) 1080i (HDTV) |
| Propriedade | |
| Empresa-mãe | Versant |
| Presidente | KC Sullivan |
| Canais irmãos | CNBC World, MS NOW, USA Network, Golf Channel, Syfy, E! e Oxygen |
| História | |
| Fundação | 17 de abril de 1989 (37 anos) |
| Ligações | |
| Página oficial | cnbc.com |
CNBC, originalmente Consumer News and Business Channel, é um canal de televisão dos Estados Unidos especializado em jornalismo econômico e pertencente à Versant. Sua programação ao vivo acompanha os mercados financeiros pela manhã, durante o dia de negociação e no início da noite. Nos demais horários, transmite documentários, reality shows e, ocasionalmente, eventos esportivos. O canal estreou em 17 de abril de 1989, como uma associação entre a NBC e a Cablevision.
A CNBC também mantém o portal CNBC.com, com notícias, vídeos, podcasts e serviços por assinatura. Sua sede e seus principais estúdios ficam em Englewood Cliffs, em Nova Jérsia, e há um estúdio no Nasdaq MarketSite, na Times Square, em Nova Iorque. A operação internacional inclui canais na Europa e na Ásia e emissoras associadas por acordos de participação ou licenciamento, como o Times Brasil, lançado no Brasil em 2024.
O antecessor da CNBC foi o Satellite Program Network (SPN), criado em 30 de julho de 1979, que exibia uma combinação de filmes antigos e programas educativos e de entretenimento de baixo custo. O canal passou a se chamar Tempo Television. Depois de assinar uma carta de intenção de compra, a NBC optou, em junho de 1988, por alugar seu transponder. Sob a direção de Tom Rogers, a operação foi relançada em 17 de abril de 1989 como Consumer News and Business Channel, com Neil Cavuto à frente da primeira transmissão. A NBC e a Cablevision detinham, inicialmente, metade do empreendimento cada uma. A sede ficava em Fort Lee, em Nova Jérsia. Sue Herera e Scott Cohn integravam a equipe desde a estreia.

A CNBC inicialmente encontrou resistência das operadoras de televisão por assinatura, que já ofereciam a Financial News Network (FNN). No inverno de 1990, chegava a 17 milhões de domicílios, menos da metade do alcance potencial da concorrente. Uma gravação da transmissão inaugural, com a participação do então presidente da NBC, Bob Wright, foi posteriormente disponibilizada pela própria CNBC.
Após um escândalo contábil, a FNN pediu proteção judicial contra a falência em 1º de março de 1991 e foi colocada à venda. A CNBC disputou sua compra com um consórcio da Dow Jones & Company e da Westinghouse Broadcasting. A CNBC concluiu a compra por US$ 154,3 milhões em 21 de maio, seguida da fusão das operações. Cerca de 60 dos 300 funcionários da FNN foram contratados, entre eles Joe Kernen e Bill Griffeth; outros foram para a Bloomberg Television.
A incorporação ampliou a distribuição da CNBC para mais de 40 milhões de domicílios, mais que dobrando seu público potencial. Na conclusão do negócio, a Cablevision vendeu à NBC sua participação de 49,5%, e a NBC passou a controlar integralmente o canal. A programação diurna utilizou a identificação "CNBC/FNN Daytime" até 1992, e a CNBC incorporou elementos da apresentação e da faixa de cotações da FNN.
Roger Ailes assumiu a presidência da CNBC em agosto de 1993, a convite de Bob Wright. Durante sua gestão, a receita anual passou de US$ 43 milhões para US$ 110 milhões. Roger deixou o cargo em janeiro de 1996, após divergências com a administração da NBC, entre elas a associação com a Microsoft que transformaria o canal America's Talking na MSNBC.
A CNBC Asia estreou em junho de 1995, sediada em Hong Kong, e a CNBC Europe, em março de 1996, com sede em Londres. Em dezembro de 1997, a CNBC e a Dow Jones firmaram uma aliança para compartilhar conteúdo da Dow Jones Newswires, do The Wall Street Journal, do MarketWatch e da Barron's. A identificação da emissora passou a mencionar o serviço conjunto da NBC e da Dow Jones. A European Business News, de Londres, foi incorporada à CNBC Europe, e a Asia Business News, de Singapura, à CNBC Asia. A operação asiática da CNBC deixou Hong Kong e passou a utilizar os estúdios da ABN em Singapura.

No fim da década de 1990 e no início da seguinte, a audiência da CNBC cresceu durante a valorização das bolsas e, em alguns horários de negociação, superou a da CNN. Em 2000, a média diurna chegou a 343 mil espectadores. Após o estouro da bolha da internet, a audiência caiu 44% em 2002 e outros 5% em 2003. A queda prosseguiu até o primeiro trimestre de 2005, quando a média diurna foi de 134 mil espectadores.
Entre 2001 e 2006, o site da CNBC foi operado pelo MSN. Em agosto de 2003, a emissora firmou um acordo de fornecimento de informações meteorológicas com a AccuWeather. Em outubro, transferiu sua sede mundial de Fort Lee para estúdios de produção digital em Englewood Cliffs. O antigo endereço passou a abrigar a WNJU, emissora da Telemundo.
No fim de 2005, a NBC Universal recomprou da Dow Jones o controle integral da CNBC Europe e da CNBC Asia, que apresentavam prejuízo. O acordo de licenciamento da Dow Jones com a CNBC dos Estados Unidos continuou até 2012. A receita anual da CNBC foi de US$ 510 milhões em 2006. Em setembro daquele ano, a emissora e o Grupo FTSE lançaram o índice FTSE CNBC Global 300, composto pelas quinze maiores empresas de cada setor do Industry Classification Benchmark e pelas trinta maiores empresas de mercados emergentes. Em 2007, o lucro superou US$ 333 milhões, o segundo maior entre os treze canais por assinatura da NBC Universal nos Estados Unidos, atrás da USA Network, e a audiência diurna cresceu 21%, para uma média de 254 mil espectadores, o melhor resultado desde 2002. Naquela fase, utilizava o slogan "First in Business Worldwide".

A CNBC Africa foi lançada em 1 de junho de 2007. Em 22 de outubro, a CNBC criou a "CNBC Investor Network", uma rede de câmeras instaladas nas mesas de operação de instituições financeiras independentes dos Estados Unidos para entrevistar operadores durante a divulgação de notícias. Em dezembro, estabeleceu uma parceria de conteúdo com o Yahoo! Finance.
Em janeiro de 2008, a CNBC e o The New York Times anunciaram um acordo de compartilhamento de conteúdo, apresentado como uma resposta à maior concorrência da News Corporation. Em maio, houve um acordo semelhante com a AOL. No primeiro trimestre de 2008, a média de audiência entre 6h e 18h foi de 310 mil espectadores, a maior em sete anos. A audiência voltou a cair em 2009, durante a cobertura da Grande Recessão.
Em janeiro de 2010, o lançamento da SBS-CNBC, em língua coreana, elevou para quinze o número de canais com a marca CNBC. Em julho, a BT assinou um contrato de cinco anos com a CNBC Europe para distribuir conteúdo da sede londrina a outras operações europeias e aos Estados Unidos. Em 2011, o sistema CNBC 4D foi selecionado entre os finalistas dos prêmios de inovação da International Broadcasting Convention. A tecnologia de rastreamento de movimento, fornecida por Unreel, Brainstorm e Motion Analysis, permitia aos apresentadores interagir com gráficos tridimensionais.
Em junho de 2012, a CNBC ampliou sua parceria com o Yahoo! Finance. Naquele mês, o CNBC.com tinha 6,5 milhões de visitantes únicos nos Estados Unidos, ante 37,5 milhões do Yahoo! Finance.
Em 2013, Maria Bartiromo deixou a CNBC e foi para a Fox Business. A imprensa relacionou a mudança, entre outros fatores, à remuneração: a Business Insider, citando uma reportagem do New York Post baseada em fontes não identificadas, informou uma oferta estimada de US$ 5 milhões a US$ 6 milhões anuais, ante cerca de US$ 4 milhões atribuídos ao contrato com a CNBC. No mesmo ano, a CNBC assumiu a produção de Nightly Business Report, distribuído à televisão pública, após adquiri-lo da NBR Worldwide, subsidiária da Atalaya Capital Management. A emissora passou a publicar a lista anual CNBC Disruptor 50 em 2013. Para seu 25.º aniversário, apresentou também a seleção CNBC First 25, com personalidades escolhidas pela influência que, segundo os critérios da emissora, haviam exercido nos negócios e nas finanças desde 1989.
Em 6 de janeiro de 2015, anunciou que substituiria os índices da Nielsen por pesquisas da Cogent Reports com consultores financeiros e investidores para medir a audiência da programação de negócios. A mudança procurava incluir a audiência fora de casa, como a dos locais de trabalho. A Nielsen continuaria a medir os programas de entretenimento. Em 28 de outubro de 2015, o debate entre pré-candidatos do Partido Republicano transmitido pelo canal atraiu 14 milhões de espectadores, o maior público de um programa da CNBC até então.
Em 10 de janeiro de 2016, a CNBC anunciou uma parceria com o grupo indonésio Trans Media para criar a CNBC Indonesia. Em 2017, a Fox Business ultrapassou a CNBC na audiência diurna dos canais de notícias de negócios. Em 2023, a CNBC ficou à frente da Fox Business nas médias do dia inteiro e do horário nobre, mas atrás dela no período de negociação dos mercados.
Em 2020, os vídeos digitais da CNBC registraram 1,92 bilhão de reproduções iniciadas nas diferentes plataformas. Em setembro daquele ano, estreou The News with Shepard Smith, telejornal noturno apresentado pelo ex-âncora da Fox News Shepard Smith. A emissora o apresentou como um noticiário nacional apartidário, baseado em fatos.
Em setembro de 2021, Jim Cramer firmou um novo contrato com a CNBC, que, além da televisão, abrangia eventos e conteúdo digital desenvolvidos com sua empresa Cramer Media. O acordo substituiu sua associação anterior com a TheStreet, que Jim havia cofundado e vendido ao grupo The Arena Group em 2019. Em janeiro de 2022, foi lançado o serviço por assinatura CNBC Investing Club with Jim Cramer, com comentários, seleção de ações e reuniões mensais pela internet. Ele passou a funcionar ao lado do CNBC Pro, que oferece conteúdo exclusivo e transmissão dos canais da CNBC por streaming.
Em agosto de 2022, Mark Hoffman anunciou que deixaria a presidência da CNBC após dezessete anos, com saída prevista para setembro. KC Sullivan, da área de publicidade e parcerias globais da NBCUniversal, foi escolhido como seu sucessor. A programação passou a dar mais espaço a documentários de negócios no horário nobre. The News with Shepard Smith foi cancelado em novembro de 2022 e substituído por Last Call, de Brian Sullivan, anunciado em janeiro de 2023, lançado em março e encerrado em 18 de julho de 2024.
Em 11 de dezembro de 2023, a CNBC atualizou pela primeira vez desde 1996 o desenho de seu logotipo, incorporando a versão revista do pavão e da tipografia da NBC. Os gráficos no ar adotaram um desenho mais simples. A faixa de cotações de dois níveis foi substituída por uma única linha móvel, com os principais índices exibidos em uma faixa separada abaixo dela.
Em março de 2024, a emissora anunciou a entrada da marca CNBC Make It na programação dos fins de semana. O serviço, criado em 2016, reúne orientações sobre finanças pessoais, carreira e outros assuntos de interesse do consumidor. Segundo a CNBC, era a maior área temática do CNBC.com. Em abril, o canal comemorou seu 35.º aniversário com uma cerimônia na Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Em 20 de novembro de 2024, a NBCUniversal anunciou a intenção de separar a maior parte de seus canais por assinatura, entre eles a CNBC, em uma nova companhia aberta, posteriormente denominada Versant. A CNBC operava com relativa autonomia da NBC News até 2020, quando Cesar Conde assumiu o comando do NBCUniversal News Group e ampliou o compartilhamento de recursos entre as operações.
Em 2025, foi lançado o CNBC+, plataforma por assinatura que oferece programas da CNBC e da CNBC World ao vivo e sob demanda. O serviço também passou a ser vendido em combinações com o CNBC Pro e com o Investing Club, na modalidade de acesso completo.
Em 18 de agosto de 2025, foi anunciada uma nova identidade visual para afastar a CNBC da marca NBC. A emissora manteria o nome, ao contrário da MSNBC, rebatizada como MS NOW, mas retiraria o pavão do logotipo. Mark Lazarus, dirigente da Versant, explicou que a sigla se originara de Consumer News and Business Channel. A manutenção do nome foi prevista em um acordo de licença de marca com a NBCUniversal.
Em outubro de 2025, a CNBC e a MSNBC iniciaram sua separação formal da NBC News. O novo logotipo da CNBC entrou no ar em 13 de dezembro. Ele manteve o azul e os triângulos retângulos da identidade de 2023, assim como os gráficos já utilizados, e retomou elementos do primeiro logotipo, como a proximidade das letras "N" e "B", agora ligadas por um triângulo formado pelo espaço entre elas.
A separação societária foi concluída em 2 de janeiro de 2026. A Comcast distribuiu aos seus acionistas todas as ações da Versant, na proporção de uma ação para cada 25 ações da Comcast detidas na data de referência de 16 de dezembro de 2025. A CNBC passou a integrar a companhia independente, ao lado de MS NOW, USA Network, Golf Channel, E!, Syfy, Oxygen e plataformas digitais. A Comcast deixou de deter participação na Versant.
A CNBC integra ofertas de televisão ao vivo pela internet nos Estados Unidos, como DirecTV Stream, Hulu + Live TV, Sling TV e YouTube TV. No Sling, faz parte do pacote adicional News Extra. Em Porto Rico, a grade da Claro tv+ relaciona a CNBC no canal 725.
Além dos canais CNBC Europe e CNBC Asia, a marca é utilizada por emissoras associadas em diferentes mercados, sob acordos de participação e licenciamento.
Em setembro de 2026, a CNBC anunciou o fechamento de sua sucursal em Hong Kong e o encerramento dos programas diários internacionais Inside India, The China Connection e Europe Early Edition. A emissora informou que a cobertura internacional continuaria a ser coordenada a partir de Londres, Abu Dhabi, Singapura e Pequim, incluindo a cobertura jornalística de Hong Kong.
A marca também é utilizada pelo canal CNBC-e na Turquia.
O Times Brasil, licenciado exclusivo da CNBC no país, estreou em 17 de novembro de 2024. A operação foi organizada por Douglas Tavolaro, fundador e ex-dirigente da CNN Brasil, por meio da Times Brasil Media. O acordo prevê o uso de conteúdo da CNBC pela empresa brasileira, sem transformar o canal local em uma operação idêntica ao canal dos Estados Unidos. Sua oferta combina televisão por assinatura, transmissão pela internet e plataformas digitais.
O projeto de sede apresentado em agosto de 2024 previa três estúdios em uma área de dois mil metros quadrados no Itaim Bibi, em São Paulo, com uma redação integrada para televisão e meios digitais. A programação de lançamento reuniu cobertura econômica e política, entrevistas e produções de entretenimento e estilo de vida. Fábio Turci e Christiane Pelajo apresentaram o especial da primeira noite.
Em Portugal, a CNBC integra ofertas de televisão por assinatura em inglês. A lista de canais da Vodafone Portugal consultada em novembro de 2026 a identifica na posição 163. O plano de frequências publicado pela NOS para Portugal continental a relaciona na posição 210, com frequência de 434 MHz.

A CNBC licenciou sua marca à Paradies Lagardère para lojas em aeroportos dos Estados Unidos, identificadas como CNBC News, CNBC Express e CNBC SmartShop. As lojas vendiam produtos com a marca do canal, alimentos e bebidas. O projeto foi lançado em 2001, com a intenção de abrir até cem lojas. Em novembro de 2024, foi inaugurada uma loja reformulada no Aeroporto Internacional de Pensacola, na Flórida.
A CNBC recebeu críticas por supostamente amplificar tanto a alta quanto a queda dos mercados, sobretudo antes do estouro da bolha da internet e da crise do subprime. Apresentadores da emissora responderam que o tamanho do mercado limitava a possibilidade de o canal influenciá-lo.
Jon Stewart, do The Daily Show, da Comedy Central, criticou a CNBC e alguns de seus apresentadores após declarações de Rick Santelli. Embora não houvesse uma resposta institucional direta, profissionais do canal defenderam suas previsões e seus comentários. Integrantes do governo de Barack Obama também criticaram o excesso de comentários e discussões na televisão por assinatura, por vezes agressivos e unilaterais.
Em 2007, a revista Barron's comparou o desempenho das ações recomendadas por Jim Cramer no Mad Money com índices de mercado. Segundo a publicação, nos dois anos analisados, uma carteira com essas ações teria valorizado 12%, ante 22% do Dow Jones e 16% do S&P 500.
O CNBC HD, uma transmissão simultânea em 1080i, estreou em 10 de outubro de 2007, inicialmente na DirecTV. Em 13 de outubro de 2014, no décimo primeiro aniversário da mudança para Englewood Cliffs, o canal adotou uma apresentação integral em proporção 16:9, com barras horizontais quando necessário, como já ocorria na CNBC Asia e na CNBC Europe.
A grade publicada pela CNBC para 3 de novembro de 2026 incluía os seguintes programas de negócios, também presentes na relação de abril de 2026:
Entre os programas exibidos pela CNBC, em diferentes períodos, estão:
Durante sua vinculação à NBCUniversal, a CNBC transmitiu eventos da NBC Sports como uma alternativa quando a USA Network já estava ocupada com outras competições. Em geral, essas transmissões se concentravam nos fins de semana e evitavam o horário de negociação das bolsas americanas.
Entre as competições exibidas pelo canal estiveram o AMA Supercross Championship; futebol americano universitário; ciclismo, incluindo etapas do Tour de France; Fórmula 1; golfe; turfe, incluindo provas do Royal Ascot; IMSA; IndyCar; programas de estúdio da Major League Baseball; NASCAR; NHL, inclusive os playoffs da Copa Stanley; Jogos Olímpicos; Premier Lacrosse League; rugby do Torneio das Seis Nações; futebol da Premier League e da Women's Super League; e a United States Football League de 2022–2023.
Na organização da Versant, a programação esportiva passou a ser oferecida pela USA Sports. O portfólio da USA Sports inclui basquete universitário. A CNBC também transmitiu beisebol da Babe Ruth League. Em 2025, a CNBC foi escolhida para transmitir as três decisões da Cal Ripken Baseball World Series; o acordo previa a continuidade das transmissões a partir de 2026 em um canal da Versant ainda a ser definido, sem garantir que continuariam especificamente na CNBC.
Em 2026, a CNBC também passou a transmitir simultaneamente jogos da WNBA exibidos pela USA Network. A USA Sports registrou transmissões conjuntas nos playoffs e anunciou a mesma distribuição para partidas das finais daquele ano.