I Will

"I Will"
Canção de The Beatles
do álbum The Beatles
Lançamento22 de novembro de 1968
GravaçãoAbbey Road Studios
16 de setembro de 1968
GêneroFolk pop
Duração1:46
GravadoraApple Records
ComposiçãoLennon/McCartney
ProduçãoGeorge Martin
Faixas de The Beatles
Lado um
  1. "Back in the U.S.S.R."
  2. "Dear Prudence"
  3. "Glass Onion"
  4. "Ob-La-Di, Ob-La-Da"
  5. "Wild Honey Pie"
  6. "The Continuing Story of Bungalow Bill"
  7. "While My Guitar Gently Weeps"
  8. "Happiness Is a Warm Gun"
Lado dois
  1. "Martha My Dear"
  2. "I'm So Tired"
  3. "Blackbird"
  4. "Piggies"
  5. "Rocky Raccoon"
  6. "Don't Pass Me By"
  7. "Why Don't We Do It in the Road?"
  8. "I Will"
  9. "Julia"
Lado 3
  1. "Birthday"
  2. "Yer Blues"
  3. "Mother Nature's Son"
  4. "Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey"
  5. "Sexy Sadie"
  6. "Helter Skelter"
  7. "Long, Long, Long"
Lado 4
  1. "Revolution 1"
  2. "Honey Pie"
  3. "Savoy Truffle"
  4. "Cry Baby Cry"
  5. "Revolution 9"
  6. "Good Night"

"I Will" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. Em contraponto com a faixa anterior, "Why Don't We Do It in the Road?," que contém um apelo sexual, "I Will" é mais romântica.

Lançamento e recepção

A Apple Records lançou The Beatles em 22 de novembro de 1968, com "I Will" posicionada como a penúltima faixa do lado dois, entre "Why Don't We Do It in the Road?" e "Julia". Durante uma entrevista para a Radio Luxembourg para promover o lançamento, McCartney enfatizou a ampla variedade de estilos musicais encontrados no álbum duplo. Ele disse que "I Will" era um legado dos Beatles por terem que atender a pedidos de estilos como a rumba durante os anos anteriores à fama, quando apresentavam-se em Hamburgo.

O autor Jonathan Gould identifica "I Will" como uma eficaz "punchline" para a sugestividade sexual de "Why Don't We Do It in the Road?", e semelhante em clima e forma à canção "Here, There and Everywhere", também de McCartney, de 1966. No entanto, também a considera carente de emoção genuína, devido à letra e ao arranjo musical, e conclui: "Esta é uma das poucas instâncias em que a contenção que Paul normalmente trazia ao cantar baladas empalidece para algo que soa como mera indiferença. 'Quem sabe há quanto tempo te amo?', ele pergunta, e é tentador pensar: 'Quem se importa?'" Howard Sounes saúda a diversificação das contribuições não-roqueiras de McCartney no Álbum Branco, como "Martha My Dear" e "Honey Pie", mas diz sobre "I Will": "[Ela] exemplificava a fraqueza de Paul por canções de amor açucaradas. A melodia era cativante, mas a letra, sobre amar sua amada para sempre etc., era o clichê mais enjoativo, uma amostra do que estava por vir".

Coincidindo com o 50.º aniversário do seu lançamento, Jacob Stolworthy, do The Independent, listou "I Will" em 12.º lugar no seu ranking das 30 faixas do Álbum Branco. Ele chamou a canção de "prova cristalina de que ninguém consegue escrever uma canção de amor com tanta naturalidade quanto McCartney", acrescentando que a escolha dela entre os seus favoritos pessoais é uma decisão difícil de contestar.

Créditos

De acordo com Ian MacDonald:

Referências

  1. ↑ Lewisohn 1988, pp. 163, 200.
  2. ↑ Winn 2009, p. 224.
  3. ↑ Gould 2007, p. 522.
  4. ↑ Sounes 2010, p. 227.
  5. ↑ Stolworthy, Jacob (22 de novembro de 2018). «The Beatles' White Album tracks, ranked – from Blackbird to While My Guitar Gently Weeps». The Independent. Consultado em 27 de março de 2019
  6. ↑ MacDonald 2005, p. 315.

Bibliografia