| Interior do terminal, entre as plataformas 2 e 3. | |
| Uso atual | Terminal de ônibus urbano |
| Proprietário | SPTrans |
| Administração | CS Mobileste (desde 2025) |
| Linhas | 65 (sendo 6 de passagem) |
| Plataformas | 7 |
| Área | 23.805 m² |
| Movimento | 78 mil/dia |
| Serviços | |
| Conexões | |
| Informações históricas | |
| Inauguração | 4 de novembro de 1996 (29 anos) |
| Projeto arquitetônico | Paulo Mendes da Rocha |
| Coordenadas | 23° 32′ 49″ S, 46° 37′ 48″ O |
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| Localização | Zona Central de São Paulo |
| Município | São Paulo |
| País | Brasil |
Terminal Parque Dom Pedro II é uma estação de ônibus urbano do município de São Paulo. Está localizada no Parque Dom Pedro II, no distrito da Sé, Zona Central do município. É atualmente administrado pela CS Mobileste, sob supervisão da SPTrans.
Embora o espaço já fosse utilizado desde o final da década de 1960 como ponto inicial e final de diversas linhas urbanas da cidade, o terminal só foi oficialmente inaugurado no final de 1996, quando o local recebeu instalações mais apropriadas para atender os passageiros e os ônibus.
É um dos terminais mais importantes e movimentados de São Paulo, com uma demanda de aproximadamente 78 mil passageiros por dia. É também a estação da SPTrans que concentra o maior número de linhas, abrigando mais de 80 linhas diurnas e noturnas. Além disso, é o terminal que atende ao maior número de regiões da cidade, deixando de atender apenas a Área 1 - Noroeste. Suas instalações são integradas ao Expresso Tiradentes, com conexão feita por meio de uma passarela que leva ao Terminal Mercado.
Até a década de 1960, São Paulo não possuía "terminais" de ônibus urbanos. As linhas de ônibus tinham como ponto final largos e praças da região central como a da Sé, Clóvis, Patriarca, João Mendes, República, entre outras. A ausência de infraestrutura adequada para embarque, desembarque e manobras dos coletivos contribuía para o agravamento dos congestionamentos no centro da cidade.
Com o início da construção da primeira linha do Metrô de São Paulo, muitos itinerários que atendiam o centro precisaram ser modificados. Diversas linhas que partiam da Praça da Sé foram removidas do local para viabilizar as obras da estação homônima. O plano de reorganização do sistema viário contou com a polêmica colaboração do coronel Américo Fontenelle, que determinou a construção de um pátio para ônibus ao longo do Parque Dom Pedro II. Nesse espaço, aberto em março de 1967, foram instalados abrigos com pequenas "plataformas" para os coletivos. As novas estruturas faziam parte da chamada "Operação Bandeirantes", um programa estadual de investimentos no trânsito da capital, lançado durante a gestão do governador Abreu Sodré.
Esses abrigos do Parque Dom Pedro II continuaram funcionando mesmo após o fim da Operação Bandeirantes, que teve curta duração (de fevereiro a abril de 1967), devido ao seu fracasso. Nesse período, o local também passou a receber linhas que operavam na Praça Clóvis — igualmente afetadas pelas obras do metrô — além de linhas oriundas do Grande ABC (anos mais tarde transferidas para o atual Terminal Sacomã). Com o aumento da demanda, o espaço passou por pequenas reformas ao longo dos anos para se adequar minimamente às necessidades dos ônibus e dos passageiros.
Em 1995, com a extinção da CMTC e a criação da SPTrans, o sistema municipal de transporte coletivo sobre pneus passou por uma ampla reformulação, que incluiu a construção de novos terminais. No ano seguinte, o antigo espaço do Parque Dom Pedro foi reformado e passou a contar com infraestrutura mais adequada, incluindo bilheteria, sanitários e cobertura. Assim, o novo Terminal Parque Dom Pedro II foi oficialmente inaugurado em 4 de novembro de 1996 no lugar do pátio antigo, durante a gestão do então prefeito Paulo Maluf.
Em 2025, a administração do terminal foi transferida à iniciativa privada, por meio do consórcio CS Mobileste. A nova gestora será responsável pela manutenção do equipamento, promovendo melhorias nos serviços de acessibilidade, limpeza, entre outros. O contrato de concessão tem validade de 30 anos e está avaliado em R$ 3 bilhões. Apesar de sua relevância no sistema de transporte da cidade, o Terminal Parque Dom Pedro II é um dos que mais recebem reclamações por parte dos usuários. As principais queixas envolvem a falta de limpeza — especialmente nos sanitários — e a presença excessiva de ambulantes em suas dependências. Antes da concessão, chegou-se a cogitar a demolição do terminal como parte de um projeto de revitalização do centro da capital.
| Ônibus se preparando para sair do Terminal Mercado em direção ao Terminal Sacomã. | |
| Uso atual | Estação de BRT |
| Proprietário | SPTrans |
| Administração | CS Mobileste (desde 2025) |
| Linhas | 5 |
| Plataformas | 4 |
| Área | ~ 9.800 m²[carece de fontes] |
| Serviços | |
| Conexões | |
| Informações históricas | |
| Inauguração | 8 de março de 2007 (19 anos) |
| Projeto arquitetônico | Ruy Ohtake |
| Coordenadas | 23° 32′ 49″ S, 46° 37′ 48″ O |
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| Localização | Zona Central de São Paulo |
| Município | São Paulo |
| País | Brasil |
O Terminal Mercado é um equipamento de transporte coletivo vizinho ao Terminal Parque Dom Pedro II, operando como uma estação de BRT e servindo como ponto inicial do Expresso Tiradentes. Foi inaugurado em 8 de março de 2007, durante a gestão do prefeito Gilberto Kassab, inicialmente oferecendo viagens apenas até o Terminal Sacomã. A extensão do ramal até o Terminal Vila Prudente foi inaugurada somente dois anos depois.
Interligado ao Terminal Parque Dom Pedro II por meio de uma passarela, o Terminal Mercado é composto por um edifício com mezanino, que abriga catracas de acesso, elevadores e escadas rolantes que levam ao nível térreo, de onde partem os veículos. O equipamento também conta com um pequeno pátio para manobras dos veículos, que são compostos exclusivamente por ônibus articulados.
Das cinco linhas em operação, duas utilizam veículos sem cobrador e sem catracas — uma vez que os usuários pagam a passagem antes do embarque, ainda na estação —, pois operam exclusivamente no Expresso Tiradentes. As outras três linhas contam com cobrador e catracas, permitindo que os usuários embarquem pelas portas traseiras dos veículos durante todo o percurso no corredor do Expresso Tiradentes, com a porta dianteira sendo usada para embarque apenas após o veículo sair do corredor exclusivo.
Assim como o Parque Dom Pedro, o Terminal Mercado também foi concedido à iniciativa privada, sendo arrematado pela CS Mobileste, que também será responsável pela manutenção e operação de todas as estações do Expresso Tiradentes.