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Mobilização Nacional | |
|---|---|
| Sigla | MOBILIZA |
| Número eleitoral | 33 |
| Presidente | Antonio Massarollo |
| Vice-presidente | Glauco Nascimento |
| Secretário-geral | Lucas Albano |
| Tesoureiro-geral | Reginaldo Moreira |
| Fundação | 21 de abril de 1984 (42 anos) |
| Registro | 25 de outubro de 1990 (35 anos) |
| Sede | São Paulo, SP |
| Ideologia | |
| Espectro político | Centro-direita Histórico: Esquerda |
| Think tank | Fundação Juscelino Kubitschek |
| Ala de juventude | Mobiliza Jovem |
| Ala feminina | Mobiliza Mulher |
| Ala LGBT | Mobiliza Diversidade |
| Ala verde | Mobiliza Meio Ambiente e Sustentabilidade |
| Membros (2026) | 208 017 filiados |
| Governadores (2026) | 0 / 27 |
| Prefeitos (2024) | 21 / 5 569 |
| Senadores (2026) | 0 / 81 |
| Deputados federais (2026) | 0 / 513 |
| Deputados estaduais (2022) | 4 / 1 024 |
| Vereadores (2024) | 357 / 58 026 |
| Cores | Vermelho Branco Preto |
| Hino | Hino da Independência |
| Slogan | "Mobilizar para Mudar." |
| Bandeira do partido | |
| Página oficial | |
| mobiliza | |
O Mobilização Nacional (MOBILIZA) é um partido político brasileiro de orientação nacionalista. Obteve registro permanente em 25 de outubro de 1990 com o nome Partido da Mobilização Nacional (PMN). Em convenção nacional realizada entre 24 e 25 de julho de 2021, a mudança de nome da agremiação para Mobilização Nacional (MOBILIZA) foi aprovada, sendo homologada no TSE em dezembro de 2023.
Em janeiro de 2026 possuía 208 017 filiados.

O partido participou das eleições presidenciais no Brasil em duas oportunidades. Em 1989, lançou Brant como candidato à presidência, tendo terminado o pleito em 19.º lugar, com 109 909 votos (0,15% dos votos). Em 1998, o partido lançou a candidatura do brigadeiro Ivan Moacyr da Frota, que obteve uma votação maior: 251 337 votos (0,37% dos votos).
Eventualmente, o partido deteve representação parlamentar no Congresso Nacional. Valéria Monteiro foi convidada por um presidente estadual a se filiar ao PMN para concorrer à presidência do Brasil em 2018. No entanto, a convenção do partido abdicou da candidatura própria e de apoiar qualquer outro candidato no primeiro turno, resultando em processos judiciais por parte de Valéria Monteiro contra o partido.
Nas eleições parlamentares brasileiras de 2006, o PMN não conseguiu superar a então recém-instituída cláusula de barreira estabelecida pela legislação eleitoral. Em decorrência disso, o partido considerou fundir-se com o Partido Popular Socialista (PPS) e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) para formar um novo bloco partidário, cujo nome adotado foi Mobilização Democrática (MD). No entanto, após o Supremo Tribunal Federal julgar inconstitucional a cláusula, o bloco foi desfeito e os partidos se separaram.
Novamente, em abril de 2013, o PPS propôs fundir-se ao PMN para formar a Mobilização Democrática (MD). Entretanto, em 28 de junho de 2013, a executiva nacional do PMN rejeitou a proposta, anulando o processo de fusão.
Nas eleições municipais de 2016, o partido elegeu 28 prefeitos e 526 vereadores pelo país. O destaque do partido foi a eleição de Rafael Greca como prefeito de Curitiba, capital do Paraná, após vinte anos afastado da política.
Nas eleições gerais de 2018, o partido não declarou apoio a nenhum dos presidenciáveis. Elegeu apenas três deputados federais e seis deputados estaduais, além de ter ajudado a eleger os governadores do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Pernambuco, além de parlamentares de diversos partidos. Como o PMN não superou a nova cláusula de barreira ao não atingir 1,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, perdeu acesso aos recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
Nas eleições municipais de 2020, o partido elegeu 13 prefeitos e 220 vereadores pelo país, tendo um resultado pior do que em 2016. Ao receber apenas 0,16% dos votos válidos para prefeitos no primeiro turno, o PMN ficou entre os partidos que podem não atingir os 2,0% de votos válidos para deputados federais em 2022, esbarrando na segunda etapa da cláusula de barreira.
Em março de 2021, o PMN chegou a ser uma das siglas com as quais o grupo político do presidente Jair Bolsonaro negociou sua entrada, apesar da resistência de membros do partido. A preferência do presidente era por um partido pequeno onde ele pudesse ter o controle da executiva nacional e dos diretórios.
Em abril de 2024, o ex-governador e ex-senador pelo Paraná Roberto Requião anunciou sua filiação ao partido, com o objetivo de retornar à prefeitura de Curitiba, cargo que ele já ocupou no final dos anos 1980. Requião obteve pelo partido 17 155 votos, alcançando a 7.ª posição.
Parlamentares atuaisNas eleições de 2022, o PMN elegeu seis deputados estaduais e nenhum parlamentar nacional.
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Número de filiados
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Desde a década de 1980, o MOBILIZA utiliza o triângulo da Inconfidência Mineira como símbolo, tendo como patrono Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. No dia 21 de abril de 1986, Dia de Tiradentes, foi lançado no sítio de Pombal (local de nascimento do patrono) o Movimento d'A Retomada da Inconfidência, baseado na Carta de São João D'el Rey, de Oscar Noronha Filho, um dos políticos mais influentes do partido.
| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 49.ª (1991–1995) |
1 / 503 |
0,19 | |
| 50.ª (1995–1999) |
4 / 513 |
0,77 | |
| 51.ª (1999–2003) |
2 / 513 |
0,38 | |
| 52.ª (2003–2007) |
1 / 513 |
0,19 | |
| 53.ª (2007–2011) |
3 / 513 |
0,58 | |
| 54.ª (2011–2015) |
4 / 513 |
0,77 | |
| 55.ª (2015–2019) |
3 / 513 |
0,58 | |
| 56.ª (2019–2023) |
3 / 513 |
0,58 | |
| 57.ª (2023–2027) |
0 / 513 |
0,23 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
| Participação e desempenho do PMN nas eleições estaduais de 2022 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos. Em negrito estão os candidatos filiados ao PMN durante a eleição.Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PMN compôs. Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores. Não estão listados os futuros suplentes empossados.
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| Ano | Imagem | Candidato(a) a Presidente | Candidato a Vice-Presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1989 | Celso Brant (PMN) |
José Natan Emídio Neto (PMN) |
Sem coligação | 109 909 (0,15%) | 19.ª | |
| 1994 | Leonel Brizola (PDT) |
Darcy Ribeiro (PDT) |
Força do Povo
(PDT e PMN) |
2 015 284 (3,18%) | 5.ª | |
| 1998 | Ivan Frota (PMN) |
João Ferreira da Silva (PMN) |
Sem coligação | 251 337 (0,37%) | 5.ª | |
| 2002 | Luiz Inácio Lula da Silva (PT) |
José Alencar (PL) |
Lula Presidente | 52 793 364 (61,27%) | 1.ª | |
| 2010 | José Serra (PSDB) |
Indio da Costa (DEM) |
O Brasil Pode Mais | 43 711 388 (43,95%) | 2.ª | |
| 2014 | Aécio Neves (PSDB) |
Aloysio Nunes (PSDB) |
Muda Brasil | 51 036 040 (48,36%) | 2.ª |