Giselle Monteiro | |
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Giselle Monteiro em 2022 | |
| Deputada estadual do Rio de Janeiro | |
| Período | 1.º de fevereiro de 2023 até a atualidade |
| Legislatura | 13.ª |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Giselle Louise Monteiro de Oliveira |
| Nascimento | 13 de abril de 1984 (42 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Nacionalidade | brasileira |
| Parentesco | Roberto Monteiro (pai) Gabriel Monteiro (irmão) |
| Partido | PL (2022–presente) |
| Profissão | Psicóloga |
| Ocupação | Política |
Giselle Louise Monteiro de Oliveira (Rio de Janeiro, 13 de abril de 1984) é uma psicóloga e política brasileira, filiada ao Partido Liberal (PL). É deputada estadual do Rio de Janeiro, filha de Roberto Monteiro e irmã de Gabriel Monteiro.
Monteiro é formada em psicologia, e também trabalhou como cerimonialista. Entre 2021 e 2022, ocupou um cargo em comissão como Coordenadora de Vice-Presidência da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), atuando na ouvidoria da instituição. É mãe de uma filha e divorciada.
Seu pai, Roberto, é pastor da Igreja Assembleia de Deus e deputado federal desde 2023.
Seu irmão, Gabriel, foi policial militar, youtuber e vereador do Rio de Janeiro entre 2021 e 2022, quando teve o mandato cassado após a imprensa divulgar episódios de assédio sexual e assédio moral contra ex-assessores de seu gabinete, bem como a gravação de um vídeo sexual com uma adolescente. Posteriormente foi preso preventivamente, acusado de estupro por outro caso, acusação da qual Giselle o defendeu.
Nas eleições de 2022, Giselle Monteiro foi eleita deputada estadual do Rio de Janeiro pelo PL com 95 028 votos, sendo a décima candidata mais votada. Durante sua campanha, usou a imagem de seu irmão como principal cabo eleitoral.
Empregou entre seus assessores no gabinete o bombeiro José Albucacys Manso de Castro Junior, conhecido por seu envolvimento na separação de Eike Batista e Luma de Oliveira em 2004.
Em 2023, tentou se promover nas redes sociais com um vídeo sobre uma lei de autoria do correligionário Samuel Malafaia; Monteiro se desculpou a ele com uma carta.
Em fevereiro de 2024, votou a favor do fim do afastamento da deputada Lucinha, determinado pelo Tribunal de Justiça do estado por ela ser acusada de possuir ligações com milicianos.
Em setembro de 2025, um projeto de sua autoria para facilitar o acesso a medicamentos para pessoas com TDAH no sistema de saúde estadual foi aprovado na ALERJ.
Em dezembro de 2025, votou a favor da soltura de Rodrigo Bacellar, então presidente afastado da ALERJ, acusado de vazar a operação que prendeu o então deputado estadual TH Joias, associado à facção criminosa Comando Vermelho.