| George Sherman | |
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| Nascimento | 14 de julho de 1908 Nova Iorque |
| Morte | 15 de março de 1991 (82 anos) Los Angeles |
| Sepultamento | Forest Lawn Memorial Park |
| Cidadania | Estados Unidos |
| Ocupação | diretor de cinema, produtor cinematográfico, realizador, produtor |
George Sherman (Nova Iorque, Nova Iorque, 14 de Julho de 1908 – Los Angeles, California, 15 de Março de 1991) foi um prolífico cineasta estadunidense, especializado em faroestes, a maioria entre médio e baixo orçamentos.
Sherman começou a carreira na Republic em 1935, como assistente do diretor Joseph Kane. Três anos depois passou a dirigir faroestes B para Gene Autry, Don "Red" Barry e The Three Mesquiteers, um Trio Western do qual John Wayne fez parte entre 1938 e 1939. Em 1945, deixou o estúdio porque não queria mais fazer filmes com Vera Ralston, a atriz casada com o dono do estúdio, Herbert J. Yates. Assinou com a Columbia ainda nesse ano e depois com a Universal em 1948, fazendo geralmente filmes de ação, marcados por cenas vívidas, sequências criativas e um perfeito domínio do Technicolor. No entanto, poucas vezes Sherman soube combinar essas qualidades para obter um resultado final satisfatório.
De sua produção, destacam-se Bandoleiros (Renegades, 1946), Noite de Tempestades (Relentless, 1948), Aves de Rapina (Larceny, idem), A Revolta dos Peles Vermelhas (The Battle at Apache Pass, 1952) e O Tesouro de Pancho Villa (The Treasure of Pancho Villa, 1955), seu melhor filme. Dignos de nota são ainda dois pequenos faroestes com Guy Madison, Represália (Reprisal!, 1956) e Desforra Fatal (The Hard Man, 1957), que mostram o lado mais negro do Velho Oeste, assunto que começava a ser abordado por Hollywood nessa época.
A maior parte da década de 1960 viu Sherman trabalhar na televisão, dirigindo episódios de séries como Rawhide, Cidade Nua, Daniel Boone e Route 66. Em 1971, John Wayne chamou-o para rodar Jake Grandão (Big Jake), seu último filme no cinema. Após um hiato de seis anos, encerrou a carreira em 1977, na TV.
Acima de tudo um profissional, Sherman declarou certa vez: "Faço filmes por uma série de razões. Uma delas é que se trata da única coisa que sei fazer. É a minha profissão, minha vida, minha carreira".
Todos os títulos em português referem-se a exibições no Brasil.