Alexandre Giordano | |
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| Senador por São Paulo | |
| Período | 31 de março de 2021 até a atualidade |
| Antecessor(a) | Major Olímpio |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Alexandre Luiz Giordano |
| Nascimento | 26 de junho de 1973 (53 anos) São Paulo, SP |
| Nacionalidade | Brasileiro |
| Progenitores | Mãe: Maria Pereira Giordano |
| Partido | |
| Profissão | político e empresário |
Alexandre Luiz Giordano (São Paulo, 26 de junho de 1973) é um empresário e político brasileiro filiado ao Podemos (PODE). Foi eleito, em 2018, primeiro suplente de senador pelo estado de São Paulo, na chapa de Major Olímpio, tendo assumido o cargo após a morte do titular em 31 de março de 2021. Ele é casado e tem dois filhos.
Eleito em 2018 primeiro suplente de senador na chapa de Major Olímpio (titular) e Marcos Pontes (segundo suplente). Com a morte de Olímpio, assumiu o cargo em 31 de março de 2021.
Em agosto de 2021, Alexandre Giordano filiou-se ao MDB. Antes disso, fez parte do Partido Social Liberal (PSL), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Partido Verde (PV).
Giordano foi apontado como peça chave do acordo entre Brasil e Paraguai para a venda da energia paraguaia excedente da Usina Hidrelétrica de Itaipu à empresa Léros. Essa crise quase levou a um processo de impeachment de Mario Abdo Benítez, então presidente do Paraguai.
Na cidade de São Paulo, às vésperas das eleições municipais de 2024, o senador declarou seu apoio a, Guilherme Boulos (PSOL). Mesmo sendo companheiro de partido de Ricardo Nunes, o senador ganhou pequena notoriedade após criticar a ideia do prefeito anunciar um policial militar da reserva, cel. Mello Araújo, como companheiro na chapa de Nunes à sua reeleição.