| Knewton | |
|---|---|
| Razão social | Knewton, Inc. |
| Atividade | Tecnologia educacional |
| Fundação | 2008 |
| Fundador(es) | Jose Ferreira |
| Sede | Manhattan, Nova York, Estados Unidos |
| Serviços | Plataforma de aprendizagem adaptativa e materiais didáticos |
| Website | knewton.com |
Knewton é uma plataforma de aprendizagem adaptativa desenvolvida por uma empresa fundada em 2008 por Jose Ferreira, antigo executivo da Kaplan, Inc.. A tecnologia permite personalizar conteúdos educacionais e foi usada em materiais didáticos de ensino superior, sobretudo de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Escolas, editoras e desenvolvedores podiam integrar a plataforma a seus próprios produtos. Em 2011, a Knewton anunciou uma parceria com a Pearson Education para seus materiais digitais, entre eles as séries MyLab e Mastering. A empresa também anunciou acordos com Houghton Mifflin Harcourt, Macmillan Education e Triumph Learning.
A Knewton teve sede no número 440 da Park Avenue South, em Manhattan, e um escritório na Tech City, em Londres. Seus ativos foram comprados pela Wiley em maio de 2019.
A plataforma permite que outras organizações desenvolvam aplicativos de aprendizagem adaptativa. Em 2016, a Knewton passou a produzir materiais para disciplinas de ensino superior, com conteúdo de empresas educacionais e recursos educacionais abertos. O sistema analisa dados do desempenho dos alunos em tempo real para apontar dificuldades e conhecimentos já adquiridos. Os conceitos são classificados em unidades pequenas, usadas para recomendar conteúdos adequados às necessidades de cada estudante. O primeiro produto foi um curso preparatório para o GMAT, depois descontinuado.
Em 1995, pesquisadores que mais tarde trabalhariam na Knewton mostraram que o pequeno conjunto de questões do exame adaptativo GRE permitia fraudes.
Em janeiro de 2011, a Universidade Estadual do Arizona começou a usar a tecnologia da Knewton em cursos de reforço de matemática com ensino híbrido. Os resultados divulgados apontavam uma queda das desistências de 13% para 6% e um aumento das aprovações de 66% para 75%.
A primeira rodada de financiamento captou 2,5 milhões de dólares de investidores como Accel Partners, Reid Hoffman, Ron Conway e Josh Kopelman, da First Round Capital. Em abril de 2009, a empresa recebeu 6 milhões de dólares em uma rodada liderada pela Bessemer Venture Partners, com a participação de investidores anteriores. Em abril de 2010, outra rodada, liderada pela FirstMark Capital, captou 12,5 milhões. Em outubro de 2011, a série D, conduzida pela Founders Fund, levantou 33 milhões. Em dezembro de 2013, a Atomico liderou uma série E de 51 milhões de dólares, com a GSV Capital e investidores anteriores. Em fevereiro de 2016, a Sofina e a Atomico lideraram a série F, de 52 milhões, a maior da empresa até então.
Em maio de 2019, a Wiley comprou os ativos da Knewton. O valor não foi divulgado no anúncio, mas um relatório trimestral posterior mostrou que a compra custou menos de 17 milhões de dólares.
Brian Kibby, antigo diretor executivo, deixou a Knewton após a venda dos ativos em 2019.