Logotipo usado desde 2018 | |
| Tipo de sítio | Plataforma OTT nos Estados Unidos, desde 2007 Marca de conteúdo OTT no Disney+, desde 2024 |
|---|---|
| Empresa-mãe | Disney Streaming, da Disney Entertainment |
| Pessoas-chave | Lauren Tempest, gerente-geral |
| Cadastro | Obrigatório |
| Usuários | 64,1 milhões, em 13 de novembro de 2025 |
| Lançamento | 29 de outubro de 2007, como serviço independente nos Estados Unidos 1 de setembro de 2011, como serviço independente no Japão 27 de fevereiro de 2014, como Hulu Japan 27 de março de 2024, como seção do Disney+ nos Estados Unidos 8 de outubro de 2025, como seção do Disney+ em outros países |
| Sede | Walt Disney Studios, Burbank, Califórnia, Estados Unidos |
| Área(s) servida(s) | Estados Unidos, desde 2007, como serviço independente e seção do Disney+ Canadá, Europa, América Latina e Caribe, Oriente Médio e Norte da África, África do Sul e partes da Ásia-Pacífico, desde 2025, como seção do Disney+ Japão, de 2011 a 2014, como serviço independente, e desde 2014 como Hulu Japan |
| Endereço eletrônico | hulu.com, serviço independente disneyplus.com, seção de conteúdo |
| Estado atual | Ativo |
Hulu, pronunciado /ˈhuːluː/ em inglês, é um serviço norte-americano de televisão por streaming por assinatura, pertencente à Disney Streaming, subsidiária da divisão Disney Entertainment da The Walt Disney Company. Com 64,1 milhões de assinaturas pagas, está entre os serviços de vídeo sob demanda com mais assinantes. Sua sede fica em Los Angeles, na Califórnia, e seus escritórios ficam em Santa Mônica, no antigo escritório da HBO na Costa Oeste, em Nova York e em Seattle, no estado de Washington. O Hulu foi lançado em 29 de outubro de 2007 como uma Empreendimento conjunto entre a News Corporation e a NBCUniversal. A Providence Equity, a Disney e a WarnerMedia investiram no serviço depois.
O Hulu começou reunindo episódios recentes de programas das redes de televisão dessas empresas, como ABC, NBC e Fox. Em 2010, lançou um serviço de assinatura chamado "Hulu Plus", com temporadas completas de programas dessas empresas e de outros parceiros, além de novos episódios logo após sua exibição na televisão. Em 2016, cedeu ao Yahoo! a distribuição de seu catálogo gratuito para se dedicar exclusivamente ao Hulu Plus. Em 2017, lançou o "Hulu + Live TV", que acrescentava canais de televisão aberta e a cabo à oferta do Hulu Plus.
Em 2019, a Disney passou a deter a maioria das ações do Hulu com a aquisição da 21st Century Fox, sucessora da News Corporation. A empresa adquiriu as participações restantes da AT&T em 2019 e da Comcast em 2023, tornando-se a única proprietária. Após a compra, a Disney aproximou o Hulu de seu outro serviço, o Disney+, que passou a ter uma seção com conteúdo do Hulu para quem assinava os dois serviços. Em 2025, anunciou planos de encerrar os aplicativos do Hulu e reunir os serviços em uma única plataforma, mantendo as assinaturas separadas. Em meados de 2026, porém, a Disney afirmou que não tinha planos de encerrar o aplicativo independente do Hulu.
Com exceção da versão japonesa, lançada em 2011 e adquirida pela Nippon TV em 2014, o Hulu só iniciou uma expansão internacional mais extensa em 2025. Naquele ano, a Disney anunciou que a marca substituiria a Star na oferta de entretenimento geral do Disney+ fora dos Estados Unidos.
Em janeiro de 2025, a Disney anunciou a intenção de adquirir 70% do serviço concorrente de televisão por streaming FuboTV. A compra foi concluída em 29 de outubro de 2025. A empresa resultante reúne as operações do FuboTV e do Hulu + Live TV e é dirigida por David Gandler, diretor executivo da Fubo.
O nome Hulu vem de duas expressões do mandarim, húlu, escrita 葫芦 em caracteres simplificados e 葫蘆 em tradicionais, que significa "cabaça", e hùlù, escrita 互录 ou 互錄, que significa "gravação interativa".
Jason Kilar, que foi diretor executivo do Hulu, explicou que o nome veio de um provérbio chinês:
Hulu significa cabaça em mandarim. Quando estávamos lançando o Hulu, pensamos: "Que ótimo nome". E havia essa ideia de um recipiente para coisas preciosas, que, no nosso caso, guardaria conteúdo de qualidade. Foi por isso que escolhemos o nome Hulu.
Bruce Campbell, Peter Chernin, JB Perrette, Mike Lang, Beth Comstock, George Kliavkoff, Darren Feher e Jason Kilar participaram da criação do Hulu. Rus Yusupov chefiou a equipe responsável pelo desenho inicial da plataforma e trabalhou na interface e na experiência de uso. O empreendimento foi anunciado em março de 2007, com a AOL, a NBC Universal, que pertencia à General Electric e à Vivendi, o MSN, o Myspace, então da News Corporation, e o Yahoo! como parceiros iniciais de distribuição. O primeiro produto lançado, em 27 de outubro de 2007, foi um reprodutor para distribuir vídeos em outros sites, desenvolvido pela equipe de engenharia da NBC sob a direção de Tom Sharma. Jason Kilar assumiu a direção executiva do Hulu em 2007. A NBC encerrou seu projeto anterior de vídeos on-line, o NBBC, para concentrar os esforços no Hulu.
O nome Hulu foi escolhido no fim de agosto de 2007, quando o site entrou no ar apenas com um anúncio, sem vídeos. Os visitantes podiam cadastrar seus endereços de e-mail para participar dos testes da versão beta. Os testes fechados começaram em outubro de 2007, por convite. Depois, os participantes também puderam convidar amigos. O serviço foi aberto ao público nos Estados Unidos em 12 de março de 2008.
O Hulu iniciou uma campanha publicitária durante a transmissão do Super Bowl XLIII pela NBC, com o comercial "Alec in Huluwood", estrelado por Alec Baldwin. Outros anúncios tiveram a participação de Eliza Dushku, Seth MacFarlane, Denis Leary e Will Arnett.
Em julho de 2007, a Providence Equity, proprietária da Newport Television, tornou-se uma das primeiras investidoras externas do empreendimento. Comprou 10% da empresa por US$ 100 milhões, antes da escolha do nome "Hulu". O investimento lhe deu um assento no conselho de administração, onde deveria ter uma voz independente. Em abril de 2009, a The Walt Disney Company entrou no consórcio como acionista, com planos de oferecer conteúdo da ABC, da ESPN e do Disney Channel.
No início de 2010, Jason Kilar afirmou que o Hulu havia registrado lucro em dois trimestres e poderia superar US$ 100 milhões de receita até o verão daquele ano, mais do que havia obtido em todo o ano de 2009. O serviço chegou a 903 milhões de reproduções mensais de vídeos em janeiro de 2010, mais de três vezes o resultado de um ano antes, ficando atrás apenas do YouTube. Em 16 de agosto de 2010, foi noticiado que o Hulu preparava uma oferta pública inicial de ações, que poderia avaliar a empresa em mais de US$ 2 bilhões.
Em junho de 2011, uma oferta não solicitada levou os proprietários do Hulu a avaliar a venda da empresa. Eles desistiram da operação porque nenhuma proposta atingiu um valor que julgassem satisfatório. Em setembro daquele ano, o serviço foi lançado no Japão, sua primeira e única expansão internacional como plataforma independente.
O Hulu teve receita de US$ 420 milhões em 2011, US$ 80 milhões abaixo da meta. Em 17 de outubro de 2013, Mike Hopkins, ex-presidente da Fox Networks, assumiu o cargo vago de diretor executivo.
Em outubro de 2012, a Providence vendeu sua participação de 10% às empresas de mídia proprietárias do Hulu e deixou o conselho de administração. Em 27 de fevereiro de 2014, a Nippon Television Network Corporation adquiriu a operação japonesa do Hulu. Um acordo separado permitiu que o serviço mantivesse a marca e a tecnologia Hulu no Japão, sob uma subsidiária da Nippon.
Em 3 de agosto de 2016, a Time Warner adquiriu 10% do Hulu. Hopkins deixou a empresa para presidir a Sony Pictures Television. Randy Freer, diretor de operações da Fox Networks Group, assumiu a direção executiva do Hulu em 24 de outubro de 2017.
Em 20 de março de 2019, a Disney adquiriu a 21st Century Fox e passou a deter 60% do Hulu. Em 15 de abril, a AT&T vendeu sua participação de 10% ao próprio Hulu por US$ 1,43 bilhão. A Disney passou a ter 67% e a Comcast, 33%. Em 14 de maio de 2019, a Comcast anunciou que cederia o controle à Disney e firmou um acordo que permitia à Disney comprar seus 33% a partir de 2024.

A transferência do controle da Comcast para a Disney entrou em vigor imediatamente, em 14 de maio de 2019. O serviço tornou-se uma divisão da Walt Disney Direct-to-Consumer & International, a DTCI, e a Comcast passou a ser uma sócia sem participação na gestão. O acordo previa a venda de seus 33% à Disney pelo valor justo de mercado a partir de 2024. Esse valor seria calculado na ocasião, mas a Disney garantiu uma avaliação mínima de US$ 27,5 bilhões para a empresa inteira, o que equivalia a pelo menos US$ 9,075 bilhões pela participação da Comcast. Randy Freer passaria a responder ao executivo da Disney Kevin Mayer.
Para a Disney, o controle do Hulu era o terceiro componente de sua estratégia de venda direta ao consumidor, ao lado do serviço esportivo ESPN+ e do Disney+, que ainda seria lançado. O Hulu ficaria voltado ao entretenimento geral e ao público adulto. A NBCUniversal manteria o licenciamento de seu conteúdo pelo menos até 2024, mas poderia transformar os contratos exclusivos em não exclusivos a partir de 2020 e encerrar outros acordos de conteúdo a partir de 2022.

Em 31 de julho de 2019, a Disney reorganizou a direção do Hulu e colocou a equipe de produções originais de ficção sob a Walt Disney Television. O vice-presidente sênior responsável por esse conteúdo passou a responder diretamente ao presidente da Disney Television Studios e da ABC Entertainment. A partir de novembro de 2019, a FX e a Searchlight Pictures passaram a fornecer conteúdo ao Hulu. Em janeiro de 2020, a Disney anunciou a extinção do cargo de diretor executivo do Hulu, cujos principais executivos passariam a responder diretamente à DTCI e à Walt Disney Television. Freer deixou o cargo em 31 de janeiro de 2020, quando a nova estrutura entrou em vigor.
Em junho de 2021, a Comcast acusou a Disney de prejudicar o crescimento e o valor do Hulu ao não expandir o serviço para outros países. A Disney havia optado por acrescentar a marca Star ao Disney+ em alguns mercados.
Em 7 de setembro de 2021, o Hulu anunciou um aumento de US$ 1 em seus planos de vídeo sob demanda com e sem anúncios, que passariam a custar US$ 6,99 e US$ 12,99 mensais em 8 de outubro. Em outubro, Kelly Campbell deixou a presidência do Hulu e depois assumiu a presidência do Peacock, serviço concorrente da NBCUniversal.
Em 22 de novembro de 2021, a Disney e a WarnerMedia firmaram um acordo para exibir parte dos filmes da 20th Century Studios e da Searchlight Pictures no Disney+, no Hulu e no HBO Max em 2022. Em março de 2022, a NBCUniversal decidiu retirar seu conteúdo do Hulu e transferi-lo para o Peacock a partir de setembro. Joe Earley assumiu a presidência do Hulu em janeiro de 2022.
Em setembro de 2022, Bob Chapek afirmou que a Disney estudava integrar o Hulu ao Disney+, pois esse modelo havia funcionado fora dos Estados Unidos sem conflitos entre os tipos de conteúdo. Ele disse que a Disney gostaria de comprar os 33,3% da Comcast antes de 2024, prazo previsto no acordo, para acelerar a integração. Chapek afirmou que a Comcast não havia oferecido condições razoáveis para antecipar a venda. A Comcast, por sua vez, manifestou interesse em comprar o Hulu caso ele fosse colocado à venda.
Em 18 de maio de 2023, foi anunciada a retirada de quase 60 filmes e séries originais do Disney+ e do Hulu em 26 de maio, para reduzir custos. A decisão recebeu críticas, sobretudo pela retirada prevista de Howard, documentário sobre o letrista Howard Ashman, às vésperas do Mês do Orgulho LGBT e da estreia da adaptação com atores de A Pequena Sereia. No dia seguinte, a Disney confirmou que o documentário permaneceria disponível.
Em 10 de julho de 2023, o Hulu lançou o Animayhem, uma seção dedicada à animação adulta e aos animes. O catálogo reunia programas da 20th Television Animation, como American Dad!, Bob's Burgers, Family Guy, The Cleveland Show e King of the Hill. O serviço também encomendou novas temporadas de Futurama e King of the Hill. Para divulgar o lançamento, a empresa montou na San Diego Comic-Con a experiência imersiva Hulu Animayhem: Into the Second Dimension. A seção chegou ao Disney+ em outros países no ano seguinte.
Em 6 de setembro de 2023, Brian L. Roberts, diretor executivo da Comcast, anunciou que o valor justo das ações do Hulu seria calculado com base em 30 de setembro. Em novembro de 2023, a Disney iniciou a compra da participação da Comcast. As empresas haviam acordado um preço mínimo de US$ 8,6 bilhões, pago em 1 de dezembro. Em agosto de 2024, ainda havia uma disputa sobre a avaliação do Hulu para concluir a operação, e a decisão arbitral era esperada para 2025. Em 9 de junho de 2025, as partes resolveram a disputa. A Disney pagaria mais US$ 438,7 milhões à Comcast, além do preço mínimo, e o fechamento ocorreria até 24 de julho de 2025.
Em 6 de dezembro de 2023, a Disney começou a testar a integração do Hulu como uma seção do Disney+ para assinantes dos dois serviços. O lançamento oficial ocorreu em 27 de março de 2024. Em 6 de agosto de 2025, a Disney anunciou que encerraria os aplicativos independentes do Hulu e integraria o serviço por completo à plataforma do Disney+. O Hulu manteria uma assinatura própria, mas seu conteúdo seria acessado por um aplicativo unificado em 2026. A marca também substituiu a Star no Disney+ fora dos Estados Unidos em 8 de outubro de 2025. Em 8 de abril de 2026, o The Wall Street Journal noticiou que as equipes do Hulu e do Disney+ seriam reunidas como parte da integração dos aplicativos e dos cortes de custos da Walt Disney Company. Em 19 de maio de 2026, a Disney anunciou que assinantes elegíveis apenas do Hulu poderiam entrar no Disney+ com sua conta MyDisney e importar o histórico de visualização, a lista de títulos salvos e as recomendações. A empresa também afirmou que não tinha planos de encerrar o aplicativo independente do Hulu. O único aplicativo independente encerrado foi o do Nintendo Switch, em 5 de fevereiro de 2026. Em 28 de maio, porém, o Business Insider noticiou a existência de um documento interno da Disney sobre o "Project Gemini". O plano previa a transferência gradual do conteúdo e dos recursos do Hulu para o Disney+, seguida pela desativação do aplicativo e da infraestrutura tecnológica do Hulu depois que todos os usuários migrassem, até o fim de 2026.
Em 30 de setembro de 2025, os acionistas da FuboTV aprovaram a fusão com o Hulu + Live TV para formar uma empresa controlada pela Disney. A operação previa que a Disney teria aproximadamente 70% da empresa ampliada e os acionistas da Fubo ficariam com o restante. A equipe de gestão da Fubo, chefiada pelo cofundador e diretor executivo David Gandler, dirigiria a empresa resultante. Fubo e Hulu + Live TV permaneceriam disponíveis como ofertas separadas. A Fubo esperava concluir a operação no quarto trimestre de 2025 ou no primeiro trimestre de 2026. A Disney concluiu a aquisição da participação majoritária em 29 de outubro de 2025. Somada ao Hulu + Live TV, a operação tornou-se a sexta maior de televisão por assinatura dos Estados Unidos.
De 17 de janeiro de 2011 a 24 de abril de 2014, o Hulu exibiu a websérie The Morning After, um programa de notícias sobre cultura pop com tom descontraído. A produção era do Hulu em parceria com a HDFilms, de Jace Hall, e tinha Brian Kimmet e Ginger Gonzaga como apresentadores. Foi a primeira produção própria da empresa, que até então se dedicava sobretudo à distribuição de conteúdo.
Em 16 de janeiro de 2012, o Hulu anunciou Battleground, seu primeiro programa original de ficção, que estreou em fevereiro. A série foi exibida na versão gratuita do site. Battleground era um drama político filmado em estilo documental.
Ainda em janeiro, o Hulu anunciou o reality show The Fashion Fund, com seis episódios. O vencedor receberia US$ 300 mil para iniciar a carreira.
O Hulu anunciou sete programas originais. Battleground, Day in the Life e Up to Speed já haviam sido apresentados. Em 19 de abril, a empresa acrescentou Don't Quit Your Daydream, Flow, The Awesomes e We Got Next à lista. Parte dessas produções estreou em 2012, e as demais chegaram nos anos seguintes.
Em 21 de maio de 2012, o Hulu anunciou que Kevin Smith participaria de sua programação original. Smith apresentou Spoilers, um programa de debates sobre cinema que estreou em meados de 2012.
Em março de 2016, a Lionsgate Premiere e o Hulu adquiriram juntos os direitos de distribuição de Joshy, lançado em 12 de agosto de 2016.
Em 4 de maio de 2016, o Hulu fez sua primeira aquisição de um documentário, The Beatles: Eight Days a Week, como parte da coleção Hulu Documentary Films que planejava lançar. O filme estreou nos cinemas em 15 de setembro e chegou ao serviço em 17 de setembro.
Em 3 de março de 2025, o Hulu transmitiu a 97.ª cerimônia do Oscar simultaneamente à ABC, na primeira exibição da premiação pela plataforma. A transmissão teve falhas técnicas, com interrupções dos servidores no início e encerramento antes do anúncio das indicadas ao prêmio de melhor atriz.
Após o lançamento, o Hulu firmou acordos com novos fornecedores para ampliar seu catálogo. No início, exibia filmes e programas de suas proprietárias, News Corporation e NBCUniversal, além de títulos da Sony Pictures, da MGM, da Warner Bros. e da Lionsgate. Em 30 de abril de 2009, a The Walt Disney Company anunciou sua entrada no empreendimento com a compra de 27% do Hulu.
Em 1 de junho de 2011, o Hulu anunciou um acordo para acrescentar centenas de filmes da Miramax ao serviço.
A partir de 15 de agosto de 2011, o acesso a episódios da Fox e de suas redes relacionadas na manhã seguinte à exibição passou a exigir a confirmação de uma assinatura de televisão a cabo ou por satélite. A regra valia para os sites que transmitiam esses episódios, incluindo o Hulu. Quem não assinava televisão paga precisava esperar uma semana.
Em 28 de outubro de 2011, o Hulu anunciou um contrato de cinco anos com a The CW, passando a oferecer programas de cinco das seis maiores redes no dia seguinte à transmissão. Em 18 de setembro de 2013, anunciou um acordo de duração plurianual com a BBC, que disponibilizaria 2.000 episódios de 144 títulos nos primeiros 12 meses.
Em 2015, o Hulu passou a oferecer conteúdo do Showtime por mais US$ 8,99 mensais, valor inferior ao do serviço de streaming próprio do canal. Em 16 de junho de 2016, anunciou um acordo com a Disney-ABC Television Group pelos direitos exclusivos de vídeo sob demanda por assinatura de temporadas anteriores de sete séries do Disney Channel, Disney Junior e Disney XD, além de mais de 20 filmes originais do Disney Channel.
O contrato com a The CW terminou em 18 de setembro de 2016. Os episódios das temporadas em exibição passaram para as plataformas digitais da própria rede, enquanto a Netflix ofereceu as temporadas anteriores até 2019. Em janeiro de 2017, o Hulu disponibilizava uma parcela pequena do acervo da CBS, composta sobretudo por programas que já não produziam novos episódios. Um acordo permitiu a transmissão da CBS e de outros canais relacionados no futuro serviço de televisão ao vivo do Hulu, além da ampliação da oferta de programas sob demanda.
Em abril de 2018, o Hulu anunciou uma parceria com o Spotify para oferecer os dois serviços por um preço mensal reduzido, com um desconto ainda maior para universitários.
O Hulu distribui vídeos em seu próprio site e os disponibiliza em outros sites, permitindo que os usuários incorporem trechos de programas em suas páginas. Além dos programas e filmes da NBC, ABC e Fox, seu catálogo reúne produções de A&E, Big Ten Network, Bravo, E!, Fox Sports 2 (canal americano), FX, PBS, NFL Network, Oxygen, RT America, Fox Sports 1, Sundance TV, Syfy, USA Network e NBCSN, além de produtores de comédia on-line, como a Onion News Network. O Hulu fica com 30% a 50% da receita publicitária dos programas que distribui.
Em novembro de 2009, o Hulu começou a firmar parcerias com gravadoras para oferecer videoclipes e apresentações musicais. Os primeiros acordos foram com a EMI, em novembro, e com a Warner Music Group, em dezembro.
No início de março de 2010, a Viacom anunciou a retirada de The Colbert Report e The Daily Show, dois dos programas mais populares do site. As produções estavam disponíveis desde o fim de 2008. Um porta-voz da Viacom afirmou: "Com o modelo econômico atual, não temos muito a ganhar permanecendo aqui. Se conseguirem melhorar o modelo de monetização, talvez voltemos". Os programas retornaram ao Hulu em fevereiro de 2011. The Daily Show saiu novamente em março de 2017, para direcionar o público aos aplicativos da Viacom e do Comedy Central.
Em 2012, a Viz Media, a Aniplex of America e outras distribuidoras se uniram para criar o Neon Alley. Lançado em 2 de outubro de 2012 como um canal on-line com programação contínua, o serviço passou a funcionar exclusivamente no Hulu em 2014. Oferecia estreias exclusivas de versões dubladas de animes como Accel World, Blue Exorcist, Magi (mangá), Fate/Zero e a versão sem cortes de Sailor Moon. Também exibia Naruto, Naruto: Shippuden, Death Note, InuYasha, Bakuman, Ranma ½, One Piece, One Punch-Man e Bleach. O Neon Alley foi encerrado em 4 de maio de 2016. O Hulu manteve mais de 300 animes da Funimation, Aniplex of America, Viz Media e Sentai Filmworks. Parte dos lançamentos de anime voltou ao serviço após o acordo entre a Disney e a Sony Pictures, em 2021.
Em abril de 2017, o Hulu assinou um contrato de licenciamento para a primeira janela de exibição com a Annapurna Pictures. A empresa também mantém contratos de distribuição com a IFC Films e a Magnolia Pictures.
Em maio de 2018, o Hulu anunciou seu primeiro contrato de licenciamento com a DreamWorks Animation, tornando-se o serviço de streaming exclusivo para futuros longas-metragens e títulos do acervo do estúdio. Desde 2013, esses filmes eram oferecidos exclusivamente pela Netflix. O acordo previa a chegada dos filmes em 2019 e de séries originais a partir de 2020.
Em outubro de 2018, a PocketWatch disponibilizou no Hulu e no Prime Video 90 episódios de 22 minutos, montados com vídeos de seus criadores parceiros do YouTube. A empresa também firmou uma parceria com a Paramount Pictures para licenciar os programas a distribuidores internacionais.
Em 4 de dezembro de 2018, o Hulu confirmou um contrato exclusivo de duração plurianual com a Funimation para obter prioridade no licenciamento de conteúdo por assinatura. O contrato foi incorporado ao acordo entre Disney e Sony em 21 de abril de 2021.
Em junho de 2019, o Hulu e a FX assinaram um contrato com a Lionsgate pelos direitos de streaming e de televisão, respectivamente, dos filmes lançados pelo estúdio em 2020 e 2021.
Em agosto de 2019, o Hulu adquiriu os direitos de streaming dos filmes da Bleecker Street.
Em 2 de março de 2020, lançou a seção "FX Networks", tornando-se o serviço de streaming exclusivo para séries em exibição e produções anteriores da FX. A partir de Breeders, os novos episódios das séries originais da rede passaram a chegar ao Hulu logo após a exibição na televisão. Algumas séries também passaram a estrear exclusivamente no serviço.
Em 14 de janeiro de 2021, foi anunciado que Nomadland, da Searchlight, chegaria ao Hulu em 19 de fevereiro, após três semanas de exibição exclusiva em salas IMAX. O lançamento no serviço ocorreria junto à estreia limitada em cinemas convencionais e drive-ins nos Estados Unidos.
Em 21 de abril de 2021, a Disney firmou um acordo pelos direitos de televisão e streaming dos filmes da Sony Pictures lançados entre 2022 e 2026. O contrato abrangia títulos do acervo de franquias como Homem-Aranha, Jumanji e Hotel Transylvania (franquia), além do licenciamento de animes das marcas Funimation e Crunchyroll e de produções distribuídas pela Aniplex of America. Os novos filmes ficariam disponíveis após a primeira janela de televisão por assinatura, quando terminasse a exclusividade da Netflix. O acordo contemplava Disney+, Hulu e os canais de televisão da Disney. Em 17 de maio de 2021, foi criada a Onyx Collective, uma marca de conteúdo para criadores.
Em 31 de agosto de 2021, a Disney anunciou que encerraria no fim de 2022 a versão norte-americana do Hotstar, voltada aos norte-americanos de origem indiana, e transferiria seu conteúdo original de entretenimento para o Hulu.
Em outubro de 2025, o Hulu adquiriu os direitos do suspense espanhol Innate, desenvolvido originalmente pela Netflix Espanha.
No início de 2024, o Hulu recebeu críticas por exibir anúncios produzidos com inteligência artificial que foram vistos como favoráveis a Israel. Um deles apresentava Gaza como um destino turístico e foi criticado por omitir as circunstâncias do conflito. A revista Vice noticiou críticas de espectadores que apontaram imprecisões e falta de sensibilidade em relação à guerra. Houve pedidos de boicote ao Hulu e à Disney, sua proprietária e responsável pela publicidade em suas plataformas on-line, incluindo o Disney+.
O Hulu recebe conteúdo de empresas do mesmo grupo e de terceiros, assinalados com um asterisco. Parte dos fornecedores internacionais firma seus acordos por meio do Disney+.
No início de 2026, o modelo de exibição no dia seguinte à transmissão passou por mudanças com a integração do Hulu ao Disney+. Essa oferta ficou concentrada nas empresas da Disney e em terceiros com contratos de distribuição vigentes.

O serviço de assinatura do Hulu entrou em testes em 29 de junho de 2010 e foi lançado oficialmente em 17 de novembro daquele ano com o nome Hulu Plus. A publicidade foi mantida, mas o catálogo se tornou maior, com temporadas completas, acesso aos episódios das temporadas em exibição no dia seguinte à transmissão e mais episódios de programas já disponíveis. O Hulu também lançou aplicativos do Hulu Plus para dispositivos móveis, reprodutores de mídia digital e consoles de videogame. No fim de 2011, o Hulu Plus tinha cerca de 1,5 milhão de assinantes.
Em 29 de abril de 2015, foi anunciado o abandono do nome "Hulu Plus". O serviço passaria a se chamar apenas "Hulu", acompanhando a forma de apresentação de seus concorrentes que funcionavam exclusivamente por assinatura. O Hulu tinha então 9 milhões de assinantes.
Em julho de 2015, o Hulu estudava oferecer uma assinatura sem anúncios por cerca de US$ 12 a US$ 14 mensais. O lançamento foi confirmado em 2 de setembro de 2015. O plano "No Commercials" custava US$ 11,99, US$ 4 a mais do que os US$ 7,99 mensais do plano "Limited Commercials". Menos de dez séries de redes de televisão ainda teriam anúncios antes e depois dos episódios. Em 2019, o Hulu anunciou que começaria a exibir anúncios na tela quando o espectador pausasse um programa. A aplicação desse recurso ao plano sem anúncios de US$ 11,99 mensais não estava esclarecida no anúncio inicial.
Em maio de 2016, o Hulu anunciou que havia chegado a 12 milhões de assinantes. Em janeiro de 2018, esse total havia alcançado 17 milhões.
Em 8 de agosto de 2016, o Hulu anunciou o fim de sua oferta gratuita de vídeos sob demanda. O conteúdo seria distribuído pelo Yahoo! em um novo site, o Yahoo! View, que ofereceu episódios recentes de séries da ABC, Fox e NBC até seu encerramento em 2019. O site do Hulu passou a se dedicar exclusivamente ao serviço de assinatura.
Em maio de 2018, o Hulu passou a oferecer som surround 5.1 em parte dos dispositivos compatíveis para suas produções originais. A transmissão em 4K havia começado em dezembro de 2016, também restrita ao conteúdo original. O recurso foi retirado sem anúncio em 2018 e voltou em julho de 2019. Em agosto de 2021, o Hulu acrescentou HDR a parte de suas produções originais.
Em 23 de janeiro de 2019, o Hulu anunciou uma redução de US$ 2 no preço do plano básico com anúncios, que passou a custar US$ 5,99. Esse valor mensal já era oferecido em promoções desde o fim de 2017. Quem assinasse ou reativasse uma conta durante a promoção mantinha o preço por um ano antes de passar a pagar a tarifa regular.
Desde o lançamento do Disney+, em novembro de 2019, o serviço passou a ser oferecido nos Estados Unidos em um pacote com Hulu e ESPN+. O preço inicial era de US$ 12,99 mensais com a versão do Hulu com anúncios e de US$ 18,99 com a versão sem anúncios.
Em 7 de setembro de 2021, a Disney anunciou um aumento de preços do Hulu para 8 de outubro. O plano com anúncios passaria de US$ 5,99 para US$ 6,99 mensais, e o plano sem anúncios, de US$ 11,99 para US$ 12,99. O plano de televisão ao vivo e o pacote de US$ 13,99 mensais que reunia Disney+, Hulu com anúncios e ESPN+ manteriam seus preços.
Em 4 de maio de 2016, o Hulu anunciou que pretendia lançar em 2017 um serviço de televisão pela internet com programação ao vivo de canais abertos e a cabo. Em 1 de novembro de 2016, suas coproprietárias 21st Century Fox e The Walt Disney Company concordaram em fornecer seus canais. A oferta da Fox Networks Group reunia Fox, Fox Sports, Fox News Channel, FX Networks e National Geographic. A Disney participaria por meio da Disney–ABC Television Group e da ESPN Inc., com ABC, Disney Channel, Disney Junior, Disney XD, Freeform, ESPN, ESPN2, ESPNU, SEC Network e ESPN3. A Time Warner, cujos negócios depois passaram à Warner Bros. Discovery, já havia firmado um acordo em 3 de agosto de 2016. Sua oferta vinha da Turner Broadcasting System e reunia TBS, TNT, Turner Classic Movies, TruTV, CNN, HLN, CNN International, Cartoon Network, Adult Swim e Boomerang.
O serviço foi lançado em versão beta em 3 de maio de 2017 com o nome "Hulu with Live TV". A NBCUniversal fornecia Bravo, Cozi TV, NBC, Oxygen, Syfy, Universal Kids e Telemundo. A A+E Global Media participava com A&E, History e Lifetime. A CBS Corporation fornecia CBS, Pop TV, Smithsonian Channel e Showtime, e a Scripps Networks Interactive, Cooking Channel, Food Network e HGTV. Renomeado "Hulu + Live TV", o serviço passou a oferecer mais de 75 canais abertos e a cabo, incluindo ABC, CBS, NBC, Fox e The CW. Canais de outras empresas também eram oferecidos em pacotes adicionais pagos. Representantes do Hulu afirmaram que negociariam com grupos de radiodifusão independentes para obter os direitos de distribuição de emissoras locais em mais mercados.
Em maio de 2018, o serviço tinha 800 mil assinantes.
Em 29 de novembro de 2018, o Hulu + Live TV acrescentou os canais Discovery, TLC, MotorTrend, Animal Planet e Investigation Discovery (Estados Unidos) à oferta da Scripps Networks Interactive já presente no pacote básico. Outros canais da Discovery chegaram aos pacotes adicionais. Destination America, Discovery Family, Discovery Science, Discovery Life e American Heroes Channel entraram no pacote de entretenimento de US$ 7,99 mensais. Discovery Channel e Discovery Familia foram acrescentados ao pacote em espanhol de US$ 4,99 mensais.
No terceiro trimestre de 2019, o Hulu ultrapassou a Sling TV e se tornou o serviço de televisão por assinatura via internet com mais assinantes nos Estados Unidos, com 2,7 milhões.
O preço inicial era de US$ 39,99 mensais. Depois de um aumento para US$ 44,99, chegou a US$ 54,99 em dezembro de 2019. Em novembro de 2020, o Hulu + Live TV passou a custar US$ 64,99 mensais. O plano com televisão ao vivo e catálogo sob demanda sem anúncios também subiu, para US$ 70,99.
Em 19 de janeiro de 2021, o NewsNation, da Nexstar Media Group, chegou ao Hulu + Live TV. Em 30 de abril, nove canais da ViacomCBS foram acrescentados ao pacote básico: Black Entertainment Television, Comedy Central, MTV, Nickelodeon, Paramount Network, VH1, CMT, Nick Jr. e TV Land. BET Her, MTV2, MTV Classic, Nicktoons e TeenNick entraram no pacote adicional de entretenimento. Em 10 de novembro, a Disney informou que o Hulu + Live TV havia chegado a quatro milhões de assinantes. Em 21 de dezembro, foi anunciada a inclusão de gravação digital ilimitada, Disney+ e ESPN+ na assinatura, com aumento de US$ 5 no preço.
Em 14 de novembro de 2022, o Hulu informou que The Weather Channel e Comedy.TV haviam entrado no catálogo no início do mês e que Hallmark Channel e Hallmark Movies & Mysteries seriam acrescentados naquele dia. O Hallmark Drama também passou a fazer parte do pacote adicional de entretenimento. A empresa anunciou ainda que cinco canais de videoclipes da Vevo, theGrio Television Network, JusticeCentral.TV e The Weather Channel en Español chegariam em 1 de dezembro.
Em 6 de janeiro de 2025, a FuboTV concordou em vender à Disney 70% de seu negócio de distribuição de televisão pela internet e fundi-lo com o serviço de televisão ao vivo do Hulu. A empresa resultante permaneceria na bolsa de valores, sob a direção da equipe executiva da Fubo, mas a Disney teria a maioria do conselho de administração. Fubo e Hulu + Live TV manteriam suas marcas, e a Fubo ficaria responsável pelas negociações de distribuição dos canais. O acordo não abrangia o serviço de vídeo sob demanda do Hulu, que permaneceria inteiramente nas mãos da Disney. A Fubo também resolveu por acordo a ação que havia movido contra a ESPN Inc., controlada pela Disney, a Fox Corporation e a Warner Bros. Discovery por causa do anúncio da Venu Sports, empreendimento conjunto de streaming esportivo. Em agosto de 2024, a Fubo havia obtido uma decisão liminar que impedia o lançamento do serviço. O consórcio pagaria US$ 220 milhões em parcela única. A Fubo também firmou um contrato de distribuição dos canais da Disney. A fusão foi concluída em 29 de outubro de 2025.
Em 22 de maio de 2025, o Hulu firmou um contrato de distribuição com a TelevisaUnivision para acrescentar Univision, UniMás, TUDN e Galavisión ao Hulu + Live TV a partir de 3 de junho. O acordo antecedeu a Copa Ouro da CONCACAF de 2025.
Na primavera de 2026, a FuboTV passou a oferecer em sua plataforma pacotes de assinatura com programação do Hulu + Live TV e do Hulu + Live TV Español.
A audiência do site é acompanhada por empresas de medição como YouGov, Comscore, Nielsen Media Research e Quantcast. Em parceria com a Comscore, o Hulu foi a primeira empresa digital a ter sua audiência medida em diferentes plataformas por espectador, levando em conta as pessoas que assistiam juntas em dispositivos usados na sala de estar.
A confiabilidade dessas medições foi questionada pelas diferenças entre as estimativas. Entre maio e junho de 2010, por exemplo, a Comscore alterou sua metodologia, e a estimativa de espectadores do Hulu caiu de 43,5 milhões para 24 milhões em um mês. O relatório Digital Year in Review, da Comscore, sobre 2010 apontou que o Hulu acumulava o dobro do tempo de visualização dos sites das cinco maiores redes de televisão somados.
Em maio de 2018, o Hulu anunciou que havia ultrapassado 20 milhões de assinantes nos Estados Unidos, cerca de 36 milhões a menos que a Netflix. O total foi divulgado em uma apresentação à imprensa no recém-renomeado Hulu Theater, no Madison Square Garden, em Nova York. A empresa também informou que o engajamento havia crescido mais de 60% e que 78% das visualizações ocorriam em televisores conectados na sala de estar.
A série original do Hulu The Handmaid's Tale ganhou os prêmios de programa do ano e de melhor realização em drama na 33.ª edição dos prêmios da Television Critics Association. Na 69.ª edição do Primetime Emmy, a série recebeu oito prêmios, e o Hulu se tornou o primeiro serviço de streaming a vencer na categoria de melhor série dramática. The Handmaid's Tale também ganhou os prêmios de melhor direção, melhor roteiro, melhor fotografia e melhor direção de arte. Elisabeth Moss venceu como melhor atriz em série dramática, e Ann Dowd, como melhor atriz coadjuvante em série dramática. Na 75.ª edição do Globo de Ouro, a série recebeu os prêmios de melhor série dramática e melhor atriz em série dramática, para Elisabeth Moss.
Na edição de 2016 do Critics' Choice Documentary Awards, The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years, primeiro documentário lançado pelo Hulu, ganhou o prêmio de melhor documentário musical. O filme também venceu o Grammy de melhor filme musical na edição de 2017 e o prêmio de melhor documentário na 16.ª edição do Movies for Grownups Awards. No Creative Arts Emmy, recebeu os prêmios de melhor edição de som e melhor mixagem de som.
Na 68.ª edição do Primetime Emmy, em 2016, o Hulu recebeu suas primeiras indicações ao prêmio com a série original 11.22.63 e o especial Triumph's Election Special 2016. Na edição de 2016 do Globo de Ouro, a série original Casual deu ao Hulu sua primeira indicação, na categoria de melhor série de comédia ou musical.
Em 2020, a série original The Bravest Knight venceu o GLAAD Media Award de melhor programa infantil e familiar.
A U.S. News & World Report escolheu o Hulu como o melhor serviço de streaming de televisão ao vivo de 2022.