| País | Estados Unidos |
|---|---|
| Área de transmissão | Nacional |
| Sede | San Diego, Califórnia |
| Programação | |
| Idioma | Inglês |
| Formato de imagem | 1080i HDTV (convertido para letterboxed 480i para o feed SDTV) |
| Propriedade | |
| Proprietário | Herring Networks |
| Canais irmãos | AWE |
| História | |
| Lançamento | 4 de julho de 2013 |
One America News Network (OANN), também conhecida como One America News (OAN), é um canal de televisão de extrema-direita de notícias e comentário político e website fundado por Robert Herring Sr. e propriedade da Herring Networks, Inc., lançado em 4 de julho de 2013. A rede está sediada em San Diego, Califórnia, e possui escritórios de reportagem em Washington, D.C. e Nova Iorque.
A empresa afirmou em 2019 que a OAN estava disponível em 35 milhões de lares e que sua audiência variava de 150.000 a 500.000 pessoas, embora naquele ano a Nielsen Media Research estimasse sua audiência em cerca de 14.000. Em julho de 2022, a rede estava disponível apenas para algumas centenas de milhares de pessoas assinantes de provedores de cabo menores.
Em 2019, Robert Herring Sr. testemunhou em tribunal que a rede foi criada a pedido de executivos da AT&T, que, por meio de sua subsidiária DirecTV, tem sido desde então a fonte de até 90% das receitas da rede. A DirecTV deixou de transmitir a OAN em 2022.
Os programas de comentários políticos do horário nobre da rede têm uma perspectiva conservadora, e o canal se descreveu como um dos "maiores apoiadores" de Donald Trump. Trump promoveu tanto a rede quanto alguns de seus apresentadores. O canal é conhecido por promover falsidades e teorias da conspiração.
A OAN foi anunciada em 14 de março de 2013 pela Herring Networks, Inc., uma empresa de mídia independente fundada em 2003 pelo empresário conservador Robert Herring, Sr. O canal estreou originalmente em uma parceria com o The Washington Times, um jornal diário conservador fundado pela Igreja da Unificação, da Coreia do Sul. Herring afirmou em 2013 que, sob o acordo com o The Washington Times, a nova rede poderia utilizar qualquer conteúdo do jornal, embora não estivesse obrigada a fazê-lo; ele também mencionou na época que entre 60 e 65 funcionários da Herring Broadcasting dedicavam a maior parte do dia à One America.
Durante a Conservative Political Action Conference de 2013, Herring declarou que, embora a "Fox News tenha feito um excelente trabalho atendendo aos públicos de centro-direita e independentes", as fontes alternativas de notícias para esses espectadores careciam de variedade.
Em outubro de 2021, a Reuters informou ter revisado documentos judiciais que mostravam que a rede foi criada em 2013 por insistência de executivos da AT&T, que desde então tem sido a fonte de até 90% das receitas da emissora. Em um depoimento de 2020, um contador da empresa testemunhou que, sem um contrato com a DirecTV (subsidiária da AT&T), o valor da rede "seria zero". Documentos do tribunal revelaram que a emissora prometeu "lançar uma luz positiva" sobre a AT&T durante seus telejornais.
Em julho de 2014, a OAN transferiu seus estúdios de jornalismo e produção do edifício do Washington Times para a 101 Constitution Avenue NW, nas proximidades do Capitólio.
No início de 2020, surgiram relatos de que aliados de Trump estavam interessados na aquisição da OAN.
Em novembro de 2020, o YouTube suspendeu a OAN por uma semana e encerrou sua capacidade de monetizar conteúdos existentes. A medida foi a primeira advertência (strike) sob a política de violação de diretrizes da comunidade, devido à veiculação de anúncios de uma falsa cura para a COVID-19. Até abril de 2021, seu canal no YouTube contava com quase 1,5 milhão de inscritos. Aproximadamente 150 funcionários trabalhavam em sua sede em San Diego.
A DirecTV anunciou em janeiro de 2022 que não renovaria seu contrato com a Herring Networks, encerrado em abril de 2022. A decisão afetou a OAN e seu canal irmão AWE, que foram removidos dos serviços de satélite e U-verse TV da operadora. Em resposta, o apresentador da OAN Dan Ball declarou que a emissora estava "em guerra com a AT&T" e instou os telespectadores a buscarem "podres" sobre o presidente do conselho da AT&T, William Kennard. Os canais foram retirados da DirecTV em 4 de abril de 2022; após o ocorrido, diversos membros da equipe deixaram a emissora em busca de outros empregos.
A Verizon Fios, que era a maior operadora restante da OAN, notificou seus clientes em 21 de julho de 2022 de que não havia chegado a um acordo para renovar o contrato e removeria a rede de seu serviço em nove dias. O dia 1º de agosto de 2022 marcou a despedida da OAN da TV a cabo e por satélite, encerrando sua disponibilidade nas principais operadoras. O comentarista da OAN, Pearson Sharp, afirmou no ar que a emissora foi removida porque a Verizon é uma corporação "marxista radical".
Em dezembro de 2024, após a retirada da indicação do ex-congressista Matt Gaetz [en] para o cargo de Procurador-Geral dos Estados Unidos por Donald Trump — devido a alegações de má conduta sexual — foi anunciado que Gaetz se juntaria à OAN para apresentar um programa diário a partir de janeiro de 2025. Em 7 de maio de 2025, Kari Lake anunciou que a OAN passaria a fornecer cobertura jornalística para a Voice of America. A rede foi incluída nacionalmente nos sistemas da Spectrum em julho de 2025.
Entre os programas exibidos pela OAN estão: Tipping Point with Kara McKinney, Real America with Dan Ball, Weekly Briefing with John Hines, Fine Point with Chanel Rion, The Real Story with Riley Lewis e Nights with Chris Boyle.
Em agosto de 2014, a OAN lançou o programa On Point com Tomi Lahren. Diversos clipes da atração se tornaram virais e, em 2015, Lahren ganhou notoriedade por seus comentários. Em 19 de agosto de 2015, ela apresentou seu último programa na emissora. Na semana de 24 de agosto de 2015, a ex-candidata à vice-presidência pelo Partido Republicano, Sarah Palin, foi apresentadora convidada de um programa na rede.
Em 2019, o canal exibiu Claws of the Red Dragon, um documentário produzido pela NTD Canadá, com Steve Bannon atuando como distribuidor nos Estados Unidos.
A OAN é conhecida por seu conteúdo pró-Donald Trump, pela promoção de teorias da conspiração (como fraudes eleitorais em novembro de 2020) e por críticas à mídia de massa. A própria rede já se descreveu como uma das "maiores apoiadoras" de Trump. A emissora tem sido caracterizada como um canal de propaganda política.
O ex-produtor Martin Golingan afirmou em 2021: "Os Herrings administram a OAN baseados no modelo de negócios do McDonald's, onde você mantém o cliente feliz e o negócio flui sozinho. Se os clientes por acaso são consumidores de teorias da conspiração malucas, então é isso que eles vendem. Eles são trapaceiros na cultura da indignação".```
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Após o estabelecimento da rede, o CEO Robert Herring passou a enviar à equipe de notícias histórias de veiculação obrigatória provenientes de sites de extrema-direita, como Breitbart News, InfoWars e The Gateway Pundit.
Um ex-produtor da OAN testemunhou, em um processo por difamação movido pelo ex-executivo da Dominion Voting Systems, Eric Coomer, que ele e seus colegas eram instruídos a usar o The Gateway Pundit como fonte. Um e-mail de janeiro de 2021 enviado pelo diretor de jornalismo incentivava os produtores a lerem histórias do The Gateway Pundit, do The Blaze e do The Epoch Times em busca de inspiração.

A OAN é abertamente favorável a Trump. O pai de Charles Herring, Robert Herring Sr., fundador e CEO da rede, ordenou que produtores promovessem pautas favoráveis a Trump, histórias contrárias a Hillary Clinton e conteúdos antiaborto, além de minimizar reportagens sobre a interferência russa na eleição presidencial de 2016. Durante a campanha de 2016, Herring proibiu o canal de divulgar pesquisas que não mostrassem Trump na liderança. A ex-produtora Marissa Gonzales declarou em 2021: "Se houvesse qualquer história envolvendo Trump, tínhamos que focar apenas na informação positiva ou basicamente criar informação positiva. Nunca, jamais, era a verdade completa".
Ainda na campanha de 2016, o canal exibiu um especial intitulado Betrayal at Benghazi: The Cost of Hillary Clinton's Dereliction and Greed. Herring enviou aos produtores um relato que afirmava falsamente que Hillary Clinton teria um tumor cerebral, pedindo que investigassem. Ele também compartilhou um relatório alegando que a Planned Parenthood promovia o aborto e ordenou a redução da cobertura da visita do Papa Francisco aos EUA devido aos apelos do pontífice por ações contra o aquecimento global. Além disso, Herring ordenou repetidamente que não fossem cobertas notícias sobre a interferência russa no pleito.
De acordo com funcionários e ex-funcionários, bem como e-mails internos, em julho de 2017 os executivos haviam orientado a emissora a "engavetar matérias sobre tiroteios policiais, incentivar pautas antiaborto, minimizar a agressão russa e manter distância dos problemas enfrentados pelo novo presidente".
Em outubro de 2017, o canal afirmou sem provas que um suposto relatório mostrava que "a criminalidade no Reino Unido subiu 13% ao ano em meio à propagação do terrorismo islâmico radical". Posteriormente, Trump repetiu essa falsidade, sugerindo ter obtido a informação através da OAN.
Em junho de 2017, a OAN recebeu um assento permanente na sala de imprensa da Casa Branca. O correspondente-chefe na Casa Branca, Trey Yingst, foi um dos cinco repórteres mais chamados para perguntas durante o governo Trump. Trump frequentemente priorizava perguntas da OAN em coletivas, como em fevereiro de 2017, quando Yingst questionou o presidente sobre os contatos de sua campanha com o governo russo. Também em fevereiro de 2017, a OAN foi convidada para um almoço com Trump. Em agosto de 2017, Trump elogiou a emissora, dizendo: "É uma ótima rede". Em resposta, Robert Herring afirmou que a OAN se considera uma presença rigorosa, mas justa, no corpo de imprensa da Casa Branca.
A OAN apoiou a revogação das credenciais de imprensa do repórter Jim Acosta, da CNN, pelo governo Trump; a maioria dos grandes veículos, incluindo a conservadora Fox News, opôs-se à decisão. Em comunicado, Robert Herring atacou a Fox News, afirmando que "não conseguia acreditar que a Fox estivesse do outro lado".
Rudy Giuliani utilizou a OAN para promover teorias da conspiração ligadas ao escândalo Trump-Ucrânia. Em 12 de janeiro de 2020, uma transmissão da rede promoveu teorias da conspiração já desmentidas sobre escutas ilegais contra Trump. A OAN transmite todos os discursos de Trump sem interrupções.
Em agosto de 2020, a OAN tuitou uma promoção para um segmento intitulado "America Under Siege: The Attempt to Overthrow President Trump". O tuíte afirmava que as manifestações ocorridas após o assassinato de George Floyd constituíam uma "tentativa de golpe" liderada por uma "rede bem financiada de anarquistas tentando derrubar o Presidente". Trump retuitou a mensagem.
Em 11 de fevereiro de 2021, após Trump deixar o cargo, a OAN exibiu um "tributo às suas realizações" acompanhado pela leitura do poema "If—", de Rudyard Kipling. O vídeo foi creditado a Harrison Hill Smith, colaborador do site InfoWars.
Em março de 2024, a rede promoveu uma história falsa alegando que Michael Cohen teria sido o responsável por um caso extraconjugal com Stormy Daniels e que teria usado o fato para "extorquir" a Organização Trump. A emissora firmou um acordo judicial com Cohen em abril, reconhecendo que a reportagem original era falsa.```
Após o The Washington Post relatar, em novembro de 2017, alegações de que o candidato ao Senado pelo Alabama, Roy Moore, teria feito avanços sexuais indesejados contra adolescentes quando estava na casa dos trinta anos, a OAN "tornou-se uma fonte tanto de cobertura positiva quanto de histórias que poderiam lançar dúvidas sobre suas acusadoras". Em novembro de 2017, a OAN exibiu um segmento citando um boato falso de uma conta anônima no Twitter de que o The Washington Post teria oferecido 1.000 dólares às acusadoras de Roy Moore. A OAN descreveu o tuíte como uma "reportagem" e o autor do tuíte como um "ex-agente do Serviço Secreto e veterano da Marinha". A fonte do Twitter tinha um histórico de tuitar falsidades e teorias da conspiração; a conta também havia contado mentiras repetidas e inconsistentes sobre sua identidade, incluindo a apropriação da identidade de um militar da Marinha que morreu em 2007. Após ser revelado que a história era uma farsa, a OAN não se retratou.
Durante sua campanha para o Senado, Roy Moore citou a OAN ao se defender das acusações, incluindo uma história da emissora que alegava que suas "acusadoras têm laços com traficantes de drogas e com o Washington Post".
Na noite da eleição especial no Alabama, a OAN anunciou que Moore havia vencido o pleito "por uma grande margem", quando na realidade Moore havia perdido a disputa. Em seu anúncio, a rede citou "pesquisas não oficiais" e o âncora transmitiu os parabéns do CEO da OAN, Robert Herring, a Moore por ter feito uma "excelente campanha". O site da OAN também publicou um artigo errôneo afirmando que Moore havia vencido "apesar dos ataques dos Democratas sobre alegações não verificadas". Durante a noite eleitoral, a OAN também relatou que "várias pessoas foram pegas tentando entrar furtivamente nas cabines de votação para votar ilegalmente"; no entanto, o escritório da Secretaria de Estado do Alabama disse não ter relatos críveis de fraude eleitoral.
Em fevereiro de 2018, um dos apresentadores da OAN tuitou uma teoria da conspiração afirmando que David Hogg, um sobrevivente de 17 anos do Tiroteio na Stoneman Douglas High School, teria sido treinado por seu pai, um agente aposentado do FBI, para falar contra Trump e estaria servindo de "cobertura" para ele. Donald Trump Jr. "curtiu" o tuíte do apresentador. O jovem Hogg respondeu, descrevendo a teoria da conspiração ao BuzzFeed News como "imatura, rude e desumana".
Em abril de 2018, durante uma turnê liderada pelo regime de al-Assad na área do Ataque químico de Duma, um correspondente da OAN afirmou que não havia evidências de que um ataque químico tivesse ocorrido. O correspondente disse: "Nenhuma das pessoas com quem falei naquela vizinhança disse ter visto ou ouvido algo sobre um ataque químico naquele dia" e que os residentes "amavam Bashar al-Assad".
Em maio de 2019, a OAN publicou uma reportagem alegando que os Capacetes Brancos haviam admitido ter encenado ataques falsos com armas químicas destinados a culpar o regime de Assad. A emissora referiu-se à organização humanitária, que é parcialmente financiada pelo Departamento de Estado dos EUA, como "ligada a terroristas". O The Daily Beast descreveu a história como uma calúnia que poderia ser rastreada diretamente como desinformação russa. Uma reportagem da CNN sobre inteligência desclassificada a respeito de propaganda russa também afirmou que o relato da OAN disseminou mentiras russas, citando um oficial de inteligência que ressaltou que alvos ocidentais da propaganda russa muitas vezes "não sabem quem está essencialmente semeando essas narrativas".
Em novembro de 2025, a OAN demitiu Vish Burra, um produtor e roteirista do programa The Matt Gaetz Show, que havia compartilhado conteúdo antissemita no X.
O teórico da conspiração da direita alternativa Jack Posobiec foi empregado pela OAN como correspondente político de 2018 a 2021. Posobiec foi um proeminente defensor das teorias da conspiração Pizzagate e do Assassinato de Seth Rich.
Em setembro de 2018, Posobiec entrevistou "Microchip", pseudônimo de um autor pró-Adolf Hitler na internet, na OAN sem indicar as afiliações do entrevistado, segundo o Southern Poverty Law Center (SPLC). O SPLC afirmou que os dois homens trabalharam juntos na disseminação de desinformação por vários anos, incluindo as falsas alegações propagadas no Pizzagate. Em 2020, durante os protestos de George Floyd em Buffalo, Posobiec relatou falsamente e promoveu outra teoria da conspiração infundada sobre bombas caseiras.
A OAN é conhecida por minimizar as ameaças representadas pela Rússia aos Estados Unidos. Segundo um ex-produtor da emissora, em seu primeiro dia de trabalho lhe disseram: "É, nós gostamos da Rússia aqui". Um dos repórteres da OAN, Kristian Brunovich Rouz, trabalhava simultaneamente para o veículo de propaganda russo Sputnik, que é estatal; quando Rouz apresentava segmentos favoráveis à Rússia na OAN, a emissora não divulgava que ele também trabalhava para a Sputnik. Rouz compilou uma história totalmente fabricada que a OAN exibiu em 2017, alegando que o comitê de ação política de Hillary Clinton teria doado secretamente 800.000 dólares aos "antifa". Em maio de 2020, Rouz criou um segmento no qual afirmava haver "evidências crescentes de uma conspiração globalista" envolvendo os Clintons, George Soros, Bill Gates, Anthony Fauci e o governo chinês — afirmações sem qualquer prova.
Em setembro de 2019, a Herring Networks, empresa-mãe da OAN, processou a apresentadora da MSNBC, Rachel Maddow (além da Comcast, MSNBC e NBCUniversal), em 10 milhões de dólares por difamação, após Maddow afirmar em seu programa que a rede "[é] literalmente propaganda russa paga" (referindo-se ao artigo do The Daily Beast sobre Rouz). O tribunal rejeitou a ação, concluindo que a afirmação não era difamatória, pois um "espectador razoável" reconheceria o comentário como um resumo opinativo do artigo publicado pelo The Daily Beast. Em fevereiro de 2021, a Herring Networks foi condenada a pagar 250.000 dólares em honorários advocatícios a Maddow e à MSNBC em uma decisão baseada em leis Anti-SLAPP. O recurso da OAN foi negado por um painel de juízes do Tribunal de Apelações do Nono Circuito em agosto de 2021, que decidiu que a declaração de Maddow era "um exagero óbvio, contextualizado dentro de uma notícia incontestada" e, portanto, não constituía difamação.
Em 2019, a OAN contratou Chanel Rion como correspondente. Rion trabalhou anteriormente como cartunista política, promoveu teorias da conspiração sobre o assassinato de Seth Rich e escreveu um livro infantil antifeminista; Rion também elogiou um livro de um autor que pratica negação do Holocausto. Em outubro de 2019, ela afirmou sem provas que a ex-advogada do FBI Lisa Page e o ex-diretor assistente do FBI Andrew McCabe estavam envolvidos em um caso extraconjugal. A OAN posteriormente retratou a história.
Em janeiro de 2020, a OAN nomeou Rion como sua correspondente-chefe na Casa Branca. Em abril de 2020, Rion foi expulsa da Associação de Correspondentes da Casa Branca e seu assento formal foi removido por violar flagrantemente as regras de distanciamento social recém-implementadas na Sala de Coletivas de Imprensa James S. Brady. Apesar disso, Rion afirmou que foi convidada pessoalmente a comparecer pela secretária de imprensa da Casa Branca de Trump, Stephanie Grisham, um dia após a proibição.
A OAN veiculou histórias alegando falsamente que George Soros, um filantropo americano de origem húngara, colaborou com a Alemanha Nazista quando tinha 14 anos. A rede também acusou Soros de financiar caravanas de migrantes para os Estados Unidos.
Durante uma reportagem na Ucrânia com Rudy Giuliani, em dezembro de 2019, a correspondente Chanel Rion afirmou sem provas que Soros teria aparecido no Aeroporto Internacional de Kiev (Zhuliany) com "Dobermans humanos em pequenos Mercedes pretos" para encontrá-los. A alegação foi ridicularizada na mídia ucraniana e americana. Não se tem conhecimento de que Soros tenha visitado a Ucrânia desde 2016.
A OAN promoveu a hidroxicloroquina como uma "cura milagrosa" para a COVID-19, culpando uma "campanha massiva de desinformação" da "Big Tech" e da Organização Mundial da Saúde "controlada pelos chineses" por ela não ser recomendada como tal.
Em março de 2020, durante a pandemia de COVID-19, a correspondente-chefe da OAN na Casa Branca, Chanel Rion, promoveu uma teoria da conspiração de que o vírus teria se originado em um laboratório da Carolina do Norte, citando informações de um "investigador cidadão e uma fonte monitorada de um certo conjunto da comunidade de inteligência de DC" que, na verdade, era um teórico da conspiração do Twitter. Enquanto ela descrevia esse indivíduo durante uma reportagem televisiva nos jardins da Casa Branca, uma imagem do ator Keir Dullea no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço era exibida. Ela também afirmou que Anthony Fauci, o principal especialista em doenças infecciosas do país, teria financiado a criação da COVID-19. Rion afirmou posteriormente, sem provas, que outros veículos da grande mídia estavam repetindo a propaganda do Partido Comunista da China. Durante uma coletiva com Trump, ela perguntou se era "racista" usar o termo "comida chinesa"; acusou a "grande mídia de esquerda" de "estar consistentemente do lado da propaganda estatal estrangeira, de radicais islâmicos e de gangues e cartéis latinos", bem como das "narrativas do Partido Comunista da China"; e perguntou ao presidente se era "alarmante" que a mídia "trabalhe aqui mesmo na Casa Branca com acesso direto a você e sua equipe?".
Em maio de 2020, a apresentadora da OAN Liz Wheeler afirmou sem provas que a "grande mídia fingiu que houve um surto mortal de casos de COVID" após as eleições de primavera de 2020 em Wisconsin. O PolitiFact classificou a afirmação como "Pants on Fire" (completamente falsa), tendo constatado que não houve referências a um "surto" em sua revisão de artigos estaduais e nacionais sobre a eleição, e que as reportagens listaram com precisão o número de casos de COVID-19 potencialmente relacionados ao pleito.
Em novembro de 2020, o YouTube suspendeu a capacidade do canal da OAN de enviar vídeos por uma semana e desmonetizou o canal por violar a política contra a promoção de desinformação sobre a COVID-19, após a OAN publicar um vídeo anunciando uma cura falsa para a doença. A OAN respondeu que "o vídeo estava 'não listado' no YouTube apenas para revisão da equipe interna da OAN", acusou o YouTube de violação da Primeira Emenda e declarou que o vídeo foi republicado no site da OAN.
Em setembro de 2022, a OAN relatou uma declaração de um grupo de cientistas e médicos alegando que as vacinas contra a COVID-19 estariam causando uma "crise médica internacional". O site de verificação de fatos Health Feedback observou que a OAN não reconheceu que as alegações feitas na declaração já haviam sido verificadas e consideradas imprecisas, sem fundamento ou enganosas.
Em junho de 2020, durante os protestos contra o racismo e a brutalidade policial após o assassinato de George Floyd, o repórter da OAN Jack Posobiec afirmou falsamente que havia bombas caseiras plantadas no Memorial aos Veteranos da Guerra da Coreia em Washington D.C., e que "recursos federais [estavam] em perseguição". Não havia bombas, nem qualquer evidência de que "recursos federais" estivessem em perseguição.
Em junho de 2020, a OAN afirmou, sem provas, que um manifestante idoso que foi gravemente ferido pela polícia "estava tentando capturar a assinatura de comunicações de rádio dos oficiais de Buffalo" e estava ligado ao movimento antifa. Referenciando a teoria da conspiração infundada da OAN, Trump tuitou posteriormente que o manifestante "poderia ser um provocador ANTIFA". Kristian Rouz, da OAN, não forneceu evidências para essas alegações, referindo-se apenas ao The Conservative Treehouse, um blog de direita escrito anonimamente. Naquela tarde, Herring Sr. tuitou para Trump: "não o decepcionaremos como sua fonte de notícias críveis!". Em 13 de junho, manifestantes em San Diego, Califórnia, reuniram-se em frente à sede da OAN, onde Herring Sr. desafiou a multidão a provar que a história era falsa.```
Nos meses após a eleição presidencial de 2020, a OAN ampliou extensivamente alegações falsas de fraude eleitoral e promoveu teorias da conspiração relacionadas ao pleito. Cinco dias após a Associated Press ter declarado a vitória de Joe Biden, a OAN continuou a insistir que Donald Trump havia vencido, e a rede continuou a referir-se a Trump como "Presidente Trump" (enquanto referia-se a Biden apenas como "Biden" ou "Joe Biden") por meses após a posse de Joe Biden como presidente em janeiro de 2021.
Christina Bobb, uma apresentadora da OAN, estava presente no "centro de comando" do Willard Hotel, onde principais aliados de Trump trabalharam para impedir a certificação da eleição de Joe Biden. Rudy Giuliani afirmou em um depoimento de outubro de 2021 que Bobb precisava submeter as histórias que desenvolvia à campanha de Trump para que elas "não violassem nenhuma de nossas regras ou algo do tipo". O jornal The Washington Post relatou em janeiro de 2022 que Bobb trabalhou com Giuliani e outros oficiais da campanha de Trump em dezembro de 2020 para executar um plano para que republicanos em sete estados criassem certificados de verificação fraudulentos para afirmar falsamente que Trump havia sido reeleito.
A OAN viu um crescimento em sua audiência como resultado de sua cobertura eleitoral. Ela foi impulsionada particularmente por Donald Trump, que expressou desaprovação em relação às reportagens da Fox News sobre a eleição presidencial e encorajou seus apoiadores a assistirem, em vez disso, à OAN ou à Newsmax TV, outro canal conservador que promovia falsidades eleitorais.
A Reuters relatou em outubro de 2021 que, no dia do ataque ao Capitólio por apoiadores de Trump, um diretor de jornalismo da OAN enviou um e-mail à equipe: "Por favor, NÃO digam 'Apoiadores de Trump invadem o Capitólio...' Apenas chamem-nos de manifestantes ou protestantes... NÃO CHAMEM DE REVOLTA!!!" No dia seguinte, Herring enviou um e-mail aos produtores: "Queremos relatar todas as coisas que o Antifa fez ontem. Não acho que foram pessoas de Trump, mas vamos investigar". O FBI não encontrou evidências de envolvimento do antifa.
A OAN foi uma das principais promotoras da teoria da conspiração de que a Dominion Voting Systems teria manipulado a contagem de votos para garantir a vitória do candidato democrata Joe Biden. A OAN passou meses alegando manipulação pela Dominion, avançou alegações de que funcionários da Dominion teriam conspirado com ativistas do antifa, exibiu um mapa fictício supostamente apreendido pelo Exército dos Estados Unidos de servidores eleitorais na Alemanha mostrando que Donald Trump teria recebido 410 votos eleitorais, e realizou entrevistas com aliados de Trump alegando que a Dominion era parte de uma conspiração comunista internacional. Algumas dessas alegações foram posteriormente amplificadas por Donald Trump, incluindo uma afirmação falsa feita na OAN de que milhões de votos para Trump foram trocados por votos para Joe Biden (uma alegação que se originou no TheDonald.win, um site pró-Trump); Trump também tuitou um segmento da OAN no qual Ron Watkins, um teórico da conspiração de extrema-direita e administrador do 8chan (site famoso por sua conexão estreita com a teoria da conspiração QAnon), foi falsamente caracterizado como especialista em questões eleitorais enquanto promovia teorias da conspiração sobre a Dominion.
Posteriormente, a OAN removeu todas as referências à Dominion e à Smartmatic, outra empresa falsamente acusada de fraude eleitoral, de seu site sem emitir retratações públicas após a Dominion entrar com um processo de difamação de 1,3 bilhão de dólares contra Sidney Powell. No entanto, em 5 de fevereiro de 2021, a OAN exibiu Absolute Proof, um filme produzido pelo CEO da My Pillow, Mike Lindell, que continha alegações falsas e teorias da conspiração sobre fraude eleitoral na eleição. Antes do programa, a OAN exibiu um longo aviso afirmando que as alegações eram apenas de Lindell, mas que os resultados das eleições de 2020 "permanecem disputados e questionados por milhões de americanos". O aviso foi visto como uma tentativa de evitar litígios da Dominion e da Smartmatic.
Em 10 de agosto de 2021, a Dominion processou a OAN por espalhar "consciente e continuamente" narrativas falsas de fraude eleitoral, pedindo um mínimo de 1,6 bilhão de dólares.

Em 25 de janeiro de 2020, a OAN exibiu um filme intitulado The Ukraine Hoax: Impeachment, Biden Cash, and Mass Murder. Em março de 2021, a comunidade de inteligência dos Estados Unidos divulgou uma análise que concluiu que agentes da inteligência russa "fizeram contato com figuras estabelecidas da mídia dos EUA e ajudaram a produzir um documentário que foi ao ar em uma rede de televisão dos EUA no final de janeiro de 2020" como parte de um esforço amplo para promover e lavar narrativas enganosas ou sem fundamento sobre Joe Biden "para organizações de mídia dos EUA, autoridades americanas e indivíduos proeminentes dos EUA, incluindo alguns próximos ao ex-presidente Trump e sua administração".
Trump perdeu no Arizona e em seu condado mais populoso, Maricopa, na eleição de 2020. Os republicanos do Senado do Arizona, detendo a maioria e liderados por Karen Fann, alegaram possível fraude e contrataram empresas privadas para realizar uma auditoria da votação de Maricopa. A OAN transmitiu uma cobertura extensiva da auditoria, que foi amplamente criticada em todo o espectro político. Bobb e Rion formaram uma organização de bem-estar social 501(c)(4) para arrecadar fundos para o esforço, promovendo-a no ar. A auditoria acabou por não encontrar provas de fraude e revelou que a margem de vitória de Biden foi, na verdade, ligeiramente maior.
Em 18 de março de 2021, a OAN exibiu um segmento que continha o número de telefone da repórter do The New York Times, Rachel Abrams, que alegaram estar "pescando informações" de funcionários descontentes da OAN para um "artigo de ataque" e convocaram os telespectadores a "resistir à intimidação da esquerda" entrando em contato com Abrams. A OAN também postou um tuíte com o número em sua conta no Twitter, que foi deletado após mais de 6 horas pelo Twitter por violar suas regras sobre informações pessoais e privadas. Em 18 de abril de 2021, Abrams publicou um artigo no The New York Times, que citava entrevistas com funcionários atuais e antigos da OAN afirmando que o canal transmitia reportagens que eles consideravam "enganosas, imprecisas ou falsas", e que alguns funcionários esperavam que o canal fosse processado pela Dominion Voting Systems, o que ocorreu posteriormente. Marty Golingan, um dos funcionários entrevistados, foi demitido pela OAN após a publicação do artigo.
Em março de 2015, o professor de mídia da Universidade do Sul da Califórnia, Marty Kaplan, elogiou a rede por seu foco no que ele via como reportagem de notícias imparcial, escrevendo no The Huffington Post: "Dez minutos de OAN me contam oito histórias; 10 minutos de Fox ou MSNBC me contam uma história, para me deixar irritado", enquanto comentava que os segmentos de opinião da OAN eram "tão delirantes e incendiários quanto qualquer coisa no rádio conservador ou na Fox". Desde então, ele expressou uma visão diferente da rede, dizendo à Columbia Journalism Review que, onde antes os talk shows eram "bancos de areia" em um "grande campo verde", a rede "muito rapidamente" tornou-se "mais parecida com o Saara". Don Kaplan (sem parentesco com Marty) do New York Daily News ecoou sentimentos semelhantes à visão inicial de Marty Kaplan, escrevendo em dezembro de 2016 que "é de longe um dos veículos de notícias mais justos, servindo uma dieta diária de notícias ininterruptas, sem anúncios e não ideológicas — sem apresentadores arrogantes ou muito alarde", enquanto afirmava que seus segmentos de opinião "inclinam-se fortemente para a direita".
Em julho de 2017, Marc Fisher escreveu no The Washington Post que a rede era "uma voz confiavelmente simpática aos objetivos e ações da administração [Trump]". Em julho de 2018, o Media Matters for America criticou a apresentadora da OAN, Liz Wheeler, por promover teorias da conspiração relacionadas à controvérsia dos vídeos disfarçados da Planned Parenthood de 2015 [en] e outros tópicos sobre aborto, ligando notícias tangencialmente relacionadas à "chamada hipocrisia liberal sobre o aborto". Em 2019, a Wikipédia anglófona depreciou a OAN, junto com o The Gateway Pundit e o The Daily Caller, com o consenso para a OAN sendo que ela publica "falsidades, teorias da conspiração e histórias intencionalmente enganosas".
Em um segmento do programa Last Week Tonight em abril de 2020, John Oliver chamou o canal de "uma combinação de pontos de discussão de extrema-direita e reportagens estúpidas", criticando seus apresentadores, métodos, ideologia, precisão, promoção de teorias da conspiração infundadas e proximidade com a administração Trump. Em novembro daquele ano, o jornalista Karl Bode descreveu o canal como "uma pedra angular do crescente problema de desinformação da América" e "uma coleção rotativa de conspirações instáveis e jargões que têm mais em comum com uma rede de desinformação estatal do que com uma organização de notícias confiável".
Em 2022, o Global Disinformation Index descreveu a OAN como tendo um alto risco de desinformação devido à "publicação de nenhuma informação sobre suas políticas para garantir a precisão (fact-checking, etc.) ou atribuir autoria, ou sobre sua estrutura de propriedade, o que é um fator de risco para conflitos de interesse e/ou interferência editorial". O rastreador de desinformação NewsGuard categorizou a OAN como uma fonte de informação não confiável.
Em junho de 2019, a OAN afirmou que estava disponível em 35 milhões de lares e sua audiência variava de 150.000 a até 500.000 pessoas, embora a Nielsen Media Research tenha estimado sua audiência naquele ano em cerca de 14.000. A empresa não assina os serviços da Nielsen, citando taxas elevadas, portanto estimativas regulares de audiência não estão disponíveis.
Em fevereiro de 2021, um juiz federal concedeu 250.000 dólares à MSNBC em um processo contra-SLAPP ao processo de 10 milhões de dólares da OAN alegando difamação por parte de Rachel Maddow. A sentença determinou que a ação inicial da OAN era frívola e exigiu que a OAN pagasse todos os honorários advocatícios incorridos pela MSNBC.
Em março de 2022, a OAN processou a AT&T e a DirecTV por 1 bilhão de dólares após a DirecTV anunciar em janeiro que deixaria de transmitir a rede em abril, alegando que a decisão era "parte integrante de um esquema político coordenado e extremamente bem financiado para derrubar a Herring e destruir ilegalmente sua capacidade de operar no setor de mídia". A OAN também alegou que a AT&T e a DirecTV violaram uma cláusula de confidencialidade ao informar a imprensa sobre o término do acordo, e que a AT&T "denegriu a OAN em violação ao Contrato de Afiliação", apontando para a CNN exibindo "reportagens e comentários que acusavam falsamente a OAN de contribuir para o ataque de 6 de janeiro de 2021 e de se engajar em campanhas de 'desinformação'", além de críticas de John Oliver no Last Week Tonight. Em janeiro de 2023, a maioria das reivindicações da OAN foi rejeitada, mas o juiz decidiu que a Herring havia "alegado adequadamente uma violação da cláusula de confidencialidade" e "teria direito, no mínimo, a danos nominais".
Em dezembro de 2020, a OAN foi incluída como ré em um processo por difamação movido pelo executivo da Dominion Voting Systems, Eric Coomer, junto com outros veículos como Newsmax e The Gateway Pundit. Coomer afirmou que os réus o caracterizaram como um "traidor" e que, como resultado, ele foi submetido a "múltiplas ameaças de morte confiáveis". A OAN chegou a um acordo com Coomer em agosto de 2023.
Em agosto e novembro de 2021, o canal foi processado pela Dominion Voting Systems e pela Smartmatic por promover alegações falsas de que as empresas teriam se envolvido em fraude eleitoral durante a eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos.
Em dezembro de 2021, as ex-trabalhadoras eleitorais da Geórgia Ruby Freeman e sua filha Wandrea' ArShaye Moss entraram com um processo de difamação contra a OAN e vários de seus executivos seniores. Na queixa, Freeman e Moss alegaram que a OAN transmitiu histórias que as acusavam falsamente de conspirar para produzir lotes secretos de cédulas ilegais e inseri-las nas máquinas de votação para ajudar Joe Biden a vencer a eleição de 2020. Devido às acusações falsas, Freeman e Moss disseram que "se tornaram objetos de vitupério, ameaças e assédio". Em abril de 2022, elas chegaram a um acordo com a OAN e, semanas depois, a rede exibiu um segmento pré-gravado de 30 segundos reconhecendo que suas alegações eram falsas.
Em janeiro de 2024, documentos judiciais do processo de difamação da Smartmatic contra a OAN revelaram que o presidente da rede, Charles Herring, havia enviado um e-mail com uma planilha que alegava conter as senhas dos funcionários da Smartmatic para Sidney Powell em 8 de janeiro de 2021. Os advogados da Smartmatic disseram que a troca de e-mails mostrava que executivos da OAN "podem ter se envolvido em atividades criminosas" porque "parecem ter violado leis estaduais e federais relativas à privacidade de dados". Herring também solicitou informações adicionais do informante anônimo que forneceu a planilha. Outro documento judicial indicou que o CEO Robert Herring também enviou uma planilha semelhante a Mike Lindell. Um acordo foi alcançado em abril de 2024.
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