| Informações pessoais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Nome completo | Suzanne Brigit Bird | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Data de nasc. | 16 de outubro de 1980 (45 anos) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Local de nasc. | Syosset, Nova Iorque, Estados Unidos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Altura | 1,75 m (5ft 9 in) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Peso | 68 kg (150 lb) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Informações no clube | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Clube atual | Seattle Storm | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Número | 10 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Posição | Armador | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Clubes profissionais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ano | Clubes | Partidas (pontos) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2002-2022 2004-2006 2006-2011 2011-2014 | Seattle Storm Dinamo de Moscou WBC Spartak Moscow UMMC Ekaterinburg | 580 (6.802) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Seleção nacional | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2002-2022 | Estados Unidos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Suzanne Brigit "Sue" Bird (Syosset, Nova Iorque, 16 de outubro de 1980) é uma ex-jogadora profissional de basquetebol estadunidense, que atuou toda sua carriera pelo Seattle Storm na Women's National Basketball Association. Selecionada como a primeira escolha geral do Draft da WNBA de 2002 pelo Storm, Bird é amplamente reconhecida como uma das maiores jogadoras da história da liga. Até 2024, Bird permaneceu como a única atleta da WNBA a conquistar títulos em três décadas diferentes.
Além de usa carreira nas quadras, ela também atuou como diretoria do Denver Nuggets, da NBA, como associada de operações de basquete.
Em 2025, Sue Bird foi incluída no Hall da Fama do Basquete Feminino (em inglês: Women's Basketball Hall of Fame), consolidado seu legado como uma das figuras mais influentes do esporte.
Além de sua carreira na WNBA, Sue Bird também jogou por três equipes da liga russa, Dinamo Moscow, WBC Spartak Moscow e o UMMC Ekaterinburg. E possui dupla cidadania: estadunidense e israelenses.
Durante o ensino médio, Bird foi eleita Jogadora do Ano do Estado de Nova Iorque, Jogadora do Ano pelo New York Daily News e All-American pela WBCA.
Ao encerrar sua carreira universitária, Bird ocupava o primeiro lugar em aproveitamento de arremessos de três pontos e lances livres, além de ser a segunda em assistências e roubos de bola na história da UConn Huskies. Ela também vendeu três vezes o Prêmio Nancy Lieberman, concedido à melhor armadora universitária dos Estados Unidos. Em seu último ano na UConn Huskies, liderando o time invicto de 2002, conquistou o Wade Trophy e o Nasimith Award como Melhor Jogadora Universitária do Ano. Durante seu tempo em Connecticut, conduziu o time a um recorde de 114 vitórias e 4 derrotas.
Sue Bird conquistou quatro títulos da WNBA com o Seattle Storm (2004, 2010, 2018 e 2020), além de cinco medalhas de ouro olímpicas (2004, 2008, 2012, 2012 e 2020), dois campeonatos da NCAA com a UConn (2000 e 2002) e quatro títulos do Campeonato Mundial (2002, 2010, 2014 e 2018). Ela é uma das apenas 11 mulheres na história a conquistar esses quatro feitos.
Bird também venceu cinco vezes a EuroLeague Women (2007–2010, 2013). Ao longo de sua carreira na WNBA, foi selecionada para 13 All-Star Games e 8 equipes All-WNBA. Foi eleita pelos torcedores entre as 15 maiores jogadoras da história da liga em 2011, incluída entre as 20 melhores de todos os tempos no ranking WNBA Top 20@20 em 2016, e entre as 25 maiores jogadoras da história no The W25, em 2021.
Sua quinta medalha de ouro olímpica, conquistada nos Jogos de Tóquio em 2020, a tornou uma das apenas duas pessoas — entre homens e mulheres — a alcançar o feito, junto de sua companheira de seleção, Diana Taurasi.
Em 16 de junho de 2022, Bird anunciou publicamente que se aposentaria ao final da temporada da WNBA daquele ano. Sua carreira chegou ao fim em 7 de setembro de 2022, após a eliminação do Seattle Storm nos playoffs contra o Las Vegas Aces.
Bird nasceu em Syosset, Nova Iorque, em Long Island, filha de Herchel e Nancy Bird. Ela tem uma irmã mais velha chamada Jennifer Bird. Seu pai tem ancestralidade russa e judia. Nos anos 1900, os avôs paternos de Bird imigraram para os Estados Unidos do que posteriormente viria a ser a Ucrânia. Quando o avô dela chegou a Ellis Island, em Nova York, o sobrenome original da família, “Boorda”, foi alterado para “Bird”.
Para contornar as regras europeias, que limitam as equipes de basquete do continente a apenas duas jogadoras americanas por vez, Bird obteve cidadania israelense, com base na origem judaica de seu pai e de seus avós paternos. No entanto, ela sempre representou os Estados Unidos, seu país de nascimento, em competições internacionais.
Bird demonstrou interesse por esportes desde muito jovem, influenciada em parte por sua irmã mais velha, que também era atleta. Além do basquete, ela praticava futebol, tênis e atletismo. Em seu anuário da quinta série, ela mencionou como possíveis futuras profissões ser advogada, médica ou jogadora de futebol profissional. Bird começou a jogar basquete na Amateur Athletic Union (AAU) quando estava na sexta série. Aos 11 anos, participou de uma partida durante o intervalo de um jogo da Universidade de St. John’s — seu desempenho foi tão impressionante que um segurança pediu seu autógrafo.
Bird jogou seus dois primeiros anos do ensino médio na Syosset High School, mas buscava um nível de competição mais alto. Por isso, transferiu-se para a Christ the King Regional High School, em Queens, Nova York. Lá, jogou os dois últimos anos do ensino médio pela equipe feminina Lady Royals.
Em seu penúltimo ano, as Royals tiveram um recorde de 24 vitórias e 3 derrotas. No ano seguinte, o time terminou invicto, conquistando o campeonato estadual de Nova Iorque e o título nacional. Bird recebeu diversos prêmios individuais, incluindo Jogadora do Ano do Estado de Nova Iorque e Jogadora do Ano do New York Daily News. Ela também foi nomeada WBCA All-American e participou do Women's Basketball Coaches Association High School All-America Game, onde marcou 11 pontos.
Bird foi recrutada por diversas universidades, incluindo UConn, Stanford e Vanderbilt. Ela inicialmente se inclinou a escolher os UConn Huskies, mas hesitou ao saber que duas armadoras já haviam se comprometido com a equipe. Após uma delas desistir, Bird decidiu aceitar a proposta de UConn. Além disso, ela preferia a universidade por ser próxima de sua casa e oferecer mais oportunidades de jogo.
Oito partidas após o início de sua temporada como caloura, Bird sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior (LCA). Como já havia disputado mais de 20% dos jogos da equipe na temporada 1998–1999, ela não pôde solicitar o redshirt (ano extra de elegibilidade).
Em sua segunda temporada (1999–2000), Bird retornou e liderou o time a um recorde de 36 vitórias e 1 derrota, conquistando o campeonato da Big East e o título nacional do torneio da NCAA. Na temporada seguinte (2000–2001), os Huskies terminaram com 32 vitórias e 3 derrotas, sendo eliminados pelo rival Notre Dame na Final Four.
Por fim, em sua última temporada (2001–2002), Bird conduziu UConn a uma campanha perfeita de 39–0, vencendo novamente o título nacional. Ao fim da temporada, ela recebeu os prêmios Wade Trophy, Honda Sports Award e Naismith Award, todos como Melhor Jogadora Universitária do Ano.
Bird terminou sua carreira em UConn presente em diversas listas de recordes. Em 2005, ela ocupava a 24ª posição na lista das jogadoras com mais de mil pontos, totalizando 1.378 pontos, além de ser a 2ª em assistências (585) e a 7ª em roubos de bola (243). Ela também detinha o melhor aproveitamento em arremessos de três pontos (45,9%) e o melhor aproveitamento em lances livres (89,2%) da história da universidade.
Durante sua passagem pelos Huskies, Bird conquistou dois campeonatos nacionais, três títulos da Big East e três títulos de temporada regular da conferência. Em 2000, tornou-se a primeira vencedora do prêmio Nancy Lieberman Award, concedido à melhor armadora universitária do país, e voltou a vencê-lo em 2001 e 2002. Seu recorde geral em jogos disputados por UConn foi de 114 vitórias e apenas 4 derrotas, uma das melhores marcas da história do basquete universitário. Em reconhecimento à sua carreira, Bird foi incluída na classe inaugural (2006) do programa “Huskies of Honor”, que homenageia as maiores jogadoras da história da Universidade de Connecticut.

O Seattle Storm selecionou Sue Bird como a primeira escolha geral do Draft da WNBA de 2002. Ela se juntou à estrela Lauren Jackson, também escolhida como primeira geral no ano anterior. Em sua temporada de estreia, Bird começou como titular em todos os 32 jogos do Storm e teve média de 14,4 pontos por jogo. Foi escolhida como titular no All-Star Game da Conferência Oeste e terminou como vice-campeã do prêmio de Caloura do Ano (Rookie of the Year), além de ser uma das duas únicas novatas incluídas no All-WNBA First Team naquele ano. Com Bird e Jackson, o Storm conquistou sua primeira classificação aos playoffs. Ainda em sua temporada de estreia, Bird marcou 33 pontos em uma partida da temporada regular contra o Portland Fire, o maior número de sua carreira até então. Entre 2002 e 2022, ela participou 13 vezes do All-Star Game da Conferência Oeste, um recorde na liga.
Em 2004, o Storm conseguiu a armadora Betty Lennox em um draft de dispersão, formando com Bird e Jackson um trio dominante que levou o time ao primeiro título da WNBA. Com essa conquista, Bird se tornou uma das 11 mulheres a vencer um ouro olímpico, um título da NCAA, um ouro na Copa do Mundo da FIBA e um campeonato da WNBA. Algumas das outras a terem conseguido o feito foram as, também UConn Huskies, Diana Taurasi, Breanna Stewart e Maya Moore.
A caminho do segundo título do Seattle Storm, Bird protagonizou um dos momentos mais decisivos da história dos Playoffs da WNBA. Durante as Finais de Conferência contra o Phoenix Mercury, o então atual campeão, com o Storm liderando a série por 1–0, Bird acertou uma cesta de três pontos decisiva a dois segundos do fim do Jogo 2, garantindo a vitória por 91–88 e a classificação para as Finais da WNBA de 2010, após o time reverter uma desvantagem de 19 pontos. No Jogo 1 das Finais de 2010, Bird novamente brilhou ao converter um arremesso da vitória com dois segundos restantes, selando o placar em 79–77. O Storm venceria a série por 3–0, conquistando o segundo título da WNBA.
Em 2011, Bird foi eleita uma das 15 maiores jogadoras de todos os tempos da WNBA, em votação que reuniu atletas e treinadores em atividade, a imprensa e os torcedores através do site oficial da liga.
Durante a temporada de 2012, Bird enfrentou problemas no joelho, mas ainda assim disputou 29 jogos na temporada regular e nos playoffs. Na período fora de temporada, ela passou por cirurgia no joelho, o que a afastou de toda a temporada de 2013.

Bird retornou para a temporada de 2014 da WNBA. Naquele ano, ela disputou 33 jogos, com médias de 10,6 pontos por jogo e 4,0 assistências, sendo novamente eleita para o All-Star Game da WNBA. No entanto, o Seattle Storm não se classificou para os playoffs de 2014, e o mesmo voltaria a ocorrer na temporada seguinte.
Em 16 de fevereiro de 2016, Bird renovou com o Storm por um contrato de múltiplos anos, como agente livre.
Na temporada de 2016, Bird viveu uma retomada na carreira, registrando suas melhores estatísticas desde a cirurgia no joelho. Ela teve médias de 12,8 pontos por jogo, atingiu a melhor marca de sua carreira em aproveitamento de arremessos de três pontos e liderou a liga em assistências, com 5,8 por jogo. Pela quinta vez na carreira, seu retorno após 12 anos, foi selecionada para o All-WNBA First Team.
Antes do início da temporada, o Storm havia escolhido Breanna Stewart como primeira escolha geral no Draft de 2016, a segunda primeira escolha consecutiva da franquia, após Jewell Loyd no ano anterior. Com a chegada de Stewart e o rápido desenvolvimento de Loyd como estrela, o Storm voltou aos playoffs pela primeira vez em três anos, com uma campanha de 16 vitórias e 18 derrotas. Sob o novo formato de playoffs da WNBA, o Storm ficou com a sétima posição geral e enfrentou o Atlanta Dream na primeira rodada, sendo eliminado por 94–85 em jogo único.
Em 2016, Bird também foi incluída na lista “WNBA Top 20@20”, que celebrou as 20 maiores jogadoras da história da liga em comemoração ao vigésimo aniversário da WNBA.
Em abril de 2017, Sue Bird passou por uma cirurgia no joelho esquerdo, o que a fez perder o campo de treinamento da pré-temporada. No entanto, ela retornou em 21 de maio de 2017, após a recuperação, fazendo sua estreia na temporada, tornando-se a jogadora mais velha em atividade e titular na WNBA naquele momento. Em 11 de junho de 2017, Bird teve uma das suas melhores atuações da temporada, com 21 pontos e 10 assistências, apesar da derrota por 94–86 para o New York Liberty. Ela foi novamente eleita para o Jogo das Estrelas da WNBA, sua décima participação, empatando o recorde de Tamika Catchings como a jogadora com mais aparições no evento até então. Durante o All-Star Game, Bird quebrou o recorde de assistências na história do evento, somando 8 pontos e 11 assistências na vitória da equipe da Conferência Oeste por 130–121.
Em 1º de setembro de 2017, Bird se tornou a maior assistente da história da WNBA, atingindo 2.600 assistências na carreira, ultrapassando Ticha Penicheiro em uma derrota por 110–106, na prorrogação, para o Washington Mystics. Na partida, ela marcou 19 pontos e 13 assistências, seu recorde na temporada. Bird terminou o ano com a melhor média de assistências por jogo de toda a sua carreira, e o Storm finalizou com campanha de 14–19, ocupando o oitavo lugar geral. O time, no entanto, foi eliminado na primeira rodada dos playoffs, perdendo por 79–69 para o Phoenix Mercury.
Na temporada de 2018, seu recorde de pontos, foi no jogo de 8 de julho de 2018, Bird marcou 21 pontos, na uma vitória por 97–91 sobre o Washington Mystics. Nessa partida, ela também se tornou a maior pontuadora da história do Seattle Storm, ultrapassando os 6.007 pontos de Lauren Jackson. Em 19 de julho de 2018, Bird foi novamente eleita para o All-Star Game, desta vez superando Tamika Catchings e se tornando a jogadora com mais participações no evento na história da WNBA. Poucos dias depois, em 22 de julho de 2018, ela quebrou mais um recorde, tornando-se a jogadora com mais partidas de temporada regular disputadas na liga, ao jogar sua 500ª partida contra o Atlanta Dream, ultrapassando Delisha Milton-Jones. Ao final da temporada de 2018, Bird terminou com novos recordes pessoais em assistências, aproveitamento geral de arremessos e percentual de acertos de três pontos, liderando o Storm à melhor campanha da liga (26–8) e garantindo vaga direta nas semifinais e vantagem de mando de quadra em todos os playoffs.
Nas semifinais, o Storm venceu o Phoenix Mercury em uma série acirrada de cinco jogos. Após abrir 2–0, o time perdeu duas partidas consecutivas, mas garantiu a classificação com uma vitória no jogo 5, em casa. Bird brilhou, anotando 22 pontos, seu recorde da temporada.Com esse triunfo, o Seattle Storm avançou às Finais da WNBA pela primeira vez desde 2010 e varreu o Washington Mystics, conquistando seu primeiro título em oito anos.
Em agosto de 2018, Sue Bird se tornou vice-presidente da WNBPA, associação laboral das jogadoras da WNBA. Durante seu mandato como presidente do comitê executivo da WNBPA, Sue Bird fez parte da liderança que guiou a liga durante a pandemia de COVID-19 em 2020, negociando com a direção da WNBA maneiras de realizar a temporada com segurança para todas as equipes. Enquanto o sindicato trabalhava em novos contratos coletivos de trabalho, Bird e outras líderes priorizaram o ativismo social e definiram o uso de mensagens de justiça social em quadra e nos uniformes como um ponto “innegociável” nas negociações. Por isso, sua presidência é amplamente creditada como decisiva para que a WNBA permitisse manifestações sociais das jogadoras — como mensagens políticas e de igualdade racial nos uniformes, nas quadras e nas transmissões dos jogos.
Em maio de 2019, Bird precisou passar por uma cirurgia artroscópica no joelho esquerdo e ficou fora de todos os jogos de pré-temporada do Seattle Storm. Ela foi operada em 30 de maio e acabou perdendo toda a temporada de 2019 para se recuperar. O Storm ainda assim conseguiu chegar aos playoffs, vencendo o jogo da primeira rodada, mas acabou sendo eliminado na segunda rodada pelo Los Angeles Sparks.
Em 2020, Bird retornou às quadras, mas atuou em apenas 11 jogos da temporada regular. Por causa da pandemia, a WNBA reduziu a temporada para 22 jogos, disputados integralmente na IMG Academy, em Bradenton, Flórida — o chamado “wubble”, uma bolha de isolamento esportivo. Bird voltou a sentir dores no joelho durante o campeonato, o que a fez perder cinco partidas. Ainda assim, com o elenco completo, o Storm teve uma campanha de 18 vitórias e 4 derrotas, garantindo o segundo lugar geral e vaga direta nas semifinais.
Nas semifinais, o time varreu o Minnesota Lynx em três jogos, avançando novamente para as Finais da WNBA, pela segunda vez em três anos. Na decisão, o Storm varreu o Las Vegas Aces e conquistou mais um título da WNBA, o quarto da carreira de Bird, tornando-a a primeira jogadora na história da liga a vencer campeonatos em três décadas diferentes (2000s, 2010s e 2020s).
Em 2021, Bird renovou por mais um ano com o Storm, jogando sua 18ª temporada na liga, um novo recorde. Em julho de 2021, durante um jogo contra o Los Angeles Sparks, Bird ultrapassou Katie Smith na lista de maiores pontuadoras da história da WNBA, atingindo 6.490 pontos na carreira após converter sua primeira cesta de três da partida. Nesse mesmo ano, ela foi homenageada ao ser incluída na lista The W25, que celebra as 25 jogadoras mais influentes e lendárias da história da WNBA, em comemoração ao 25º aniversário da liga.
Em 23 de julho de 2023, o Seattle Storm aposentou oficialmente o número 10 de Sue Bird, em uma cerimônia no Climate Pledge Arena, com a presença dos donos do time, além de ex-companheiras como Swin Cash e Lauren Jackson.
Durante o off-season da WNBA de 2004–05, Sue Bird atuou na Rússia, jogando ao lado da companheira de Seattle Storm, Kamila Vodichkova, pelo Dynamo Moscow. Na temporada seguinte (2005–06), ela continuou na equipe, ajudando o time a chegar ao título do Campeonato Russo e também aos playoffs da EuroLeague Women.
No off-season de 2006–07, Bird se juntou novamente à colega de Storm Lauren Jackson e às ex-companheiras de UConn, Diana Taurasi e Svetlana Abrosimova, para jogar pelo Sparta&K Moscow Region, uma das potências do basquete europeu. Juntas, conquistaram tanto o título da Superliga Russa quanto o da EuroLeague Women. Bird continuaria jogando pela equipe durante as quatro temporadas seguintes, solidificando sua reputação como uma das atletas mais completas e vitoriosas do basquete mundial.
Entre 2011 e 2014, Bird defendeu o UMMC Ekaterinburg, também na Liga Russa, durante três entressafras consecutivas. Nesse período, ela ajudou o time a conquistar três campeonatos russos seguidos, ampliando ainda mais sua coleção de títulos internacionais.