| Parte da série sobre o |
| Hinduísmo |
|---|
Jyotisha (em sânscrito: ज्योतिष, romanizado como jyotiṣa, "esplendor, luz refulgente") também conhecida como astrologia védica, astrologia indiana ou astrologia hindu, é o sistema tradicional hindu de astrologia. É considerada uma das seis disciplinas auxiliares para a compreensão dos Vedas, portanto um Smrti, e o principal meio oracular do Sanātana Dharma, Sendo uma disciplina religiosa, deve ser estudada junto a um mestre autorizado, seguindo a sucessão discipular de uma linhagem.
A astrologia védica é conhecida nos meios de estudos astrológicos como a forma mais precisa de todas as astrologias, reunindo práticas de diversos povos como babilônicos, gregos, árabes e hindus de forma concisa e subordinada à cosmovisão dharmica, com uma metodologia de cálculo baseada no zodíaco sideral, que considera a precessão dos equinócios, permitindo que suas posições fiquem próximas das adotadas pela astronomia moderna.
Desde a decisão do governo Indiano em 2001, algumas universidades indianas oferecem curso superior de astrologia védica. Apesar de nunca ter sido cientificamente testada como o ramo da astrologia ocidental, é também rejeitada pela comunidade científica e atualmente classificada como pseudociência.
A astrologia védica é um dos Vedangas, as seis disciplinas principais da crença védica hindu. O Vedanga Jyotisha é um dos textos mais antigos de astronomia dos Vedas. Seu propósito inicial era a confecção de um calendário para escolher as datas de sacrifícios rituais. Inicialmente, o termo sânscrito "graha" não era sinônimo de planetas, mas era utilizado para se referir a supostos demônios que se originavam durante eclipses, dentre eles, Rahu. Esta segunda fase de intercâmbio de descobertas com a astrologia helênica acontece no século I, o livro Yavanajātaka ("O que dizem os gregos") foi traduzido do grego para o sânscrito por volta do século II. E a semana de sete dias começou a ser utilizada. Os principais textos reconhecidos deste segundo momento datam de compilações da era medieval, entre eles o notável Brihat Parashara Hora Shastra de Parashara, Brihat Jataka de Varaha Mihira e Sārāvalī de Kalyāṇavarma. Estas obras de Varaha Mihira, Parashara e Jaimini foram traduzidos nos últimos anos em língua portuguesa pela comunidade brasileira, assim como o tratado de Praśna Tantra de Śrī Nīlakanta. Na atualidade, a astrologia permanece como uma faceta importante da vida hindu. Os recém-nascidos têm seus nomes escolhidos a partir dos seus mapas natais, os festivais são organizados de acordo com este conhecimento, datas de escolhas de casamento, abrir novos negócios, mudar-se de casa e de trabalho. A astrologia tem status iguais às outras ciências na Índia moderna com cursos de ensino superior. Jaimini foi um antigo estudioso nepalês que fundou a escola Mimansa de filosofia hindu. Ele era um discípulo do sábio Veda Vyasa, o filho de Parashara. Tradicionalmente atribuído a ser o autor dos Mimamsa Sutras e Jaimini Sutras, estima-se que ele tenha vivido por volta do século IV a.C.. Sua escola é considerada não-teísta, mas uma que enfatiza as partes rituais dos Vedas como essenciais para o Dharma.
To optimise the chances of finding even remote relationships between date of birth and individual differences in personality and intelligence we further applied two different strategies. The first one was based on the common chronological concept of time (e.g. month of birth and season of birth). The second strategy was based on the (pseudo-scientific) concept of astrology (e.g. Sun Signs, The Elements, and astrological gender), as discussed in the book Astrology: Science or superstition? by Eysenck and Nias (1982).