
Moledros, moledos, melédros, mariolas ou pedregais são pequenos montículos de pedras, erigidos por humanos em zonas remotas para assinalar locais notáveis numa rota de caminhadas ou peregrinação, como um cume, ou para assinalar trajetos, quer para caminhantes, quer em alguns casos usados por pastores para se orientarem. Os moledros são uma forma fácil, rápida e sem qualquer custo de assinalar um local ou trajeto, com recursos disponíveis no local. Geralmente considerados como tendo um impacto ecológico negligenciável, sem qualquer tipo de poluição química ou visual (no caso dos pequenos). No entanto existem algumas críticas à sua construção em alguns locais, por considerarem que colocam em perigo, animais, visitantes, e paisagem.

De origem desconhecida o termo pode ser comparado ao proto-celta *mol-eje/o(?) que significa louvar.

Os moledros podem variar de tamanho e composição:

Existe a crença de que quando se retira uma pedra do montículo ela retorna de madrugada ao moledo. "Quando se leva do moledro uma pedra, e se deixa num sítio, aí a pedra anoitece, mas não amanhece."
Também se conta que quando alguém leva uma pedra do moledro, às escondidas sem ninguém saber, e se coloca a pedra debaixo do travesseiro, no dia seguinte aparece um soldado, que logo desaparece, e se transforma em pedra para depois de novo reaparecer no moledro.
Segundo Leite de Vasconcelos, no Cabo de São Vicente, em Portugal, dizia-se que cada uma das pedras é um soldado. Antigamente os moledros eram associados à expedição de Dom Sebastião de Portugal.