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O Vinho Verde é um vinho português com denominação de origem controlada produzido na demarcação dos Vinhos Verdes, que remonta a 18 de Setembro de 1908, cobre o território entre os rios Douro e Minho, no noroeste de Portugal.
A produção de vinho verde distribui-se por 48 concelhos do noroeste de Portugal, envolvendo mais de 22.000 produtores. A região está dividida em 9 sub-regiões: Amarante, Ave, Baião, Basto, Cávado, Lima, Monção-Melgaço, Paiva e Sousa.

Os Vinhos Verdes são controlados e certificados como Denominação de Origem Controlada (DOC) pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), ostentando cada garrafa um selo de garantia.

As principais castas são, para os brancos, o Loureiro (comum no vale do rio Lima), o Alvarinho (Comum em Monção e Melgaço no vale do rio Minho), a Avesso (comum na sub região de Baião no vale do rio Douro) e o Arinto (conhecido localmente por Pedernã) e a Trajadura. Para os tintos são o Vinhão e para rosados o Espadeiro.
Em 2011 a Região dos Vinhos Verdes atingiu uma produção que ronda os 86,5 milhões de litros de vinho, na média do últimos 10 anos..
A produção em 2013 deverá cifrar-se em 75 milhões de litros, um crescimento de 15% face ao ano anterior, cerca de 10 milhões de litros serão de tinto, além de dois a três milhões de vinho rosado.
Mais de metade da produção é vendida no estrangeiro, ou seja, 60 milhões de garrafas de vinho.
Com exportações na ordem dos 51,7 milhões de euros, vinho verde praticamente esgotou a produção em 2015, aumentando o valor de vendas para o mercado internacional em 10% face ao ano anterior
Num ano em que o vinho verde chegou pela primeira vez ao mercado de mais de 100 países, os norte-americanos lideram isolados o culto do copo de verde, absorvendo 25% das exportações (12,5 milhões de euros), seguindo-se a Alemanha (9,3 milhões), França (6 milhões), Canadá (3,6 milhões) e a Suíça (2,2 milhões).
As exportações de vinho verde cresceram, em 2016, quase 10%, totalizando 59,8 milhões de euros. É o 12.º ano consecutivo dos verdes a bater máximos históricos nos mercados internacionais, sendo certo que as exportações já valem quase 50% das vendas totais da região.
A região conta com 16 mil hectares de vinha e uma área média de exploração próxima do hectare.
As exportações de vinho verde ultrapassaram em 2018, pela primeira vez, a fasquia dos 50 por cento do total vendido.
As vendas de vinho verde para fora de Portugal atingiram 64 milhões de euros, a um “preço médio de 2,2 a 2,3 euros por litro”, valor esse que equivale também a metade do total.
Os Estados Unidos e, a curta distância, a Alemanha continuam a ser os principais mercados externos entre os “mais de 100” onde o vinho verde chega, sendo que os norte-americanos destacam-se pelo valor pago, “perto de 20 milhões de euros”, e os alemães pelo volume comprado.