| Temporada, competição ou edição atual: | |
| Esporte | Basquete |
|---|---|
| País | |
| Sede | Nova Iorque, EUA |
| Continente | América do Norte |
| Fundação | 24 de abril de 1996 |
| Temporada inaugural | 1997 |
| Comissário | Cathy Engelbert |
| Nº de equipes | 15 (18 até 2030) |
| Campeão atual | Las Vegas Aces (3º título) |
| Maior campeão | Houston Comets Minnesota Lynx Seattle Storm (4 títulos cada) |
| Copas domésticas | Commissioner's Cup |
| Sítio eletrónico | WNBA.com |
A Women's National Basketball Association (em português: Associação Nacional de Basquetebol Feminino; abreviação oficial: WNBA) é uma liga profissional de basquete feminino dos Estados Unidos e do Canadá. A liga é composta por 15 times, dos quais 14 estão nos Estados Unidos e um no Canadá, e tem previsão de expansão para 18 times até 2030. Sua sede está localizada em Nova Iorque.
A WNBA foi fundada em 24 de abril de 1996 como o equivalente feminino da National Basketball Association (NBA), e sua primeira temporada foi disputada em 1997. A temporada regular ocorre de maio a setembro, com cada time disputando 44 partidas. Os oito times com os melhores resultados na temporada regular, independentemente da conferência, classificam-se para os playoffs, que culminam nas Finais da WNBA, disputadas em outubro.O All-Star Game é realizado geralmente no final de julho. A liga também organiza a Commissioner's Cup, uma competição anual disputada durante a temporada regular.
A WNBA integra a USA Basketball (USAB), entidade reconhecida pela Federação Internacional de Basquetebol (FIBA) como órgão regulador do basquete nos Estados Unidos.

A criação da WNBA foi aprovada oficialmente pelo Conselho de Governadores da NBA em 24 de abril de 1996 e anunciada em uma coletiva de imprensa com a participação de Rebecca Lobo, Lisa Leslie e Sheryl Swoopes. A nova liga passou a competir com a American Basketball League (ABL), outra liga profissional de basquete feminino, fundada em 1996 e cuja primeira temporada começou no outono daquele ano. A ABL encerrou suas atividades durante a temporada de 1998–1999.
A WNBA iniciou suas atividades com oito franquias: Charlotte Sting, Cleveland Rockers, Houston Comets e New York Liberty, na Conferência Leste; e Los Angeles Sparks, Phoenix Mercury, Sacramento Monarchs e Utah Starzz, na Conferência Oeste.
Embora não tenha sido a primeira liga profissional de basquete feminino dos Estados Unidos, distinção atribuída à extinta Women's Professional Basketball League (WBL), a WNBA foi a primeira a contar com o apoio institucional da NBA. Seu logotipo, conhecido como Logo Woman, foi concebido como contraparte do logotipo da NBA e selecionada entre 50 propostas diferentes.
Após a conquista da medalha de ouro pela seleção feminina de basquete dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1996, a WNBA iniciou sua primeira temporada em 21 de junho de 1997. Na partida inaugural, disputada no Great Western Forum, em Inglewood, Califórnia, o New York Liberty venceu o Los Angeles Sparks por 67–57, diante de um público de 14.284 espectadores. O jogo foi transmitido nacionalmente pela NBC. No início da temporada, a liga também mantinha acordos de transmissão com a ESPN e a Lifetime. Penny Toler marcou a primeira cesta da história da WNBA.
A WNBA concentrou sua campanha de marketing, intitulada We Got Next (Nós somos as próximas), em torno de estrelas como Rebecca Lobo, Lisa Leslie e Sheryl Swoopes. Na temporada inaugural, o Los Angeles Sparks, de Leslie, teve um desempenho abaixo das expectativas, enquanto Swoopes desfalcou o Houston Comets durante grande parte da competição devido à gravidez. Uma das primeiras grandes estrelas da liga foi Cynthia Cooper, companheira de equipe de Swoopes no Comets e vencedora do prêmio de Jogadora Mais Valiosa (MVP). Na primeira Final da WNBA, o Comets derrotou o New York Liberty, de Lobo. A campanha We Got Next foi posteriormente substituída por We Got Game (Nós temos o jogo).

Duas franquias foram incorporadas à liga em 1998 – Detroit Shock e Washington Mystics –, seguidas por Orlando Miracle e Minnesota Lynx em 1999, elevando o número de times para 12. A temporada de 1999 também foi marcada pela assinatura do primeiro acordo coletivo de trabalho (ACT) entre a WNBA e suas jogadoras. Naquele ano, a liga anunciou a inclusão de mais quatro franquias para a temporada de 2000: Indiana Fever, Seattle Storm, Miami Sol e Portland Fire, totalizando 16 times. A presidente da WNBA, Val Ackerman, afirmou que a expansão deveria continuar. Em 1999, a American Basketball League (ABL), principal concorrente da WNBA, declarou falência. Diversas jogadoras da ABL, incluindo medalhistas olímpicas como Nikki McCray e Dawn Staley, além de universitárias de destaque como Kate Starbid e Jennifer Rizzotti, ingressaram na WNBA, contribuindo para o fortalecimento do nível técnico da liga.
Em 23 de maio de 2000, o Houston Comets tornou-se o primeiro time da WNBA a ser recebido na Casa Branca, durante o governo de Bill Clinton. Ao final daquela temporada, a franquia conquistou seu quarto título consecutivo, tendo vencido todas as edições do campeonato desde a estreia da liga. Liderado por Sheryl Swoopes, Tina Thompson e Cynthia Cooper, o Comets dominou a competição sob o comando do treinador Van Chancellor. Cooper foi eleita MVP das Finais nas quatro conquistas. Nas quatro primeiras temporadas, o time registrou um recorde de 98–24 na temporada regular, e 16–3 nos playoffs. Com a aposentadoria de Cooper ao final de 2000, encerrou-se a dinastia do Comets.
O Los Angeles Sparks registrou o melhor recorde da temporada regular de 2001, com 28–4. Liderado por Lisa Leslie e treinado por Michael Cooper, o time avançou para as Finais da WNBA pela primeira vez e conquistou o título ao derrotar o Charlotte Sting.

Em 2002, o Sparks voltou a se destacar, encerrando a temporada regular com um recorde de 25–7. Sob o comando de Cooper, ex-jogador do Los Angeles Lakers, o time manteve o bom desempenho nos playoffs. Liderado por Leslie, o Sparks venceu todas as seis partidas dos playoffs e derrotou o New York Liberty nas Finais, conquistando seu segundo título consecutivo.
Até o final de 2002, a NBA detinha o controle das franquias da WNBA. Naquele ano, a liga iniciou um processo de transferência de propriedade, pelo qual os times foram vendidos às respectivas franquias da NBA nas mesmas cidades ou a outros investidores. Nesse contexto, duas franquias mudaram de sede: o Utah Starzz transferiu-se para San Antonio, enquanto o Orlando Miracle mudou-se para Connecticut. Com a mudança, o Connecticut Sun tornou-se a primeira franquia da WNBA pertencente a proprietários independentes, sem vínculos de propriedade com uma franquia da NBA. A reestruturação também levou à extinção do Miami Sol e do Portland Fire, cujas operações foram encerradas após não serem encontrados novos proprietários.
Em 2003, a Associação de Jogadoras da WNBA (WNBPA) ameaçou entrar em greve caso não fosse firmado um novo acordo coletivo entre as atletas e a liga. O impasse provocou atrasos no início da pré-temporada e na realização do draft de 2003, além de gerar repercussão negativa para a WNBA.
Bill Laimbeer, ex-jogador do Detroit Pistons, assumiu o cargo de treinador principal e gerente geral do Detroit Shock em 2002. Apesar do time ter encerrado a temporada anterior com um recorde de 9–23, Laimbeer conduziu uma recuperação expressiva. Três jogadoras do Shock – Swin Cash, Cheryl Ford e Deanna Nolan – foram nomeadas All-Stars em 2003. O Shock terminou a temporada regular com um recorde de 25–9, na primeira colocação da Conferência Leste. Após vencer as duas primeiras fases dos playoffs, o time enfrentou o bicampeão Los Angeles Sparks nas Finais da WNBA e conquistou o título ao vencer o Jogo 3 diante de 22.076 espectadores, público que estabeleceu um recorde da liga.
Após a temporada de 2003, o Cleveland Rockers, uma das oito franquias originais da WNBA, encerrou suas atividades porque seus proprietários decidiram não continuar administrando o time.
O Seattle Storm havia selecionado Lauren Jackson e Sue Bird com as primeiras escolhas gerais dos drafts de 2001 e 2002, respectivamente. Em 2004, o time terminou a temporada regular na segunda colocação da Conferência Oeste e avançou às Finais da WNBA. Na decisão, enfrentou o Connecticut Sun, em uma série entre dois times que disputavam as Finais pela primeira vez. O Storm venceu por 2–1 e conquistou seu primeiro título. Anne Donovan tornou-se a primeira treinadora a conquistar o campeonato da WNBA.
Em 1 de fevereiro de 2005, Val Ackerman, primeira presidente da WNBA, renunciou ao cargo, alegando o desejo de dedicar mais tempo à família. Posteriormente, assumiu a presidência do USA Basketball. Em 15 de fevereiro, o comissário da NBA, David Stern, anunciou Donna Orender como sua sucessora. Orender, então vice-presidente sênior do PGA Tour, havia atuado como jogadora em times da extinta Women's Pro Basketball League e assumiu o cargo em abril daquele ano.
Em fevereiro de 2005, a WNBA anunciou a criação de uma franquia de expansão em Chicago, posteriormente denominada Chicago Sky. Durante a offseason, a liga também aprovou alterações nas regras para aproximar o regulamento do utilizado pela NBA. As Finais de 2005 foram as primeiras disputadas em uma série melhor de cinco partidas. Na decisão, o Sacramento Monarchs, liderado por Yolanda Griffith, derrotou o Connecticut Sun, que perdeu a final pelo segundo ano consecutivo.
Em 2006, a WNBA completou dez temporadas consecutivas de atividade, um marco entre as ligas profissionais femininas de esportes coletivos dos Estados Unidos. Para celebrar o décimo aniversário, a liga selecionou a Equipe All-Decade, composta por dez jogadoras reconhecidas por suas contribuições ao desenvolvimento do basquete feminino, tanto dentro quanto fora das quadras.
Após não chegar às Finais em 2004 e 2005, o Detroit Shock voltou a disputar o título em 2006, reforçado pela contratação de Katie Smith e pela permanência de seis jogadoras do time campeão de 2003. O Shock terminou a temporada regular na segunda colocação da Conferência Leste e eliminou o Connecticut Sun, primeiro colocado, na segunda rodada dos playoffs. Nas Finais, enfrentou o atual campeão Sacramento Monarchs e conquistou o título ao vencer a quinta e decisiva partida em casa.
Em dezembro de 2006, a organização Charlotte Bobcats anunciou que deixaria de administrar o Charlotte Sting. Pouco depois, a WNBA confirmou que a franquia não participaria da temporada de 2007. Um draft de dispersão foi realizado em 8 de janeiro de 2007.
Paul Westhead, ex-treinador do Los Angeles Lakers, foi nomeado treinador principal do Phoenix Mercury em 11 de outubro de 2005, levando à WNBA seu estilo de jogo acelerado. A estratégia se mostrou adequada ao time, especialmente após a redução do tempo de posse de bola de 30 para 24 segundos, implementada pela liga em 2006. Liderado pelo trio formado por Cappie Pondexter, Diana Taurasi e Penny Taylor, o Mercury registrou média de 89,0 pontos por jogo na temporada regular de 2007, estabelecendo um novo recorde da liga, e terminou em primeiro lugar na Conferência Oeste. Nas Finais daquele ano, enfrentou o atual campeão Detroit Shock e conquistou o primeiro título da franquia após vencer o Jogo 5 da série fora de casa, diante de 22.076 espectadores, igualando o recorde de público da WNBA.
Em outubro de 2007, a WNBA anunciou a criação de uma franquia de expansão em Atlanta. O empresário Ron Tewilliger tornou-se o proprietário original do time. Em uma votação pública, os habitantes da cidade escolheram o nome Atlanta Dream e as cores da franquia.

Durante a temporada regular de 2008, foi realizado o Liberty Outdoor Classic no Arthur Ashe Stadium, em Nova Iorque. O evento marcou a primeira partida profissional de basquete ao ar livre na América do Norte. Na ocasião, o Indiana Fever derrotou o New York Liberty por 71–55, diante de mais de 19 mil espectadores. Nas Finais de 2008, o Detroit Shock derrotou o San Antonio Silver Stars por 3–0 na série e conquistou seu terceiro título em seis anos, sob o comando do treinador Bill Laimbeer. O resultado marcou o fim da dinastia do Shock. Laimbeer deixou o cargo no início da temporada de 2009, e a franquia foi transferida pouco depois.No fim de 2008, a WNBA assumiu o controle do Houston Comets, uma das franquias originais da liga. Após tentativas malsucedidas de encontrar novos proprietários, o time encerrou suas atividades em 1 de dezembro de 2008. Um draft de dispersão foi realizado em 8 de dezembro daquele ano, e Sancho Lyttle foi selecionada pelo Atlanta Dream com a primeira escolha.
Após a conquista do título de 2007, Paul Westhead deixou o Phoenix Mercury, enquanto Penny Taylor optou por se afastar das competições para se preparar para os Jogos Olímpicos de Verão de 2008. O time teve uma queda de rendimento na temporada seguinte, encerrando a temporada regular com um recorde de 16–18. Com isso, tornou-se o primeiro time da história da WNBA a não se classificar para os playoffs na temporada seguinte à conquista do campeonato. Em 2009, sob o comando do novo treinador, Corey Gaines, o Mercury retomou o estilo de jogo acelerado introduzido por Westhead. O time registrou média de 92,8 pontos por jogo na temporada regular, superando seu próprio recorde. Com o retorno de Taylor, o Mercury terminou novamente em primeiro lugar na Conferência Oeste e avançou para as Finais. A série decisiva de 2009 opôs o ataque mais produtivo da liga, o Mercury, à defesa do Indiana Fever, considerada uma das mais fortes da competição. O Mercury venceu o Jogo 1 na prorrogação por 120-116, estabelecendo o recorde de pontuação em uma partida dos playoffs da WNBA. No Jogo 5, o Mercury derrotou o Fever e conquistou seu segundo título da liga.

Em 20 de outubro de 2009, a WNBA anunciou a transferência do Detroit Shock para Tulsa, Oklahoma, onde a franquia passou a se chamar Tulsa Shock. Em 20 de novembro daquele ano, a liga anunciou o encerramento das atividades do Sacramento Monarchs devido à falta de apoio de seus então proprietários, a família Maloof, que também era proprietária do Sacramento Kings, da NBA. A WNBA informou que buscaria novos proprietários para transferir o time para a região da Baía de São Francisco. No entanto, como não foram encontrados interessados, foi realizado um draft de dispersão em 14 de dezembro de 2009. Com o encerramento das atividades do Monarchs, a liga passou a contar com 12 times, número que permaneceu inalterado pelas 15 temporadas seguintes.
A temporada de 2010 foi marcada pelo equilíbrio na Conferência Leste, na qual três times terminaram empatados na primeira colocação ao fim da temporada regular. Ao longo da competição, cinco dos seis times da conferência ocuparam a liderança em algum momento. Os times do Leste obtiveram aproveitamento de 68,1% sobre o Oeste, o maior registrado até então. Apesar disso, o Seattle Storm, representante da Conferência Oeste, dominou a temporada. Liderado pela dupla Sue Bird e Lauren Jackson, as únicas remanescentes do elenco campeão de 2004, o Storm encerrou a temporada regular com um recorde de 28–6 e com 7–0 nos playoffs. Nas Finais de 2010, o Storm enfrentou o Atlanta Dream e venceu a série por 3–0. Apesar do resultado, os três jogos foram equilibrados, com uma diferença total de apenas oito pontos entre os times. O Dream, que havia encerrado sua temporada inaugural, em 2008, com um recorde de 4–30, apresentou uma rápida evolução e chegou às finais em seu terceiro ano de existência, impulsionado pelo desempenho de Angel McCoughtry, primeira escolha geral do draft de 2009.

Após a temporada de 2010, a presidente da WNBA, Donna Orender, anunciou que deixaria o cargo em 31 de dezembro daquele ano. Em 21 de abril de 2011, o comissário da NBA, David Stern, anunciou que Laurel J. Richie, ex-vice-presidente sênior e diretora de marketing da Girl Scouts of the USA, assumiria a presidência da liga em 16 de maio de 2011.
Nas primeiras 11 temporadas de sua história, o Minnesota Lynx obteve resultados modestos, vencendo apenas uma partida nos playoffs. Antes da temporada de 2010, Cheryl Reeve assumiu o cargo de treinadora principal, e a franquia contratou Rebekkah Brunson e Linday Whalen para reforçar o elenco ao lado de Seimone Augustus, primeira escolha geral do draft de 2006. O Lynx não conseguiu se classificar para os playoffs naquela temporada, a primeira sob o comando de Reeve, mas selecionou Maya Moore como a primeira escolha geral do draft de 2011. O núcleo formado por Augustus, Brunson, Moore e Whalen levou o Lynx a disputar seis Finais e conquistar quatro títulos nos sete anos seguintes. O primeiro campeonato desse período foi conquistado em 2011, quando o time dominou a temporada regular e perdeu apenas uma partida nos playoffs. Nas Finais daquele ano, o Atlanta Dream foi derrotado pelo Lynx pelo segundo ano consecutivo. Apesar da derrota, Angel McCoughtry estabeleceu recordes da liga de mais pontos em uma partida de playoffs, com 42, e mais pontos nas Finais, com 38. O primeiro recorde foi superado em 2026, enquanto o segundo permanecia vigente até então.
O Lynx voltou às Finais em 2012, mas perdeu a série por 3–1 para o Indiana Fever, liderado por Tamika Catchings. Durante os playoffs, o Fever precisou evitar a eliminação nas duas primeiras rodadas e sofreu a perda de Katie Douglas, sua segunda maior pontuadora, devido a uma lesão. Apesar das dificuldades, a equipe conquistou seu primeiro título da WNBA.

O draft da WNBA de 2013 recebeu grande atenção da mídia por reunir três jogadoras de destaque no basquete universitário: Brittney Griner, da Universidade Baylor; Elena Delle Donne, da Universidade de Delaware; e Skylar Diggins, da Universidade de Notre Dame, selecionadas nas três primeiras escolhas, respectivamente. O evento foi o primeiro draft da liga transmitido em horário nobre pela ESPN. As três jogadoras ficaram conhecidas coletivamente como The Three to See. A aposentadoria de figuras importantes, como Ticha Penicheiro, Sheryl Swoopes e Tina Thompson, somada à chegada de novatas muito aguardadas e à implementação de mudanças nas regras, marcou o fim de uma fase da WNBA e o início de outra.
A campanha The Three to See contribuiu para um aumento de 28% na audiência televisiva da liga, e metade das franquias encerrou a temporada de 2013 com resultados financeiros positivos. A melhora da situação financeira da WNBA também ficou evidente após o fim da temporada. Quando o grupo proprietário do Los Angeles Sparks encerrou suas atividades, a liga levou apenas algumas semanas para chegar a um acordo com a Guggenheim Partners para a aquisição da franquia. O time também despertou o interesse dos proprietários do Golden State Warriors. Em quadra, o Minnesota Lynx conquistou seu segundo título em três anos ao derrotar o Atlanta Dream nas Finais de 2013.
O protagonismo das novas estrelas também esteve presente nas Finais da temporada de 2014, disputadas entre o Phoenix Mercury, liderado por Brittney Griner e Diana Taurasi, e o Chicago Sky, que contava com Elena Delle Donne e Sylvia Fowles. A série registrou sua maior audiência desde 2003. O Mercury venceu a série por 3–0, conquistando o título após uma temporada dominante, registrando um recorde de 29–5 na temporada regular, o melhor aproveitamento desde o Los Angeles Sparks de 2001.

A temporada de 2015 começou com a ausência de algumas das principais jogadoras da temporada anterior. Diana Taurasi recebeu uma compensação financeira de seu clube russo para não disputar a temporada da WNBA, enquanto Sylvia Fowles se recusou a jogar pelo Chicago Sky antes de ser negociada com o Minnesota Lynx em julho. O Lynx voltou a conquistar o título ao derrotar o Indiana Fever nas Finais de 2015, disputadas em cinco jogos. Fowles foi eleita a MVP das Finais, contribuindo para a conquista e para a revanche do Lynx após a derrota para o Fever em 2012.
Após a temporada de 2015, o Tulsa Shock mudou-se para a região metropolitana de Dallas-Fort Worth, no Texas, e passou a se chamar Dallas Wings. A liga também passou por uma mudança de liderança: Laurel J. Richie deixou a presidência em novembro de 2015, sendo sucedida por Lisa Borders em fevereiro de 2016. Em 2016, a WNBA modificou o sistema de classificação para os playoffs, eliminando a divisão por conferências. A partir de então, os oito times com os melhores resultados na temporada regular se classificavam para a pós-temporada, independentemente da conferência, enquanto os dois primeiros colocados avançavam diretamente para as semifinais.
As duas temporadas seguintes foram marcadas pela rivalidade entre o Minnesota Lynx e o Los Angeles Sparks, ambos da Conferência Oeste, que disputaram as Finais consecutivamente em séries decididas no Jogo 5. Em 2016, o Sparks, liderado pro Candace Parker e Nneka Ogwumike, conquistou seu primeiro título desde 2002 ao derrotar o Lynx em Minnesota. Ogwumike marcou a cesta decisiva nos segundos finais da partida. Em 2017, o Lynx venceu a revanche contra o Sparks, conquistando seu quarto título em sete anos. Esse período marcou o auge da franquia, cuja formação começou a se desfazer após uma temporada de 2018 abaixo das expectativas. Rebekkah Brunson, Maya Moore e Lindsay Whalen se aposentaram da liga, encerrando a dinastia do Lynx.
Após a temporada de 2017, o San Antonio Stars mudou-se para Las Vegas, Nevada, e passou a se chamar Las Vegas Aces. Em outubro de 2018, Lisa Borders deixou a presidência da WNBA. Mark Tatum assumiu interinamente o cargo até maio de 2019, quando Cathy Engelbert foi nomeada comissária da liga, substituindo o título de presidente.

Após conquistar o título de 2010, o Seattle Storm teve apenas uma temporada com mais vitórias do que derrotas nos sete anos seguintes. Esse período de resultados modestos, contudo, permitiu à franquia selecionar duas primeiras escolhas gerais consecutivas no draft: Jewell Loyd, em 2015, e Breanna Stewart, em 2016. Ao lado da veterana Sue Bird, as duas jogadoras conduziram o Storm de volta ao título na temporada de 2018. O principal desafio do time nos playoffs ocorreu nas semifinais, contra o Phoenix Mercury. Nas Finais, o Storm derrotou por 3–0 o Washington Mystics, que disputava as finais pela primeira vez e era liderado por Elena Delle Donne.
Na temporada de 2019, com Stewart e Bird afastadas devido a lesões, o Mystics dominou a competição. Delle Donne foi eleita a MVP da temporada regular e tornou-se a primeira jogadora da história da WNBA a registrar uma temporada 50–40–90. Sob o comando de Mike Thibault, então o treinador com mais vitórias na história da liga, o Mystics apresentou um dos ataques mais produtivos já registrados na WNBA e chegou às Finais pelo segundo ano consecutivo. O Mystics enfrentou o Connecticut Sun, que retornava às finais pela primeira vez desde 2005, vencendo a série por 3–2 e conquistando seu primeiro título da WNBA, assim como o primeiro de Delle Donne e Thibault.
Durante a temporada de 2018, a Associação de Jogadoras da WNBA (WNBPA) rescindiu o acordo coletivo de trabalho (ACT) com a liga, cuja vigência se encerraria após a temporada de 2019. Em janeiro de 2020, a liga e o sindicato anunciaram um acordo para um novo ACT, válido a partir da temporada de 2020 até 2027, com possibilidade de rescisão após 2025. O acordo aumentou a remuneração das jogadoras em mais de 50% e ampliou os benefícios, incluindo licença-maternidade integralmente remunerada. Também ampliou os direitos relacionados à free agency. Além disso, introduziu uma cláusula de priorização que penalizava jogadoras veteranas que se apresentassem com atraso ao acampamento de treinamento da WNBA após retornarem de competições no exterior.

Ainda em janeiro de 2020, a WNBA anunciou a criação de um torneio durante a temporada regular, a Commissioner's Cup, cuja estreia estava prevista para aquele ano. Em 3 de abril, a liga anunciou o adiamento do início da temporada de 2020 devido à pandemia de COVID-19. O draft de 2020 ocorreu conforme programado, em 17 de abril, mas foi realizado remotamente. Em junho, a comissária da WNBA, Cathy Engelbert, anunciou planos para uma temporada regular de 22 jogos, com início em julho, seguida de playoffs no formato tradicional. A competição seria realizada exclusivamente na IMG Academy, em Bradenton, Flórida. As jogadoras ficaram hospedadas no complexo de Bradenton, onde também ocorreram todas as partidas e os treinamentos. Várias jogadoras optaram por não participar da temporada por motivos médicos ou pessoais. O então campeão, Washington Mystics, foi particularmente afetado pelas ausências, incluindo a de Elena Delle Donne, e teve dificuldades para se classificar para os playoffs. A temporada regular encurtada foi dominada pelo Seattle Storm e pelo Las Vegas Aces, que se enfrentaram nas Finais. A franquia do Aces chegou nas Finais pela primeira vez desde 2008, quando ainda atuava em outra cidade. Com o elenco completo, o Storm venceu todas as partidas dos playoffs e conquistou seu segundo título em três anos.
Em 15 de março de 2021, foi anunciado que a WNBA lançaria um logotipo comemorativo, uma bola de basquete e uniformes especiais como parte da campanha Count It, em celebração ao 25º aniversário da liga. A campanha também incluiu o lançamento do The W25, uma lista das 25 jogadoras mais influentes da história da WNBA, selecionadas por um painel composto por representantes da mídia e pioneiras do basquete feminino.
A temporada de 2021 transcorreu, em grande parte, em condições próximas às anteriores à pandemia e contou com uma temporada regular de 32 jogos, interrompida por uma pausa olímpica de um mês para os Jogos Olímpicos de Verão de 2020, adiados para 2021. A Commissioner's Cup também estreou naquele ano. A final inaugural do torneio foi disputada em 12 de agosto, na primeira partida após a pausa olímpica, e transmitida pelo Prime Video. O Seattle Storm, então campeão da WNBA, derrotou o Connecticut Sun e conquistou o título. Nenhum dos dois times repetiu esse desempenho nos playoffs. Em uma temporada marcada por resultados inesperados, as Finais de 2021 colocaram frente a frente o Phoenix Mercury, quinto colocado, e o Chicago Sky, sexto colocado, em uma revanche da decisão de 2014. Aproveitando a ampliação dos direitos de free agency prevista no novo ACT, o Sky contratou Candace Parker antes do início da temporada, reforçando seu elenco. O time venceu a série em quatro jogos e conquistou o primeiro título de sua história.
Em fevereiro de 2022, a WNBA captou 75 milhões de dólares em investimentos, em uma operação que avaliou a liga em 475 milhões de dólares. Nos termos do acordo, os investidores receberam uma participação de 16% no capital social da liga. Em meados daquele ano, a comissária Cathy Engelbert confirmou que a WNBA considerava ativamente a possibilidade de expansão.

Antes da temporada de 2022, o Las Vegas Aces contratou Becky Hammon como treinadora, com salário anual de 1 milhão de dólares, valor sem precedentes na época. A contratação fez parte de uma série de investimentos promovidos pelo proprietário do time, Mark Davis, que adquiriu a franquia em fevereiro de 2021. Entre eles estava a construção de um centro de treinamento exclusivo, avaliado entre 40 milhões de dólares, o primeiro do tipo na liga. O elenco do Aces incluía Kelsey Plum, A'ja Wilson e Jackie Young, primeiras escolhas gerais dos drafts de 2017, 2018 e 2019, respectivamente, além de Chelsea Gray, contratada como free agent em 2021. Em 2022, com a temporada regular ampliada para 36 jogos, o time terminou com o melhor recorde e conquistou a Commissioner's Cup. Naquela temporada, os playoffs voltaram ao formato tradicional, sem folgas para os times mais bem classificados e com séries de primeira rodada em melhor de três jogos. O Aces chegou às Finais e derrotou o Connecticut Sun em quatro jogos, conquistando o primeiro título de sua história.
A temporada de 2023 foi marcada pela disputa entre o Las Vegas Aces e o New York Liberty, frequentemente descritos como "supertimes". O Aces contratou Candace Parker como free agent, enquanto o Liberty incorporou Breanna Stewart e Courtney Vandersloot e adquiriu Jonquel Jones por meio de uma troca. As três jogadoras se juntaram a Sabrina Ionescu, primeira escolha geral do draft de 2020. As duas franquias foram apontadas como exemplos do aumento dos investimentos dos proprietários na liga e foram alvo de investigações ou penalidades por oferecerem benefícios às jogadoras além dos previstos no ACT. Naquele ano, a temporada regular foi ampliada para 40 jogos. Os times se enfrentaram na final da Commissioner's Cup, vencida pelo Liberty, e voltaram a se encontrar nas Finais da WNBA. Mesmo sem Parker durante todos os playoffs e com duas titulares lesionadas ao longo da série final, o Aces derrotou o Liberty em quatro jogos e se tornou o primeiro time a conquistar títulos consecutivos desde o Los Angeles Sparks em 2001 e 2002. A temporada regular registrou sua maior audiência em 21 anos, enquanto as Finais alcançaram a maior audiência desde 2003.
Em 5 de outubro de 2023, a WNBA anunciou um acordo com os proprietários do Golden State Warriors, da NBA, para estabelecer uma franquia em São Francisco. A taxa de expansão foi estimada em 50 milhões de dólares, a serem pagos ao longo de dez anos. O Golden State Valkyries tornou-se a primeira franquia de expansão da liga desde o Atlanta Dream, criado em 2008, e ingressou na competição em 2025 como o 13º time.

O draft de 2024 atraiu atenção sem precedentes em meio ao crescente interesse pelo basquete universitário feminino e aos recordes de audiência, especialmente nas finais do campeonato da NCAA de 2023 e 2024. A turma foi liderada por Caitlin Clark, primeira escolha geral e considerada uma das principais responsáveis pelo aumento da atenção à liga, e incluiu outras jogadoras populares, como Angel Reese. O draft registrou uma média de 2,45 milhões de telespectadores, mais de quatro vezes o recorde anterior do evento. Esse foi o primeiro de uma série de recordes de audiência estabelecidos durante a temporada de 2024, na qual o Indiana Fever, time de Clark, teve participação de destaque. Os jogos que envolveram tanto Clark quanto Reese também atraíram grande interesse. O All-Star Game de 2024 registrou uma média de 3,44 milhões de telespectadores, a maior audiência da liga desde o fim de semana inaugural, em 1997. O público presente também aumentou, com a liga e diversos times estabelecendo recordes. Entre eles, estava o de 20.711 espectadores em uma partida da temporada regular entre o Washington Mystics e o Indiana Fever, em Washington, marca posteriormente superada em 2026. Em julho de 2024, a liga anunciou um novo contrato de direitos de mídia, com duração de 11 anos e valor de 2,2 bilhões de dólares.
Na temporada de 2024, o então campeão Las Vegas Aces teve desempenho inferior ao esperado, apesar da temporada histórica de A'ja Wilson. O New York Liberty e o Minnesota Lynx se enfrentaram tanto na final da Commissioner's Cup, vencida pelo Lynx, quanto nas Finais da WNBA. A série decisiva, disputada em cinco jogos, foi uma das mais equilibradas da história da liga: duas partidas foram para a prorrogação e outras duas terminaram com diferença de uma única posse de bola. Pela primeira vez na história das Finais, o quinto e decisivo jogo também foi para a prorrogação. O Liberty venceu a série, após um desfecho controverso, e conquistou o primeiro título de sua história. Os playoffs também registraram aumento de audiência, e as Finais alcançaram seus melhores índices em 25 anos.

Em 23 de maio de 2024, a liga anunciou que o Kilmer Group havia adquirido uma franquia sediada em Toronto. O Toronto Tempo ingressou na WNBA em 2026 como o 14º time, e o primeiro sediado fora dos Estados Unidos. Em 18 de setembro de 2024, a WNBA anunciou que a família Bhathal, proprietária do Portland Thorns da National Women's Soccer League (NWSL), havia adquirido uma franquia sediada em Portland. O Portland Fire ingressou na liga em 2026 como seu 15º time.
Com a adição do Golden State Valkyries, a temporada de 2025 foi ampliada para 44 jogos. Apesar de Caitlin Clark e outras jogadoras de destaque terem ficado afastadas por períodos prolongados devido a lesões, a liga manteve, em grande parte, a tendência de crescimento da audiência e do público presente. O Valkyries estabeleceu recordes de público logo em sua temporada inaugural. Os investimentos também continuaram a aumentar e, até o final de 2025, mais da metade das franquias havia inaugurado ou anunciado instalações próprias de treinamento. Em 15 de agosto de 2025, o Seattle Storm e o Atlanta Dream disputaram a primeira partida internacional da temporada regular da WNBA, na Rogers Arena, em Vancouver. O Minnesota Lynx terminou a temporada regular com o melhor recorde, mas perdeu para o Indiana Fever na final da Commissioner's Cup e foi eliminado pelo Phoenix Mercury nos playoffs. Nas Finais da WNBA, disputadas pela primeira vez em uma série de melhor de sete jogos, o Mercury enfrentou o Las Vegas Aces. Após enfrentar dificuldades no decorrer do ano, o Aces encerrou a temporada regular com uma sequência de 16 vitórias consecutivas. A'ja Wilson conquistou seu quarto prêmio de MVP, estabelecendo um recorde. O Aces derrotou o Mercury por 4–0 e conquistou seu terceiro título em quatro anos.
Em 30 de junho de 2025, a WNBA anunciou a criação de novas franquias em Cleveland, Detroit e Filadélfia. O Cleveland Sirens tem estreia prevista para 2028, enquanto as franquias de Detroit e Filadélfia devem ingressar na liga em 2029 e 2030, respectivamente.
Em julho de 2025, durante o fim de semana do All-Star Game, representantes da Associação de Jogadoras da WNBA (WNBPA) e da liga se reuniram para discutir um novo acordo coletivo de trabalho (ACT). O acordo vigente, firmado em 2020, tinha validade prevista até 2027, mas a WNBPA exerceu, em outubro de 2024, seu direito de rescindi-lo, antecipando seu encerramento para 31 de outubro de 2025. Mais de 40 jogadoras participaram da reunião de julho, descrita por elas como uma "oportunidade perdida", uma vez que as partes não chegaram a um acordo. A comissária Cathy Engelbert, por sua vez, classificou as conversas como "muito construtivas". Entre as principais divergências apontadas pelas jogadoras estavam a divisão das receitas, a estrutura salarial e a cláusula de priorização. Em 19 de julho, antes do All-Star Game, todas as jogadoras vestiram camisetas com a frase "Pay Us What You Owe Us" ("Paguem o que nos devem") durante o aquecimento. Após a partida, o público manifestou apoio às atletas com gritos de "paguem elas!". Em agosto, representantes da WNBA e da WNBPA se reuniram novamente em Nova Iorque para dar continuidade às negociações. Em 30 de outubro, as partes concordaram em prorrogar por 30 dias o prazo para a conclusão do novo ACT. Em 30 de novembro, estabeleceram uma segunda prorrogação, até 9 de janeiro de 2026. Em 18 de dezembro, a WNBPA anunciou que seu comitê executivo havia recebido autorização para convocar uma greve, caso necessário, enquanto as negociações prosseguiam. Sem um acordo, a liga também poderia enfrentar um locaute, situação inédita em sua história.
Em 24 de março de 2026, a WNBA e a WNBPA concluíram as negociações de um novo ACT, com duração de sete anos e validade até 2032. O acordo introduziu uma mudança na estrutura econômica da liga ao vincular diretamente, pela primeira vez, a remuneração das jogadoras às receitas, com previsão de que elas recebessem, em média, 20% da receita total. As mudanças elevaram o teto salarial dos times de 1,5 milhão para 7 milhões de dólares. O salário médio passou a 583 mil dólares, enquanto o contrato máximo, conhecido como "supermax", foi fixado em 1,4 milhão de dólares. Os salários mínimos passaram a variar entre 270 mil e 300 mil dólares, conforme o tempo de serviço das atletas. O acordo também estabeleceu novos padrões para as instalações das franquias, aumentou os bônus por prêmios individuais e coletivos, determinou que os times mantivessem pelo menos 12 jogadoras em seus elencos e criou duas vagas para jogadoras em desenvolvimento por time. Além disso, introduziu exceções ao teto salarial relacionadas à gravidez e a lesões que encerrassem a temporada.
A WNBA iniciou suas atividades em 1997, com oito times. Após sucessivas expansões, reduções e mudanças de sedes, a liga conta com 15 times na temporada de 2026.
Em 2026, quatro franquias fundadas em 1997 permanecem na liga: o Las Vegas Aces, anteriormente denominado Utah Starzz e San Antonio (Silver) Stars; o Los Angeles Sparks; o New York Liberty; e o Phoenix Mercury.
As arenas listadas abaixo são aquelas utilizadas durante a temporada de 2026.
| * | A franquia foi realocada em algum momento de sua existência. |
|---|
| Time | Cidade | Arena | Capacidade | Estreia | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| Cleveland Sirens | Cleveland, Ohio | Rocket Arena | 19.432 | 2028 | |
| Detroit | Detroit, Michigan | Little Caesars Arena | 20.332 | 2029 | |
| Philadelphia | Filadélfia, Pensilvânia | Xfinity Mobile Arena | 21.000 | 2030 |
Em abril, antes do início da temporada regular e após o término do campeonato da NCAA, é realizado o draft da WNBA, processo pelo qual os times selecionam novas jogadoras entre atletas universitárias e profissionais do basquete feminino internacional. O primeiro draft foi realizado em 1997.
A ordem de escolhas dos times em cada rodada segue, em geral, a classificação inversa da temporada regular anterior. As cinco primeiras escolhas da primeira rodada, porém, são determinadas pela Loteria do Draft, realizada em dezembro e que envolve os times que não se classificaram para os playoffs. As probabilidades de obter a primeira escolha são calculadas com base nos resultados das duas temporadas anteriores.
As escolhas do draft podem ser negociadas entre os times, o que pode alterar significativamente a ordem das seleções e a distribuição das escolhas entre as franquias.
Os times realizam os acampamentos de treinamento em maio, durante os quais a comissão técnica prepara as jogadoras para a temporada regular e define o elenco de 12 atletas para o início da temporada. Os jogos de pré-temporada também são disputados durante esse período.
A temporada regular da WNBA começa em maio. Com a adição do Golden State Valkyries na liga, em 2025, o calendário foi ampliado para 44 partidas por time. Assim como na NBA, cada time enfrenta todos os demais pelo menos uma vez durante a temporada. Em 2027, a temporada regular será expandida para 50 jogos.
Nos anos em que são realizados os Jogos Olímpicos de Verão, a WNBA interrompe a temporada por aproximadamente um mês, permitindo que as jogadoras participem dos treinamentos e das competições com suas respectivas seleções nacionais. Nos anos em que a Copa do Mundo de Basquetebol era realizada, a liga fazia uma pausa ou encerrava sua temporada mais cedo, dependendo do calendário da competição. No entanto, em meados de 2025, foi anunciado que a Copa do Mundo adiaria seu calendário a partir de 2030 para evitar sobreposição com a temporada da WNBA.
A Commissioner's Cup estava prevista para estrear em 2020 como um torneio disputado durante a temporada regular. Os primeiros jogos de cada time contra os demais times de sua conferência, tanto em casa quanto fora, realizados na primeira metade da temporada, seriam contabilizados como partidas do torneio. Ao término dessa fase, o time com o melhor resultado na classificação da Copa em cada conferência se classificaria para a Final da Commissioner's Cup, disputada em partida única. A pandemia de COVID-19 levou ao adiamento da estreia do torneio para 2021, quando foi realizado no formato originalmente anunciado.
De 2021 a 2023, os jogos da Copa foram a primeira partida em casa e o primeiro jogo fora de casa de cada time contra seus rivais da conferência. Em 2024, os jogos da Copa passaram a ser uma série de partidas em casa ou fora de casa contra seus rivais da conferência. Em 2026, com a adição do Portland Fire e do Toronto Tempo, cada time passou a disputar uma partida contra cada um dos outros times de sua conferência – um total de seis jogos para cada time do Leste e sete jogos para cada time do Oeste.
A WNBA realizou seu primeiro All-Star Game em 1999. Nas edições iniciais, o jogo colocava frente a frente as principais jogadoras das Conferências Leste e Oeste. O Time Oeste venceu as primeiras edições até 2006, quando o Time Leste conquistou sua primeira vitória.
O All-Star Game é realizado anualmente, geralmente em julho, durante uma pausa na temporada regular. O evento costuma integrar uma programação de vários dias, sediado em uma cidade escolhida pela WNBA. Até 2017, os times eram formados com base nas conferências às quais as jogadoras pertenciam. A partir de 2018, essa divisão deixou de ser utilizada na seleção.
A escolha das titulares envolve a participação de torcedores, jogadoras da WNBA e representantes da imprensa esportiva. A votação segue um sistema ponderado, no qual os votos dos fãs correspondem a 50% do resultado, enquanto os votos das jogadoras e da imprensa representam 25% cada. As reservas são escolhidas pelos treinadores principais dos times da liga. As duas jogadoras mais votadas pelos fãs são nomeadas capitãs e selecionam as integrantes de seus times por meio de um draft, em formato semelhante ao adotado pelo All-Star Game da NBA.
Em 2004, o evento tradicional foi substituído pelo The Game at Radio City, realizado no Radio City Music Hall, em Nova Iorque. Entre 2008 e 2016, não foram realizados All-Star Games nos anos em que ocorreram os Jogos Olímpicos de Verão. Em 2010, a liga promoveu uma partida de exibição denominada Stars at the Sun. Em 2020, não houve All-Star Game, apesar de os Jogos Olímpicos daquele ano terem sido adiados para 2021 em razão da pandemia de COVID-19. Em 2021, o evento voltou a ser realizado em ano olímpico, com um time formado por All-Stars da WNBA enfrentando a seleção nacional dos Estados Unidos. O mesmo formato foi adotado em 2024, quando a partida também integrou oficial o calendário do All-Star Game.
Pouco depois da pausa para o All-Star Game, ocorre o prazo final para negociações de jogadoras (trade deadline). Após essa data, as franquias não podem mais realizar trocas entre si até o fim da temporada, embora possam continuar contratando e dispensando jogadoras. Uma parcela significativa das negociações costuma ocorrer nos dias que antecedem o encerramento desse prazo.
Os playoffs da WNBA geralmente começam no final de setembro e reúnem os oito times mais bem classificados da temporada regular, independente da conferência. Os times são ordenados de acordo com seus resultados na temporada regular, e o melhor classificado garante a vantagem de jogar em casa. Desde 2022, a competição é disputada em três fases: primeira rodada, em séries melhor de três partidas; semifinais, em séries melhor de cinco; e Finais da WNBA, ampliadas para uma série melhor de sete partidas em 2025.
A primeira rodada é disputada em séries melhor de três, no formato 1–1–1, no qual o time mais bem classificado sedia a primeira partida e uma eventual terceira, enquanto o time de classificação inferior recebe a segunda. As semifinais seguem o formato 2–2–1 em séries melhor de cinco: o time mais bem classificado sedia as duas primeiras partidas e uma eventual quinta, enquanto o adversário recebe a terceira e a quarta, caso seja necessária.
As Finais da WNBA são uma série melhor de sete, seguindo o formato 2–2–1–1–1, semelhante ao utilizado pela NBA. Nesse sistema, o time mais bem classificado sedia as duas primeiras partidas, o adversário recebe a terceira e quarta, e o mando de quadra alterna entre os times nas partidas seguintes, caso sejam necessárias.
As Finais da WNBA constituem a fase decisiva dos playoffs e consistem em uma série entre as vencedoras das semifinais, disputada em melhor de sete partidas. Realizadas anualmente, geralmente em outubro, as Finais determinam o time campeão da liga. Cada jogadora do time vencedor recebe um anel de campeã, e a liga também concede o prêmio de MVP das Finais.
De 2005 a 2024, quando a série era disputada em melhor de cinco partidas, o mando de quadra seguia o formato 2–2–1: o time mais bem classificado na temporada regular sediava as duas primeiras partidas e uma eventual quinta, enquanto o adversário recebia a terceira e quarta. Desde 2025, com a adoção do formato melhor de sete, as Finais seguem o formato 2–2–1–1–1.

Em 2011, quinze anos após a estreia da WNBA, apenas duas jogadoras da temporada inaugural de 1997 ainda atuavam na liga: Sheryl Swoopes e Tina Thompson. Lisa Leslie foi a jogadora que permaneceu por mais tempo entre as selecionadas do draft de 1997, disputando toda a sua carreira profissional, de 1997 a 2009, pelo Los Angeles Sparks. Sue Bird detém um dos principais recordes de longevidade da liga: o maior número de partidas disputadas, com 580.
A Equipe All-Decade da WNBA foi selecionada em 2006, por ocasião do décimo aniversário da liga. A escolha ocorreu entre 30 jogadoras indicadas por meio de uma votação que envolveu fãs, representantes da imprensa, treinadores e jogadoras. O objetivo era reconhecer as dez jogadoras consideradas mais destacadas e influentes da primeira década da WNBA, levando em conta também o espírito esportivo, o trabalho comunitário, a liderança e a contribuição para o desenvolvimento do basquete feminino. Em 2011, no aniversário da décima quinta temporada da liga, foi selecionada a Equipe Top 15 da WNBA, por meio de um processo semelhante. A iniciativa foi repetida em 2016, com a seleção da WNBA Top 20@20, e em 2021, com a escolha da equipe The W25, por ocasião do vigésimo quinto aniversário da liga.
Mais de 30 jogadoras marcaram pelo menos 3.000 pontos ao longo de suas carreiras na WNBA. Entre elas, cinco ultrapassaram a marca de 7.000 pontos: Diana Taurasi, Tina Charles, DeWanna Bonner, Tina Thompson e Tamika Catchings. A maior média de pontos por partida pertence a A'ja Wilson, do Las Vegas Aces, com 22,05 pontos por jogo.
Em 2007, Paul Westhead, então treinador do Phoenix Mercury, tornou-se a primeira pessoa a conquistar títulos da NBA e da WNBA como treinador.
Em 2008, Nancy Lieberman, aos 50 anos, tornou-se a jogadora mais velha a disputar uma partida da WNBA. Ela assinou um contrato de sete dias com o Detroit Shock e participou de uma partida, na qual registrou duas assistências e um turnover em nove minutos de jogo. Com essa participação, Lieberman superou seu próprio recorde, estabelecido em 1997, quando se tornou a jogadora mais velha a atuar na liga, aos 39 anos. Entre as jogadoras que disputaram uma temporada completa, Diana Taurasi é uma das mais velhas, tendo completado 42 anos no início da temporada de 2024.
| Marco | Jogadora | Time | Data | Informação | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| Primeira jogadora contratada | Sheryl Swoopes | Houston Comets | 23/10/1996 | Contratada pela WNBA e nomeada para Houston | |
| Primeiros pontos marcados | Penny Toler | Los Angeles Sparks | 21/06/1997 | Marcou os primeiros pontos em um arremesso na linha de base | |
| Primeiro triplo-duplo | Sheryl Swoopes | Houston Comets | 27/07/1999 | 15 pontos, 14 rebotes e 10 assistências | |
| Primeira enterrada | Lisa Leslie | Los Angeles Sparks | 30/07/2002 | Enterrou a bola em uma partida contra Miami | |
| Primeira temporada 50–40–90 | Elena Delle Donne | Washington Mystics | 2019 | 51,5% FG 43,0% 3FG 97,4% FT |
|
| Mais jogos disputados | Sue Bird | Seattle Storm | 2002–2012 2014–2018 2020–2022 |
580 jogos | |
| Mais pontos na carreira | Diana Taurasi | Phoenix Mercury | 2004–2014 2016–2024 |
10.646 pontos | |
| Mais rebotes na carreira | Tina Charles | Connecticut Sun Washington Mystics Phoenix Mercury Seattle Storm Atlanta Dream |
2010–2019 2021–2022 2024–2025 |
4.262 rebotes | |
| Mais assistências na carreira | Sue Bird | Seattle Storm | 2002–2012 2014–2018 2020–2022 |
3.234 assistências | |
| Mais bloqueios na carreira | Brittney Griner | Phoenix Mercury Atlanta Dream Connecticut Sun |
2013–presente | 891 bloqueios | |
| Mais roubos de bola na carreira | Tamika Catchings | Indiana Fever | 2002–2016 | 1.074 roubos de bola | |
| Mais cestas de 3 pontos | Diana Taurasi | Phoenix Mercury | 2004–2014 2016–2024 |
1.447 cestas de 3 pontos | |
| Mais pontos em um jogo | Liz Cambage | Dallas Wings | 17/07/2018 | 53 pontos | |
| A'ja Wilson | Las Vegas Aces | 22/08/2023 | |||
| Marina Mabrey | Toronto Tempo | 25/06/2026 | |||
| Mais rebotes em um jogo | Angel Reese | Atlanta Dream | 24/08/2026 | 26 rebotes | |
| Mais assistências em um jogo | Caitlin Clark | Indiana Fever | 17/07/2024 | 19 assistências | |
| Mais vitórias para um treinador na carreira | Cheryl Reeve | Minnesota Lynx | 2010–presente | 482 vitórias | |
| Mais pontos para um time em um jogo | — | Phoenix Mercury | 24/07/2010 | 127 pontos na prorrogação dupla contra Minnesota | |
| Mais pontos para um time em um jogo regulamentar | — | Toronto Tempo | 25/06/2026 | 125 pontos contra Los Angeles | |
| Maior margem de vitória | — | Minnesota Lynx | 18/08/2017 | Vitória de 59 pontos (111–52) contra Indiana | |
| Maior público em qualquer jogo | — | Detroit Shock | 16/09/2003 | 22.076 no Jogo 3 das Finais de 2003 contra Los Angeles | |
| 16/09/2007 | 22.076 no Jogo 5 das Finais de 2007 contra Phoenix | ||||
| Maio público em um jogo da temporada regular | — | Toronto Tempo | 10/07/2026 | 20,996 contra Dallas |
A temporada regular termina geralmente no início de setembro. Nesse período, tem início a votação para os prêmios individuais, e são anunciadas as seleções All-WNBA, All-Defensive e All-Rookie, cada uma composta por cinco jogadoras.
| Prêmios | Vencedora | Time | Votos/Estatística | Ref | |
|---|---|---|---|---|---|
| Jogadora Mais Valiosa (MVP) | A'ja Wilson | Las Vegas Aces | 51 de 72 | ||
| MVP das Finais | A'ja Wilson | Las Vegas Aces | — | ||
| Rookie do Ano | Paige Bueckers | Dallas Wings | 70 de 72 | ||
| Most Improved Player | Veronica Burton | Golden State Valkyries | 68 de 72 | ||
| Jogadora Defensiva do Ano | Alanna Smith | Minnesota Lynx | 29 de 72 (empate) |
||
| A'ja Wilson | Las Vegas Aces | ||||
| Sexta Jogadora do Ano | Naz Hillmon | Atlanta Dream | 44 de 72 | ||
| Kim Perrot Sportsmanship Award | Nneka Ogwumike | Seattle Storm | 18 de 72 | ||
| Peak Performers | Pontos | A'ja Wilson | Las Vegas Aces | 23.4 ppg | |
| Rebotes | Angel Reese | Chicago Sky | 12.6 rpg | ||
| Assistências | Alyssa Thomas | Phoenix Mercury | 9.2 rpg | ||
| Treinadora do Ano | Natalie Nakase | Golden State Valkyries | 53 de 72 | ||
| Executivo do Ano | Dan Padover | Atlanta Dream | 12 de 42 | ||
| Dawn Staley Community Leadership Award | Tina Charles | Connecticut Sun | — | ||
| Business Executive Leadership Award | Jess Smith | Golden State Valkyries | — | ||
| Prêmio de Assistência Comunitária | Tiffany Hayes | Golden State Valkyries | — | ||

| No. | Time | Jogadora | Anos | Ref. |
|---|---|---|---|---|
| 14 | Chicago Sky | Allie Quigley | 2013–2022 | |
| 3 | Candance Parker | 2021–2022 | ||
| 25 | Connecticut Sun | Alyssa Thomas | 2014–2024 | |
| 31 | Tina Charles | 2010–2013, 2025 | ||
| 35 | Jonquel Jones | 2016–2022 | ||
| 24 | Indiana Fever | Tamika Catchings | 2002–2016 | |
| 25 | Las Vegas Aces | Becky Hammon | 2007–2014 | |
| 3 | Los Angeles Sparks | Candance Parker | 2008–2020 | |
| 9 | Lisa Leslie | 1997–2009 | ||
| 11 | Penny Toler | 1997–1999 | ||
| 13 | Minnesota Lynx | Lindsay Whalen | 2010–2018 | |
| 23 | Maya Moore | 2011–2018 | ||
| 32 | Rebekkah Brunson | 2010–2018 | ||
| 33 | Seimone Augustus | 2006–2019 | ||
| 34 | Sylvia Fowles | 2015–2022 | ||
| 3 | Phoenix Mercury | Diana Taurasi | 2004–2024 | |
| 7 | Michele Timms | 1997–2001 | ||
| 13 | Penny Taylor | 2004–2016 | ||
| 22 | Jennifer Gillom | 1997–2002 | ||
| 32 | Bridget Pettis | 1997–2006 | ||
| 15 | Seattle Storm | Lauren Jackson | 2001–2012 | |
| 10 | Sue Bird | 2001–2022 |
Em julho de 2023, Napheesa Collier e Breanna Stewart anunciaram a criação da Unrivaled, uma liga profissional de basquete 3x3 feminino. A iniciativa foi concebida, em parte, para oferecer às jogadoras da WNBA a possibilidade de competir profissionalmente nos Estados Unidos durante a offseason, reduzindo a necessidade de atuar em ligas estrangeiras e evitando possíveis conflitos com as regras de priorização da WNBA. A temporada inaugural da Unrivaled começou em janeiro de 2025, em Medley, Flórida.