| Agente inteligente | |
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Diagrama de um agente reflexo simples | |
| Área de estudo | Inteligência artificial |
| Conceitos relacionados | Agente racional, agente de software e sistema multiagente |
| Parte da série sobre |
| Inteligência artificial (IA) |
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Um agente inteligente é uma entidade que percebe o ambiente ao seu redor e realiza ações nele para alcançar objetivos ou atender a preferências, com algum grau de autonomia. Dependendo de sua arquitetura, pode também aprender com a experiência e melhorar seu desempenho. Os agentes inteligentes vão dos mais simples aos altamente complexos: um termostato ou sistema de controle básico pode ser modelado como agente, assim como um ser humano. Em determinadas aplicações, entidades coletivas, como uma empresa, um Estado ou um bioma, também podem ser representadas como agentes, desde que o modelo defina suas percepções, ações e objetivos.
Na inteligência artificial, os agentes de IA são uma classe de agentes inteligentes que utiliza técnicas de IA para buscar objetivos, tomar decisões e interagir com ambientes físicos ou digitais. A expressão IA agêntica é por vezes utilizada como sinônimo, mas também designa sistemas mais abrangentes, frequentemente compostos por vários agentes coordenados, capazes de dividir tarefas e realizar ações ao longo de períodos prolongados.
O comportamento de um agente inteligente pode ser orientado por objetivos ou preferências, explícitos ou implícitos. Agentes racionais procuram escolher ações que maximizem o desempenho esperado de acordo com os critérios definidos, enquanto arquiteturas deliberativas podem elaborar e executar planos para alcançar esses objetivos. Agentes reflexos mais simples, porém, não precisam produzir planos. Por exemplo, um agente de aprendizagem por reforço possui uma função de recompensa que permite aos programadores orientar seu comportamento desejado. Da mesma forma, o comportamento de um algoritmo evolutivo é orientado por uma função de aptidão.
Os agentes inteligentes estudados na inteligência artificial têm estreita relação com os agentes econômicos da economia computacional baseada em agentes, e variantes desse paradigma são examinadas na ciência cognitiva, na ética, na filosofia da razão prática e em diferentes formas interdisciplinares de modelagem sociocognitiva e simulação social computacional.
Costuma-se representar os agentes inteligentes por meio de esquemas abstratos que descrevem como suas percepções e ações se relacionam, independentemente da implementação concreta. Para diferenciar os modelos teóricos de suas implementações no mundo real, essas descrições são chamadas de agentes inteligentes abstratos. Os agentes inteligentes também se relacionam aos agentes de software, programas autônomos que executam tarefas em nome dos usuários. Outra denominação, emprestada da economia, é "agente racional".
Stuart J. Russell e Peter Norvig descrevem a inteligência artificial como o estudo de agentes que recebem percepções do ambiente e executam ações. Nessa abordagem, um agente é qualquer entidade capaz de perceber o ambiente por meio de sensores e de atuar nele por meio de atuadores.
Um agente racional escolhe a ação que, levando em conta seu histórico de percepções, seus conhecimentos prévios e as ações disponíveis, tem a maior expectativa de maximizar sua medida de desempenho. Nesse sentido, a racionalidade não exige que o agente seja onisciente ou que tenha sucesso em todas as situações. O que importa é o resultado esperado de uma ação com base nas informações de que ele dispõe.
Na computação orientada a agentes, características como autonomia, capacidade de responder a mudanças no ambiente e comportamento proativo ou orientado a objetivos também são frequentemente utilizadas para descrevê-los. Uma das abordagens para modelar o raciocínio prático é a arquitetura de crença-desejo-intenção (BDI), que representa um agente a partir das informações que possui sobre o mundo, de seus objetivos e das linhas de ação que decidiu seguir.
A função objetivo, também chamada de função de metas, pode especificar o que um agente inteligente deve alcançar. Na teoria dos agentes racionais, a escolha das ações é avaliada por uma medida de desempenho, tendo em conta o que o agente sabe e os resultados esperados. Essa medida não equivale necessariamente a uma única função numérica implementada no programa, nem permite comparar de maneira absoluta a inteligência de agentes projetados para tarefas distintas.
Uma função objetivo pode ser:
Quando uma tarefa é formulada como problema de otimização, a função objetivo pode representar várias metas e os compromissos entre critérios que entram em conflito. A função objetivo de um carro autônomo, por exemplo, pode levar em conta segurança, velocidade e conforto dos passageiros.
Conceitos relacionados à orientação e à avaliação do comportamento dos agentes recebem nomes diferentes conforme o contexto, mas não são necessariamente equivalentes:
As metas e, por consequência, a função objetivo podem ser:
Alguns sistemas de inteligência artificial, como os algoritmos de busca pelo vizinho mais próximo, usam analogias para chegar a resultados em vez de seguir metas explicitamente definidas. Mesmo nesses casos, os objetivos podem estar implícitos nos dados de treinamento. É possível avaliar o desempenho desses sistemas por meio de testes de referência, tratando a execução de uma tarefa específica de classificação como se fosse sua "meta".
Sistemas que tradicionalmente não são considerados agentes, como os de representação do conhecimento e raciocínio, às vezes são incluídos nesse paradigma ao serem representados como agentes com uma meta, por exemplo, responder perguntas corretamente. Nesse caso, a noção de "ação" é ampliada para abranger o próprio ato de fornecer uma resposta.
Também é possível interpretar sistemas baseados em imitação como agentes que otimizam uma "função de metas" conforme a proximidade entre seu comportamento e aquilo que se deseja imitar. Nas redes adversárias generativas (GANs), propostas em 2014, um gerador produz amostras artificiais, por exemplo, imagens, procurando reproduzir a distribuição dos dados de treinamento, enquanto um discriminador tenta distinguir amostras reais das geradas. O gerador é treinado para aumentar a probabilidade de o discriminador cometer erros. Essa formulação original não se limitava à composição de textos humanos, embora técnicas adversárias tenham sido aplicadas posteriormente a diferentes tipos de dados.
Embora os sistemas de inteligência artificial simbólica frequentemente utilizem uma função de metas explícita, o paradigma também se aplica às redes neurais artificiais e à computação evolucionária.
A aprendizagem por reforço pode produzir agentes inteligentes que parecem agir com o propósito de maximizar uma "função de recompensa". Às vezes, em vez de fazer a função de recompensa coincidir diretamente com o critério de avaliação desejado, os programadores de aprendizado de máquina empregam a modelagem da recompensa, concedendo inicialmente recompensas a avanços parciais. Em 2018, Yann LeCun afirmou que "a maioria dos algoritmos de aprendizado desenvolvidos consiste, essencialmente, em minimizar alguma função objetivo". No xadrez, o AlphaZero utilizava uma função objetivo simples, baseada nos resultados das partidas: +1 ponto por vitória, −1 por derrota e 0 por empate.
A função objetivo de um carro autônomo seria mais complexa. A computação evolucionária pode desenvolver agentes inteligentes que parecem agir para maximizar uma "função de aptidão", que influencia a quantidade de descendentes que cada agente pode gerar.
O formalismo matemático do AIXI, desenvolvido por Marcus Hutter, foi proposto como um agente bayesiano universal capaz de maximizar recompensas esperadas sob determinadas hipóteses matemáticas. Sua alegada optimalidade refere-se a esse enquadramento teórico, e não à demonstração de uma inteligência máxima em qualquer situação real. O AIXI, porém, é não computável. No mundo real, os agentes inteligentes estão limitados pelo tempo e pelos recursos de hardware disponíveis, e os pesquisadores competem para criar algoritmos que obtenham pontuações cada vez maiores nos testes de referência usando o hardware existente.
O comportamento de um agente inteligente pode ser descrito matematicamente por uma função do agente. Ela determina o que o agente faz a partir daquilo que percebeu.
Uma percepção corresponde às informações recebidas pelos sensores do agente em determinado instante. Em um carro autônomo, por exemplo, essas percepções podem incluir imagens de câmeras, dados de lidar, coordenadas de GPS e leituras de velocidade. O agente utiliza essas informações e, possivelmente, o histórico de percepções para decidir sua próxima ação, como acelerar, frear ou virar.
A função do agente, geralmente representada por f, associa todo o histórico de percepções do agente a uma ação. Em termos matemáticos, isso pode ser escrito como:
em que:
É importante distinguir a função do agente, um conceito matemático abstrato, do programa do agente, que corresponde à implementação concreta dessa função.
A função do agente pode empregar diferentes formas de tomada de decisão, entre elas:
Russell e Norvig descrevem cinco tipos de arquitetura de agentes, diferenciados pelas informações usadas para decidir ações e pelos mecanismos de raciocínio e aprendizado. Essa classificação não deve ser entendida como uma escala universal que mede a inteligência de cada agente.

Os agentes reflexos simples agem apenas com base na percepção atual, sem levar em conta o restante do histórico de percepções. Sua função segue uma regra do tipo "se condição, então ação".
Como não mantém uma representação interna do ambiente, essa arquitetura é adequada sobretudo quando a percepção atual contém informação suficiente para escolher a ação. Em ambientes parcialmente observáveis, agentes reflexos simples podem falhar mesmo quando outras arquiteturas conseguem agir satisfatoriamente. Se o estado dos atuadores estiver incluído na percepção atual, o agente pode levar essa informação em conta sem armazenar um histórico. Se, em vez disso, mantiver um estado interno que resume percepções passadas, aproxima-se da arquitetura reflexa baseada em modelos.
Em ambientes parcialmente observáveis, agentes reflexos simples podem entrar em ciclos de ações repetidas. A escolha aleatória de ações pode, em algumas circunstâncias, ajudá-los a sair desses ciclos, embora não resolva todas as limitações decorrentes da falta de informação sobre o ambiente.
Um termostato doméstico que liga ou desliga um dispositivo quando a temperatura ultrapassa determinado limite é um exemplo de agente reflexo simples.

Um agente baseado em modelo consegue lidar com ambientes parcialmente observáveis. Seu estado atual é armazenado internamente, em uma estrutura que descreve aspectos do mundo que não podem ser observados diretamente. Esse conhecimento de "como o mundo funciona" é chamado de modelo do mundo, daí a denominação agente baseado em modelo.
Um agente reflexo baseado em modelo deve manter algum tipo de modelo interno que dependa do histórico de percepções e reflita ao menos parte dos aspectos não observados do estado atual. Com esse modelo e o histórico de percepções, o agente pode atualizar uma estimativa do estado do ambiente e prever como suas ações poderão modificá-lo. A escolha da ação ocorre, então, de maneira semelhante à de um agente reflexo.
Um agente também pode utilizar modelos para descrever e prever o comportamento de outros agentes presentes no mesmo ambiente.

Os agentes baseados em objetivos ampliam as capacidades dos agentes baseados em modelos ao utilizar informações sobre os "objetivos". Essas informações descrevem situações desejáveis e permitem que o agente escolha entre várias possibilidades, selecionando a que o leva a um estado desejado. A busca e o planejamento automatizado são subáreas da inteligência artificial dedicadas a encontrar sequências de ações capazes de alcançar os objetivos do agente.
O aspirador robótico Roomba é um exemplo de sistema com tarefas orientadas a objetivos. O ChatGPT também pode assumir funções de agente baseado em objetivos quando integrado a recursos capazes de planejar etapas e executar ações com ferramentas externas. Uma simples interface de conversação, sem essas capacidades, não basta para caracterizar tal arquitetura.

Os agentes baseados em objetivos apenas diferenciam estados que satisfazem os objetivos daqueles que não os satisfazem. Também é possível definir uma medida de quanto determinado estado é desejável. Essa medida pode ser obtida com uma função de utilidade, que associa um estado ao seu grau de utilidade. Uma medida de desempenho mais geral deve permitir comparar diferentes estados do mundo conforme o grau em que atendem às metas do agente. O termo utilidade pode expressar o quanto o agente está "satisfeito".
Um agente racional baseado em utilidade escolhe a ação que maximiza a utilidade esperada de seus resultados, isto é, o benefício que espera obter, em média, considerando as probabilidades e as utilidades de cada resultado. Para isso, o agente precisa representar e acompanhar seu ambiente, tarefas que motivaram numerosas pesquisas sobre percepção, representação, raciocínio e aprendizado.

O aprendizado permite que agentes comecem a operar em ambientes desconhecidos e, gradualmente, ultrapassem os limites de seu conhecimento inicial. Uma distinção importante nesses agentes é a separação entre o "elemento de aprendizado", responsável por melhorar o desempenho, e o "elemento de desempenho", que escolhe as ações executadas no ambiente.
O elemento de aprendizado recebe informações de um "crítico", que avalia o desempenho do agente, e decide como ajustar o elemento de desempenho, também chamado de "ator", para obter resultados melhores. O elemento de desempenho, antes considerado o agente inteiro, interpreta percepções e executa ações.
O último componente, o "gerador de problemas", sugere experiências novas e informativas que estimulam a exploração e novas melhorias.
Outra classificação de arquiteturas de agentes, apresentada na literatura de sistemas multiagentes e em obras organizadas por Gerhard Weiss, distingue quatro grupos:
Em 2013, Alexander Wissner-Gross e Cameron Freer propuseram um modelo físico que relaciona forças entrópicas causais à capacidade de manter possibilidades futuras de ação. Em simulações simples, o mecanismo produziu comportamentos semelhantes ao uso de ferramentas e à cooperação. Trata-se de uma proposta teórica sobre comportamentos adaptativos, não de uma fórmula universal da inteligência comprovada experimentalmente.
Os agentes inteligentes podem ser organizados hierarquicamente em vários "subagentes". Eles desempenham funções de nível inferior e, junto com o agente principal, formam um sistema completo capaz de executar tarefas complexas e alcançar objetivos difíceis.
Um agente pode ser descrito em termos de sensores, atuadores e mecanismos de controle. Os sensores recebem informações do ambiente e os mecanismos de controle determinam comandos para os atuadores. Em sistemas complexos, um único controlador central pode ser lento demais para conciliar reações imediatas e planejamento de longo prazo. Por isso, algumas arquiteturas distribuem o controle por diversas camadas, equilibrando as respostas rápidas das tarefas de nível inferior e o raciocínio mais deliberado necessário aos objetivos de nível superior.
A expressão "agente inteligente" também costuma ser usada de maneira vaga, às vezes como sinônimo de "assistente pessoal virtual". Algumas definições do século XX apresentam o agente como um programa que auxilia um usuário ou age em seu nome. São exemplos de agentes de software, e a expressão "agente de software inteligente", isto é, um agente de software dotado de inteligência, por vezes é abreviada para "agente inteligente".
Em trabalhos da década de 1990 sobre sistemas inteligentes adaptativos, Nikola Kasabov e colaboradores associaram a adaptação a mecanismos de aprendizado, memória e reorganização de módulos. Uma caracterização histórica dessa linha de pesquisa reúne as seguintes capacidades, que não constituem requisitos obrigatórios para todo tipo de agente inteligente:
Não existe uma definição única e universalmente aceita de agente de IA, e diferentes áreas e organizações empregam critérios parcialmente distintos. No contexto da inteligência artificial generativa, agentes de IA podem combinar modelos, memória e ferramentas para atuar em ambientes complexos. Alguns são sistemas compostos por vários componentes ou por diversos agentes, mas nem todo agente de IA é um sistema multiagente, e nem todo sistema composto de IA apresenta autonomia na escolha das ações.
Os sistemas de IA agêntica podem tanto produzir conteúdo quanto tomar decisões e executar ações em ferramentas e serviços. Conforme o grau de autonomia e o risco da tarefa, podem funcionar sem instruções humanas a cada etapa, mas ainda requerem limites operacionais, verificações e, em certas situações, supervisão humana. Esses agentes podem incorporar sistemas de memória para registrar interações anteriores com usuários e programas de orquestração para organizar seus componentes. A distinção técnica entre um fluxo automatizado e um agente mais autônomo está no grau em que as próximas ações e o uso de ferramentas são escolhidos pelo próprio sistema, em vez de seguir exclusivamente etapas pré-programadas.
O conceito de IA agêntica já foi comparado ao personagem fictício J.A.R.V.I.S..
Uma aplicação frequente dos agentes de IA é a automação de tarefas, como organizar reservas e outros aspectos de uma viagem a partir de uma solicitação do usuário formulada por meio de prompts. Para executar essas tarefas, o sistema pode precisar consultar informações atualizadas, utilizar ferramentas externas e solicitar autorização antes de realizar ações com consequências para o usuário.
A ampliação dessas capacidades trouxe novas questões sobre a segurança do acesso a ferramentas, a proteção de dados, a precisão dos resultados e a interoperabilidade entre sistemas. Em fevereiro de 2026, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos anunciou uma iniciativa de padronização de agentes de IA, voltada à segurança e à interoperabilidade. A revisão conceitual publicada no mesmo mês pela OCDE também destacou a necessidade de avaliações mais rigorosas sobre autonomia, confiabilidade e supervisão humana.
A modelagem baseada em agentes para carros autônomos já era discutida em 2003. Hallerbach e colaboradores estudaram o uso de abordagens baseadas em agentes para desenvolver e validar sistemas de direção automatizada. Seu método incluía um gêmeo digital do veículo em teste e simulações microscópicas de tráfego com agentes independentes.
A Waymo desenvolveu um ambiente de simulação multiagente chamado Carcraft para testar algoritmos de carros autônomos. O sistema simula interações entre motoristas humanos, pedestres e veículos automatizados. Agentes artificiais reproduzem comportamentos humanos com base em dados do mundo real.
A plataforma Agentforce, da Salesforce, permite criar agentes autônomos para executar tarefas. A Transportation Security Administration (TSA), agência de segurança dos transportes dos Estados Unidos, vem adotando tecnologias de verificação automatizada de identidade de passageiros por meio de documentos e biometria, além de estudar outras aplicações de inteligência artificial na segurança aeroportuária. Em agosto de 2025, anunciou testes de portões eletrônicos capazes de comparar dados biométricos com documentos de identificação e cartões de embarque. Esses mecanismos automatizados não demonstram, por si só, a presença de agentes de IA agêntica, que pressupõem capacidades adicionais de decisão e ação. Em 5 de março de 2026, a Amazon Web Services lançou o Amazon Connect Health, um serviço de IA agêntica destinado a fluxos de trabalho na área da saúde. No lançamento, oferecia funções de verificação de pacientes e documentação clínica em disponibilidade geral, enquanto o gerenciamento de consultas, os resumos de informações clínicas e a codificação médica estavam disponíveis em prévia. A plataforma foi concebida para apoiar agendamento, documentação e outros processos administrativos e clínicos. A AWS classifica o serviço como elegível para uso sujeito à legislação estadunidense HIPAA, mas essa elegibilidade não dispensa as instituições usuárias de suas próprias obrigações de conformidade.
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