Jordan Grand Prix

República da Irlanda Jordan
Jordan Grand Prix
Jordan Grand Prix
O Jordan 199, carro usado pela equipe em 1999.
Nome completo Jordan Grand Prix
Sede Silverstone,  Reino Unido
Fundador(es) Eddie Jordan
Pessoal notável
Nome posterior Midland F1 Racing
Pilotos
Chassis
Motor Ford, Yamaha, Hart, Peugeot, Mugen-Honda, Honda e Toyota
Pneus Bridgestone e Goodyear
Combustível BP, Sasol, Total, Repsol, Elf, Liqui Moly, Castrol e Esso
Histórico na Fórmula 1
Estreia GP dos EUA de 1991
Último GP GP da China de 2005
Grandes Prêmios 250 (242 largadas)
Campeã de construtores 0 (Melhor posição: 3° lugar em 1999)
Campeã de pilotos 0 (Melhor posição: 3° lugar com Frentzen em 1999)
Vitórias 6
Pole positions 2
Voltas rápidas 2
Pontos 291
Posição no último campeonato
(2005)
9° (12 pontos)
Macacão da Jordan.

Jordan Grand Prix foi uma equipe de desporto motorizado que correu em provas de F-3, F-3000 e Fórmula 1.

A sua atividade iniciou-se na Fórmula 1 em 1991 e durou até o ano de 2005. Ao longo de suas quinze temporadas, a Jordan teve seus altos e baixos, sendo o seu auge no final dos anos 1990, quando a equipe surpreendeu ao chegar em terceiro lugar nos construtores e pilotos, superando as tradicionais Williams e Benetton. Porém, após esse brilho, a equipe foi entrando numa crise, após fracassos nas temporadas seguintes e perda dos motores Honda e de seus patrocinadores, culminando assim em sua venda para a Midland.

História

Fundação

Eddie Jordan, fundador da Jordan Grand Prix, durante sessão de autógrafos em Montreal em 1996.

A Jordan deve o seu nome ao seu criador, Eddie Jordan, um irlandês que corria na Fórmula 3 inglesa em 1979 e já em fase final de carreira. No ano de 1980, forma a Eddie Jordan Racing, que participa em várias corridas e campeonatos de monopostos, dando oportunidades a pilotos como David Sears, James Weaver, Ayrton Senna, Martin Brundle e outros.

Em 1987, tendo como piloto o inglês Johnny Herbert, e em 1989, com o francês Jean Alesi, a equipe faz as suas melhores épocas nas Fórmulas 3 e 3000, ganhando várias corridas e o título. Fruto destas épocas, Eddie decide avançar para a Fórmula 1, contando para isso com Gary Anderson no design técnico do novo carro. Durante o desenvolvimento, a equipe corre com 3 carros na Fórmula 3000 européia, conduzidos pelo norte-irlandês Eddie Irvine, pelo italiano Emanuele Naspetti e pelo alemão Heinz-Harald Frentzen. Este ano acaba com a terceira posição no campeonato e uma vitória de Irvine.

Jordan entra na Fórmula 1

O Jordan 191, testado por Michael Schumacher em 1991. Este foi o primeiro carro do time na F-1.

Em 1991, a Jordan entra no circo da Fórmula 1, tendo pela primeira vez o nome de Jordan Grand Prix e, como principal patrocinador, o refrigerante 7Up. Usa motores Ford HB-V8 e o carro sensação no campeonato, batizado de 191. Termina num brilhante 5º lugar de construtores com 13 pontos. Como pilotos, inicia a época com o experiente Andrea de Cesaris - no GP da Bélgica, o italiano esteve 10 voltas seguidas na 2ª posição e talvez chegaria nessa posição ou até vencesse, porém uma quebra no motor, faltando três voltas para o encerramento, estragou as pretensões do piloto e da estreante equipe) e pelo franco-belga Bertrand Gachot, que, no meio da temporada, foi preso por disparar spray de pimenta num taxista londrino. Posteriormente, Gachot foi substituído pelo alemão Michael Schumacher (Stefan Johansson e Keke Rosberg também foram cogitados), que apenas corre o citado GP belga, trocando lugar com Roberto Moreno, que tripulava a Benetton ao lado de Nelson Piquet. Moreno disputaria apenas 2 corridas (Itália e Portugal), e é substituído nas três provas finais do campeonato pelo vice-campeão da Fórmula 3000 daquele ano, o italiano Alessandro Zanardi. Ainda em 1991, a Jordan corre ainda na Fórmula 3000 com o inglês Damon Hill e o italiano Vincenzo Sospiri.

A época de 1992 obriga a Jordan a uma consolidação financeira, que leva a equipa a trocar os motores Ford de 8 cilindros pelos Yamaha V12, que mostravam não ser competitivos. A Barclays passa a ser o principal patrocinador, inicia-se a migração para a nova fábrica e as esperanças ficam a cargo do italiano Stefano Modena (ex-Tyrrell) e do brasileiro Maurício Gugelmin (ex-March/Leyton House). Este ano foi uma desilusão para a Jordan, com a 11ª posição no campeonato de construtores com apenas 1 ponto, marcado por Modena em Adelaide, deixando a escuderia empatada com Minardi e Larrousse.

Segue-se outra má época, em que a Jordan, em 1993, desta vez com motores Hart V10, acaba novamente na 11ª posição, com 3 pontos, ficando apenas à frente das duas equipes que não pontuam (Tyrrell e BMS-Lola). Os pilotos principais foram o estreante brasileiro Rubens Barrichello e o norte-irlandês Eddie Irvine, que havia corrido pela Jordan na F-3000 Europeia; outros 4 pilotos tiveram curta passagem: o italiano Ivan Capelli (2 provas, 1 não-classificação), o belga Thierry Boutsen (10 corridas), e os também italianos Marco Apicella e Emanuele Naspetti (1 etapa). Rubinho marcou seus primeiros 2 pontos na categoria ao chegar em 5º no GP do Japão. O patrocinador principal foi a empresa petrolífera sul-africana Sasol.

Para o campeonato de 1994, a Jordan decide manter Barrichello e Irvine, o motor Hart V10 e o patrocínio da Sasol. Com esta aposta na continuidade, termina em 5º lugar nos construtores com 28 pontos, e o primeiro pódio no Grande Prêmio do Pacífico, no circuito de Aida, com um brilhante 3º lugar para Rubens Barrichello, que conquistou a sua primeira pole e da equipe na F-1 em Spa-Francorchamps, na Bélgica. Além de Barrichello e Irvine, disputaram a temporada o japonês Aguri Suzuki (somente em Aida) e Andrea De Cesaris, que substituiu o norte-irlandês, suspenso por 3 corridas em decorrência do acidente provocado por ele no Brasil.

Em 1995, o rompimento da malsucedida parceria entre McLaren e Peugeot permite à Jordan ficar com os motores da fábrica do construtor francês, mantendo a dupla de pilotos e o patrocinador. Acaba por ser uma época decepcionante, apesar dos 21 pontos e do sexto lugar nos construtores, pois, a uma equipe com motores de fábrica, era pedido mais, até porque, destes 21 pontos, 10 são obtidos num estranho GP do Canadá (vencido pelo francês Jean Alesi, da Ferrari) com o 2º lugar de Rubens Barrichello e o 3º de Eddie Irvine, em que grande parte do pelotão não termina, tendo algumas equipes de topo ficado sem os dois carros.

O amarelo Jordan

O ano de 1996 fica para a história da Jordan como o nascimento do carro amarelo. Com a saída da Sasol e a entrada de um grande patrocinador, a Benson & Hedges, a Jordan prepara-se para os seus anos de ouro e é mesmo essa a cor escolhida pelo patrocinador para o primeiro ano: o dourado. A saída de Irvine para a Ferrari abre lugar para o experiente inglês Martin Brundle, vindo da Ligier, e a Jordan fica com o 5º lugar nos construtores, com 22 pontos.

O ano de 1997 fica marcado pela saída dos dois pilotos - Barrichello vai para a Stewart e Brundle encerra a carreira na Fórmula 1. O inglês Nigel Mansell chegou a fazer testes pela equipe no final de 1996, visando ser contratado para a temporada seguinte, porém não conseguiu ter êxito. Dois novatos vão conduzir o Jordan 197: o italiano Giancarlo Fisichella (que estreou na Fórmula 1 no ano anterior pela Minardi) e o alemão Ralf Schumacher (irmão do heptacampeão Michael Schumacher), assinam com a equipe de Eddie Jordan. Eles provam que são pilotos de futuro e o time repete o 5.º lugar nos construtores, com desempenhos consistentes e 33 pontos. Este ano marca também a irreverência da Jordan na arte de pintar o carro ao desenhar uma cobra amarela no nariz do carro. O motor e o patrocinador são mantidos.

1998: A primeira vitória

Em 1998, dá-se uma mudança inesperada, fruto da concepção, uma equipe, um motor, dois pilotos, um único país, a Peugeot sai da Jordan rumo à Prost e a Jordan opta pelos Mugen-Honda, motores de qualidade, mas que são a guarda avançada da Honda para o seu regresso, ou seja, logo à partida, motores que trazem altas contrapartidas.

Apesar disto, a Jordan alicia o veterano inglês Damon Hill, vindo da Arrows, para correr ao lado de Ralf. A equipe encerra o campeonato em 4º lugar nos construtores com 34 pontos, e Hill vence o confuso e chuvoso GP da Bélgica, o primeiro triunfo da equipe na categoria e de quebra com seu companheiro de equipe logo atrás fazendo a dobradinha. O patrocinador é mantido, e a pintura muda para uma abelha - nascem os “Buzzing Hornets”, que é o nome que substitui o do patrocinador Benson & Hedges nos Grandes Prêmios onde a publicidade do tabaco fora proibida.

O carro de 1999 é desenhado por Mike Gascoyne, que substitui Gary Anderson e Eddie Jordan vende 40% das ações ao consórcio Warburg, Pincus & Co. As alterações não se ficam por aqui e Ralf se muda para a Williams, sendo contratado, para o seu lugar, o compatriota Heinz-Harald Frentzen. Hill é mantido, porém seu desempenho é bem inferior ao de Frentzen, que o superou com facilidade. O alemão venceu duas provas (França e Itália) e chega a fazer uma pole (última do piloto e da equipe) na Europa, em Nürburgring, porém um problema elétrico enterra as chances de título. Finaliza o campeonato de pilotos em 3º, o mesmo lugar com que a Jordan acabaria o campeonato de construtores com 61 pontos, a melhor classificação na história do time irlandês. Já Hill, em sua despedida, ficou apenas em 12º, 47 pontos atrás de seu companheiro de escuderia.

2000-2003: Fim do sonho

O ano de 2000 marcaria o início do declínio da Jordan na F-1. A entrada da Honda em força na BAR termina com motores tipo "B" para a Jordan, ainda apelidados Mugen Honda. Durante a temporada vários engenheiros, pessoal técnico e outros recursos humanos abandonam a equipe. Com a aposentadoria de Damon Hill, o italiano Jarno Trulli é contratado para o lugar do inglês. A par do patrocinador principal, aparece agora a Deutsche Post. No final, os 17 pontos e o 6.º lugar não mostram ainda a verdadeira saúde da equipe.

A época de 2001 inicia-se com boas notícias: Gary Anderson volta e no campo dos motores, após árduas negociações, a Honda passa a fornecer duas equipes, contra o que tinha anunciado anteriormente, e a Jordan ainda contrata Egbahl Hamidy, vindo da Arrows. No final, Trulli e Frentzen conseguem 19 pontos e o 5.º lugar no campeonato. Monetariamente, a situação agrava-se e a redução de pessoal continua. A nível da arte, surge um tubarão pintado e em substituição da frase “Buzzing Hornets”, aparece o “Bitten Heroes”.

Giancarlo Fisichella conduz o Jordan EJ12, em 2002.

Em 2002, a situação entra em ruptura. Eddie Jordan acumula os lugares do pessoal que vai saindo e a falta de dinheiro leva a uma posição desfavorável de negociação com a Honda, que traz o japonês Takuma Sato (protegido da fábrica japonesa) para a Fórmula 1 para conduzir um dos Jordan, substituindo Jean Alesi, contratado numa troca com Frentzen (o alemão correria pela Prost, enquanto o francês preencheria sua vaga). Trulli, assim como Frentzen, deixa o time, e Giancarlo Fisichella volta à equipe depois do final das atividades da Benetton, vendida à Renault. A companhia Benson & Hedges deixa a lista de principais patrocinadores, mas continua com esporádicas participações, uma vez que o patrocínio principal deste ano passaria a ser feito pela DHL. A época salda-se por 9 pontos e o 6º lugar no campeonato de construtores.

Finalmente, em 2003, a realidade bate à porta e Eddie Jordan acorda de um pesadelo para uma realidade bem pior: a Honda dedica-se exclusivamente à BAR, os patrocínios não existem e mais pessoas abandonam a Jordan. Pior é que contas feitas, não há orçamento suficiente para correr, mas com a contratação do anglo-irlandês Ralph Firman Jr., um piloto pagante e um contrato com a Ford para fornecimento de um dos motores mais fracos do pelotão, com mais de dois anos de atraso, as perspectivas eram as piores. Apenas o milagre do Grande Prêmio do Brasil faz com que Fisichella vença a corrida (foi a primeira vitória do italiano na categoria, que chegou a ser de Kimi Räikkönen, mas após uma revisão no resultado, passaria a ser oficialmente de "Fisico"). No final, os 13 pontos e o 9.º lugar do campeonato seriam o "canto do cisne" da Jordan.

2004: a agonia

Nick Heidfeld pilota o Jordan EJ14 no GP do Canadá de 2004.

Paro 2004, Eddie Jordan junta dinheiro para o orçamento do ano, à custa dos alemães Nick Heidfeld e Timo Glock, além do italiano Giorgio Pantano, que entram com partes de leão de todo o orçamento. A nível de principal patrocinador aparece um desolante espaço em branco que raramente vê algo escrito e uma tímida aposta da Trust é a única coisa visível à distância nos defletores. A Ford continua a fornecer motores, mas anuncia que se retirará no final do ano. Com os 5 pontos conquistados no ano, a Jordan repete o 9.º lugar no campeonato, mas a falta de patrocinadores e o problema de não haver motores quase arrumam a questão de 2005.

Última temporada e a venda para a Midland

Tiago Monteiro conduz o Jordan EJ15 da temporada de 2005, último ano da equipe na Fórmula 1.

Finalmente, 2005 começa com o golpe de teatro de Eddie Jordan ao conseguir no último momento convencer a Toyota a fornecer motores ao time. Mas o sonho termina quando Eddie vende a equipe à Midland e abandona o circo. A equipe manteve seu nome até o encerramento da temporada. Narain Karthikeyan e Tiago Monteiro foram os últimos pilotos da Jordan. O melhor resultado foi o terceiro lugar do português (o primeiro de seu país na categoria) no polêmico GP dos Estados Unidos, marcado pela retirada voluntária dos 14 carros equipados com pneus Michelin.

Na sua última temporada na Fórmula 1, o time de Eddie Jordan termina pela terceira vez consecutiva em 9º lugar, com 12 pontos marcados.

Principais pilotos

Pilotos

Ano Nome Oficial Chassis Pneus Motor Lubrificante Nº
do
carro
Pilotos Pilotos
de
Testes
Classificação
de
Construtores
2005 Jordan Grand Prix EJ15
EJ15B
B Toyota Esso 18 Portugal Tiago Monteiro Países Baixos Robert Doornbos
França Franck Montagny
Dinamarca Nicolas Kiesa
Japão Sakon Yamamoto
Países Baixos Nicky Pastorelli
México Mario Domínguez
9º lugar
12 pontos
19 Índia Narain Karthikeyan
2004 Jordan Ford EJ14 B Ford Elf 18 Alemanha Nick Heidfeld Alemanha Timo Glock
Países Baixos Robert Doornbos
9º lugar
5 pontos
19 Itália Giorgio Pantano
Alemanha Timo Glock
2003 Jordan Ford EJ13 B Ford Elf 11 Itália Giancarlo Fisichella Hungria Zsolt Baumgartner
Japão Satoshi Motoyama
9° lugar
13 pontos
12 Reino Unido Ralph Firman Jr.
Hungria Zsolt Baumgartner
2002 DHL Jordan Honda EJ12 B Honda Elf 9 Itália Giancarlo Fisichella Brasil Ricardo Zonta 6º lugar
9 pontos
10 Japão Takuma Sato
2001 Benson & Hedges Jordan Honda EJ11 B Honda Elf 11 Alemanha Heinz-Harald Frentzen Brasil Ricardo Zonta 5º lugar
19 pontos
Brasil Ricardo Zonta
Itália Jarno Trulli
12 Itália Jarno Trulli
França Jean Alesi
2000 Benson & Hedges Jordan EJ10
EJ10B
B Mugen-Honda Elf 5 Alemanha Heinz-Harald Frentzen Tchecoslováquia Tomas Enge 6º lugar
17 pontos
6 Itália Jarno Trulli
1999 Benson & Hedges Jordan 199 B Mugen-Honda Elf 7 Reino Unido Damon Hill Tchecoslováquia Tomas Enge
Itália Giorgio Pantano
Japão Shinji Nakano
3º lugar
61 pontos
8 Alemanha Heinz-Harald Frentzen
1998 Benson & Hedges Jordan 198 G Mugen-Honda Repsol 9 Reino Unido Damon Hill Espanha Pedro de la Rosa 4º lugar
34 pontos
10 Alemanha Ralf Schumacher
1997 Benson & Hedges Jordan Peugeot 197 G Peugeot Total 11 Alemanha Ralf Schumacher 5º lugar
33 pontos
12 Itália Giancarlo Fisichella
1996 Benson & Hedges Jordan Peugeot 196 G Peugeot Total 11 Brasil Rubens Barrichello Itália Gianni Morbidelli 5º lugar
22 pontos
12 Reino Unido Martin Brundle
1995 Total Jordan Peugeot 195 G Peugeot Total 14 Brasil Rubens Barrichello 6º lugar
21 pontos
15 Reino Unido Eddie Irvine
1994 Sasol Jordan 194 G Hart Sasol 14 Brasil Rubens Barrichello 5° lugar
28 pontos
15 Reino Unido Eddie Irvine
Japão Aguri Suzuki
Itália Andrea de Cesaris
1993 Sasol Jordan 193 G Hart Sasol 14 Brasil Rubens Barrichello Itália Emanuele Naspetti 10º lugar
3 pontos
15 Itália Ivan Capelli
Bélgica Thierry Boutsen
Itália Marco Apicella
Itália Emanuele Naspetti
Reino Unido Eddie Irvine
1992 Sasol Jordan Yamaha 192 G Yamaha Sasol 32 Itália Stefano Modena 11º lugar
1 ponto
33 Brasil Mauricio Gugelmin
1991 Team 7Up Jordan 191 G Ford BP 32 Luxemburgo Bertrand Gachot 5° lugar
13 pontos
Alemanha Michael Schumacher
Brasil Roberto Moreno
Itália Alessandro Zanardi
33 Itália Andrea de Cesaris

Resultados

(legenda)

Ano Chassis Motor Pneus Nº Pilotos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Pontos Posição
AUS MAL BAR SMR ESP MON EUR CAN EUA FRA GBR ALE HUN TUR ITA BEL BRA JAP CHN
2005 EJ15 Toyota
RVX-05
V10
B 18 Portugal Tiago Monteiro 16 12 10 13 12 13 15 10 3 13 17 17 13 15 12 9º
19 Índia Narain Karthikeyan 15 11 Ret 12 13 Ret 16 Ret 4 15 Ret 16 12 14 20
EJ15B 18 Portugal Tiago Monteiro 17 8 Ret 13 11
19 Índia Narain Karthikeyan 11 15 15 Ret
AUS MAL BAR SMR ESP MON EUR CAN EUA FRA GBR ALE HUN BEL ITA CHN JAP BRA
2004 EJ14 Ford Cosworth
RS2 V10
B 18 Alemanha Nick Heidfeld Ret Ret 15 Ret Ret 7 10 8 Ret 16 15 Ret 12 11 14 13 13 Ret 5 9º
19 Itália Giorgio Pantano 14 13 16 Ret Ret Ret 13 Ret 17 Ret 15 Ret Ret Ret
Alemanha Timo Glock 7 15 15 15
AUS MAL BRA SMR ESP AUT MON CAN EUR FRA GBR ALE HUN ITA EUA JAP
2003 EJ13 Ford Cosworth
RS1 V10
B 11 Itália Giancarlo Fisichella 12 Ret 1 15 Ret Ret 10 Ret 12 Ret Ret 13 Ret 10 7 Ret 13 9º
12 Reino Unido Ralph Firman Jr. Ret 10 Ret Ret 8 11 12 Ret 11 15 13 Ret Inj Ret 14
Hungria Zsolt Baumgartner Ret 11
AUS MAL BRA SMR ESP AUT MON CAN EUR GBR FRA ALE HUN BEL ITA EUA JAP
2002 EJ12 Honda
RA002E
V10
B 9 Itália Giancarlo Fisichella Ret 13 Ret Ret Ret 5 5 5 Ret 7 DNQ Ret 6 Ret 8 7 Ret 9 6º
10 Japão Takuma Sato Ret 9 9 Ret Ret Ret Ret 10 16 Ret Ret 8 10 11 12 11 5
AUS MAL BRA SMR ESP AUT MON CAN EUR FRA GBR ALE HUN BEL ITA EUA JAP
2001 EJ11 Honda
RA001E
V10
B 11 Alemanha Heinz-Harald Frentzen 5 4 11 6 Ret Ret Ret Inj Ret 8 7 19 5º
Brasil Ricardo Zonta 7 Ret
Itália Jarno Trulli Ret Ret Ret 4 8
12 Itália Jarno Trulli Ret 8 5 5 4 DSQ Ret 11 Ret 5 Ret Ret
França Jean Alesi 10 6 8 7 Ret
AUS BRA SMR GBR ESP EUR MON CAN FRA AUT ALE HUN BEL ITA EUA JAP MAL
2000 EJ10 Mugen-Honda
MF-301 HE
V10
B 5 Alemanha Heinz-Harald Frentzen Ret 3 Ret 17 6 Ret 10 Ret 7 Ret 17 6º
6 Itália Jarno Trulli Ret 4 15 6 12 Ret Ret 6 6 Ret
EJ10B 5 Alemanha Heinz-Harald Frentzen Ret 6 6 Ret 3 Ret Ret
6 Itália Jarno Trulli 9 7 Ret Ret Ret 13 12
AUS BRA SMR MON ESP CAN FRA GBR AUT ALE HUN BEL ITA EUR MAL JAP
1999 199 Mugen-Honda
MF-301 HD
V10
B 7 Reino Unido Damon Hill Ret Ret 4 Ret 7 Ret Ret 5 8 Ret 6 6 10 Ret Ret Ret 61 3º
8 Alemanha Heinz-Harald Frentzen 2 3 Ret 4 Ret 11 1 4 4 3 4 3 1 Ret 6 4
AUS BRA ARG SMR ESP MON CAN FRA GBR AUT ALE HUN BEL ITA LUX JAP
1998 198 Mugen-Honda
MF-301 HC
V10
G 9 Reino Unido Damon Hill 8 DSQ 8 10 Ret 8 Ret Ret Ret 7 4 4 1 6 9 4 34 4º
10 Alemanha Ralf Schumacher Ret Ret Ret 7 11 Ret Ret 16 6 5 6 9 2 3 Ret Ret
AUS BRA ARG SMR MON ESP CAN FRA GBR ALE HUN BEL ITA AUT LUX JAP EUR
1997 197 Peugeot A14
V10
G 11 Alemanha Ralf Schumacher Ret Ret 3 Ret Ret Ret Ret 6 5 5 5 Ret Ret 5 Ret 9 Ret 33 5º
12 Itália Giancarlo Fisichella Ret 8 Ret 4 6 9 3 9 7 11 Ret 2 4 4 Ret 7 11
AUS BRA ARG EUR SMR MON ESP CAN FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR JAP
1996 196 Peugeot A12
V10
G 11 Brasil Rubens Barrichello Ret Ret 4 5 5 Ret Ret Ret 9 4 6 6 Ret 5 Ret 9 22 5º
12 Reino Unido Martin Brundle Ret 12 Ret 6 Ret Ret Ret 6 8 6 10 Ret Ret 4 9 5
BRA ARG SMR ESP MON CAN FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR EUR PAC JAP AUS
1995 195 Peugeot A10
V10
G 14 Brasil Rubens Barrichello Ret Ret Ret 7 Ret 2 6 11 Ret 7 6 Ret 11 4 Ret Ret Ret 21 6º
15 Reino Unido Eddie Irvine Ret Ret 8 5 Ret 3 9 Ret 9 13 Ret Ret 10 6 11 4 Ret
BRA PAC SMR MON ESP FRA FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR EUR JAP AUS
1994 194 Hart 1035
V10
G 14 Brasil Rubens Barrichello 4 3 DNQ Ret Ret 7 Ret 4 Ret Ret Ret 4 4 12 Ret 4 28 5º
Japão Aguri Suzuki Ret
Itália Andrea de Cesaris Ret 4
15 Reino Unido Eddie Irvine Ret EX EX EX 6 Ret Ret Ret Ret Ret 13 Ret 7 4 5 Ret
AFS BRA EUR SMR ESP MON CAN FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR JAP AUS
1993 193 Hart 1035
V10
G 14 Brasil Rubens Barrichello Ret Ret 10 Ret 12 9 Ret 7 10 Ret Ret Ret Ret 13 5 11 3 10º
15 Itália Ivan Capelli Ret DNQ
Bélgica Thierry Boutsen Ret Ret 11 Ret 12 11 Ret 13 9 Ret
Itália Marco Apicella Ret
Itália Emanuele Naspetti Ret
Reino Unido Eddie Irvine 6º Ret
AFS MEX BRA ESP SMR MON CAN FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR JAP AUS
1992 192 Yamaha 0X99
V12
G 32 Itália Stefano Modena DNQ Ret Ret DNQ Ret Ret Ret Ret Ret DNQ Ret 15 DNQ 13 7 6 1 11º
33 Brasil Maurício Gugelmin 11 Ret Ret Ret 7 Ret Ret Ret Ret 15 10 14 Ret Ret Ret Ret
EUA BRA SMR MON CAN MEX FRA GBR ALE HUN BEL ITA POR ESP JAP AUS
1991 191 Ford HB4
V8
G 32 Bélgica Bertrand Gachot 10 13 Ret 8 5 Ret Ret 6 6 9 13 5º
Alemanha Michael Schumacher Ret
Brasil Roberto Moreno Ret 10
Itália Alessandro Zanardi 9 Ret 9
33 Itália Andrea de Cesaris DNPQ Ret Ret Ret 4 4 6 Ret 5 7 13 7 8 Ret Ret 8

Negrito = Pole.

Itálico = Melhor volta.

Estatísticas da Equipe

Ver também

Referências

Ligações externas

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