| O Diabo Veste Prada 2 | ||||
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| The Devil Wears Prada 2 | ||||
| Estados Unidos 2026 • cor • 119 min | ||||
| Gênero | comédia dramática | |||
| Direção | David Frankel | |||
| Produção | Wendy Finerman | |||
| Roteiro | Aline Brosh McKenna | |||
| Baseado em | Personagens de Lauren Weisberger | |||
| Elenco | ||||
| Música | Theodore Shapiro | |||
| Cinematografia | Florian Ballhaus | |||
| Edição | Mark Livolsi | |||
| Companhias produtoras | 20th Century Studios Wendy Finerman Productions Sunswept Entertainment | |||
| Distribuição | 20th Century Studios (Walt Disney Studios Motion Pictures) | |||
| Lançamento |
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| Idioma | inglês | |||
| Orçamento | US$ 100 milhões | |||
| Receita | US$ 693,5 milhões | |||
| Cronologia | ||||
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The Devil Wears Prada 2 (bra/prt: O Diabo Veste Prada 2) é um filme norte-americano de comédia dramática dirigido por David Frankel e com roteiro de Aline Brosh McKenna. É uma sequência do filme O Diabo Veste Prada, lançado em 2006 como uma adaptação do romance de mesmo nome de Lauren Weisberger. O filme contém no elenco Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Tracie Thoms e Tibor Feldman que reprisam seus papéis do filme anterior.
Apesar do sucesso de O Diabo Veste Prada, as protagonistas Streep e Hathaway inicialmente hesitaram quanto à possibilidade de uma sequência. O desenvolvimento do filme começou em julho de 2024, com os quatro atores principais – Streep, Hathaway, Blunt e Tucci – confirmando seus papéis, e Frankel e McKenna retornando para dirigir e escrever, respectivamente. A escalação de novos atores para os personagens foi anunciada entre essa data e novembro de 2025. As filmagens principais ocorreram de junho a outubro de 2025 em Nova Iorque e Milão, com filmagens adicionais em Newark.
O Diabo Veste Prada 2 teve premiere mundial em 20 de abril de 2026, em Nova Iorque, e lançamento nos cinemas dos Estados Unidos pela 20th Century Studios em 1º de maio de 2026. No Brasil e em Portugal, o filme foi lançado em 30 de abril.
Duas décadas depois de deixar seu cargo de assistente na revista Runway, Andrea "Andy" Sachs realizou seu sonho de se tornar uma jornalista investigativa de respeito, trabalhando no conceituado jornal New York Vanguard. No entanto, sua celebração é interrompida de forma brutal: minutos antes de receber um importante prêmio por suas reportagens, ela e toda a sua equipe são sumariamente demitidos por meio de uma mensagem de texto. Em um discurso de improviso no palco, Andy desabafa sobre a precariedade do jornalismo e o descaso das corporações, e seu discurso viraliza.
Enquanto isso, a icônica editora-chefe da revista Runway, Miranda Priestly, enfrenta uma crise de credibilidade: sua revista publicou um artigo elogioso e enganoso sobre uma controversa empresa de fast-fashion chamada "Speed Fash", o que gera um escândalo e ameaça afastar os anunciantes. Para melhorar a reputação da revista, o chefe de Miranda, Irv, a força a contratar Andy como editora de matérias especiais. Miranda se ressente da intromissão. Uma Miranda apática e incomum tem dificuldades para se adaptar à mídia de moda moderna. Embora alguns de seus comportamentos tirânicos no escritório ainda persistam, as reclamações ao RH diminuíram sua arrogância. Nigel, braço direito de Miranda, explica que ninguém mais lê a edição impressa da Runway. Para pagar as contas, a outrora perfeccionista Miranda precisa se render a manchetes sensacionalistas online e conteúdo curto e barato. Andy escreve artigos sérios, mas poucas pessoas os leem. Enquanto isso, ela encontra um novo namorado, Peter.
Após o escândalo das fábricas exploradoras, Miranda tenta reconquistar a confiança de seus anunciantes. Um anunciante importante é a Dior, que emprega Emily, ex-colega de Andy. Durante uma negociação crucial, Andy percebe a tensão entre Emily e Miranda. Miranda é forçada a oferecer à Dior uma matéria elogiosa, que ela designa para Andy. Durante a entrevista, Emily e Andy discutem sobre como a moda moderna aumenta os preços e exclui os consumidores da classe média. Andy salva sua posição na Runway ao conseguir uma entrevista cobiçada com Sasha Barnes, a rica divorciada de um bilionário do Vale do Silício.
Irv promete promover Miranda a chefe de conteúdo global de toda a sua empresa de mídia, mas morre antes de oficializar a promoção. Seu filho, Jay, que não compartilha do apego sentimental de Irv à moda ou à Runway, suspende a promoção de Miranda e contrata consultores de gestão para recomendar cortes de custos. Miranda é obrigada a viajar de classe econômica. Para surpresa de Andy, Miranda tolera a situação. Andy coloca em risco seu relacionamento com Peter quando, sem querer, insulta o trabalho dele, enquanto teme perder o próprio emprego.
Durante a Semana de Moda de Milão, Nigel organiza o que pode ser seu último grande baile de gala da Runway, com Lady Gaga como estrela. A antiga rivalidade entre Miranda e Emily logo se transforma em uma disputa de poder pelo futuro da revista, com Andy no meio do fogo cruzado. Andy elabora um plano para salvar a Runway, convencendo um mecenas rico a comprá-la de Jay. O mecenas é Benji, ex-marido de Sasha e atual namorado de Emily. Quando Andy e Emily revelam o plano, Miranda fica furiosa, pois sabe que Emily só compraria a Runway para demiti-la. Miranda admite que a afastou do jornalismo de moda porque Emily não tem visão criativa. No jantar de gala, Benji conta a Miranda sobre sua visão de um mundo movido a inteligência artificial, o que a deixa perturbada.
Para impedir que Benji e Emily destruam a Runway, Miranda instrui Andy a encontrar um comprador concorrente. Andy convence Sasha a comprar não apenas a Runway, mas também toda a empresa controladora, e Jay aceita a oferta, desistindo do acordo com Benji. Sasha então dá a Miranda a promoção que Irv lhe prometeu. Andy se reconcilia com Peter e com uma Emily derrotada. Nigel revela que foi ele, e não Irv, quem trouxe Andy de volta para a Runway, pois sempre gostou dela. Miranda admite a Andy que o idealismo desta a inspirou a lutar. Ela dá a Andy um escritório melhor e retorna ao trabalho com uma renovada arrogância.
Lady Gaga faz uma participação especial, conforme descrito nos créditos finais, como uma versão ficcional de si mesma que tem um passado turbulento com Miranda. As seguintes personalidades também fazem participações especiais interpretando a si mesmas:
Em 2013, Lauren Weisberger escreveu e publicou A Vingança Veste Prada, uma sequência de seu romance de 2003, O Diabo Veste Prada, que foi adaptado para o cinema em 2006. Não parecia provável que uma sequência desse filme fosse feita, já que as atrizes Meryl Streep e Anne Hathaway não estavam muito interessadas nisso. Streep teria dito que não estava interessada em uma sequência, e embora Hathaway tenha dito que estaria interessada em trabalhar com as mesmas pessoas, teria que ser “algo totalmente diferente”.
Em julho de 2024 foi anunciado que a Walt Disney Studios, divisão dona da 20th Century Studios, estava interessada em fazer uma sequência. As negociações começaram no mesmo mês com Aline Brosh McKenna retornando para escrever o roteiro. Streep, Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci também retornaram, reprisando seus papéis do primeiro filme.
A fotografia principal começou em 30 de junho de 2025, com David Frankel novamente na direção e Kenneth Branagh se juntando ao elenco. Em julho, foi anunciado que Tracie Thoms e Tibor Feldman reprisariam seus papéis, com Simone Ashley, Lucy Liu, Justin Theroux, B. J. Novak, Pauline Chalamet, Rachel Bloom e Patrick Brammall como novas adições ao elenco. Streep, Hathaway e Tucci foram vistos filmando em Nova Iorque durante a semana de 21 de julho. Blunt foi vista pela primeira vez uma semana depois. Brammel e Hathaway foram vistos filmando uma cena juntos em 5 de agosto. Sydney Sweeney foi vista no set com Blunt em 7 de agosto. Uma importante cena no aeroporto foi filmada em Newark em 10 de setembro de 2025.
Tucci e Streep filmaram no desfile da Dolce & Gabbana na Semana da Moda de Milão em 27 de setembro. As filmagens ocorreram em Milão, Itália, de 6 a 18 de outubro. Em outubro, Donatella Versace foi vista no set filmando uma participação especial, enquanto Lady Gaga foi anunciada para ter um papel no filme. Simone Ashley terminou de filmar suas cenas em 17 de outubro de 2025. As filmagens foram oficialmente encerradas em 20 de outubro de 2025. Em novembro de 2025, Caleb Hearon, Helen J. Shen e Conrad Ricamora também foram anunciados como parte do elenco. Em abril de 2026, foi revelado que Sweeney, que deveria fazer uma participação especial interpretando a si mesma, foi cortada da versão final do filme.
Jess Gonchor, designer de produção do filme original, retornou para a sequência. Os escritórios da Runway foram novamente cenários construídos nos estúdios Kaufman Astoria, no Queens, mas agora, ele disse à Architectural Digest, eles eram oito vezes maiores, mostrando o espaço que o original pretendia apenas sugerir. "Com os novos escritórios, estamos criando mais uma história visual. Abrimos tudo para que não fosse apenas sobre Miranda e as assistentes." O antigo edifício da McGraw-Hill na 1221 Avenue of the Americas serviu, novamente, como a fachada e o saguão do edifício Elias-Clark. Uma grande sala foi decorada como a cafeteria.
"Dizer as palavras 'O Diabo Veste Prada' abriu muitas portas para nós desta vez e nos deu acesso a lugares onde não podíamos antes", disse Gonchor. Em Nova York, isso significou que a produção pôde filmar na boutique Dior na 57th Street com a Madison Avenue antes de ser inaugurada, bem como no saguão do hotel Waldorf Astoria, que esteve fechado por seis anos para reformas. Para o escritório de Emily, foi usado um espaço recém-inaugurado no empreendimento Hudson Yards. Marc Jacobs permitiu que a produção entrasse em seus provadores. A equipe conseguiu permissão para usar a mesma casa geminada que foi a de Miranda no primeiro filme.
Enquanto os interiores dos quartos de hotel em Milão estavam na verdade na Woolworth Mansion, em Manhattan, muitas outras cenas daquela parte do filme usaram locações italianas. O Palazzo Parigi & Grand Spa Milano, onde o elenco ficou durante as filmagens, foi usado para a fachada e o saguão, levando Tucci e Theroux a tomar martinis lá entre as cenas. A apresentação de Lady Gaga foi originalmente planejada para a Piazza del Duomo, mas foi transferida para a Accademia di Brera para evitar que a notícia da aparição de Lady Gaga se espalhasse. A cena do jantar no refeitório da Santa Maria delle Grazie foi na verdade filmada em um cenário construído em três quartos da escala real, incluindo uma réplica pintada à mão d' A Última Ceia de Leonardo da Vinci, por uma equipe de artesãos liderada por uma mulher que gerencia o design de cenários para uma casa de ópera romana. Como não tinham permissão para filmar a pintura real, "tivemos que realmente estudar aquela coisa", diz Gonchor. Em várias visitas particulares, "tivemos permissão para tomar nosso tempo e descobrir como queríamos replicá-la — apenas eu e mais algumas pessoas, sem multidões. Foi uma coisa muito especial de se fazer." Após um longo passeio de barco pelo Lago Como, Gonchor escolheu a Villa del Balbiano como a villa de Benji. "Sabíamos que Emily e Benji chegariam de barco, e também queríamos que os espectadores vissem a casa do lago, para que fossem realmente transportados para este ambiente luxuoso."
O primeiro teaser trailer foi lançado em 12 de novembro de 2025. Segundo informações, foi o trailer de comédia mais visto em 15 anos, com 181.5 milhões de visualizações apenas nas primeiras 24 horas. A correção de cor e a iluminação do filme, conforme apresentadas no trailer, provocaram inúmeros comentários nas redes sociais e na imprensa, lamentando a adoção generalizada do «estilo Netflix» em toda a indústria cinematográfica (cores padronizadas, perda de contraste, resultando em uma representação visual suave e plana). O primeiro trailer completo do filme, lançado em 1 de fevereiro de 2026, registrou 222 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas, o que a 20th Century Studios descreveu como o trailer mais visto na história do estúdio. Em abril de 2026, Streep e Hathaway viajaram para a Coreia do Sul para promover o filme e participaram de uma entrevista com a cantora Jang Won-young.
O segundo trailer de O Diabo Veste Prada 2 incluiu uma prévia de "Runway", uma música original interpretada por Lady Gaga e Doechii. A faixa, que compartilha o título com a revista fictícia liderada por Miranda Priestly, apresentava um estilo house pop e acompanhou o trailer. A música foi lançada em 9 de abril de 2026.
Sua estreia mundial foi realizada no Lincoln Center, na cidade de Nova York, em 20 de abril, e a estreia foi transmitida ao vivo no Disney+ e no TikTok. A estreia europeia ocorreu em 22 de abril, em Londres. O filme foi lançado em Tóquio, no Roppongi Hills Mori Tower, em 24 de abril.
Cinema
The Devil Wears Prada 2 foi lançado nos Estados Unidos em 1 de maio de 2026, data que originalmente seria de Vingadores: Doutor Destino que foi adiado pela Disney que colocou este filme em seu lugar.
Home Media
O filme foi lançado para aluguel e compra em 30 de junho de 2026 e em Blu-ray em 28 de julho nos Estados Unidos. Em streaming o filme foi lançado no Hulu e Disney+ em 29 de julho de 2026.
A Nielsen Media Research, que registra a audiência de streaming em determinadas telas de televisão nos Estados Unidos, informou que The Devil Wears Prada 2 foi o filme mais assistido por streaming na semana de 27 de julho a 2 de agosto, com 885 milhões de minutos assistidos. Na semana seguinte, de 3 a 9 de agosto, o filme registrou 410 milhões de minutos de tempo de exibição, ficando em quarto lugar.
No site agregador de resenhas Rotten Tomatoes, 79% das 118 resenhas dos críticos são positivas. Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 61 em 100, com base em 46 críticos, o que indica resenhas «geralmente favoráveis».
Justin Chang, da The New Yorker, escreveu que o filme está "...vendendo um monte de coisas absurdas, mas as vende muito bem, com uma segurança e convicção genuínas, e a proporção certa de cinismo e esperança". David Sims, da The Atlantic, escreveu: "Ele se diverte muito ao explorar os dilemas da mídia moderna, sem abandonar o glamour que tornou o original tão duradouro". Odie Henderson, do The Boston Globe, escreveu: "A Miranda ganha mais profundidade desta vez, o que a suaviza um pouco, mas força o espectador a torcer pelo seu sucesso. Isso me incomodaria, mas The Devil Wears Prada 2 consegue dar aos jornalistas um vilão ainda maior para vaiar e ressentir". Clarisse Loughrey, do The Independent, escreveu que o filme "...toca dolorosamente fundo, e a insegurança laboral perpétua não é exclusiva do mundo da mídia. No entanto, mesmo para aqueles que não se identificam, ainda há muitos prazeres indulgentes e doces para se participar."
Em uma crítica negativa, Moira MacDonald, do The Seattle Times, escreveu que o filme "...nos dá muito para ver, e Hathaway e Blunt, em particular, são um prazer, mas é como um champanhe sem gás: talvez valha a pena bebê-lo em um aperto, mas acaba sendo insatisfatório". Randy Myers, do The Mercury News, escreveu: "Sim, de fato é um prazer estar novamente com esses personagens, e há algumas boas risadas aqui e ali. Mas The devil wears Prada 2 dá a sensação de ter saído da loja antes de estar pronto. Parece tão inovador quanto as flores na primavera."
O Diabo Veste Prada 2 arrecadou US$ 10 milhões nas pré-estreias de quinta-feira. Internacionalmente, o filme teve uma projeção de estrear com cerca de US$ 100 milhões em 35 países. No Brasil, o filme conseguiu R$ 6 milhões e 252 mil espectadores apenas com as prévias da quarta-feira. Ele arrecadou US$ 40,5 milhões em seu primeiro dia de lançamento oficial. Em dois dias, o filme faturou US$ 77 milhões nos Estados Unidos e Canadá, e US$ 157 milhões em outros territórios, totalizando US$ 234 milhões mundialmente. Uma projeção de faturamento para o longa foi realizado, indicando valores entre US$ 75–80 milhões em 4.150 cinemas dos EUA e Canadá, com algumas estimativas chegando a US$ 100 milhões.
Em 16 de abril de 2026, a 20th Century Studios publicou um clipe promocional do filme em seu canal oficial do YouTube, no qual aparecia a personagem Andy Sachs, interpretada por Hathaway, ao lado de sua assistente asiática, Jin Chao, interpretada pela atriz sino-americana Helen J. Shen. A representação da personagem de Shen gerou críticas por seu caráter racista, já que alguns usuários online apontaram que o nome da personagem tinha uma semelhança fonética com "Ching Chong", um insulto racial usado historicamente para zombar do idioma e do povo chinês. Os críticos observaram ainda que a personagem aparecia com roupas e óculos relativamente antiquados, em contraste com outros personagens, e era mostrada recitando suas realizações acadêmicas, o que interpretaram como um reforço do estereótipo de "rato de biblioteca cdf" frequentemente associado a pessoas asiáticas.
Segundo o South China Morning Post, o nome da personagem foi inicialmente informado erroneamente como "Chin Chou", o que se assemelhava ainda mais à pronúncia do insulto racial e contribuiu para sua ampla divulgação nas redes sociais. A controvérsia provocou reações negativas e debates online na China continental, Japão, Coreia do Sul e Hong Kong, com apelos ao boicote do filme que se espalharam pela internet na China.
Em resposta à controvérsia, McKenna afirmou que a personagem Jin Chao recebeu o nome de uma amiga de infância e é uma "personagem muito dimensional", acrescentando que ela é sua "carta de amor para todas as maravilhosas assistentes da Geração Z [que ela] teve que são tão empreendedoras e inteligentes".