Mauro Rubem de Menezes Jonas | |
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No Senado Federal, 2015 | |
| Deputado Estadual por Goiás | |
| Período | 1.º- 1.º de fevereiro de 2003 até 1.º de fevereiro de 2015 2.º- 1.º de fevereiro de 2023 até a atualidade |
| Legislaturas | 15.ª legislatura 16.ª legislaura 17.ª legislatura 20.ª legislatura |
| Vereador de Goiânia | |
| Período | 1.º- 1.º de janeiro de 2001 até 1.º de fevereiro de 2003 2.º- 1.º de janeiro de 2021 até 1.º de fevereiro de 2023 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 11 de maio de 1960 (66 anos) Firminópolis, Goiás, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Partido | PCdoB (1987–1999) PT (1999–presente) |
| Profissão | Odontólogo |
| Website | maurorubem |
Mauro Rubem de Menezes Jonas (Firminópolis, 11 de maio de 1960) é um odontólogo e político brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Desde 2023, exerce o cargo de deputado estadual por Goiás, tendo sido anteriormente vereador de Goiânia, entre 2021 e 2023 e entre 2001 e 2003; além de ter sido deputado estadual pelo mesma unidade federativa entre 2003 e 2015.
Mauro Rubem de Menezes Jonas nasceu em 11 de maio de 1960 no município de Firminópolis, na região de Anicuns, então estado de Goiás. Seus pais são Rubem Jonas e Neuza Menezes Jonas.
Em 1983 se formou em Odontologia pela Universidade Evangélica de Anápolis (UniEvangélica). Mais tarde se especializou em Saúde Pública pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Mauro Rubem é pai de três filhos, sendo dois com a sua esposa e, também odontóloga, Egrivaine Goulart.
A partir da segunda metade da década de 1980, Rubem atuou, em Goiânia, como cirurgião-dentista da Secretaria Estadual de Saúde (SES). Foi então que se envolveu com as lutas do movimento sindical, tendo sido um dos fundadores do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde). Esse seu envolvimento com as lutas sindicais o levou a se interessar pela política partidária. Em 1987, filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PC do B) e, em 1999, ao PT.
Em 2000, Rubem disputou sua primeira eleição e se consagrou vereador de Goiânia. Na Câmara, foi presidente da Comissão de Saúde e o líder do PT de 2001 a 2002. Foi eleito Deputado Estadual em 2002 com 10.157 votos. Após sua eleição, no final de 2002, Rubem ocupou, por três meses, o cargo de líder do prefeito Pedro Wilson Guimarães na Casa.
Desde que se filiou ao PT, Rubem faz parte da tendência marxista da legenda. O deputado é conhecido por suas posturas denominadas de radicais, tais como o fato de ter declarado voto nulo após a decisão do PT de se coligar com o ex-rival Iris Rezende para a prefeitura de Goiânia em 2008. Também criticou a posição da presidente do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Heloísa Helena, quando esta proibiu seus partidários de fazerem declarações públicas de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o segundo turno da eleição presidencial de 2006.
Nas Eleições estaduais em Goiás em 2002, foi eleito para o cargo de deputado estadual com 10 157 votos. Em fevereiro de 2003, Rubem foi empossado na Assembleia Legislativa, onde fez oposição ao governo de Marconi Perillo (PSDB).

Em 2006, no pleito daquele ano foi reeleito para o cargo com 11 544 votos. Foi, em seus 3 primeiros mandatos, presidente da Comissão de Direitos Humanos. Nas eleições de 2010, foi reeleito novamente como Deputado Estadual, para um terceiro mandato, obtendo 17 719 votos.

Em 2014 pleiteou, sem sucesso, uma cadeira na Câmara dos Deputados, obtendo 34 218 votos. Nas eleições estaduais de 2018, tentou retornar a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, porém sem sucesso, obtendo 14 794 votos.
Enquanto esteve fora de mandatos eletivos públicos, foi eleito em 27 de junho de 2015 como presidente da Central Única dos Trabalhadores de Goiás, sucedendo Maria Euzébia de Lima, mais conhecida como Bia de Lima e exercendo a função até a eleição e posse de sua sucessora, que também era de Lima, em 2019.
Em 2020 foi eleito vereador de Goiânia, novamente, com 3 608 votos. Retornou à Câmara Municipal de Goiânia em janeiro de 2021, vinte anos depois de sua primeira posse, exercendo mandato até fevereiro de 2023, quando após ser eleito deputado estadual novamente em 2022, renunciou ao cargo para ascender à Assembleia Legislativa do Estado.

Nas eleições estaduais em Goiás em 2022, disputou novamente o cargo de deputado estadual, sendo eleito com 22 304 votos, sendo o trigésimo quarto candidato mais votado. Ao tomar posse e retornar ao parlamento do estado, destacou a defesa das empresas estatais e dos seus servidores, como a Universidade Estadual de Goiás, Saneamento de Goiás, etc., por parte de seu mandato. Ele formalizou uma Frente Parlamentar em Defesa da UEG, que mantém-se ativa.