| Countdown with Keith Olbermann | |
|---|---|
| Informações gerais | |
| Apresentação | Keith Olbermann |
| Tema de encerramento | 21 de janeiro de 2011 |
| País de origem | Estados Unidos |
| Idioma original | Inglês |
| Episódios | Mais de 1 400 |
| Produção | |
| Localização | Secaucus, Nova Jérsia (3 de abril de 2003 – 19 de outubro de 2007) Nova Iorque (22 de outubro de 2007 – 21 de janeiro de 2011; 20 de junho de 2011 – 29 de março de 2012) |
| Duração | 60 minutos (março de 2003 – janeiro de 2011; junho de 2011 – março de 2012) 63 minutos (alguns episódios em junho de 2011) |
| Exibição original | |
| Emissora | MSNBC |
| Transmissão | 31 de março de 2003 |
| Emissora | Current TV |
| Transmissão | 20 de junho de 2011 |
| Emissora | iHeartRadio |
| Transmissão | 1 de agosto de 2022 |
Countdown with Keith Olbermann é um podcast publicado durante os dias úteis que teve origem como um programa noturno de notícias e comentários políticos com uma hora de duração, apresentado por Keith Olbermann, exibido pela MS NOW entre 2003 e 2011 e pela Current TV entre 2011 e 2012. O programa apresentava cinco notícias selecionadas do dia, acompanhadas de comentários de Olbermann e entrevistas com convidados.
Nossa missão para o futuro imediato é não atrapalhar as notícias. ... As notícias são as notícias. Não vamos brincar com elas.... À medida que os tempos melhorarem e a guerra [no Iraque] terminar, começaremos a introduzir cada vez mais elementos característicos do meu estilo.
O programa tornou-se conhecido pela retórica acelerada de Olbermann, pelas frequentes referências históricas e à cultura popular e por seus comentários de orientação liberal. Olbermann combinava notícias de temas sérios e leves com análises próprias, muitas delas críticas ao Partido Republicano e ao conservadorismo norte-americano. O programa foi alvo de controvérsias em razão dessas críticas, bem como pelos comentários constantes do apresentador contra a Fox News e sua rivalidade com o principal apresentador do horário nobre da emissora, Bill O'Reilly.
Durante a edição de 21 de janeiro de 2011 de Countdown, Olbermann anunciou que aquela seria sua última participação no programa, sem explicar os motivos. No dia seguinte, o The New York Times informou que Olbermann havia negociado sua saída da MS NOW por meio de um acordo confidencial.
Após ser contratado pela Current TV, Olbermann anunciou, em 26 de abril de 2011, que seu novo programa diário de notícias estrearia em 20 de junho de 2011 e também receberia o título Countdown with Keith Olbermann. Em 30 de março de 2012, a Current TV encerrou abruptamente sua relação contratual com Olbermann e substituiu o programa por uma atração apresentada por Eliot Spitzer. Em 1.º de agosto de 2022, Olbermann passou a produzir e apresentar um podcast diário, publicado nos dias úteis, também intitulado Countdown with Keith Olbermann, para a iHeartMedia.
Countdown with Keith Olbermann teve origem como sucessor de Countdown: Iraq, apresentado por Lester Holt, que foi exibido de outubro de 2002 até 31 de março de 2003, antecipando e cobrindo a Guerra do Iraque. Countdown: Iraq era transmitido às 20h, de segunda a sexta-feira, substituindo um programa de entrevistas apresentado por Phil Donahue que havia sido cancelado.
Olbermann, que havia deixado a MSNBC no final da década de 1990, retornou à emissora nesse período para substituir Holt, tornando-se o apresentador permanente do programa, rebatizado como Countdown with Keith Olbermann. Durante seus primeiros anos, a atração não apresentava comentários políticos, limitando-se a recapitular as principais notícias do dia em um formato de "5-4-3-2-1", conforme sugeria o título.
Countdown começou a atrair um público de orientação liberal e progressista em 2005, quando Olbermann passou a criticar e satirizar comentaristas da mídia conservadora, especialmente a Fox News e seu principal apresentador do horário nobre, Bill O'Reilly. Ele acusava a Fox e O'Reilly de supostamente induzirem seu público ao erro em favor de uma alegada inclinação política de direita, frequentemente incluindo O'Reilly no quadro Worst Person in the World ("Pior Pessoa do Mundo") do programa.
Embora não mencionasse Olbermann diretamente, O'Reilly lançou uma petição on-line solicitando implicitamente que a MSNBC demitisse o apresentador. Em paralelo, durante uma campanha de telefonemas organizada por Mike Stark, ameaçou Stark após este mencionar o nome de Olbermann durante uma ligação para seu programa de rádio The Radio Factor.
O'Reilly e outras personalidades da Fox News acusavam a MSNBC de favorecer um suposto viés liberal na mídia, em um contexto que Olbermann descreveu como uma guerra de atrito destinada a silenciá-lo.
Em 2006, Olbermann passou a apresentar ocasionalmente os Special Comments, editoriais nos quais fazia duras críticas a integrantes do governo George W. Bush, incluindo o então secretário de Defesa Donald Rumsfeld, o vice-presidente Dick Cheney e o presidente George W. Bush. Embora a maioria dessas edições fosse dirigida a membros do Partido Republicano, Olbermann também criticava, ocasionalmente, integrantes do Partido Democrata. Os temas abordados concentravam-se nas políticas interna e externa do governo Bush, principalmente nas guerras do Iraque e do Afeganistão.
Um dos Special Comments manifestou-se contra a aprovação da Proposição 8 da Califórnia em 4 de novembro de 2008, pelo qual recebeu, em 2009, o GLAAD Media Award na categoria Outstanding TV Journalism Segment.
Os Special Comments de Olbermann foram frequentemente comparados aos célebres editoriais de Edward R. Murrow. Em duas ocasiões, apresentadores convidados de Countdown fizeram tanto sucesso que acabaram ganhando programas próprios na MSNBC, contribuindo para a percepção generalizada de que a emissora possuía uma orientação política à esquerda. Em 2008, a apresentadora da Air America Radio Rachel Maddow comandou Countdown durante a ausência de Olbermann, o que levou à estreia de seu próprio programa, The Rachel Maddow Show.
Em 2009, o analista político de esquerda Lawrence O'Donnell apresentou Countdown durante um longo período, o que resultou posteriormente no lançamento de seu programa, The Last Word with Lawrence O'Donnell. Entre os demais apresentadores convidados estiveram os radialistas progressistas Cenk Uygur e Sam Seder, o biógrafo de Barack Obama Richard Wolffe, o jornalista Chris Hayes e o então presidente do Comitê Nacional Democrata (DNC), Howard Dean.
Em 28 de outubro de 2010, cinco dias antes das eleições nos Estados Unidos em 2010, Olbermann doou US$ 2.400 para cada um de três candidatos democratas ao Congresso: o candidato ao Senado por Kentucky Jack Conway e os representantes democratas do Arizona Raul Grijalva e Gabby Giffords.
Em resposta, o presidente da MSNBC, Phil Griffin, suspendeu Olbermann por tempo indeterminado e sem remuneração em 5 de novembro, por violar a política da emissora referente a contribuições políticas, que exigia aprovação prévia da direção. Uma petição on-line pedindo sua reintegração recebeu mais de 250 mil assinaturas, e, dois dias após o início da suspensão, Griffin anunciou que Olbermann retornaria ao ar na edição de 9 de novembro.
Na edição de 21 de janeiro de 2011 de Countdown, Olbermann anunciou inesperadamente que aquele seria seu último programa na MSNBC. Em sua despedida, agradeceu aos telespectadores, aos produtores e à equipe técnica pelos oito anos de sucesso do programa, mas não mencionou Phil Griffin nem o presidente da NBC News, Steve Capus. Nem a MSNBC nem Olbermann divulgaram oficialmente o motivo de sua saída.
Diversos blogueiros e comentaristas de orientação liberal atribuíram sua demissão à operadora de TV a cabo Comcast, acusando a empresa de silenciar o apresentador por razões políticas poucos dias após concluir a aquisição da NBCUniversal, em 18 de janeiro de 2011. Tanto a MSNBC quanto a Comcast negaram essa alegação.
O crítico de mídia Howard Kurtz, o ex-apresentador da MSNBC David Shuster e um executivo da NBC News que preferiu permanecer anônimo afirmaram que a suspensão de Olbermann em 2010 foi o fator mais provável para o cancelamento de Countdown.
Em entrevistas posteriores, Olbermann forneceu mais detalhes sobre as circunstâncias de sua saída da MSNBC. Em entrevista à The Hollywood Reporter, publicada em 7 de junho de 2011, afirmou que passou a enfrentar crescente oposição da direção da emissora após a morte de Tim Russert, em junho de 2008. Russert, chefe da sucursal da NBC em Washington e apresentador de Meet the Press, era um de seus principais defensores e atuava como mediador dos conflitos internos na emissora. Olbermann acrescentou que "muitas pessoas foram obrigadas a escolher um lado" em relação à sua permanência na MSNBC, incluindo Rachel Maddow. Também afirmou que só foi informado de sua demissão menos de meia hora antes de sua despedida ao vivo.
Entretanto, a ação judicial por quebra de contrato movida por Olbermann contra a Current TV em 2012 indicou que sua saída da MSNBC teria sido motivada por negociações conduzidas pelos fundadores da Current TV, Al Gore e Joel Hyatt. Segundo a ação, Gore e Hyatt passaram a negociar sua contratação mesmo após serem informados de que Olbermann ainda tinha dois anos de contrato com a MSNBC, chegando a um acordo para sua transferência no mesmo mês em que ele deixou a emissora, conforme documentos judiciais obtidos pelo TMZ, pertencente à Warner Bros..
Em 8 de fevereiro de 2011, Olbermann anunciou que havia sido contratado para apresentar um novo programa em horário nobre na Current TV, rede de televisão por assinatura fundada pelo ex-vice-presidente Al Gore e pelo empresário Joel Hyatt. Em abril, foi anunciado que o programa manteria o título Countdown. Olbermann também assumiu o cargo de diretor de jornalismo (Chief News Officer) da Current TV e adquiriu uma participação acionária na emissora.
Em 11 de maio, Olbermann anunciou que o fundador do Daily Kos, Markos Moulitsas, os cineastas Michael Moore e Ken Burns e o comediante Richard Lewis passariam a colaborar com o novo Countdown.
Durante entrevista concedida em 16 de junho ao programa Late Night with Jimmy Fallon, da NBC, Olbermann anunciou ainda que os jornalistas Matt Taibbi e Jeremy Scahill, o ex-integrante do governo Richard Nixon e escritor John Dean, o ator Donald Sutherland e o astrônomo Derrick Pitts também fariam parte da equipe de colaboradores.
Countdown estreou na Current TV em 20 de junho de 2011, encerrando sua primeira edição com uma versão resumida do quadro Special Comment, na qual Olbermann apresentou sua declaração de princípios (mission statement), citando Harriet Beecher Stowe. O programa atraiu 179 mil telespectadores, um aumento significativo em relação à audiência habitual da Current TV, que era de cerca de 30 mil espectadores. Também superou a CNN na faixa demográfica de 25 a 54 anos, considerada a mais importante para o mercado publicitário.
Durante toda a primeira semana de exibição na Current TV, Countdown continuou superando a CNN nesse mesmo segmento demográfico. Na segunda semana, a audiência caiu, mas, em setembro, o programa estabilizou-se em aproximadamente 310 mil telespectadores. O programa era gravado no NEP Studio 33.
Durante as duas primeiras semanas na Current TV, Countdown teve duração de 63 minutos, em vez dos habituais 60, em uma tentativa discreta de reduzir a audiência da MSNBC ao terminar após o início do programa de Rachel Maddow. Posteriormente, Olbermann reconsiderou a estratégia e restabeleceu a duração tradicional de uma hora, afirmando que a mudança "serviria apenas para irritar os fãs" tanto de Countdown quanto do programa de Rachel Maddow, sem trazer benefícios para a audiência de sua própria atração.
No segundo semestre de 2011, Olbermann entrou em conflito com a direção da Current TV devido a divergências sobre os valores de produção e o controle criativo do programa, chegando a cogitar deixar a emissora.
Em 30 de março de 2012, a Current TV rescindiu o contrato de Olbermann, resultando no segundo cancelamento de Countdown. Em seu comunicado oficial, a emissora afirmou que Olbermann havia demonstrado falta de "respeito, transparência, espírito de colaboração e lealdade para com nossos telespectadores". Fontes internas relataram que as frequentes ausências do apresentador, sua falta de empenho na promoção da Current TV e comentários públicos depreciativos que fez sobre a emissora contribuíram para a decisão de demiti-lo.
Olbermann classificou as alegações da Current TV como "inverídicas" e processou a emissora por quebra de contrato, exigindo uma indenização de US$ 50 milhões. Em resposta, a Current TV apresentou uma reconvenção, alegando as repetidas faltas ao trabalho de Olbermann, além de suposto comportamento abusivo em relação a executivos e membros da equipe. Em março de 2013, Olbermann e a Current TV chegaram a um acordo judicial, pelo qual o apresentador recebeu uma quantia cujo valor não foi divulgado.
Em 3 de abril de 2012, Olbermann participou do programa Late Show with David Letterman, da CBS, e manifestou preocupação com seus telespectadores e com a equipe de produção de Countdown, afirmando: "Eu errei. Errei muito feio nessa situação." Segundo o apresentador, problemas de produção, conflitos internos e a ausência de pessoas-chave durante importantes acontecimentos políticos foram os principais fatores que levaram a Current TV a retirar Countdown de sua programação.
O podcast diário Countdown with Keith Olbermann estreou em 1.º de agosto de 2022 na iHeartMedia. O programa mantém diversos elementos da antiga atração televisiva homônima, incluindo comentários sobre acontecimentos atuais, análises políticas e esportivas, além de relatos de Olbermann sobre sua carreira e o tradicional quadro Worst Person in the World ("Pior Pessoa do Mundo").
A música-tema do programa era composta pelos compassos iniciais do segundo movimento da Nona Sinfonia de Beethoven, uma referência às músicas-tema dos telejornais Huntley–Brinkley Report e NBC Nightly News das décadas de 1960 e 1970. Durante a sequência de abertura de cada edição, Olbermann fazia, em voice-over, uma prévia das principais reportagens após perguntar: "Sobre qual destas histórias você estará falando amanhã?". Na MSNBC, as notícias que compunham a "contagem regressiva" do programa eram apresentadas em um formato de "5-4-3-2-1". Entretanto, essa estrutura perdeu destaque após a transferência de Countdown para a Current TV.
No podcast, os comentários musicais são frequentemente fornecidos por Nancy Faust ao "órgão do estádio". Nos créditos finais, Olbermann costuma referir-se a ela como "a melhor organista de estádio de beisebol de todos os tempos".
O quadro Worst Person in the World ("Pior Pessoa do Mundo") era um segmento exibido diariamente no qual Olbermann apresentava três notícias envolvendo pessoas que, em sua avaliação, haviam dito ou feito algo reprovável. Os indicados ao prêmio de "Pior Pessoa do Mundo" eram classificados como worse, worser e worst, categorias às quais Olbermann se referia, respectivamente, como medalhas de bronze, prata e ouro. Em algumas ocasiões, durante a exibição do programa na MSNBC, o quadro foi temporariamente suspenso ou teve seu nome alterado em resposta a críticas de que contribuía para um ambiente de polarização política.
Com base nesse segmento do programa, foi publicado, em setembro de 2006, o livro The Worst Person in the World. A obra reúne transcrições dos quadros exibidos entre 1.º de julho de 2005 e 31 de maio de 2006, além de material inédito. Outro livro baseado no quadro, Pitchforks and Torches, cujo título faz referência ao bordão utilizado por Olbermann ao introduzir o segmento, foi publicado em 2010.
Uma versão adaptada, voltada ao esporte, foi apresentada no programa Olbermann, da ESPN2. Nessa versão, o quadro era precedido por um aviso informando que as indicações não deveriam ser interpretadas de forma totalmente séria e que os escolhidos não eram, literalmente, as piores pessoas do mundo esportivo.
Em 7 de outubro de 2020, Olbermann retomou a marca Worst Person in the World em uma série na web dedicada a acontecimentos da atualidade. Em cada episódio, apresentava um comentário mais extenso sobre uma pessoa específica — normalmente Donald Trump ou alguém ligado à sua administração — seguido de um breve resumo de outras notícias do dia. A partir do 15.º episódio, exibido em 27 de outubro de 2020, a série passou a se chamar Olbermann vs. Trump.
No quadro Time Marches On, outro segmento exibido diariamente, Olbermann apresentava imagens de notícias incomuns e curiosas provenientes de diferentes partes do mundo. Originalmente, o quadro chamava-se Oddball, em referência ao programa Hardball with Chris Matthews.
Durante as eleições primárias presidenciais nos Estados Unidos de 2008, Olbermann passou a utilizar a expressão número de Keith (Keith number) para se referir à soma da margem de erro de uma pesquisa de opinião pré-eleitoral com o percentual de eleitores indecisos. Segundo Olbermann, esse valor tende a indicar o quanto uma pesquisa pode divergir do resultado efetivo da eleição, além de refletir a volatilidade das preferências do eleitorado.
Em resumo:
Na edição de 11 de janeiro de 2008 de Countdown, Olbermann descreveu o conceito da seguinte forma:
| “ | O que é, você pergunta, o "número de Keith"? É a margem de erro somada ao percentual de indecisos — neste caso, uma margem de erro de quatro pontos e meio mais cinco por cento de indecisos. Eu inventei isso, então dei meu próprio nome. Se você pensar em uma ressalva melhor para pesquisas de opinião daqui para frente, nós colocaremos o seu nome nela. | ” |
O "número de Keith" de Olbermann não possui qualquer relação, matemática ou conceitual, com o número de Keith, termo já existente na matemática.
Olbermann respondeu às alegações de viés liberal afirmando que seria igualmente crítico em relação a um presidente do Partido Democrata caso suas ações justificassem críticas:
Quero dizer, em 1998 ninguém me acusava de ser liberal porque eu estava cobrindo o escândalo Lewinsky. E, qualquer que fosse minha abordagem, procurei ser justo, honesto, preciso e o mais bem informado possível, permitindo que meu público também pudesse formar sua própria opinião. Hoje é a mesma coisa. E, de repente, passei a ser um liberal exaltado.
Entretanto, Howard Kurtz escreveu que Olbermann deixou a MSNBC pela primeira vez em razão da cobertura do escândalo Clinton–Lewinsky, da qual discordava pessoalmente.
Em outra ocasião, o crítico de televisão do Los Angeles Times, Howard Rosenberg, criticou a escassez de convidados que contestassem os pontos de vista de Olbermann, escrevendo que Countdown era "mais ou menos uma câmara de eco na qual Olbermann e pessoas com ideias semelhantes apenas concordam uns com os outros".
Em 25 de novembro de 2006, o comentarista Cal Thomas, integrante do painel do programa Fox News Watch, escolheu Olbermann como vencedor do "Media Turkey Award" de 2006, alegando que o apresentador havia cometido diversas "imprecisões" e feito comentários "inflados".
Em resposta, Olbermann concedeu ao programa a medalha de bronze do quadro Worst Person in the World, não por tê-lo escolhido como "Turkey of the Year", mas porque o sobrenome do apresentador havia sido grafado incorretamente como "Olberman" no gerador de caracteres exibido na tela.
Entre os colaboradores regulares durante a fase do programa na Current TV estavam:
Entre os colaboradores regulares durante a exibição do programa na MSNBC estavam:
Entrevistas com comediantes eram apresentadas regularmente no segmento final do programa. Entre os convidados de maior destaque estiveram George Carlin, Lewis Black, Mo Rocca e John Cleese.
'Este é um telejornal tradicional neste momento?', perguntou Olbermann. 'Provavelmente não. No entanto, ele é inteiramente orientado pelas notícias. Se não houver uma controvérsia diária sobre a Guerra do Iraque, não começaremos o programa com uma.'