| Warner Media, LLC. | |
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Último logotipo, criado pela Wolff Olins e usado de 2019 a 2022 | |
30 Hudson Yards, última sede da WarnerMedia | |
| Nome comercial | WarnerMedia |
| Nome(s) anterior(es) | Warner Communications Inc., de 1972 a 1990 Time Warner Inc., de 1990 a 2001 e de 2003 a 2018 Time Warner Entertainment Company, L.P., de 1992 a 2001 AOL Time Warner Inc., de 2001 a 2003 |
| Empresa de capital aberto, de 1972 a 2018 Subsidiária, de 2018 a 2022 | |
| Cotação | NYSE: WCI, de 1972 a 1990 NYSE: TWX, de 1990 a 2001 e de 2003 a 2018 NYSE: AOL, de 2001 a 2003 Integrante do S&P 100 e do S&P 500, até 2018 |
| Atividade | Comunicação de massa Entretenimento |
| Fundação | 10 de fevereiro de 1972, como Warner Communications 10 de janeiro de 1990, como Time Warner 30 de junho de 1992, com a união das operações de entretenimento na Time Warner Entertainment Company, L.P. 11 de janeiro de 2001, com a fusão que criou a AOL Time Warner 15 de junho de 2018, como WarnerMedia |
| Fundador(es) | Steve Ross, da WCI Richard Munro, da Time |
| Destino | Separação da AT&T e fusão com a Discovery, Inc. |
| Encerramento | 8 de abril de 2022 |
| Sede | 30 Hudson Yards, Nova Iorque, Estados Unidos |
| Área(s) servida(s) | Mundial |
| Empregados | 30.000, em 2021 |
| Empresa-mãe | AT&T, de 2018 a 2022 |
| Divisões | WarnerMedia Studios & Networks WarnerMedia News & Sports WarnerMedia Sales & Distribution WarnerMedia Direct WarnerMedia International |
| Receita | |
| LAJIR | |
| Antecessora(s) | Kinney National Company, de 1961 a 1972 Time Inc., de 1922 a 2018 America Online Turner Broadcasting System |
| Sucessora(s) | Warner Bros. Discovery |
| Website | warnermedia.com timewarner.com aoltimewarner.com Sites arquivados |
Warner Media, LLC. foi um conglomerado de mídia e entretenimento multinacional dos Estados Unidos, com sede no 30 Hudson Yards, em Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Após sua aquisição pela AT&T, em junho de 2018, a WarnerMedia foi reorganizada como uma subsidiária de capital fechado.
Suas antecessoras foram a Time Inc. e a Warner Communications Inc., ou WCI. No fim da década de 1960, as duas empresas começaram a ampliar sua atuação na televisão a cabo e nos meios de comunicação de massa por meio de aquisições. Em 1990, elas se fundiram e criaram a Time Warner, que foi o maior conglomerado de mídia do mundo por 18 anos. A Time Warner expandiu seus negócios com a criação da Time Warner Cable, em 1992, e a compra da Turner Broadcasting System, em 1996. A fusão com a AOL, em 2001, criou a AOL Time Warner e se tornou um dos piores negócios já realizados por empresas. Em 2003, o grupo voltou a se chamar Time Warner.
Os grandes prejuízos da AOL levaram a Time Warner a vender negócios e separar divisões ao longo de anos, até a cisão da Time Inc., em 2014. Mesmo após essa separação, o nome Time Warner foi mantido até 15 de junho de 2018, quando a AT&T concluiu a aquisição da empresa por US$ 108,7 bilhões e a renomeou WarnerMedia. Sob o controle da AT&T, a gestão foi centralizada, as subsidiárias foram reunidas em cinco divisões e o HBO Max foi lançado em 2020 como o principal serviço de streaming do grupo. Essas medidas buscavam integrar os acervos da WarnerMedia à distribuição por redes sem fio da AT&T, para transformar a gigante das telecomunicações em um grupo diversificado de entretenimento. Os resultados abaixo do esperado levaram a AT&T a mudar de estratégia.
Em 17 de maio de 2021, a AT&T anunciou a separação da WarnerMedia por meio de uma operação do tipo Reverse Morris Trust. Em abril de 2022, a WarnerMedia se fundiu com a Discovery, Inc. para formar a Warner Bros. Discovery, ou WBD. Após a conclusão da fusão, a WarnerMedia passou a existir apenas como uma pessoa jurídica sem atividade. Em 2018, a empresa ocupou a 130.ª posição na lista Fortune 500. Em seus quase 32 anos de atividade, a WarnerMedia foi proprietária de empresas de mídia como AOL, Time Inc., TW Telecom, Time Warner Cable, AOL Time Warner Book Group, Six Flags e Warner Music Group. Essas empresas foram vendidas ou separadas do grupo para operar de forma independente.
Steve Ross, fundador da Warner Communications e da Time Warner, morreu em 20 de dezembro de 1992, aos 65 anos, por complicações de um câncer de próstata que enfrentava nos últimos anos de vida. Richard Munro, cofundador da Time Warner, morreu em 11 de agosto de 2024, aos 93 anos.

A WCI teve origem na Kinney National Services, que comprou o estúdio de cinema Warner Bros.-Seven Arts em 1969 e se reorganizou como Warner Communications Inc., em 1972, após se desfazer de negócios alheios ao entretenimento. A Kinney National, depois renomeada Kinney Services, começou como um conglomerado de prestadoras de serviços. Com a compra de empresas de entretenimento no fim da década de 1960, passou a se afastar do setor de serviços. Em meados de 1971, reuniu seus negócios fora da mídia em uma empresa separada, a National Kinney Corporation.
Ao ser constituída, a Warner Communications era a controladora da Warner Bros., da National Periodical Publications, antecessora da DC Comics, da Warner Cable, que se tornaria a Time Warner Cable, e da Kinney Record Group International, renomeada Warner-Elektra-Atlantic. Steven Ross foi o executivo que permaneceu por mais tempo na direção da Warner. Em 1984, acumulava sozinho os cargos de presidente do conselho, diretor-executivo e presidente da Warner Communications. A empresa investiu no setor esportivo por meio da Global Soccer Inc. e criou, em parceria com a American Express, a Warner-Amex Satellite Entertainment. A Warner-Amex lançou canais a cabo como MTV, Nickelodeon e VH1. Em maio de 1986, a sociedade foi vendida à Viacom original. Em 1976, a Warner Communications comprou a Atari Inc. e obteve bons resultados com a fabricante de jogos até a crise dos jogos eletrônicos de 1983. Diante dos grandes prejuízos, vendeu partes da Atari e outras empresas que possuía. Em meados da década de 1980, a WCI havia recuperado seu desempenho financeiro.
A sede da Warner Communications ficava no 75 Rockefeller Plaza, em Nova Iorque. A empresa tinha 26.300 funcionários em 1985. Em 1986, seu lucro das operações contínuas foi de US$ 137,4 milhões. Suas principais divisões eram:
Após rodadas de negociação, a Time Inc. anunciou, em 4 de março de 1989, que se fundiria com a Warner. A união criaria a maior empresa de mídia do mundo. Para impedir a fusão, a Paramount Communications apresentou uma contraproposta de US$ 12,2 bilhões em dinheiro para adquirir a Time Inc. A Time rejeitou a oferta da Paramount e elevou sua proposta pela Warner para US$ 14,9 bilhões. A Paramount entrou com uma ação judicial em Delaware para impedir a fusão entre Time e Warner. A Justiça decidiu duas vezes a favor da Time. A Paramount desistiu de suas ofertas pela Time Inc. e da ação judicial, o que permitiu concluir a fusão em 10 de janeiro de 1990.
Juridicamente, a operação foi estruturada como a aquisição da Warner Communications Inc. pela Time Inc., que mudou seu nome para Time Warner Inc. A ação da Paramount levou a uma alteração na estrutura da fusão. A Time Inc. precisou contrair uma grande dívida para comprar todas as ações em circulação da Warner Communications Inc., algo que não seria necessário no formato original.
Em 30 de junho de 1992, a Time Warner transferiu a maior parte de seus negócios de cinema, produção televisiva, música e televisão a cabo, entre eles os ativos da Warner Bros., da HBO e da Time Warner Cable, para a Time Warner Entertainment Company, L.P., ou TWEC. A nova sociedade em comandita foi formada com a Toshiba e a C. Itoh & Co., que investiram US$ 500 milhões cada uma em troca de participações individuais de 6,25%. O acordo, anunciado em outubro de 1991, buscava aliviar a dívida decorrente da fusão entre Time Inc. e Warner Communications.
Em 1993, a US West entrou na sociedade com um investimento de US$ 2,5 bilhões por uma participação de 25%. Como parte da parceria, a US West criou a Time Warner Communications para levar telefonia por fibra óptica ao grande público. Esse nome também passou a ser usado nas operações de televisão a cabo antes denominadas ATC. Em 1996, a Time Warner detinha 74,49% da TWEC, e a US West possuía o restante.
A participação da US West passou à operadora de televisão a cabo MediaOne, depois à AT&T Broadband, que comprou a MediaOne em 2000, e à Comcast, que adquiriu a divisão AT&T Broadband em 2002. A Comcast vendeu sua participação em 2003, e o nome da sociedade ficou restrito a uma subdivisão da Time Warner Cable.
Em 1991, a HBO e a Cinemax se tornaram os primeiros serviços premium de televisão por assinatura a oferecer canais adicionais aos assinantes de TV a cabo, complementando a programação de seus canais principais. Em 1993, a HBO começou a transmitir seu sinal em formato digital. Em 1995, a CNN lançou o CNN.com, que se tornou um dos sites de notícias internacionais mais acessados na internet e em dispositivos móveis. Em 1996, a Warner Bros. liderou a introdução do DVD, que substituiu gradualmente as fitas VHS como formato padrão de vídeo doméstico do fim da década de 1990 até a primeira metade dos anos 2000. Em 1999, a HBO se tornou a primeira rede nacional de televisão a cabo dos Estados Unidos a transmitir uma versão de seu canal em alta definição.
A Time Warner Entertainment concluiu a compra dos parques temáticos Six Flags em 1993, depois de adquirir metade da empresa em 1991 e tirá-la de dificuldades financeiras. Em 1 de abril de 1998, a empresa foi vendida à Premier Parks, operadora de parques temáticos sediada em Oklahoma, sob determinadas condições. Dick Parsons, membro do conselho desde 1991, foi contratado como presidente da Time Warner em 1995. Os responsáveis pelas operações das divisões, porém, continuaram a responder diretamente ao presidente do conselho e diretor-executivo Gerald Levin.
Em 10 de outubro de 1996, a Time Warner adquiriu a Turner Broadcasting System, fundada por Ted Turner em 1965. Com a compra, passou a controlar canais a cabo e duas empresas de cinema, New Line Cinema e Castle Rock Entertainment. Após a aquisição, a Time Warner passou a ser chamada de maior empresa de mídia do mundo.
O acordo também permitiu à Warner Bros. recuperar os direitos sobre seu acervo de filmes anteriores a 1950, que pertencia à Turner. Juridicamente, os filmes permaneceram sob a propriedade da Turner, enquanto a Warner Bros. ficou responsável pela venda e distribuição. A Turner passou a ter acesso ao acervo da Warner Bros. posterior a 1950 e a outras obras pertencentes ao estúdio. A compra também deu à Time Warner acesso ao acervo da Metro-Goldwyn-Mayer, ou MGM, anterior a maio de 1986 e aos acervos dos estúdios de animação Hanna-Barbera e Ruby-Spears anteriores a 1991.
Na estrutura jurídica da operação, foi criada uma nova Time Warner Inc., que passou a controlar a antiga Time Warner Inc., renomeada Time Warner Companies, Inc., e a Turner Broadcasting System, Inc.

Em janeiro de 2000, a America Online, ou AOL, anunciou a intenção de comprar a Time Warner por US$ 183 bilhões. Como o valor de mercado da AOL era maior, seus acionistas ficariam com 55% da nova empresa, enquanto os da Time Warner teriam 45%. Na prática, a AOL absorveria a Time Warner, embora esta tivesse muito mais ativos e receitas. A Time Warner procurava uma forma de participar da revolução digital, enquanto a AOL queria sustentar o preço de suas ações com ativos mais tangíveis.
O acordo, protocolado oficialmente em 11 de fevereiro de 2000, previa a incorporação de cada uma das empresas originais a uma entidade recém-criada. A Comissão Federal do Comércio, ou FTC, autorizou a operação em 14 de dezembro de 2000 e deu sua aprovação final em 11 de janeiro de 2001. A fusão foi concluída nesse mesmo dia. A Comissão Federal de Comunicações, ou FCC, também a aprovou em 11 de janeiro. A Comissão Europeia já havia autorizado a operação em 11 de outubro de 2000.
A AOL Time Warner foi concebida como uma fusão entre iguais, com executivos dos dois grupos em sua direção. Gerald Levin, que havia sido presidente do conselho e diretor-executivo da Time Warner Entertainment, tornou-se diretor-executivo da nova empresa. Steve Case, cofundador da AOL, assumiu a presidência executiva do conselho de administração. Robert W. Pittman, presidente e diretor de operações da AOL, e Dick Parsons, presidente da Time Warner, dividiram a direção de operações. J. Michael Kelly, diretor financeiro da AOL, ficou com a direção financeira do grupo.
Para Bob Pittman, presidente e diretor de operações da AOL, a Time Warner Entertainment, até então lenta, passaria a crescer no ritmo da internet com o impulso da AOL: "Basta acrescentar um catalisador à [Time Warner Entertainment] e, em pouco tempo, é possível alterar sua taxa de crescimento. A taxa de crescimento será a de uma empresa de internet". O plano para o futuro da Time Warner parecia simples. Por meio da AOL, a empresa chegaria à casa de dezenas de milhões de novos clientes. A AOL usaria as redes de cabo de alta velocidade da Time Warner para oferecer aos assinantes revistas, livros, músicas e filmes das marcas do grupo. Isso criaria 130 milhões de assinaturas.
O crescimento e a rentabilidade da divisão AOL estagnaram com os problemas no mercado publicitário e a perda de participação para provedores de banda larga de alta velocidade. Seu valor caiu acentuadamente, como ocorreu com outras empresas independentes de internet. A queda obrigou o grupo a dar baixa no ágio registrado na aquisição e levou a AOL Time Warner a anunciar um prejuízo de US$ 99 bilhões em 2002, o maior já registrado por uma empresa até então. O valor total das ações da AOL caiu de US$ 226 bilhões para cerca de US$ 20 bilhões.
Após uma explosão de irritação do vice-presidente do conselho Ted Turner em uma reunião, Steve Case procurou cada um dos conselheiros para defender a saída de Gerald Levin da direção executiva. Parsons e outros membros do conselho rejeitaram a tentativa. Levin, frustrado por não conseguir "retomar o ritmo" na empresa resultante da fusão, apresentou sua renúncia no outono de 2001, com saída prevista para maio de 2002. Bob Pittman, um dos dois diretores de operações, era o principal apoiador de Levin e visto como seu provável sucessor, mas o escolhido para o cargo foi Dick Parsons. J. Michael Kelly deixou a direção financeira da Time Warner Entertainment para se tornar diretor de operações da AOL, sendo substituído por Wayne Pace. Barry Schuler foi afastado dos cargos de presidente e diretor-executivo da AOL e passou a comandar uma nova "divisão de criação de conteúdo". Pittman o substituiu interinamente, acumulando a função com a direção de operações do grupo, que exercia sozinho desde a promoção de Parsons.
Grande parte da integração esperada entre a AOL e as demais divisões da Time Warner nunca ocorreu. Antes da fusão, a maioria dessas divisões funcionava como feudos independentes e raramente cooperava. Um novo programa de incentivos substituiu os bônus em dinheiro, baseados no resultado de cada divisão, por opções de ações vinculadas ao desempenho da AOL Time Warner. A mudança provocou ressentimento entre os chefes das divisões da Time Warner, que culpavam a AOL por não cumprir as expectativas e prejudicar o grupo. Pittman esperava que as divisões trabalhassem juntas para integrar seus negócios, mas encontrou forte resistência entre os executivos. Eles também o criticavam por insistir em metas otimistas de crescimento que nunca eram cumpridas. Parte dos ataques a Pittman teria partido das publicações da Time Inc., comandada por Don Logan. O estilo democrático de Parsons também impedia Pittman de exercer autoridade sobre os chefes da "velha guarda", contrários às suas iniciativas de integração.
Pittman renunciou à direção de operações da AOL Time Warner após 4 de julho de 2002. Teria ficado esgotado com a missão de reorganizar a AOL, a ponto de quase ser hospitalizado. Estava insatisfeito com as críticas dos executivos da Time Warner e não via possibilidade de ascender na empresa, já que Parsons estava consolidado na direção executiva. Sua saída foi vista como uma vitória dos executivos da Time Warner que desejavam desfazer a fusão. Suas atribuições foram divididas entre dois veteranos do grupo, Jeffrey Bewkes, diretor-executivo da Home Box Office, e Don Logan, que havia sido diretor-executivo da Time. Essa divisão acompanhou a perda de espaço da AOL no conglomerado. Logan assumiu a presidência do recém-criado grupo de mídia e comunicações, responsável por America Online, Time, Time Warner Cable, AOL Time Warner Book Group e a unidade de vídeo interativo. A AOL tornou-se apenas mais uma divisão do grupo. Bewkes assumiu a presidência do grupo de entretenimento e redes, formado por HBO, Cinemax, New Line Cinema, The WB, TNT, Turner Networks, Warner Bros. e Warner Music Group. Logan e Bewkes haviam se oposto à fusão. Foram escolhidos por serem vistos como os executivos de operações mais bem-sucedidos do conglomerado e respondiam ao diretor-executivo Richard Parsons. Logan, em geral admirado na Time Warner, era malvisto na AOL como um executivo acomodado, que priorizava o crescimento gradual e evitava riscos. Ao assumir, começou a afastar os aliados de Pittman da AOL.
Steve Case, presidente do conselho da AOL Time Warner, ganhou mais espaço ao dividir o comando de um novo comitê de estratégia do conselho e fazer discursos às divisões sobre integração e as possibilidades da internet. Sob pressão de Gordon Crawford, vice-presidente de uma empresa de investimentos institucionais que reuniu os opositores de Case, ele anunciou em janeiro de 2003 que não disputaria a reeleição para a presidência executiva do conselho na assembleia anual seguinte. Com isso, Richard Parsons passaria a presidir o conselho.
Em março de 2003, a AOL Time Warner recuperou o controle integral dos ativos de cinema e produção televisiva da sociedade Time Warner Entertainment Company, L.P. Os ativos da Warner Bros. foram transferidos para a Warner Bros. Entertainment Inc., subsidiária integral constituída em 3 de dezembro de 2002. A TWEC manteve apenas a Time Warner Cable.

Em outubro de 2003, a empresa retirou "AOL" de seu nome e voltou a se chamar Time Warner. Seu código de negociação na Bolsa de Valores de Nova Iorque também voltou a ser "TWX", em substituição a "AOL". A empresa também separou a Time Life, sob a razão social Direct Holdings Americas, Inc. Case deixou o conselho da Time Warner em 31 de outubro de 2005. Jeff Bewkes, que assumiu a direção executiva da Time Warner em 2008, chamou a fusão com a AOL de "o maior erro da história empresarial", em 2010.
Em novembro de 2003, a Time Warner anunciou a venda da Warner Music Group, cujos artistas incluíam Madonna e Prince, a um grupo de investidores liderado por Edgar Bronfman Jr. e pela Thomas H. Lee Partners. A operação buscava reduzir a dívida da empresa para US$ 20 bilhões. Em 2006, a Time Warner vendeu seu grupo editorial ao Grupo Lagardère.
Em 27 de dezembro de 2007, Jeffrey Bewkes, recém-nomeado diretor-executivo da Time Warner, discutiu possíveis planos para separar a Time Warner Cable e vender a AOL e a Time Inc. Restaria uma empresa menor, formada por Turner Broadcasting, Warner Bros. e HBO. Em 2009, a Time Warner separou sua divisão Time Warner Cable, que depois passou a integrar a Charter Communications, e, em seguida, a AOL. As duas se tornaram empresas independentes. A AOL foi comprada pela Verizon em 2015.
Em 6 de março de 2013, a Time Warner anunciou a intenção de separar sua divisão editorial, a Time Inc., como uma empresa de capital aberto. A operação foi concluída em 6 de junho de 2014.
Em 2005, a Time Warner esteve entre as 53 entidades que doaram o valor máximo de US$ 250.000 para a segunda posse do presidente George W. Bush.
Em 28 de fevereiro de 2008, Bob Shaye e Michael Lynne, que dividiam a presidência do conselho e a direção executiva da New Line Cinema, deixaram o estúdio, então com 40 anos de existência. A saída ocorreu após Jeffrey Bewkes exigir cortes de custos e manifestar a intenção de incorporar o estúdio à subsidiária Warner Bros. Entertainment.
No primeiro trimestre de 2010, a Time Warner comprou participações adicionais no HBO Latin America Group por US$ 217 milhões. Com isso, a HBO passou a deter 80% do capital do grupo. No mesmo ano, a HBO comprou as participações restantes de seus sócios na HBO Europe, antes chamada HBO Central Europe, por US$ 136 milhões, descontado o caixa adquirido. Em agosto de 2010, a Time Warner acertou a compra da produtora de televisão Shed Media por £ 100 milhões. Sua operação de distribuição, Outright Distribution, foi incorporada à Warner Bros. International Television Production. Em 26 de agosto de 2010, a Turner adquiriu a Chilevisión. A empresa já operava no país com a CNN Chile.
Em maio de 2011, a Warner Bros. Home Entertainment Group adquiriu a Flixster, empresa responsável por um aplicativo de busca e descoberta de filmes. A compra incluiu o Rotten Tomatoes, agregador de críticas cinematográficas.
Em junho de 2012, por meio da Warner Bros. Television, a Time Warner comprou a Alloy Entertainment, editora e produtora de televisão com obras voltadas a adolescentes e mulheres jovens. Em 6 de agosto de 2012, adquiriu o Bleacher Report, site de notícias esportivas, que passou ao controle da divisão Turner Sports.
Em janeiro de 2014, a Time Warner, a Related Companies e a Oxford Properties Group anunciaram a intenção de transferir a sede do grupo e seus funcionários em Nova Iorque para o 30 Hudson Yards, no empreendimento Hudson Yards, em Chelsea, Manhattan. A Time Warner já havia assumido um compromisso financeiro inicial para a mudança. A empresa vendeu sua participação no edifício do Columbus Circle por US$ 1,3 bilhão à Related e a dois fundos soberanos. A mudança seria concluída em 2019.
Em junho de 2014, Rupert Murdoch ofereceu US$ 85 por ação da Time Warner, em ações e dinheiro, em uma proposta que totalizava US$ 80 bilhões. O conselho de administração rejeitou a oferta em julho. A CNN seria vendida para reduzir os obstáculos concorrenciais à compra. Em 5 de agosto de 2014, Murdoch retirou a proposta.
Em 20 de outubro de 2016, foi divulgada a existência de negociações para a AT&T adquirir a Time Warner. O acordo daria à AT&T uma grande participação no setor de mídia. Sua concorrente Comcast já havia comprado a NBCUniversal com uma intenção semelhante, ampliando seus negócios de mídia junto às operações de televisão e internet. Em 22 de outubro de 2016, a AT&T acertou a compra da Time Warner por US$ 85,4 bilhões. A fusão reuniria as empresas da Time Warner com os negócios de telecomunicações da AT&T, entre eles a operadora de televisão por satélite DirecTV. O acordo recebeu críticas pelo risco de a AT&T usar o conteúdo da Time Warner para prejudicar operadoras concorrentes ou restringir seu acesso à programação.
Os acionistas da Time Warner aprovaram a fusão em 15 de fevereiro de 2017. Em 28 de fevereiro, Ajit Pai, presidente da Comissão Federal de Comunicações, recusou-se a analisar a operação e deixou essa tarefa ao Departamento de Justiça. A Comissão Europeia aprovou a fusão em 15 de março de 2017. A Comisión Federal de Competencia do México deu sua aprovação em 22 de agosto, e a Fiscalía Nacional Económica do Chile, em 5 de setembro.
Com a chegada de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, o fato de a Time Warner controlar a CNN passou a ser visto como um possível obstáculo à aprovação do negócio. Trump havia criticado repetidamente a cobertura da CNN sobre seu governo e afirmado, durante a campanha, que pretendia impedir a compra devido à concentração que ela poderia gerar. Após a eleição, porém, sua equipe de transição afirmou que o governo avaliaria o acordo de forma imparcial.
Em 8 de novembro de 2017, notícias sobre uma reunião entre Randall L. Stephenson, diretor-executivo da AT&T, e Makan Delrahim, procurador-geral adjunto responsável pela Divisão Antitruste do Departamento de Justiça, informaram que a AT&T havia sido orientada a vender a DirecTV ou a Turner Broadcasting, buscar outras medidas para resolver as preocupações concorrenciais ou desistir da aquisição. Alguns veículos divulgaram que a exigência era especificamente a venda da CNN. Stephenson e um representante do governo negaram essa versão no dia seguinte. O representante do governo criticou as notícias como uma tentativa de politizar a operação. Stephenson também contestou a relevância da CNN para a análise concorrencial, pois a AT&T ainda não possuía um canal nacional de notícias.
Em 20 de novembro de 2017, o Departamento de Justiça entrou com uma ação antitruste contra a aquisição. Delrahim afirmou que o acordo causaria "grandes prejuízos aos consumidores americanos". A AT&T respondeu que a ação era uma "ruptura radical e inexplicável com décadas de precedentes antitruste". Em 22 de dezembro, em um gesto de confiança na operação, o prazo do acordo de fusão foi prorrogado para 21 de junho de 2018.
Em 12 de junho de 2018, Richard J. Leon, juiz federal do Distrito de Colúmbia, decidiu a favor da AT&T e autorizou a aquisição sem condições ou medidas corretivas. Leon concluiu que o Departamento de Justiça não havia apresentado provas suficientes de que a operação reduziria a concorrência. Também advertiu que uma tentativa do governo de recorrer ou suspender os efeitos da decisão seria manifestamente injusta, pois causaria "danos irreparáveis certos aos réus".

Em 14 de junho de 2018, a AT&T anunciou a conclusão da compra da Time Warner. Jeff Bewkes deixou a direção executiva da Time Warner, mas permaneceu ligado à empresa como consultor sênior da AT&T. John Stankey, que comandava a equipe de integração entre as duas empresas, assumiu a direção executiva. No dia seguinte, a AT&T mudou o nome do grupo para WarnerMedia, com a razão social Warner Media, LLC.
Em 12 de julho de 2018, o Departamento de Justiça protocolou um recurso na Corte de Apelações dos Estados Unidos para o Circuito do Distrito de Colúmbia para reverter a aprovação concedida pelo tribunal distrital. O departamento teria cogitado pedir uma liminar para impedir a conclusão do negócio após a decisão de primeira instância, mas não apresentou o pedido. Como a WarnerMedia operava separadamente do restante da AT&T, seria relativamente simples desfazer a operação caso o recurso fosse acolhido. No dia seguinte, Randall Stephenson disse à CNBC que o recurso não alteraria os planos de integração da WarnerMedia à AT&T nem os serviços já lançados. Em suas razões de recurso, o Departamento de Justiça afirmou que a aprovação da aquisição contrariava "a lógica econômica fundamental e as provas".
Em 7 de agosto de 2018, a AT&T comprou do Chernin Group a participação restante que lhe deu controle integral da Otter Media, por um valor não divulgado. A empresa passou a operar como uma divisão da WarnerMedia.
Em 29 de agosto de 2018, Makan Delrahim disse ao Recode que, se o governo vencesse o recurso, a AT&T venderia apenas a Turner. Caso perdesse, o acordo judicial firmado entre a AT&T e o Departamento de Justiça pouco antes da conclusão da compra venceria em fevereiro de 2019, deixando a AT&T livre para decidir o destino da Turner. A expectativa era de que o recurso não alterasse a integração. Até setembro de 2018, procuradores-gerais de nove estados haviam se manifestado a favor da AT&T no processo.
Em 10 de outubro de 2018, a WarnerMedia anunciou que lançaria, no fim de 2019, um serviço de streaming OTT com conteúdo de suas marcas de entretenimento. Em 14 de dezembro de 2018, Kevin Reilly, presidente da TNT e da TBS, foi promovido a diretor de conteúdo de todas as atividades digitais e de assinatura da WarnerMedia, entre elas o HBO Max. Ele responderia a David Levy, presidente da Turner, e a John Stankey, diretor-executivo da WarnerMedia. Em 26 de fevereiro de 2019, a corte de apelações em Washington, D.C., manteve por unanimidade a decisão favorável à AT&T. O tribunal concluiu que a fusão com a Time Warner não prejudicaria os consumidores nem a concorrência. O Departamento de Justiça decidiu não apresentar outro recurso, o que permitiu o vencimento do acordo judicial.
Em 4 de março de 2019, a AT&T anunciou uma reorganização de seus negócios de televisão que, na prática, desmembrou a Turner Broadcasting System. Seus ativos foram distribuídos entre dois novos grupos, WarnerMedia Entertainment e WarnerMedia News & Sports. A WarnerMedia Entertainment reuniria HBO, TBS, TNT, TruTV e o serviço de vídeo direto ao consumidor HBO Max. A WarnerMedia News & Sports ficaria com CNN Worldwide, Turner Sports, que por um breve período se chamaria Warner Bros. Discovery Sports e, a partir de 2023, TNT Sports, e as redes regionais AT&T SportsNet, sob o comando do presidente da CNN, Jeff Zucker. Cartoon Network, Adult Swim, Boomerang e seus estúdios de produção, além de Turner Classic Movies e Otter Media, passariam ao controle direto da Warner Bros. Gerhard Zeiler deixou a presidência da Turner International e tornou-se diretor de receitas da WarnerMedia, responsável pela venda integrada de publicidade e pelos acordos de distribuição dos canais. David Levy e Richard Plepler, chefe da HBO, deixaram seus cargos. O The Wall Street Journal afirmou que a reorganização buscava acabar com os "feudos" da empresa. A Turner Podcast Network, criada dentro da Turner Content Distribution em 2017, passou a se chamar WarnerMedia Podcast Network até maio de 2019.
Em maio de 2019, Kevin Reilly renovou seu contrato por quatro anos. Passou também a presidir a TruTV, além das outras três redes de cabo básico da WarnerMedia Entertainment, e a dirigir o conteúdo direto ao consumidor do novo serviço de streaming. Em 31 de maio, a Otter Media foi transferida da Warner Bros. para a WarnerMedia Entertainment. Andy Forssell, diretor de operações da Otter, tornou-se vice-presidente executivo e gerente-geral do serviço de streaming, ainda subordinado ao diretor-executivo da Otter, Tony Goncalves, que lideraria o desenvolvimento da plataforma. Em 9 de julho de 2019, foi anunciado que o serviço se chamaria HBO Max. Seu lançamento ocorreu em 27 de maio de 2020.
Em setembro de 2019, Stankey foi promovido a presidente e diretor de operações da AT&T. Em 1 de abril de 2020, foi anunciada a contratação de Jason Kilar, ex-chefe do Hulu, como diretor-executivo da WarnerMedia, com início em 1 de maio.
Em agosto de 2020, uma reestruturação levou à demissão de cerca de 800 funcionários, dos quais aproximadamente 600 trabalhavam na Warner e mais de 150 na HBO. Na base da WarnerMedia em Atlanta, os cortes atingiram sobretudo as equipes de marketing e operações de televisão a cabo.
Em 10 de agosto de 2020, a WarnerMedia reorganizou suas unidades e voltou a reunir TBS, TNT e TruTV com Cartoon Network, Adult Swim, Boomerang e TCM. A união dos ativos da WarnerMedia Entertainment e da Warner Bros. Entertainment criou a WarnerMedia Studios & Networks Group. Casey Bloys passou a supervisionar as redes de cabo básico da WarnerMedia e o HBO Max. Ele trabalhava no grupo desde 2004, quando assumiu a direção de desenvolvimento da HBO Independent Productions, e havia se tornado presidente de programação da HBO e da Cinemax em maio de 2016. Em outubro de 2020, foi anunciado que a empresa planejava cortar mais de 1.000 empregos. A WarnerMedia pretendia reduzir os custos em pelo menos 20% para enfrentar a queda nos lucros causada pela pandemia de COVID-19.
Os planos de redução de custos incluíram uma proposta de venda da Warner Bros. Interactive Entertainment. A ideia foi abandonada com o crescimento do setor de jogos durante a pandemia e a recepção favorável, entre fãs e críticos, aos futuros jogos de DC Comics, Lego Star Wars e Harry Potter.
Em dezembro de 2020, a Crunchyroll foi vendida à Funimation, da Sony, por US$ 1,175 bilhão. A aquisição foi concluída em agosto de 2021.
Em 21 de dezembro de 2020, a WarnerMedia adquiriu a You.i TV, empresa de Ottawa, em Ontário, que desenvolvia ferramentas para criar aplicativos de streaming de vídeo para diferentes plataformas. Seus produtos já eram usados em serviços da WarnerMedia, entre eles o AT&T TV Now e os aplicativos dos canais Turner, e seriam empregados na expansão internacional do HBO Max.
Em 16 de maio de 2021, foi divulgada a existência de negociações entre a AT&T e a Discovery, Inc. para fundir esta última com a WarnerMedia. A Discovery operava principalmente canais de televisão e plataformas de conteúdo de não ficção e programas sem roteiro. A nova empresa teria ações negociadas em bolsa, divididas entre os acionistas dos dois grupos. A proposta de separação e fusão foi anunciada oficialmente no dia seguinte, com estrutura de Reverse Morris Trust. Os acionistas da AT&T receberiam 71% da empresa resultante, cuja direção ficaria com David Zaslav, então diretor-executivo da Discovery.
A Electronic Arts, que havia participado da disputa pela compra da Warner Bros. Interactive Entertainment, adquiriu desta o estúdio de jogos para dispositivos móveis Playdemic por US$ 1,4 bilhão em junho de 2021.
Em setembro de 2021, a WarnerMedia vendeu o TMZ à Fox Corporation por cerca de US$ 50 milhões. O TMZ passou a integrar a divisão Fox Entertainment.
Em novembro de 2021, Discovery e WarnerMedia discutiram um plano para unir os serviços de streaming HBO Max e Discovery+ em duas etapas. A primeira permitiria oferecer rapidamente os dois serviços em um pacote. Na segunda, eles seriam reunidos em um único serviço, com a mesma plataforma tecnológica. No mesmo mês, foi anunciado que a Discovery mudaria seu nome para Warner Bros. Discovery e reclassificaria e converteria suas ações em ações da WBD.
Em 22 de dezembro de 2021, foi anunciada a aprovação do acordo pela Comissão Europeia. Sua conclusão estava prevista para meados de 2022, condicionada à aprovação dos acionistas da Discovery e ao cumprimento de outras exigências.
Em 5 de janeiro de 2022, o The Wall Street Journal noticiou que WarnerMedia e ViacomCBS, depois renomeada Paramount Global, estudavam vender o controle ou a totalidade da The CW. A Nexstar Media Group era vista como uma das principais interessadas. As notícias também apontavam que WarnerMedia e ViacomCBS poderiam exigir, em contrato, que o novo proprietário comprasse programas das duas empresas, permitindo que elas mantivessem receitas provenientes da emissora. Mark Pedowitz, então presidente e diretor-executivo da rede, confirmou as negociações em um comunicado aos funcionários, mas acrescentou: "É cedo demais para especular sobre o que pode acontecer".
Em 26 de janeiro de 2022, foi divulgado que a fusão entre WarnerMedia e Discovery, Inc. deveria ser concluída no segundo trimestre daquele ano.
Em 1 de fevereiro de 2022, foi anunciado que a AT&T separaria a WarnerMedia em uma operação de US$ 43 bilhões. No mesmo mês, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, ou Cade, órgão brasileiro de defesa da concorrência, aprovou a fusão entre WarnerMedia e Discovery.
Em 9 de fevereiro de 2022, foi anunciada a aprovação do acordo pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. No dia seguinte, a Discovery anunciou que seus acionistas se reuniriam em 11 de março para votar a fusão. O acordo foi aprovado nessa assembleia.
Em 23 de fevereiro de 2022, foi divulgado que as empresas se preparavam para concluir a fusão em meados de abril. Em 25 de março, a AT&T anunciou que a separação da WarnerMedia ocorreria em 8 de abril, formalizando sua saída do setor de entretenimento.
Em 5 de abril, foram anunciadas as saídas de Kilar, de Ann Sarnoff, presidente do conselho e diretora-executiva da WarnerMedia Studios and Networks Group, e de Andy Forssell, vice-presidente executivo e gerente-geral do HBO Max. No dia seguinte, foram confirmadas as saídas da diretora financeira Jennifer Biry, do diretor de recursos humanos Jim Cummings, do diretor de receitas Tony Goncalves, da diretora de comunicação e inclusão Christy Haubegger, do diretor jurídico Jim Meza e do diretor de tecnologia Richard Tom. A fusão foi concluída em 8 de abril.
Com a fusão com a Discovery, Inc. para formar a Warner Bros. Discovery, a WarnerMedia encerrou suas atividades em 8 de abril. Seu nome empresarial, porém, permaneceu em uso em produtos de subsidiárias da WBD, como DVDs de séries e filmes do Cartoon Network e do Adult Swim.
Em abril de 2022, pouco antes da fusão que criou a Warner Bros. Discovery, a direção da WarnerMedia era composta por:
Em abril de 2022, suas divisões eram:
| WarnerMedia Studios & Networks | WarnerMedia News & Sports | WarnerMedia Sales & Distribution | WarnerMedia International | WarnerMedia Direct |
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A WarnerMedia Studios & Networks foi criada em agosto de 2020 com a união dos ativos da WarnerMedia Entertainment e da Warner Bros. Entertainment.
A WarnerMedia News & Sports foi formada em 4 de março de 2019 para administrar os negócios de notícias e esportes da Turner Broadcasting.
A WarnerMedia Sales & Distribution e a WarnerMedia International integravam a WarnerMedia Sales & International antes de sua divisão.
A WarnerMedia Direct, LLC era uma subsidiária da Warner Bros. Discovery responsável pelas operações do HBO Max.