| Favalli em 2007. | ||
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Giuseppe Favalli | |
| Data de nasc. | 8 de janeiro de 1972 (54 anos) | |
| Local de nasc. | Orzinuovi, Itália | |
| Nacionalidade | italiano | |
| Altura | 1,80 m | |
| Pé | Canhoto | |
| Apelido | Beppe, Favallinho | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 1988–2010 | |
| Clube atual | Aposentado | |
| Posição | Lateral-esquerdo, lateral-direito e zagueiro | |
| Clubes de juventude | ||
| 1987–1988 | Cremonese | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1988–1992 1992–2004 2004–2006 2006–2010 |
Cremonese Lazio Internazionale Milan |
94 (3) 298 (4) 49 (0) 80 (2) |
| Seleção nacional | ||
| 1989–1990 1989–1994 1992 1994–2004 |
Itália Sub-18 Itália Sub-21 Itália Sub-23 Itália |
9 (1) 24 (2) 6 (0) 8 (0) |
| Times/clubes que treinou | ||
| 2019 | Cremonese (categorias de base) | |
Giuseppe Favalli (Orzinuovi, 8 de janeiro de 1972) é um ex-futebolista italiano que atuava como lateral-esquerdo.
Era conhecido por sua versatilidade na defesa: além da lateral-esquerda, chegou a jogar na lateral-direita e também como zagueiro.
Nascido em Orzinuovi, Favalli foi revelado na Cremonese e iniciou a carreira profissional com apenas 16 anos, enfrentando a Sambenedettese pela Série B de 1988–89 com apenas 16 anos. Ele ainda jogaria mais uma partida na campanha que garantiu o acesso dos Grigiorossi para a Série A, pela qual estreou em setembro de 1989, na derrota por 2 a 1 para a Internazionale. Embora não conseguisse evitar o rebaixamento da Cremo para a segunda divisão, permaneceu no clube e marcou seu primeiro gol em janeiro de 1991, contra o Modena.
Seu desempenho fez com que a Lazio pagasse 5 bilhões de liras para tirar Favalli da Cremonese, sendo a primeira contratação feita pelo presidente Sergio Cragnotti. Em 12 temporadas como atleta laziale, tornou-se capitão em 2002 após a saída de Alessandro Nesta para o Milan, conquistando 8 títulos pelo clube - o único deles atuando com a braçadeira foi o da Copa da Itália de 2003–04. Encerrou sua passagem pela Lazio com 401 jogos oficiais disputados, tornando-se o segundo atleta com mais partidas (26 a menos que o romeno Ștefan Radu, que entrou em campo 427 vezes), e transferiu-se sem custos para a Internazionale em junho de 2004. Pelos Nerazzurri, venceu a Série A de 2005–06 (título repassado após o "Calciopoli"), duas Copas da Itália e uma Supercopa, disputando 68 jogos. Sem espaço após a chegada de Fabio Grosso e considerado "excedente" no elenco, Favalli deixou a Internazionale e assinou como agente livre com o Milan.
Com os Rossoneri, enfrentou a concorrência de Paolo Maldini, Marek Jankulovski e Kakhaber Kaladze na lateral-esquerda, sendo mais utilizado como zagueiro pelo técnico Carlo Ancelotti devido às ausências de Nesta e Kaladze por lesões. Em sua primeira temporada como jogador rossonero, venceu a Liga dos Campeões da UEFA, onde atuou em 4 jogos, tendo entrado nos minutos finais em 2 (o segundo jogo da semifinal contra o Manchester United e a decisão frente ao Liverpool), além de receber o apelido de "Favallinho" depois de marcar 2 gols nas vitórias sobre Empoli e Messina, pela Série A (os únicos dele na primeira divisão e últimos como profissional). Além da Liga dos Campeões, venceu uma Supercopa da UEFA e a Mundial de Clubes da FIFA, também em 2007 - nesta última, herdou a vaga de Ronaldo na última hora, devido a uma lesão sofrida pelo brasileiro que o impediu de ser inscrito.
A última das 486 partidas de Favalli na primeira divisão foi contra a Juventus, em maio de 2010, vencida pelo Milan por 3 a 0. Após deixar o gramado, foi aplaudido pela torcida e abraçou o então técnico Leonardo. O lateral encerrou a carreira com 670 jogos oficiais por clubes, marcando 11 gols, voltando à Cremonese para treinar as categorias de base do clube.
Entre 1989 e 1992, Favalli representou as seleções de base da Itália, tendo inclusive disputado os Jogos Olímpicos de Barcelona.
Pela seleção principal, estreou em outubro de 1994 contra a Estônia, pelas eliminatórias da Eurocopa de 1996, mas não foi incluído por Arrigo Sacchi na lista de convocados. Também não foi lembrado para a Copa do Mundo de 1998 pelo técnico Cesare Maldini, com quem havia trabalhado nas seleções de base italianas.
Voltaria a ser convocado apenas em 2004, ano em que jogaria sua única competição pela Squadra Azzurra, a Eurocopa de 2004, jogando apenas contra a Suécia, pela segunda rodada do grupo C. No mesmo ano, atuaria mais 2 vezes contra Islândia (amistoso) e Noruega (eliminatórias da Copa do Mundo de 2006).
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