| Polygrapha | |||||||||||||||||
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Vista superior de dois machos de P. xenocrates (ex Anaea xenocrates), cujo tipo nomenclatural fora coletado na Bolívia. | |||||||||||||||||
Vista superior do macho de P. tyrianthina (ex Anaea tyrianthina). | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Espécies
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| Sinónimos | |||||||||||||||||
Muyshondtia Salazar & Constantino, 2001 Pseudocharaxes Salazar & Constantino, 2001 Zikania Salazar & Constantino, 2001 (Markku Savela) | |||||||||||||||||
Polygrapha é um gênero de insetos, proposto por Otto Staudinger em 1887; contendo quatro espécies de borboletas neotropicais da família Nymphalidae e subfamília Charaxinae, caracterizadas por ter um voo muito rápido e forte, distribuídas da Colômbia às Guianas, bacia do rio Amazonas até o Equador, Peru e Bolívia; se alimentando de substâncias em umidade mineralizada do solo ou podendo ser vistas sobre fezes, carniça e sugando fermentação em frutos caídos; em florestas tropicais e subtropicais úmidas ou outros habitats semi-sombreados, onde tendem a permanecer estáveis na folhagem ou no chão por longos períodos, de asas fechadas. Apresentam, vistos por cima, uma gama de cores em marrom, amarelo, laranja, abóbora, vermelho, lilás, violeta e azul. Fêmeas tendem a possuir colorações alares diferenciadas das dos machos. Por baixo, estas borboletas possuem tons marrons e têm uma semelhança muito forte com as folhas mortas, casca de árvores ou pedregulhos, e a denominação Polygrapha refere-se às muitas linhas finas que compõem o padrão da asa ventral em algumas espécies deste gênero.
(*) espécies encontradas no território brasileiro, de acordo com o livro Butterflies of Brazil / Borboletas do Brasil, de Haroldo Palo Jr.
The name refers to the many fine lines that make up the ventral wing pattern in some species - quite different than the serially homologous pattern of spots and stripes distributed among the wing cells in the 'nymphalid groundplan'.