Erika Hilton

Erika Hilton
Erika em 2024
Deputada Federal por São Paulo
Período1.º de fevereiro de 2023 até
à atualidade
Legislatura57.ª legislatura (2023–2027)
Vereadora de São Paulo
Período1.º de janeiro de 2021 até
1.º de fevereiro de 2023
Legislatura18ª (2021–2023)
Dados pessoais
Nome completoErika Santos Silva
Nascimento9 de dezembro de 1992 (33 anos)
Franco da Rocha, São Paulo, Brasil
Nacionalidadebrasileira
Alma materUniversidade Federal de São Carlos (UFSCar)
PartidoPSOL (2015–presente)
Profissão
Websiteerikahilton.com.br/erika-hilton

Erika Santos Silva (Franco da Rocha, 9 de dezembro de 1992), mais conhecida como Erika Hilton, é uma política, ativista e modelo brasileira, exercendo o mandato de deputada federal por São Paulo desde fevereiro de 2023. Identifica-se como mulher trans e travesti. É filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e atua em diversas causas, principalmente as voltadas aos direitos das pessoas negras e LGBT.

Nas eleições estaduais em São Paulo de 2018, integrou o mandato coletivo da Bancada Ativista, encabeçado por Mônica Seixas. Nas eleições municipais de 2020, foi eleita vereadora de São Paulo com 50 508 votos, tornando-se a primeira mulher trans eleita para a Câmara Municipal de São Paulo e a candidata mulher mais votada na cidade, assim como a mulher mais votada para vereadora em todo o Brasil nessa eleição. Durante o mandato, discutiu questões de gênero, desigualdade e foi responsável pela criação da CPI da Transfobia, entre outros feitos. Devido à visibilidade alcançada, ganhou, em 2021, o prêmio "Generation Change" no MTV Europe Music Awards.

Em 2022, ingressou na disputa eleitoral por uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo, conquistando o cargo de deputada federal com 256 903 votos. No mandato parlamentar, em 2023, apresentou o Projeto de Lei 2245/2023, que deu origem à Lei n.º 14.821/2024, responsável pela instituição da Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para a População em Situação de Rua, destinada a promover o acesso ao trabalho, à renda e à qualificação profissional. Em 2024, foi contra a PEC da Blindagem, que ampliaria a proteção de parlamentares contra investigações e processos criminais e civis, e apresentou a PEC 8/2025, sobre a redução da jornada de trabalho, analisada em conjunto com a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A PEC 8/2025 foi apensada à PEC 221/2019, cujo texto substitutivo deu origem à Emenda Constitucional n.º 141/2026.

Foi reconhecida como uma das "100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo" pela BBC em 2022. Em 2023, ficou em segundo lugar na votação popular da categoria "Melhores na Câmara" do Prêmio Congresso em Foco, além de integrar o grupo de deputados distinguidos pelo júri especializado. Em 2024, Erika se tornou a primeira pessoa trans a liderar uma bancada na Câmara dos Deputados, ao assumir a liderança da Federação PSOL–REDE. No mesmo ano, venceu a votação popular da categoria "Melhores na Câmara" do Prêmio Congresso em Foco. Em março de 2026, foi eleita para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. Foi reeleita deputada federal nas eleições parlamentares no Brasil em 2026, recebendo 1 596 472 votos, a maior votação registrada por uma mulher em uma eleição para a Câmara dos Deputados do Brasil.

Primeiros anos

Erika nasceu em Franco da Rocha, em 9 de dezembro de 1992, cresceu na periferia de Francisco Morato, na região metropolitana da capital paulista. Criada pela mãe, tias e avós, aos 14 anos foi morar com uma tia em Itu, no interior de São Paulo, após conflitos familiares. Dois meses depois, sua mãe também se mudou para a cidade, e ambas se reconciliaram.

Durante a adolescência, enfrentou conflitos familiares relacionados à sua expressão de gênero e à religião, tendo frequentado a Congregação Cristã no Brasil. Por volta dos 16 anos, voltou a ser expulsa de casa, passando a viver em situação de rua e recorrendo à prostituição para sobreviver. Cerca de seis anos depois, retomou contato com a mãe, voltou a morar com ela e prosseguiu os estudos.

Formação acadêmica

Após concluir o ensino médio por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ingressou na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2017, onde cursou Gerontologia e Pedagogia. Durante os estudos universitários aproximou-se do movimento estudantil.

Carreira política

Erika Hilton durante a Marcha contra a Transfobia de 2017 na Avenida Paulista

Iniciou sua carreira política em 2015, após uma disputa com uma empresa de ônibus. Ao solicitar uma carteira de transporte estudantil em Itu, a empresa se recusou a incluir seu nome social no documento. O Decreto estadual n.º 55 588/2010 assegurava o uso do nome social nos órgãos da administração pública paulista, mas não abrangia diretamente as empresas privadas. Erika lançou petições online defendendo o direito de pessoas trans escolherem seus próprios nomes. Após grande engajamento, acabou obtendo êxito. Com a repercussão do caso, Erika ganhou reputação como defensora dos direitos de pessoas trans e começou a receber convites para dar palestras em universidades.

Em 2016, aceitou concorrer ao cargo de vereadora de Itu pelo PSOL, mas os militantes que fizeram seu registro, inexperientes, cometeram um erro, causando a sua não homologação.

Bancada Ativista

Erika Hilton na marcha do orgulho trans de 2019, em São Paulo.
Marcha do Orgulho Trans, em 2019

Em 2018, Erika Hilton recebeu o convite para integrar a Bancada Ativista. O grupo que reunia nove pessoas lançou uma candidatura coletiva para uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP). A Bancada Ativista, representada oficialmente por Mônica Seixas, foi eleita com 149 844 votos e Erika, junto com Mônica e outras sete pessoas assumiram um mandato compartilhado, algo inédito na ALESP. Erika foi nomeada assessora, recebendo salário correspondente à função, embora atuasse quase como parlamentar. Para comportar a estrutura diferente a ALESP abriu exceções, como permitir a foto de todos os membros do coletivo na porta do gabinete.

A experiência no mandato coletivo foi marcada por divergências internas sobre prioridades políticas e a participação dos integrantes na condução do gabinete. Em entrevista à Folha de S.Paulo em novembro de 2020, Erika afirmou que sua experiência na Bancada Ativista não havia sido satisfatória, por considerar que as pautas que defendia tinham perdido espaço e que faltava alinhamento ideológico entre os participantes.

Em abril de 2019, após o deputado estadual Douglas Garcia (PSL) afirmar no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo que retiraria à força uma mulher trans de um banheiro feminino, Erika, então integrante da Bancada Ativista, declarou que ela e a deputada Erica Malunguinho se sentiram ameaçadas pelas palavras do parlamentar. As declarações de Garcia ocorreram durante um debate com Malunguinho, que apresentou uma representação por quebra de decoro contra ele. Em agosto, o Conselho de Ética da Assembleia aplicou a Garcia uma advertência verbal.

Vereadora de São Paulo (2021–2023)

Campanha eleitoral para as eleições municipais de 2020

Deixou o mandato na ALESP em 2020 para lançar sua candidatura para vereadora em São Paulo. Foi eleita com 50 508 votos, sendo a sexta candidatura mais votada para a Câmara Municipal de São Paulo, a mulher mais votada para vereadora no Brasil nas eleições de 2020 e a primeira mulher trans eleita para a Câmara paulistana. No mesmo pleito Thammy Miranda (PL) foi o primeiro homem trans a ser eleito naquela casa com 43 321 votos, sendo o 9.º mais votado na cidade.

A eleição de Hilton teve repercussão na imprensa internacional, incluindo reportagens da revista norte-americana Out e do jornal francês L'Obs.

No dia 27 de dezembro de 2020, antes de assumir o mandato como vereadora de São Paulo, Hilton acionou o Ministério Público contra atos do prefeito Bruno Covas (PSDB) e do governador João Doria (PSDB) que retiraram a gratuidade para idosos acima de 60 anos no transporte público de São Paulo. Assumiu o mandato de vereadora em 1.º de janeiro de 2021 na 18.ª legislatura da Câmara Municipal de São Paulo. Concorreu à presidência da Câmara , sendo derrotada pelo vereador Milton Leite (DEM), por 49 votos a 6, recebendo apoio apenas de seu partido.

Em 26 de janeiro de 2021, um homem que se identificava como "garçom reaça" compareceu ao gabinete de Hilton na Câmara Municipal de São Paulo e insistiu em falar com ela. A parlamentar registrou um boletim de ocorrência por ameaça e solicitou medidas de proteção. A Câmara Municipal informou que, após examinar imagens do circuito de segurança, não identificou ameaças à segurança da vereadora no episódio. Em fevereiro, a Polícia Civil informou que investigava uma possível ligação entre esse caso e denúncias de ataques contra as integrantes de mandatos coletivos Carolina Iara e Samara Sosthenes, também do PSOL.

Durante o mandato como vereadora da cidade de São Paulo, Erika Hilton teve como prioridade as temáticas relacionadas à defesa e preservação dos Direitos Humanos, o combate à fome, a defesa da saúde pública e gratuita, bem como o foco nas políticas públicas para a população LGBT. Erika debateu tais questões no âmbito da Câmara Municipal de São Paulo e teve ampla atuação e repercussão, sendo escolhida líder da bancada do PSOL na casa, a terceira maior da capital paulista, em 9 de maio de 2022.

Foi eleita e reeleita, por unanimidade, a presidente da Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Cidadania, tornando-se a primeira representante do PSOL a presidir uma Comissão na cidade de São Paulo e uma das primeiras pessoas trans a alcançar tal feito no Brasil. Foi, ainda, membra titular da Comissão de Administração Pública e suplente da Comissão de Educação e Cultura.

Projetos de lei

Entre os projetos de autoria de Erika Hilton esteve o PL 465/2021, apresentado em coautoria com outros sete vereadores, que deu origem à Lei Municipal n.º 17 752, de 24 de janeiro de 2022, responsável pela criação do Fundo Municipal de Combate à Fome. O PL 22/2021, de autoria de Erika, resultou na Lei Municipal n.º 17 609, de 20 de agosto de 2021, que incluiu no calendário oficial o Dia Municipal pela Vacinação e em Defesa das Trabalhadoras da Saúde, celebrado anualmente em 17 de janeiro. Outro projeto do qual Erika foi coautora foi o PL 136/2021, apresentado por Silvia da Bancada Feminista e subscrito por outros quinze vereadores. Convertido na Lei Municipal n.º 17 579, de 26 de julho de 2021, estabeleceu procedimentos para o encaminhamento de solicitações de acolhimento emergencial e de auxílio-aluguel destinadas a mulheres em situação de violência doméstica. O benefício de auxílio-aluguel já estava previsto na legislação municipal desde 2020.

A vereadora foi ainda autora do Projeto de Decreto Legislativo 9/2022, aprovado pela Câmara Municipal, que concedeu o título de Cidadã Paulistana à educadora Paula Beatriz, entregue em 28 de junho de 2022. Em coautoria com Eduardo Suplicy, Elaine do Quilombo Periférico e Luana Alves, apresentou o PL 800/2021, que deu origem à Lei Municipal n.º 17 863, de 21 de dezembro de 2022, responsável pela denominação de uma praça no distrito da Penha em homenagem à ativista trans Amanda Marfree. O PL 566/2021, apresentado por Erika em coautoria com Luana Alves e Elaine do Quilombo Periférico, propôs denominar uma rua no distrito do Grajaú em homenagem a Xica Manicongo. Aprovado em segunda discussão em 7 de junho de 2022, o projeto foi integralmente vetado pelo prefeito Ricardo Nunes em 8 de julho do mesmo ano, com a justificativa de insuficiência da descrição da via para sua identificação. Em 28 de outubro de 2026, o veto ainda constava da pauta de apreciação da Câmara Municipal.

Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo sedia discussão sobre cota em empresas para pessoas LGBT, em 2019

Segundo levantamento publicado em 2024 pela revista piauí, após cerca de dois anos de mandato municipal, Erika havia apresentado 161 projetos de lei, dos quais 18 tinham sido aprovados, cinco vetados e 138 permaneciam em tramitação à época do levantamento.

Audiências públicas e emendas parlamentares

A Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Cidadania, presidida por Erika Hilton, realizou, em 28 de junho de 2021, uma audiência pública sobre políticas de prevenção e tratamento do HIV/Aids no município de São Paulo.

Também em 2021, Erika Hilton e Silvia da Bancada Feminista apresentaram o Projeto de Resolução 2/2021, que propunha a criação da Frente Parlamentar LGBTQIA+ por Direitos e Cidadania na Câmara Municipal de São Paulo. O projeto foi arquivado em janeiro de 2025, ao término da legislatura.

Durante o auge da pandemia Erika Hilton ofereceu um milhão de reais em emendas parlamentares para a compra de vacinas pela prefeitura de São Paulo. Também anunciou que destinaria um milhão em emendas para o Fundo Municipal de Combate à Fome e promoveu, em parceria com a SP Escola de Teatro, uma campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores.

Comissão de Direitos Humanos

Na Comissão Extraordinária de Direitos Humanos, Erika Hilton liderou os trabalhos do organismo, sendo eleita por dois mandatos a presidenta da comissão. Sob a sua condução em 2021 foram realizadas 12 reuniões ordinárias, 7 reuniões extraordinárias, 9 audiências públicas e 2 seminários, com a aprovação de 55 requerimentos.

Como Presidenta da Comissão, Erika Hilton participou de uma série de visitas a diferentes serviços de acolhimento da Prefeitura, instalações nas quais pessoas em situação de grave vulnerabilidade social recebem acolhimento, atendimento e apoio para reinserção no mercado de trabalho e na sociedade. As visitas tinham como objetivo avaliar a infraestrutura do espaço e fiscalizar o trabalho de acolhida. Da mesma forma foram feitas visitas à Praça Princesa Isabel e à Praça da Sé para avaliar a situação dos direitos das pessoas em situação de rua que se alojaram nesses locais.

Entre as atividades da comissão durante a presidência de Erika Hilton estiveram a criação do Observatório contra a Fome na cidade de São Paulo, debates sobre a visibilidade intersexo, a realização de audiências públicas sobre as políticas públicas para HIV/AIDS no Município de São Paulo e sobre a saúde da população negra, dentre outras, além da questão do acesso e gestão dos serviços da assistência social que atendem e acolhem a população em situação de rua.

Da mesma forma, o Agosto Indígena e a fome/segurança alimentar também foram objeto de audiências convocadas pela comissão. Além disso, houve a realização de seminários sobre a ocupação de edifícios antigos na cidade, bem como reuniões nas quais a pauta discutiu o trabalho análogo à escravidão e a qualidade da educação durante o período pandêmico.

Comissão de Administração Pública

Como membra titular da Comissão de Administração Pública, fórum responsável por opinar sobre matérias destinadas à estruturação de órgãos da Administração e sobre temas gerais da Administração como o funcionalismo público e prestação de serviços públicos, Erika e Arselino Tatto apresentaram o requerimento que deu origem à audiência pública sobre o Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo.

Erika Hilton teve como atribuição a relatoria de diversas proposições legislativas em trâmite na Comissão. Dentre eles destacam-se o PR n.º 14/2020, que dispõe sobre a criação do Fundo Municipal de Garantia dos Direitos das Mulheres, o PL n.º 14/2020, que propunha a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Periferia, o PL n.º 267/2018, que estabelece penalidades aos estabelecimentos que pratiquem atos de discriminação em São Paulo e o PL n.º 436/2019, que defende acrescentar nas escolas municipais o ensino a respeito de educação financeira.

Durante a tramitação do PL 292/2022, de autoria do Executivo municipal, Erika criticou a proposta de reestruturação da carreira e da remuneração da Guarda Civil Metropolitana, por considerar que não atendia às principais reivindicações da categoria. O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal em 8 de junho de 2022, dando origem à Lei Municipal nº 17.812, de 9 de junho de 2022.

CPI da Transfobia

Bate-papo com Hilton organizado pelo Centro de Estudos Feministas Interdisciplinares da Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República, Uruguai (2021)

Por iniciativa de Erika Hilton, a Câmara Municipal de São Paulo instalou, em 24 de setembro de 2021, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Violência Contra Pessoas Trans e Travestis, destinada a investigar a violência contra essa população no município. Hilton foi eleita presidente da comissão, que teve Eduardo Suplicy como vice-presidente e Cris Monteiro como relatora. Em 19 de agosto de 2022, a CPI aprovou seu relatório final, com 189 recomendações dirigidas a 33 instituições públicas e privadas. As recomendações abrangeram áreas como saúde, segurança pública, educação, assistência social, retificação de documentos, sistema prisional e empregabilidade.

Iniciativas judiciais

Em janeiro de 2021, Erika Hilton recorreu à Justiça para obter a identificação dos responsáveis por 50 perfis em redes sociais que, segundo a parlamentar, haviam publicado ameaças e ofensas racistas e transfóbicas contra ela. Em abril, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a quebra de sigilo de 49 contas (um dos perfis não foi localizado).

Segundo comunicado de seu gabinete, em maio de 2021, Erika participou, juntamente com o vereador Eduardo Suplicy e movimentos sociais, das iniciativas que resultaram na suspensão de uma ordem de reintegração de posse da Ocupação Rio Branco. Em julho do mesmo ano, solicitou ao Ministério Público a apuração de possíveis omissões da Prefeitura no acolhimento de pessoas em situação de rua durante períodos de frio intenso. Em outubro de 2021, Erika integrou um grupo de 20 parlamentares que apresentou ao Ministério Público de Minas Gerais uma representação contra o jogador de vôlei Maurício Souza, devido a publicações que os signatários consideraram homofóbicas.

Em abril de 2022, Erika fez uma representação ao Ministério Público de São Paulo, solicitando a investigação do uso de um milhão de reais em recursos da segurança pública estadual para reforçar o policiamento de uma motociata com a participação do então presidente Jair Bolsonaro, realizada em 15 de abril. Em maio do mesmo ano, Erika e a vereadora Linda Brasil enviaram um apelo urgente ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, solicitando o acompanhamento das investigações sobre a morte de Genivaldo de Jesus Santos durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe.

Em julho de 2022, Erika apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime contra Jair Bolsonaro por declarações que considerou homofóbicas e transfóbicas, proferidas durante um evento religioso em Imperatriz, no Maranhão. A ministra Rosa Weber encaminhou o pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR). Em 27 de fevereiro de 2023, o relator Dias Toffoli extinguiu o procedimento, por entender que cabia à PGR a iniciativa de requerer a abertura de investigação criminal perante o STF.

Inclusão de transmasculinidades em política pública municipal de São Paulo

Em decisão unânime, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo julgou inconstitucional a Lei Municipal n.º 17 574/21, que Institui o Programa de cuidados com as estudantes nas escolas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo e determinou a inclusão de pessoas transmasculinas em políticas públicas originalmente direcionadas apenas a mulheres cisgênero.

A ação direta de inconstitucionalidade foi articulada pelo mandato de Erika Hilton e proposta pelo PSOL, depois que a lei foi sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes. Durante a tramitação do projeto de lei que se tornaria a Lei Municipal n.º 17 574, a vereadora Erika Hilton e o vereador Thammy Miranda, apresentaram um substitutivo ao texto com o objetivo promover a modificação dos pronomes pessoais utilizados no texto original, que estavam direcionados exclusivamente a mulheres cisgênero.

Deputada federal (2023–presente)

Eleição e posse

Erika Hilton e Thabatta Pimenta no lançamento da Frente Parlamentar LGBTI em 2023

Em março de 2022, Erika Hilton anunciou que concorreria ao cargo de deputada federal pelo PSOL de São Paulo. "Minha pretensão de ir a Brasília é pela necessidade de refundação do Brasil", declarou à Folha de S.Paulo na ocasião. Foi eleita deputada federal com 256 903 votos.

Assumiu o mandato como deputada federal em 1.º de fevereiro de 2023 como a primeira mulher negra e travesti a ocupar o cargo na história. Uma das pautas do mandato de Erika é a inclusão de pessoas trans e travestis no mercado de trabalho.

Nas eleições parlamentares no Brasil em 2026, realizadas em 4 de outubro, foi reeleita deputada federal por São Paulo, com 1 596 472 votos, correspondentes a 6,73% dos votos válidos no estado, obtendo a segunda maior votação entre os candidatos eleitos por São Paulo e superando o recorde de votos de uma mulher para a Câmara dos Deputados, anteriormente pertencente a Joice Hasselmann, que havia recebido 1 078 666 votos em 2018.

Comissões, frentes e liderança parlamentar

Em maio de 2023 foi eleita por unanimidade como vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados.

Em 30 de agosto de 2023, como 2.ª Vice-Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, compôs a mesa e participou do debate em audiência pública destinada a debater as "Condições dos cárceres, a prevenção e o combate à tortura e o sistema de justiça no Brasil".

Em resposta à votação do Projeto de Lei 5 167/2009, Erika liderou a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Cidadania e dos Direitos da Comunidade LGBT, lançada em 19 de setembro de 2023 com o apoio de mais de 210 deputados e senadores. O objetivo principal do grupo é fomentar a promoção e proteção dos direitos das pessoas LGBT no Brasil. Erika foi escolhida como presidente da Frente.

Em 21 de fevereiro de 2024, Erika Hilton assumiu a liderança da bancada da Federação PSOL REDE na Câmara dos Deputados do Brasil, tornando-se a primeira mulher trans a liderar uma bancada na Casa.

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher
Reunião de Instalação e Eleição de Presidente e Vice-Presidentes. Dep. Célia Xakriabá (PSOL-MG). Dep. Erika Hilton (PSOL-SP). Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ).

Em 11 de março de 2026, Erika Hilton foi eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados por um ano, apesar de campanha contrária do PL, com 11 votos a favor e 10 brancos, sucedendo a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG). No discurso de posse, lembrou que é a primeira mulher trans a presidir a comissão.

Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres: das mães solo, das mulheres trabalhadoras, das mulheres negras, indígenas e das que lutam por sobrevivência e dignidade em todos os cantos deste país

— Discurso de posse de Erika

Atuação legislativa

Em abril de 2023, apresentou o PL 2245/2023, que instituiu a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para a População em Situação de Rua (PNTC PopRua). A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada sem vetos em 16 de janeiro de 2024, convertendo-se na Lei Federal nº 14.821/2024. A política estabelece medidas para promover o acesso da população em situação de rua ao trabalho, à renda, à qualificação profissional e à elevação da escolaridade, incluindo mecanismos de apoio à inserção produtiva e de articulação entre os poderes públicos.

Em setembro de 2023, participou, na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, da discussão do PL 580/2007, apresentado originalmente por Clodovil Hernandes para regulamentar o contrato civil de união homoafetiva, e de seus projetos apensados, entre os quais o PL 5167/2009, que pretendia impedir a equiparação das relações entre pessoas do mesmo sexo ao casamento ou à entidade familiar. Após sucessivos adiamentos em setembro, a comissão aprovou, em 10 de outubro, por 12 votos a 5, o parecer com substitutivo apresentado pelo deputado Pastor Eurico (PL-PE), favorável à rejeição do texto original do PL 580/2007 e à aprovação do PL 5167/2009 com alterações, estabelecendo que nenhuma relação entre pessoas do mesmo sexo poderia equiparar-se ao casamento, à união estável ou à entidade familiar. Hilton manifestou-se contra o parecer e apresentou, juntamente com Pastor Henrique Vieira, um voto em separado.

Em fevereiro de 2024, participou da apresentação do PL 475/2024, em coautoria com outras deputadas, incluindo Professora Luciene Cavalcante e Célia Xakriabá. A proposta recebeu um substitutivo da relatora Socorro Neri, aprovado pela Câmara dos Deputados em março de 2024, sendo posteriormente aprovada pelo Senado. Sancionada em 24 de abril de 2025 como Lei Federal nº 15.124/2025, passou a proibir critérios discriminatórios contra estudantes e pesquisadores em razão de gestação, parto, nascimento de filhos, adoção ou guarda judicial, nos processos de seleção e renovação de bolsas de estudo e pesquisa.

Em 13 de novembro de 2024, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial aprovou um substitutivo relatado por Erika Hilton ao PL 580/2007, que ao contrário do texto restritivo aprovado em outra comissão em 2023, propunha alterações ao Código Civil para assegurar expressamente o reconhecimento das uniões estáveis e dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo. à época, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo já era reconhecido no Brasil por decisões do STF e regulamentação do Conselho Nacional de Justiça. A proposta prosseguiu para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Em 25 de fevereiro de 2025, apresentou, com outros parlamentares, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 8/2025, que propunha a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana. A proposta foi apensada, em fevereiro de 2026, à PEC 221/2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes, acabando por ser declarada prejudicada após a aprovação desta última, com texto substitutivo, pela Câmara dos Deputados em 27 de maio de 2026. O substitutivo à PEC 221/2019 foi aprovado pelo Senado Federal em 14 de outubro de 2026 e promulgado pelo Congresso Nacional em 16 de outubro como a Emenda Constitucional n.º 141/2026, que estabeleceu a redução gradual da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e a ampliação do repouso semanal remunerado para dois dias, sem redução salarial, com prazos de transição previstos no texto constitucional.

Em 27 de maio de 2026, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial aprovou um substitutivo relatado por Hilton ao PL 4212/2021, de autoria original de Edilázio Júnior, cujo texto propõe exigir autodeclaração racial no registro de candidaturas, estabelecer mecanismos de verificação em casos de suspeita de fraude e regulamentar a distribuição de recursos públicos de campanha e de tempo de propaganda eleitoral destinados às candidaturas de pessoas negras e mulheres. A matéria seguiu para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Em 17 de junho de 2026, a mesma comissão aprovou outro substitutivo relatado por Hilton, desta vez ao PL 4057/2015, apresentado originalmente por Vicente Cândido. O texto propõe instituir um programa nacional de apoio ao afroempreendedorismo, com mecanismos de financiamento, capacitação e incentivo às atividades econômicas desenvolvidas por pessoas negras e comunidades quilombolas. A proposta prosseguiu para a Comissão de Desenvolvimento Econômico e ainda dependia de outras etapas legislativas para se tornar lei.

Em agosto de 2026, apresentou o PL 4 946/2026, que propõe acrescentar à Lei Maria da Penha uma modalidade administrativa de concessão de auxílio-aluguel a mulheres em situação de violência doméstica e vulnerabilidade socioeconômica, por meio do programa Auxílio-Aluguel Mulher Viver Sem Violência. Desde 2023 que a legislação federal já previa auxílio-aluguel concedido por decisão judicial por até seis meses, nos termos da Lei n.º 14 674/2023. A proposta prevê benefício por até doze meses, prorrogável excepcionalmente pelo mesmo período. Em outubro de 2026 o projeto encontrava-se aguardando despacho inicial na Câmara dos Deputados.

Gabinete e participação em eventos

Em junho de 2025, reportagens revelaram que Ronaldo Cesar Camargo Hass e Índy Cunha Montiel da Rocha, contratados como secretários parlamentares do gabinete de Erika Hilton, também atuavam profissionalmente como maquiadores e haviam prestado serviços de maquiagem à deputada. Segundo os registros oficiais da Câmara dos Deputados, Ronaldo havia ingressado no gabinete em maio de 2024 e Índy em dezembro do mesmo ano, ambos em cargos de secretaria parlamentar. A divulgação das contratações motivou representações de deputados do PL, que questionaram a eventual utilização de servidores remunerados com recursos públicos para atividades particulares. Erika afirmou que os dois desempenhavam funções de assessoria política e legislativa, realizando serviços de maquiagem apenas ocasionalmente. Em agosto de 2026, a PGR determinou o arquivamento da notícia de fato, por não encontrar elementos mínimos que indicassem que os assessores tivessem deixado de exercer suas funções parlamentares para prestar serviços particulares durante o expediente. Segundo reportagem do Metrópoles, que teve acesso ao despacho, uma ação cível sobre os mesmos fatos também teve seus pedidos julgados improcedentes pela 12.ª Vara Federal Cível da Bahia. Ronaldo deixou o gabinete em 22 de abril de 2026, enquanto Índy continuava em exercício em outubro daquele ano.

Em 20 de junho de 2025, participou da Conferência Internacional de Direitos Humanos do EuroPride de Lisboa, realizada no Cinema São Jorge. Sua participação ocorreu em meio a um boicote promovido por organizações LGBTQIA+, feministas e de solidariedade com a Palestina. No final de março, o manifesto No Pride in Genocide, subscrito por 61 organizações, expressava preocupações com a transparência e o caráter comercial do evento, denunciando ainda possíveis práticas de pinkwashing associadas ao Estado de Israel. Erika Hilton manteve a participação no evento, afirmando que aproveitaria para denunciar o que considerava uma tentativa de instrumentalização dos direitos LGBTQIA+ pelo Estado israelense em relação à população palestina.

Após a conferência do EuroPride, Erika deslocou-se a Paris, acompanhada do assessor parlamentar Ronaldo Hass, onde assistiu, em 22 de junho de 2025, a um concerto de Beyoncé. A data coincidiu com a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, na qual não esteve presente, motivando críticas à sua ausência. Em resposta aos questionamentos, Erika afirmou que sua viagem a Portugal tinha sido autorizada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, negando ter utilizado recursos da Câmara para pagar as passagens da deslocação à Europa. Segundo a parlamentar, a ida a Paris e a participação no concerto foram custeadas com recursos próprios, durante um período livre de compromissos oficiais.

Processos envolvendo outros parlamentares

Em junho de 2023, apresentou, juntamente com as deputadas Luciene Cavalcante, Célia Xakriabá e Talíria Petrone, uma notícia-crime ao STF contra o deputado Gustavo Gayer (PL-GO), devido a declarações sobre a população africana feitas durante uma entrevista ao Podcast 3 Irmãos. As parlamentares solicitaram a apuração de possível crime de racismo. Em novembro daquele ano, a PGR denunciou Gayer por alegados crimes de racismo, relacionados às declarações no podcast e a uma publicação sobre o então ministro Silvio Almeida, e de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O apresentador Rodrigo Barbosa Arantes também foi denunciado por alegado racismo relacionado às declarações no programa. Em 4 de setembro de 2026, na Petição 11 567, a ministra Cármen Lúcia determinou o desmembramento do procedimento relativo ao apresentador, remetendo-o à primeira instância, enquanto a parte referente a Gayer permaneceu no STF para manifestação adicional da PGR. A decisão não julgou o mérito da acusação contra o deputado.

Em 19 de setembro de 2023, durante a discussão dos projetos sobre união homoafetiva na Câmara dos Deputados, o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) referiu-se a Erika Hilton como "meu amigo", descrevendo a transexualidade como uma "fantasia". A parlamentar considerou as declarações transfóbicas, apresentou ao Ministério Público Federal (MPF) uma representação solicitando a apuração de possíveis crimes de transfobia e violência política de gênero, além de uma indenização de R$ 3 milhões por danos morais coletivos. Isidório afirmou posteriormente que não tinha nada contra Erika e que suas declarações expressavam suas convicções religiosas. Em outubro de 2023, a Procuradoria-Geral da República abriu uma investigação para apurar as declarações, após representações de Erika e do Ministério Público Eleitoral.

Durante a CPMI do 8 de Janeiro, em 2023, os senadores Soraya Thronicke e Rogério Carvalho denunciaram um suposto comentário transfóbico por parte do deputado Abilio Brunini (PL), após o deputado alegadamente ter dito que a deputada Erika estaria "oferecendo os seus serviços" durante a fala da deputada na sessão. Em 24 de outubro de 2023, o Conselho de Ética aprovou, por 11 votos a 2, o arquivamento da representação apresentada contra Brunini.

Em abril de 2024, apresentou uma ação de indenização por danos morais contra o deputado Pastor Eurico (PL-PE), por declarações proferidas durante o lançamento da Frente Parlamentar Mista Contra o Aborto, na Câmara dos Deputados. Embora não tivesse mencionado a deputada pelo nome, Eurico fez referências a uma parlamentar trans que Hilton considerou ofensivas à sua identidade de gênero. Em 12 de agosto, o 4.º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o deputado, em primeira instância, ao pagamento de R$ 15 mil por danos morais. Em 30 de setembro, a 3.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios reformou a sentença, por maioria, e julgou improcedente o pedido de indenização, considerando as declarações protegidas pela imunidade parlamentar por terem sido proferidas no exercício do mandato e no recinto da Câmara. A condenação de primeira instância deixou, assim, de prevalecer.

Em outubro de 2026, a 44.ª Vara Cível de São Paulo condenou, em primeira instância, o deputado federal André Fernandes ao pagamento de 50 mil de reais por danos morais a Erika Hilton, devido a um vídeo publicado nas redes sociais em maio daquele ano. A sentença considerou que a publicação violou a honra e a identidade de gênero da parlamentar, rejeitou a alegação de imunidade parlamentar apresentada pela defesa de Fernandes e determinou a remoção definitiva do conteúdo. A decisão ainda é passível de recurso.

Outras ações judiciais e investigações

Em agosto de 2024, Michelle Bolsonaro apresentou uma queixa-crime ao STF contra Erika, por alegados crimes de calúnia e difamação, após uma publicação em que a deputada criticava a concessão de uma homenagem à ex-primeira-dama em São Paulo. Em outubro, o ministro Luiz Fux rejeitou a queixa, considerando que a manifestação estava protegida pela imunidade parlamentar, por estar relacionada ao exercício do mandato. Em dezembro, a Primeira Turma do STF negou por unanimidade o recurso apresentado por Michelle Bolsonaro. A decisão transitou em julgado e o processo, identificado como Petição 12.921, foi arquivado.

Em outubro de 2024, o ministro Luiz Fux julgou procedente a Reclamação 72.205, apresentada por Erika contra o arquivamento de uma investigação por suspeita de transfobia em comentários publicados na rede social X em dezembro de 2023, após a divulgação de uma capa da revista Elle View com a parlamentar. O arquivamento havia sido solicitado pelo MPF e homologado pela 8.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, com fundamento no entendimento de que a equiparação da homotransfobia ao crime de racismo pelo STF seria inconstitucional. Fux considerou que essa fundamentação contrariava decisões vinculantes da Corte, anulou o arquivamento e determinou o prosseguimento das investigações.

Em 2020, a ativista feminista Isabella Alves Cêpa publicou nas redes sociais comentários sobre a eleição de Erika Hilton à Câmara Municipal de São Paulo, nos quais escreveu que "candidatas verdadeiramente feministas não foram eleitas. A mulher mais votada é homem”. As publicações deram origem a um procedimento por suspeita de transfobia, posteriormente arquivado pela 7.ª Vara Criminal Federal de São Paulo. Hilton apresentou reclamação ao STF, questionando o arquivamento. Em 2 de setembro de 2025, o ministro Gilmar Mendes rejeitou o pedido, por considerar que a decisão do juiz federal tinha fundamentação própria nos elementos do processo e não contrariava os precedentes vinculantes do STF. O ministro criticou, contudo, o entendimento do MPF segundo o qual não existiria base legal para investigar a transfobia, esclarecendo que o juiz de primeira instância não havia adotado esse fundamento. Em agosto de 2025, Cêpa afirmou ter obtido o estatuto de refugiada num país europeu, após alegar perseguição relacionada ao processo judicial. O jornal Metrópoles informou ter tido acesso à documentação relativa à concessão do asilo.

Em 2025, o MPF apresentou uma denúncia por alegada transfobia contra a estudante de medicina veterinária Isadora Borges, em razão de duas publicações feitas em 2020 na rede social X, nas quais escreveu que "mulheres trans não são mulheres". Erika havia encaminhado as publicações ao MPF e passou a atuar como assistente de acusação no processo. Em 12 de março de 2026, a Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região concedeu, por unanimidade, habeas corpus à estudante, determinando o trancamento da ação penal por entender que as publicações não configuravam incitação à discriminação, hostilidade ou violência e que a conduta era penalmente atípica. Em agosto de 2026, o MPF interpôs recurso especial contra o trancamento, não admitido pelo TRF-5 em setembro. Em outubro, a ADF International, organização que apoia a defesa de Borges, informou que a acusação continuava a tentar levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça.

Em março de 2026, o Núcleo de Mulheres Fortes que Levantam Outras Mulheres apresentou uma queixa-crime ao STF contra Erika, acusando-a de crimes contra a honra em declarações relacionadas à sua atuação política. Em 31 de julho, o ministro Dias Toffoli rejeitou a queixa, apontando a ausência de legitimidade da associação para propor a ação, deficiências processuais e a relação das manifestações com o exercício do mandato parlamentar. A decisão transitou em julgado em 13 de agosto de 2026.

Controvérsias com Nikolas Ferreira

Em março de 2023, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) discursou na Câmara dos Deputados usando uma peruca e apresentando-se como "deputada Nikole", numa manifestação criticada por Erika e outros parlamentares como transfóbica. PSOL, PDT, PT e PSB apresentaram uma representação por quebra de decoro parlamentar. Em 9 de agosto, o Conselho de Ética aprovou, por 12 votos a 5, o arquivamento do processo, com recomendação de aplicação de censura escrita ao deputado pela Mesa Diretora.

Em junho de 2024, durante uma reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Ferreira interveio numa discussão entre Erika e a deputada Julia Zanatta, afirmando "Pelo menos ela é ela", numa referência à identidade de gênero de Erika. Após o episódio, Erika apresentou representação ao Ministério Público Federal, solicitando a apuração de possível transfobia e o pagamento de R$ 5 milhões por danos morais coletivos. Ferreira rejeitou as acusações e defendeu a legitimidade de sua manifestação. Não foi identificado desfecho judicial definitivo relativo à representação.

Em setembro de 2026, Erika, Bella Gonçalves e Ana Elisa Santos Silva apresentaram uma representação ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) contra Nikolas Ferreira, questionando a divulgação de uma imagem atribuída a um relatório da Polícia Federal sobre conversas do deputado com o banqueiro Daniel Vorcaro. As autoras alegaram que o documento era falso. A Justiça Eleitoral extinguiu a representação sem julgamento do mérito, uma vez que a petição não apresentava elementos técnicos suficientes para individualizar a publicação contestada, incluindo o endereço eletrônico. Em 28 de setembro, o TRE-MG rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados pelas autoras.

Controvérsia com Ratinho

Em 11 de março de 2026, no mesmo dia em que Erika Hilton foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, o apresentador Ratinho questionou, durante o Programa do Ratinho, a escolha da parlamentar para o cargo, afirmando que Erika Hilton não seria mulher por ser trans e associando a condição de mulher à presença de útero e à menstruação. No dia seguinte, o SBT divulgou uma nota repudiando as declarações e esclarecendo que não representavam a posição da emissora.

Após representação apresentada por Erika Hilton, o MPF ajuizou, em 13 de março de 2026, uma ação civil pública contra Ratinho e o SBT, solicitando o pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos. Em maio, o processo foi encaminhado para tentativa de conciliação entre as partes.

Em março de 2026, Ratinho apresentou um pedido de explicações judiciais sobre publicações em que Erika Hilton o associava a alegadas irregularidades trabalhistas em propriedades rurais, mencionando acusações envolvendo um de seus filhos. A interpelação foi inicialmente apresentada à Justiça do Distrito Federal e posteriormente remetida ao STF, onde passou a tramitar como Petição 16 224, sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Em outro procedimento, apresentado em abril à Justiça do Distrito Federal, Ratinho alegou injúria, calúnia e difamação após ter sido chamado de "rato" pela deputada nas redes sociais. Em outubro, a revista Veja noticiou argumentos apresentados pela defesa de Hilton sobre as acusações relacionadas às propriedades rurais e a um filho do apresentador, incluindo a invocação da imunidade parlamentar e questionamentos sobre a competência do tribunal e a tempestividade da iniciativa judicial.

Em contrapartida, a defesa de Erika Hilton enviou uma notificação extrajudicial ao SBT solicitando a exibição de direito de resposta, que foi ignorada pela emissora. Em 17 de junho de 2026, a Justiça de São Paulo determinou que o SBT concedesse a Erika Hilton direito de resposta no Programa do Ratinho, por considerar que as declarações do apresentador ultrapassaram os limites da crítica política e constituíram ofensas à identidade de gênero da parlamentar. Em 2 de julho, uma decisão monocrática do Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu temporariamente a obrigação de exibir o direito de resposta enquanto o recurso do SBT era analisado. Em 14 de agosto, a 3.ª Câmara de Direito Privado manteve, por unanimidade, a decisão de primeira instância. Após novos recursos da emissora, o SBT exibiu o direito de resposta em 25 de setembro de 2026.

Representações no Conselho de Ética (2026)

Ainda em março de 2026, os partidos Novo e Missão apresentaram representações contra Erika no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, alegando quebra de decoro parlamentar. Na Representação 7/2026, o Novo acusou a deputada de recorrer a denúncias e ações judiciais por transfobia como forma de intimidar críticos, citando os casos envolvendo o apresentador Ratinho, a ativista Isabella Cêpa e a estudante Isadora Borges. A representação foi encaminhada ao Conselho em abril. Em 27 de agosto de 2026, o relator Fernando Rodolfo protocolou seu parecer preliminar, que ainda aguarda apreciação pelo Conselho de Ética. A Representação 8/2026, apresentada pelo Missão, questionou uma publicação de Erika nas redes sociais após a sua eleição para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, na qual utilizou a expressão "imbeCIS" para se referir a críticos que considerava transfóbicos. Em 11 de agosto, o Conselho de Ética aprovou, por 10 votos a 5, o parecer preliminar pela admissibilidade da representação, permitindo o prosseguimento do processo. A defesa da deputada contestou a acusação, invocou a imunidade parlamentar e questionou a imparcialidade do relator, Cabo Gilberto Silva, pedido que não foi acolhido pela presidência do Conselho.

Disputas eleitorais de 2026

Em setembro de 2026, uma publicação de Erika foi abrangida por uma ordem de remoção de conteúdos determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após representação da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. O processo tinha origem em publicações que associavam o candidato a uma proposta legislativa de 2007, já arquivada, destinada a retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Erika contestou a inclusão de sua publicação na ordem de remoção. Em 29 de setembro, o ministro André Mendonça acolheu parcialmente seu pedido, considerando que a mensagem não atribuía ao candidato, como fato, a autoria ou o apoio à proposta, embora mencionasse hipoteticamente a possibilidade de o assunto voltar ao debate político. A publicação foi autorizada a permanecer disponível, enquanto a ordem de remoção de outros conteúdos considerados falsos foi mantida.

Durante a campanha eleitoral de 2026, Erika Hilton apresentou uma representação à Justiça Eleitoral contra o vereador e candidato a deputado federal Lucas Pavanato (PL-SP), solicitando a remoção de um vídeo no qual ele a chamava de "travesti do Lula" e fazia críticas à sua atuação parlamentar e ao uso de recursos públicos em seu gabinete. Em agosto, a Justiça Eleitoral determinou inicialmente a retirada da publicação. Em 11 de setembro, porém, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) reformou a decisão por maioria de votos, julgando improcedente a representação e permitindo a circulação do vídeo, por considerar que o conteúdo não configurava desinformação eleitoral nos termos da legislação aplicável. Posteriormente, o TRE-SP não admitiu os recursos especiais apresentados por Erika e pelo Ministério Público Eleitoral contra essa decisão.

Em outro processo, Erika questionou o impulsionamento pago de publicações de Pavanato nas redes sociais, por considerar que se tratava de propaganda eleitoral negativa contra sua candidatura. Em setembro, a Justiça Eleitoral determinou a suspensão do impulsionamento, sem exigir a remoção das publicações. Posteriormente, o juiz Ronnie Herbert Barros Soares julgou procedente a representação, confirmou a proibição do impulsionamento e condenou Pavanato ao pagamento de multa de R$ 5 mil, com fundamento no artigo 57-C da Lei nº 9.504/1997. Os embargos de declaração apresentados pelo vereador foram rejeitados, mantendo-se a sentença. Não foi confirmado o trânsito em julgado.

Na mesma campanha, a candidata a deputada federal Sophia Barclay (PL) apresentou diversas representações contra Erika ao TRE-SP. Em uma delas, questionou a participação de Erika Hilton em sorteios e na entrega de prêmios durante um evento do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, realizado em 26 de agosto. A representação foi inicialmente julgada improcedente, por não haver provas de que os prêmios tivessem sido financiados ou organizados pela deputada, mas Barclay recorreu da decisão. Em 30 de setembro, o TRE-SP deu provimento ao recurso por maioria de votos, considerando irregular a participação ativa da candidata na realização dos sorteios e na entrega dos prêmios em contexto de promoção eleitoral. O tribunal determinou que Hilton não repetisse condutas semelhantes durante a campanha, sem aplicar multa ou determinar a cassação da candidatura. Erika Hilton apresentou embargos de declaração contra o acórdão.

Em 3 de outubro de 2026, Barclay apresentou também uma ação de investigação judicial eleitoral, alegando abuso dos poderes econômico e político durante a campanha de Erika. A ação reuniu alegações relativas ao evento de lançamento da candidatura, aos sorteios promovidos pelo sindicato e à participação em eventos em Sorocaba e São José do Rio Preto. A autora pediu a cassação do diploma e a declaração de inelegibilidade da parlamentar. Em 16 de outubro, o corregedor regional eleitoral, Roberto Maia, determinou a notificação de Erika para apresentar defesa. Em uma representação separada, relacionada à Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Sorocaba, a Justiça Eleitoral havia negado a tutela de urgência solicitada por Barclay, por insuficiência de provas preliminares quanto à utilização de estruturas financiadas pelo município para promoção eleitoral.

Em setembro de 2026, Erika Hilton apresentou uma representação eleitoral contra a candidata a deputada federal Marina Helena (Novo), devido à divulgação do vídeo satírico O mundo mágico de Erika Hilton, que criticava posições da parlamentar sobre a redução da jornada de trabalho, a participação de atletas trans em competições femininas e as ações judiciais movidas contra seus críticos. Em 29 de setembro, a juíza Claudia Fonseca Fanucchi, do TRE-SP, determinou liminarmente a remoção do vídeo das plataformas Instagram, Facebook, X e TikTok, por considerar que o conteúdo utilizava referências à identidade de gênero de Hilton para ridicularizá-la e desqualificá-la perante o eleitorado. A ordem estabeleceu multa diária de R$ 1 mil, limitada inicialmente a R$ 30 mil, às plataformas em caso de descumprimento. A decisão fundamentou-se nas regras eleitorais que proíbem propaganda discriminatória, mas não reconheceu definitivamente a ocorrência de deepfake, desinformação eleitoral ou violência política de gênero, alegações cuja apreciação foi remetida para fases posteriores. A magistrada ressaltou que críticas contundentes, sátiras e ironias estão, em princípio, protegidas pela liberdade de expressão. Marina Helena contestou a medida, afirmando que Hilton procurava impedir críticas políticas por meio da Justiça.

Em outubro de 2026, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, contestou judicialmente uma publicação de Erika Hilton na rede social X, feita em 18 de outubro, que retomava uma acusação de crime sexual contra ele. Em 6 de outubro, o ministro Gilmar Mendes, do STF, já havia determinado o arquivamento da Petição 15.905, após manifestação da Procuradoria-Geral da República pela insuficiência de elementos para instaurar investigação criminal. A decisão transitou em julgado em 20 de outubro. Em 22 de outubro, a 3.ª Vara Cível de Maceió concedeu uma tutela de urgência determinando que o X removesse a publicação de Hilton, por considerar que a ausência de referência ao arquivamento anterior poderia transmitir uma percepção descontextualizada dos fatos. A ordem limitou-se à publicação identificada, estabelecendo multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 50 mil, à plataforma em caso de descumprimento.

Prêmios e reconhecimento

Em outubro de 2021, integrou a seleção "Next Generation Leaders" da revista norte-americana Time, que publicou um perfil da parlamentar. No mesmo mês, foi incluída na lista 100 Under 40 da organização Most Influential People of African Descent (MIPAD), que distingue personalidades afrodescendentes com menos de 40 anos, na categoria Política e Governança. A MIPAD é uma iniciativa da sociedade civil criada em apoio à Década Internacional de Afrodescendentes proclamada pela ONU. Em dezembro de 2021, recebeu o título de "Visitante Ilustre de Montevidéu", concedido pela Intendência de Montevidéu, em cerimônia realizada no Teatro Solís. Em razão do seu trabalho e ativismo, foi reconhecida com o prêmio "Generation Change", promovido pela MTV durante o Europe Music Awards de 2021, sendo também incluída entre os "Brasileiros do Ano" de 2021 pela revista IstoÉ, na categoria Diversidade. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Claudia Wonder, concedido durante a 9.ª edição da Semana da Visibilidade Trans da SP Escola de Teatro.

Em 2022, Erika Hilton foi incluída na lista das cem mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo divulgada pela BBC.

Em 26 de junho de 2026, Hilton recebeu o título de doutora honoris causa da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, em cerimônia realizada no campus de Nova Iguaçu. A concessão havia sido aprovada pelo Conselho Universitário em 30 de setembro de 2025 e formalizada pela Deliberação nº 98/2026, de 26 de março.

Prêmio Congresso em Foco

Em 2023, no Prêmio Congresso em Foco, Erika ficou em segundo lugar na votação popular da categoria "Melhores na Câmara", com 64 406 votos, e também em segundo lugar na votação regional do Sudeste. Integrou também o grupo de dez deputados distinguidos pelo júri especializado, categoria na qual apenas o primeiro colocado recebeu uma classificação individual.

Em 2024, venceu a votação popular da categoria "Melhores na Câmara", com 88 616 votos, sendo a deputada federal mais votada pelo público na região Sudeste. Também esteve entre os deputados distinguidos pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional e entre os destaques da categoria especial "Cidades Inteligentes", vencida por Idilvan Alencar.

Na edição de 2025 da mesma premiação, esteve entre os parlamentares premiados na categoria "Melhores na Câmara" por votação popular, sendo escolhida como a melhor deputada federal de São Paulo na premiação. Também integrou o grupo de três deputados destacados na avaliação dos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Em 2026, recebeu quatro distinções no Prêmio Congresso em Foco. Na votação popular, foi escolhida como a melhor deputada federal de São Paulo, integrando o grupo de dez deputados premiados na categoria nacional "Melhores na Câmara". Também esteve entre os três deputados destacados pelo júri de jornalistas e entre os dez reconhecidos pelo júri técnico.

Vida pessoal

Desde 2023, Erika Hilton mantém um relacionamento com o fotógrafo Daniel Zezza, com quem anunciou seu noivado em novembro de 2025.

Em 2022, Erika participou de uma reportagem do UOL Ecoa sobre suas origens familiares, na qual foram divulgados resultados de um teste de ancestralidade genética que indicaram predominância de componentes associados a populações africanas.

Desempenho eleitoral

Ano Eleição Partido Cargo Despesas (R$) Votos % Pos. Resultado Ref.
2020 Municipal de São Paulo PSOL Vereadora 96 294,32 50 508 0,99% 6.ª Eleita
2022 Parlamentares no Brasil Deputada federal 1 479 837,39 256 903 1,08% 9.ª Eleita
2026 Parlamentares no Brasil Deputada federal 1 629 652,72 1 596 472 6,73% 2.ª Eleita

Filmografia

Cinema

Ano Título Participação Referências
2020 Para Onde Voam as Feiticeiras Depoimentos ou imagens de arquivo
2022 Corpolítica Ela mesma
2024 Vitória Trans Entrevistada

Televisão

Ano Programa Participação Notas Referências
2021 Roda Viva Entrevistada 1.º de fevereiro; primeira mulher trans entrevistada pelo programa
Fantástico Entrevistada em reportagem 30 de maio; reportagem sobre violência política contra vereadoras trans
2026 Roda Viva Entrevistada 30 de março

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. ↑ A legislação brasileira não reconhece a existência de mandatos coletivos, pelo que não existe oficialmente o cargo de codeputada. A formação de grupos como esse é informal e apenas o titular é diplomado e tem direitos de votar e integrar comissões, ficando à sua discrição compartilhar decisões com os colegas de chapa.

Referências

  1. ↑ «Deputada Federal Erika Hilton». Câmara dos Deputados. Consultado em 31 de outubro de 2026
  2. ↑ «Agência anuncia deputada Erika Hilton como modelo». Poder360. 15 de julho de 2023. Consultado em 31 de outubro de 2026
  3. ↑ Correia, Mariama (28 de janeiro de 2022). «Erika Hilton e a resistência transvestigênere no poder». Agência Pública. Consultado em 30 de outubro de 2026
  4. ↑ Cortez, Natacha; Tozze, Humberto (23 de novembro de 2021). «Erika Hilton: 'Quero ser a primeira travesti no Senado Federal'». Consultado em 18 de março de 2025. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2024. '(...) Meu desejo é ser senadora do Brasil', responde de cabeça erguida a primeira travesti a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de São Paulo. Você leu corretamente, travesti. É com essa palavra que Erika pede para ser identificada, e não como 'mulher transgênero ou transexual', em qualquer sala em que esteja.
  5. ↑ «Erika Hilton PSOL 50700». Estadão. 2020. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2021
  6. ↑ Bandeira Lins Lunardelli, Ana Laura; Gonçalves, Luiz Carlos dos Santos (20 de outubro de 2020). «Candidaturas coletivas e a atuação do Ministério Público Eleitoral». Consultor Jurídico. Consultado em 5 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2021
  7. ↑ Ortega, Pepita; Ker, João (1 de dezembro de 2019). «'Somos prova de que há outra possibilidade', diz codeputada Érika Hilton...». UOL. Agência Estado. Consultado em 12 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2021
  8. ↑ Correa, Suzana (24 de novembro de 2020). «Erika Hilton: Como a afro-transexual da periferia tornou-se a mulher mais votada do Brasil». O Globo. Infoglobo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2021. (pede subscrição (ajuda))
  9. 1 2 Tavares, Joelmir (6 de janeiro de 2020). «Mandato coletivo quebra barreiras na Assembleia de SP e projeta multiplicação». Folha de S.Paulo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2021
  10. ↑ Abreu, Jota (30 de novembro de 2020). «Eleições representam renovação de 38% na composição da Câmara Municipal». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 30 de outubro de 2026
  11. ↑ Oliveira, Joana (2 de abril de 2021). «Erika Hilton, uma ativista negra e trans, no lado oposto de Bolsonaro». El País. Consultado em 30 de outubro de 2026
  12. ↑ Cetrone, Camila (14 de novembro de 2021). «Vereadora Erika Hilton receberá prêmio por ativismo LGBTQIA+ no MTV EMA». iG Queer. Consultado em 18 de março de 2025. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2025
  13. 1 2 Bergamo, Mônica (12 de março de 2022). «Mônica Bergamo: Erika Hilton vai concorrer à Câmara dos Deputados». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025. (pede subscrição (ajuda))
  14. ↑ Matias, Juliana (3 de outubro de 2022). «Quem são os 20 candidatos a deputado federal mais votados nas eleições 2022». JOTA Info. Consultado em 18 de março de 2025. Arquivado do original em 8 de dezembro de 2024
  15. ↑ «Política Nacional para População em Situação de Rua agora é lei». Agência Senado. 17 de janeiro de 2024. Consultado em 30 de outubro de 2026
  16. ↑ «Quem votou a favor da PEC da Blindagem? Veja lista completa por deputado e partido». O Globo. 17 de setembro de 2025. Consultado em 28 de maio de 2026. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2026
  17. ↑ «Congresso promulga emenda que acaba com escala 6x1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais». Agência Câmara de Notícias. 16 de outubro de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2026
  18. 1 2 «BBC 100 Women 2022: quem está na lista das mulheres mais inspiradoras do mundo deste ano?». BBC News Brasil. Consultado em 18 de março de 2025. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2025
  19. ↑ «Conheça os vencedores do Prêmio Congresso em Foco 2023». Congresso em Foco. 22 de setembro de 2023. Consultado em 18 de março de 2025. Arquivado do original em 22 de fevereiro de 2025
  20. ↑ «Erika Hilton é a melhor deputada de 2024, na avaliação do público». Congresso em Foco. 29 de agosto de 2024. Consultado em 18 de março de 2025. Arquivado do original em 18 de março de 2025
  21. ↑ «Saiba quem ganhou o 17º Prêmio Congresso em Foco». Congresso em Foco. 30 de agosto de 2024. Consultado em 1 de outubro de 2024. Arquivado do original em 18 de março de 2025
  22. 1 2 3 Agência Câmara de Notícias (11 de março de 2026). «Erika Hilton é eleita presidente da Comissão dos Direitos da Mulher em votação polêmica». Câmara dos Deputados. Consultado em 18 de junho de 2026. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  23. ↑ «Erika Hilton supera 1,5 milhão de votos e se torna mulher mais votada da história para a Câmara». Folha de S.Paulo. 4 de outubro de 2026. Consultado em 5 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2026
  24. ↑ «Quem é Erika Hilton, a mulher mais votada do Brasil para deputada». G1. 4 de outubro de 2026. Consultado em 5 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  25. 1 2 Brolli, Gabriel (18 de novembro de 2020). «Da prostituição à Câmara de SP, conheça a história de Erika Hilton». GQ. Grupo Globo. Consultado em 2 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2021. (pede subscrição (ajuda))
  26. 1 2 Lima, Claudia (23 de dezembro de 2020). «A trajetória e lutas de Erika Hilton, estrela da capa digital da Vogue em dezembro». Vogue Brasil. Grupo Globo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2021. (pede subscrição (ajuda))
  27. 1 2 3 4 5 6 7 8 Lara Machado (29 de julho de 2024). «A camaleoa». piauí. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2026
  28. 1 2 3 Griffin, Tamerra (21 de novembro de 2018). «Quem são e o que pensam estas duas mulheres trans eleitas deputadas em SP». Buzzfeed News. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2021
  29. ↑ «Biografia da Deputada Federal Erika Hilton, onde apresenta sua formação». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 5 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  30. 1 2 3 Rodrigues, Artur (16 de novembro de 2020). «Trans na política são resposta ao bolsonarismo, diz Erika Hilton, 6ª vereadora mais votada em SP». Folha de S.Paulo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  31. ↑ Boldrin, Fernanda (17 de novembro de 2020). «Violência nos levou ao ativismo, diz Erika Hilton, 1ª negra trans na Câmara de SP Erika Hilton, do PSOL». Universa. UOL. Agência Estado. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2021
  32. ↑ «Ficha do candidato a vereador Erika Hilton - PSOL». Folha de S.Paulo. 2020. Consultado em 14 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 14 de fevereiro de 2021
  33. ↑ «Decreto nº 55.588, de 17 de março de 2010». Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 17 de março de 2010. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2026
  34. ↑ «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais — Eleições Municipais 2016». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 28 de outubro de 2026
  35. ↑ Mello, Zelda (4 de abril de 2019). «Parlamentar diz que arrancaria 'homem que se sente mulher' a tapas do banheiro após discurso da 1ª deputada trans de SP». SPTV. TV Globo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 2 de julho de 2025 – via G1
  36. ↑ Gonzalez, Mariana (4 de abril de 2019). «Érica Malunguinho pede cassação de deputado do PSL após fala transfóbica». Universa. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 11 de julho de 2025 – via UOL
  37. ↑ Linhares, Carolina; Tavares, Joelmir (28 de agosto de 2019). «Assembleia de SP decide dar advertência a deputado do PSL por ofensa a trans». Folha de S.Paulo. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  38. ↑ Fontana, Guilherme (20 de novembro de 2020). «Quem são os vereadores trans eleitos em 2020». G1. Grupo Globo. Consultado em 4 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2025
  39. ↑ Padgett, Donald (17 de novembro de 2020). «4 Trans Candidates Win Elections, Make History in Brazil» (em inglês). Out. Consultado em 31 de outubro de 2026
  40. ↑ «Brésil: Erika Hilton, noire, transsexuelle, élue de Sao Paulo» (em francês). L'Obs. Agence France-Presse. 26 de novembro de 2020. Consultado em 31 de outubro de 2026
  41. ↑ Netto, Paulo Roberto (27 de dezembro de 2020). «Erika Hilton aciona Promotoria contra fim de gratuidade para idosos acima de 60 anos no transporte de São Paulo». Estadão. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 18 de novembro de 2022. (pede subscrição (ajuda))
  42. ↑ «Erika Hilton - Posse da 18ª Legislatura da Câmara Municipal de São Paulo». Câmara Municipal de São Paulo. 1 de janeiro de 2021. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 9 de abril de 2025 – via YouTube
  43. ↑ Reverbel, Paula (1 de janeiro de 2021). «Milton Leite é eleito presidente da Câmara de São Paulo por 49 votos a 6». Estadão. Consultado em 3 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2021. (pede subscrição (ajuda))
  44. ↑ «Vereadora Erika Hilton registra boletim de ocorrência por ameaça após ser perseguida dentro da Câmara de SP». G1. 28 de janeiro de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2026
  45. ↑ Tomaz, Kleber (1 de fevereiro de 2021). «Polícia de SP investiga se há relação entre atentados contra 3 parlamentares trans do PSOL». G1. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 7 de setembro de 2026
  46. ↑ «Erika Hilton lidera PSOL na Câmara de SP: "Chegamos na política para romper barreiras"». TV Cultura. 9 de maio de 2022. Consultado em 20 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  47. ↑ Caio César (9 de maio de 2022). «Erika Hilton assume a liderança da bancada municipal do PSOL em São Paulo». CartaCapital. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 10 de julho de 2025
  48. ↑ «Erika Hilton faz história e é 1ª mulher negra e trans à frente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara». Hypeness. 31 de março de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Arquivado do original em 25 de junho de 2022
  49. ↑ Flores, Carol; Monteiro, Daniel (31 de março de 2022). «Comissão de Direitos Humanos reelege vereadora Erika Hilton para presidência do colegiado». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2023
  50. 1 2 «Comissão de Administração Pública». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 20 de maio de 2026
  51. ↑ Monteiro, Daniel (26 de janeiro de 2022). «Projeto que institui o Fundo de Combate à Fome em São Paulo é sancionado». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 14 de abril de 2026
  52. ↑ «Lei nº 17.609, de 20 de agosto de 2021». Prefeitura de São Paulo. 20 de agosto de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 30 de julho de 2026
  53. ↑ «Lei nº 17.579, de 26 de julho de 2021». Prefeitura de São Paulo. 26 de julho de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026
  54. ↑ «Lei nº 17.320, de 18 de março de 2020». Prefeitura de São Paulo. 18 de março de 2020. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2026
  55. ↑ Calejo, Marco (9 de março de 2022). «Câmara aprova pagamento de indenização para famílias que vivem em áreas de risco». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2025
  56. ↑ Hamada, Heloise (28 de junho de 2022). «No Dia do Orgulho LGBTQIA+, primeira diretora trans de escola de SP recebe Título de Cidadã Paulistana». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2026
  57. ↑ «Lei nº 17.863, de 21 de dezembro de 2022». Prefeitura de São Paulo. 21 de dezembro de 2022. Consultado em 29 de outubro de 2026
  58. ↑ «Projeto de Lei 566/2021 — ficha de tramitação». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026
  59. ↑ «Razões do veto ao Projeto de Lei nº 566/2021». Prefeitura de São Paulo. 8 de julho de 2022. Consultado em 29 de outubro de 2026
  60. ↑ «Pauta simples — 158ª sessão ordinária». Câmara Municipal de São Paulo. 28 de outubro de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026
  61. ↑ Marco Calejo (28 de junho de 2021). «Comissão dos Direitos Humanos debate políticas públicas para tratamento e prevenção da Aids». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 3 de outubro de 2023
  62. ↑ «Projeto de Resolução 2/2021 — Frente Parlamentar LGBTQIA+ por Direitos e Cidadania». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 28 de outubro de 2026
  63. ↑ «Erika Hilton oferece R$ 1 milhão em emendas para compra de vacinas pela Prefeitura». Fausto Macedo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2022
  64. ↑ «Mônica Bergamo: Erika Hilton quer destinar R$ 1 mi em emendas para fundo de combate à fome». Folha de S.Paulo. 27 de abril de 2022. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  65. ↑ «SP Escola de Teatro e vereadora Erika Hilton promovem campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores». SP Escola de Teatro. 27 de maio de 2022. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025
  66. ↑ «Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Cidadania». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 9 de junho de 2026
  67. ↑ «Relatório das Visitas de Inspeção aos Serviços para a População em Situação de Rua» (PDF). Câmara Municipal de São Paulo. 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada (PDF) em 3 de junho de 2025
  68. ↑ «Relatório — Visita Praça Princesa Isabel» (PDF). Câmara Municipal de São Paulo. 23 de agosto de 2021. p. 1. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 3 de agosto de 2023
  69. ↑ «Relatório — Visita Praça da Sé» (PDF). Câmara Municipal de São Paulo. 22 de novembro de 2021. p. 1. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 3 de agosto de 2023
  70. ↑ Mansuido, Mariane (29 de abril de 2021). «Criação do Observatório Contra a Fome é aprovada na Comissão de Direitos Humanos». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2022
  71. ↑ «Relatório de Votação». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2023
  72. ↑ «Relatório de Votação». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2025
  73. ↑ «Relatório de Pauta». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2025
  74. ↑ «Relatório de Votação». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2025
  75. ↑ «Relatório de Pauta». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2023
  76. ↑ Calejo, Marco (15 de abril de 2021). «Audiência pública debate Programa de Metas da capital paulista». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2025
  77. ↑ «Relatório Detalhado - PL 580/2016». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2024
  78. ↑ «Relatório Detalhado - PR 14/2020». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2024
  79. ↑ «Relatório Detalhado - PL 267/2018». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2024
  80. ↑ «Relatório Detalhado - PL 436/2019». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2023
  81. ↑ Calejo, Marco (8 de maio de 2022). «Câmara aprova projeto que reestrutura carreira e altera regime de remuneração da GCM». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de abril de 2025
  82. ↑ «Relatório Detalhado - PL 292/2022». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2023
  83. ↑ «CPI da Violência Contra Pessoas Trans e Travestis». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2022
  84. ↑ Cetrone, Camila (24 de setembro de 2021). «CPI para investigar violência contra pessoas trans e travestis é instalada em SP». iG. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  85. ↑ Hamada, Heloise (19 de agosto de 2022). «Com 189 recomendações, relatório final da CPI da Violência Contra Trans e Travestis é aprovado». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 28 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de março de 2026
  86. ↑ «Vereadora Erika Hilton entra na Justiça contra 50 pessoas que a ofenderam na internet». TV Cultura. 8 de janeiro de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2026
  87. ↑ Mônica Bergamo (14 de abril de 2021). «Justiça determina quebra de sigilo de 49 perfis acusados de atacar Erika Hilton». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2024
  88. ↑ «Erika Hilton consegue na justiça a suspensão da reintegração de posse de Ocupação Rio Branco». 28 de maio de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Arquivado do original em 17 de agosto de 2022
  89. ↑ «Ministério Público investiga se Prefeitura de SP se omite sobre mortes de moradores de rua em noites frias». G1. 20 de julho de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  90. ↑ Vieira, Bianka (29 de outubro de 2021). «Mônica Bergamo: Parlamentares LGBTQIA+ denunciam Maurício Souza ao Ministério Público de MG». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026. (pede subscrição (ajuda))
  91. ↑ «Erika Hilton pede investigação de gastos de motociata com Bolsonaro». Correio Braziliense. 16 de abril de 2022. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  92. ↑ «Parlamentares Erika Hilton e Linda Brasil denunciam tortura de rapaz em Sergipe à ONU». TV Cultura. 26 de maio de 2022. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2026
  93. ↑ «Ministra Rosa Weber remete à PGR pedido de investigação contra Bolsonaro por suposto crime de homotransfobia». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 17 de agosto de 2022
  94. ↑ Dias Toffoli (27 de fevereiro de 2023). «Petição 10.470/DF — Decisão». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 28 de outubro de 2026 – via Jusbrasil
  95. 1 2 «Lei Municipal nº 17.574/21». Prefeitura de São Paulo
  96. ↑ «TJ/SP manda incluir trans em distribuição de absorventes de SP». Migalhas. 12 de maio de 2022. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 1 de outubro de 2026
  97. ↑ «Erika Hilton entra com ação para que homens trans ganhem absorventes». Guia Gay São Paulo. 16 de agosto de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 15 de maio de 2026
  98. ↑ «Portal de Serviços e-SAJ». esaj.tjsp.jus.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 19 de junho de 2025
  99. ↑ «Documento: Substitutivo - PL 388_21 - absorventes (1)_20210622180035.pdf». splegisconsulta.saopaulo.sp.leg.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2024
  100. ↑ «Veja os candidatos a deputado federal eleitos pelo estado de São Paulo». G1. 3 de outubro de 2022. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2025
  101. ↑ «Deputada Federal Erika Hilton». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 20 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2026
  102. ↑ «Deputada Erika Hilton destaca a importância da inclusão de pessoas trans e travestis no mercado de trabalho». www.serpro.gov.br. Consultado em 20 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  103. ↑ «Eleições 2026: veja as deputadas e os deputados federais eleitos por São Paulo». Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 16 de outubro de 2026
  104. ↑ «Erika Hilton supera 1,5 milhão de votos e se torna mulher mais votada da história para a Câmara». Folha de S.Paulo. 4 de outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2026
  105. ↑ «Erika Hilton assume vice-presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados – Política». CartaCapital. 5 de maio de 2023. Consultado em 20 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 11 de junho de 2025
  106. ↑ «Ata da Reunião de Audiência Pública (CDHMIR), de 30/08/2023.». Consultado em 31 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2023
  107. ↑ Oliva, Gabriela (19 de setembro de 2023). «Deputados lançam Frente LGBT+ em resposta a projeto que proíbe união homoafetiva | O TEMPO». www.otempo.com.br. Consultado em 20 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  108. ↑ «Erika Hilton se torna primeira mulher trans a comandar bancada no Congresso | UOL». UOL. 21 de fevereiro de 2024. Consultado em 21 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  109. ↑ Scofield, Laura (11 de março de 2026). «Erika Hilton é eleita presidente da Comissão da Mulher na Câmara, apesar de oposição do PL»Subscrição paga é requerida. Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de junho de 2026. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2026
  110. ↑ «PL 2245/2023 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026
  111. ↑ «Lula sanciona lei que cria política de trabalho digno para população de rua». Agência Câmara de Notícias. 17 de janeiro de 2024. Consultado em 30 de outubro de 2026
  112. ↑ «PL 5167/2009 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026
  113. ↑ «Comissão adia mais uma vez votação de proposta que proíbe união homoafetiva». Agência Câmara de Notícias. 27 de setembro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2026
  114. ↑ «Votação do parecer ao PL 580/2007 e seus apensados — 10 de outubro de 2023». Câmara dos Deputados. 10 de outubro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2026
  115. ↑ «PL 475/2024 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026
  116. ↑ «Lei nº 15.124, de 24 de abril de 2025». Presidência da República. 24 de abril de 2025. Consultado em 30 de outubro de 2026
  117. ↑ Souza, Murilo (21 de novembro de 2024). «Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que assegura em lei o direito à união homoafetiva». Agência Câmara de Notícias. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2026
  118. ↑ «PL 580/2007 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  119. ↑ «PEC 8/2025 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2026
  120. ↑ «Congresso promulga emenda que acaba com escala 6x1 e estabelece jornada máxima de 40 horas semanais». Agência Câmara de Notícias. 16 de outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2026
  121. ↑ «Emenda Constitucional nº 141, de 2026». Câmara dos Deputados. 16 de outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026
  122. ↑ «Comissão aprova projeto que exige autodeclaração de cor de candidatos e cria regras para cotas eleitorais». Agência Câmara de Notícias. 28 de maio de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
  123. ↑ «PL 4212/2021 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 18 de junho de 2026
  124. ↑ Nobre, Noéli (24 de junho de 2026). «Comissão aprova proposta de apoio a empreendedores negros». Agência Câmara de Notícias. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2026
  125. ↑ «PL 4057/2015 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de maio de 2026
  126. 1 2 «PL 4946/2026 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026
  127. 1 2 «Erika propõe auxílio-aluguel para vítimas de violência doméstica». Congresso em Foco. 10 de agosto de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2026
  128. ↑ «Lei nº 14.674, de 14 de setembro de 2023». Senado Federal. 14 de setembro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026
  129. 1 2 Spechoto, Caio (24 de junho de 2025). «Erika Hilton contrata dois maquiadores para sua assessoria na Câmara». Folha de S.Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2025
  130. ↑ «Pessoal de gabinete de Erika Hilton — 2024». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de maio de 2026
  131. ↑ Moraes, Fabiano (26 de junho de 2025). «Erika Hilton se pronuncia após polêmica com maquiadores: 'Se deram mal'». Fabiano Moraes. Consultado em 27 de junho de 2025. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  132. ↑ Nogueira, Carolina (17 de agosto de 2026). «PGR arquiva denúncia contra Erika Hilton e assessores-maquiadores». Metrópoles. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2026
  133. ↑ «Pessoal de gabinete de Erika Hilton — 2026». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 15 de março de 2026
  134. ↑ «Erika Hilton e Puta da Silva, dois discursos pró Palestina que marcaram o EuroPride». Dezanove. 21 de junho de 2025. Consultado em 30 de outubro de 2026
  135. ↑ Craveiro, Sofia (28 de maio de 2025). «EuroPride: associações LGBTI+ demarcam-se do evento mas organização espera "milhares" em Lisboa». Gerador. Consultado em 30 de outubro de 2026
  136. ↑ Barbieri, Caio (21 de junho de 2025). «EuroPride 2025: Érika Hilton denuncia violência contra LGBTQIAPN+ e cobra representatividade na política». GPS Brasília. Consultado em 30 de outubro de 2026
  137. ↑ Carvalho, Matheus de (23 de junho de 2025). «Erika Hilton é criticada por perder Parada LGBT+ de SP para ir a show de Beyoncé em Paris; veja a repercussão». POPLine. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de julho de 2025
  138. ↑ Morais, Mariana (26 de junho de 2025). «Erika Hilton nega uso de verba pública em show da Beyoncé». Correio Braziliense. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
  139. ↑ Silva, Camila da (3 de julho de 2023). «Deputadas vão ao STF e MPF contra Gustavo Gayer após declaração racista». CartaCapital. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025
  140. ↑ Mendes, Lucas (20 de novembro de 2023). «PGR denuncia deputado Gustavo Gayer por racismo contra Silvio Almeida e injúria contra Lula». CNN Brasil. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 12 de abril de 2025
  141. ↑ «Petição 11.567 — decisão de 4 de setembro de 2026». Supremo Tribunal Federal. 4 de setembro de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026 – via Jusbrasil
  142. ↑ Meirelles, Matheus (21 de setembro de 2023). «Erika Hilton pede indenização de R$ 3 milhões a parlamentar acusado de transfobia». CNN Brasil. Consultado em 30 de outubro de 2026
  143. ↑ «Isidório diz que Fabíola Mansur falou "por palanque" no caso envolvendo Erika Hilton». Portal do Casé. 5 de outubro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2026
  144. ↑ «PGR investiga pastor Isidório por falas transfóbicas e ofensa a Erika Hilton». Agência Estado. 27 de outubro de 2023. Consultado em 30 de outubro de 2026 – via UOL
  145. ↑ Behnke, Gabriel Buss, Emilly (11 de julho de 2023). «Após bate-boca em CPI, deputado pede investigação por homofobia». Poder360. Consultado em 11 de julho de 2023. Cópia arquivada em 7 de fevereiro de 2026
  146. ↑ «Parlamentares acusam deputado de transfobia contra Erika Hilton na CPI dos Atos Golpistas; presidente anuncia investigação». G1. 11 de julho de 2023. Consultado em 11 de julho de 2023. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2026
  147. ↑ «Conselho de Ética aprova arquivamento das representações em desfavor dos Deputados Abílio Brunini e Zucco». Câmara dos Deputados. 24 de outubro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2023
  148. ↑ «Pastor Eurico é condenado a pagar R$ 15 mil de indenização a Erika Hilton por transfobia». Agência Estado. 12 de agosto de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2024 – via UOL
  149. ↑ «Acórdão 1929154 — Recurso inominado, processo 0738900-54.2024.8.07.0016». Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. 30 de setembro de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 1 de março de 2025
  150. ↑ Gentile, Rogério (6 de outubro de 2026). «André Fernandes terá de pagar R$ 50 mil a Erika Hilton por post transfóbico». UOL. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2026
  151. ↑ Cavalcante, Igor (6 de outubro de 2026). «Justiça condena André Fernandes a pagar R$ 50 mil à deputada Erika Hilton». Diário do Nordeste. Consultado em 29 de outubro de 2026
  152. ↑ «Petição 12.921 — andamento processual». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 29 de outubro de 2026
  153. ↑ Boechat, Gabriela (26 de dezembro de 2024). «STF nega queixa-crime de Michelle Bolsonaro contra Erika Hilton e arquiva caso». CNN Brasil. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 12 de junho de 2026
  154. ↑ «STF determina prosseguimento de investigação sobre transfobia contra deputada Erika Hilton». Supremo Tribunal Federal. 16 de outubro de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de maio de 2025
  155. ↑ «Fux manda reabrir investigação sobre suposta transfobia contra Erika Hilton». CNN Brasil. 16 de outubro de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2026
  156. ↑ Paulo Roberto Netto (2 de setembro de 2025). «STF rejeita pedido da deputada Erika Hilton para reabrir ação penal de transfobia». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 30 de outubro de 2026
  157. ↑ Pompeu, Ana (3 de setembro de 2025). «Gilmar rejeita reabrir ação penal de transfobia de Erika Hilton arquivada pela Justiça federal de SP». Folha de S.Paulo. Consultado em 30 de outubro de 2026
  158. ↑ Paulo Cappelli; Petrônio Viana (8 de agosto de 2025). «Feminista processada por Erika Hilton recebe asilo na Europa». Metrópoles. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2025
  159. ↑ «Correção: Justiça tranca processo em que Erika Hilton acionou polícia para investigar transfobia». Agência Estado. 9 de abril de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 9 de abril de 2026 – via UOL
  160. ↑ Rogério Fialho Moreira (12 de março de 2026). «Habeas Corpus Criminal n.º 0000995-26.2026.4.05.0000 — Acórdão» (PDF). Tribunal Regional Federal da 5.ª Região. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 17 de março de 2026 – via Migalhas
  161. ↑ «Brazil seeks to reopen case against veterinary student who faced 10 years in prison for "transphobia"». ADF International. 21 de outubro de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026
  162. ↑ Salgado, Felipe (3 de agosto de 2026). «Toffoli rejeita queixa-crime contra Erika Hilton no STF». Metrópoles. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2026
  163. ↑ «Petição 15.716 — andamento processual». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 29 de outubro de 2026
  164. ↑ «Conselho de Ética arquiva processos contra Carla Zambelli e Nikolas Ferreira». Agência Câmara de Notícias. 9 de agosto de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 9 de março de 2026
  165. ↑ «REP 3/2023 — ficha de tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026
  166. ↑ Medeiros, Taísa (13 de junho de 2024). «Erika Hilton aciona MPF contra Nikolas e pede indenização de R$ 5 milhões em acusação de transfobia». CNN Brasil. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de junho de 2026
  167. ↑ «TRE/MG rejeita ações de Erika Hilton e Janones contra Nikolas». Congresso em Foco. 5 de setembro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2026
  168. ↑ Jorgui, Guilherme; Ragazzi, Lucas (29 de setembro de 2026). «TRE-MG rejeita recurso de deputadas do PT contra Nikolas». O Fator. Consultado em 30 de outubro de 2026
  169. ↑ «Erika Hilton é eleita presidente da Comissão dos Direitos da Mulher em votação polêmica». Agência Câmara de Notícias. 11 de março de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026
  170. ↑ Bastos, Nicoly (12 de março de 2026). «SBT se pronuncia após falas de Ratinho contra Erika Hilton e mulheres trans». CNN Brasil. Consultado em 30 de outubro de 2026
  171. ↑ Alejandro, Diego; Gouveia, Jullia (12 de março de 2026). «Erika Hilton processa Ratinho por transfobia e pede R$ 10 milhões em indenização»Subscrição paga é requerida. Folha de S.Paulo - Coluna da Mônica Bergamo. Consultado em 18 de junho de 2026. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2026
  172. ↑ «MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas transfóbicas». Ministério Público Federal. 13 de março de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 4 de junho de 2026
  173. ↑ «Audiência é realizada em ação que busca condenação de Ratinho e SBT por ato de discriminação». Justiça Federal da 4.ª Região. 18 de maio de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 16 de junho de 2026
  174. ↑ «Petição 16.224 — andamento processual». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 30 de outubro de 2026
  175. ↑ Gullino, Daniel (12 de junho de 2026). «O novo embate entre o apresentador Ratinho e Erika Hilton na Justiça». Veja. Consultado em 30 de outubro de 2026
  176. ↑ Vaquer, Gabriel (28 de abril de 2026). «Ratinho acusa Erika Hilton de difamação nas redes sociais e processa deputada». Folha de S.Paulo. Consultado em 30 de outubro de 2026
  177. ↑ Gullino, Daniel (9 de outubro de 2026). «A resposta de Erika Hilton à queixa-crime de Ratinho no STF por calúnia e difamação». Veja. Consultado em 30 de outubro de 2026
  178. ↑ Vaquer, Gabriel (19 de maio de 2026). «Erika Hilton processa SBT após emissora ignorar pedido de direito de resposta contra Ratinho»Subscrição paga é requerida. Consultado em 18 de junho de 2026. Cópia arquivada em 30 de setembro de 2026
  179. ↑ Lopes, Nathallie (15 de agosto de 2026). «Justiça mantém direito de resposta de Erika Hilton contra Ratinho». Correio Braziliense. Consultado em 30 de outubro de 2026
  180. ↑ Gouveia, Jullia (17 de junho de 2026). «Justiça manda Ratinho exibir direito de resposta de Erika Hilton; veja vídeo». Folha de S.Paulo - Coluna da Mônica Bergamo. Consultado em 18 de junho de 2026. Cópia arquivada em 26 de setembro de 2026
  181. ↑ «TJ mantém decisão que obriga SBT a exibir resposta de Erika Hilton no Programa do Ratinho». Folha de S.Paulo. Agosto de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2026
  182. ↑ «SBT exibe direito de resposta de Erika Hilton no Programa do Ratinho». UOL. 26 de setembro de 2026. Consultado em 28 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 28 de setembro de 2026
  183. ↑ «Novo quer cassar Erika Hilton por quebra de decoro e cita caso Ratinho». UOL. 14 de março de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 26 de março de 2026
  184. ↑ «Representação 7/2026 — tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 4 de julho de 2026
  185. ↑ «Conselho de Ética aprova prosseguimento de processo contra Erika Hilton por quebra de decoro». Agência Câmara de Notícias. 11 de agosto de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2026
  186. ↑ «Conselho de Ética aprova a continuidade de processo contra Erika Hilton». CNN Brasil. 11 de agosto de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2026
  187. ↑ «REP 8/2026 — tramitação». Câmara dos Deputados. Consultado em 30 de outubro de 2026
  188. ↑ Richter, André (29 de setembro de 2026). «Mendonça libera postagem de Erika Hilton sobre Nossa Senhora Aparecida». Agência Brasil. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2026
  189. ↑ Muniz, Mariana (29 de setembro de 2026). «Mendonça libera publicação de Erika Hilton sobre Nossa Senhora Aparecida, mas mantém ordem para remoção de posts». O Globo. Consultado em 29 de outubro de 2026
  190. ↑ Lucena, Luccas; Preite Sobrinho, Wanderley (12 de setembro de 2026). «TRE libera vídeo em que Pavanato chama Erika Hilton de 'travesti do Lula'». UOL. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 18 de setembro de 2026
  191. ↑ «Representação eleitoral — decisão sobre admissibilidade de recursos especiais». Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026 – via Jusbrasil
  192. ↑ «Justiça eleitoral suspende propaganda paga negativa de Pavanato contra Erika Hilton nas redes». Folha de S.Paulo. 28 de setembro de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  193. ↑ «Representação eleitoral — sentença sobre impulsionamento irregular». Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026 – via Jusbrasil
  194. ↑ «Embargos de declaração — decisão sobre impulsionamento eleitoral». Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026 – via Jusbrasil
  195. ↑ «Justiça Eleitoral rejeita ação de Sophia Barclay contra Erika Hilton». Correio da Manhã. 9 de setembro de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026
  196. ↑ Taquari, Pedro (1 de outubro de 2026). «TRE-SP dá vitória a Sophia Barclay em ação contra Erika Hilton». Diário do Poder. Consultado em 29 de outubro de 2026
  197. ↑ «Pauta da sessão de 15 de outubro de 2026». Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. 15 de outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026
  198. ↑ «Erika Hilton é alvo de ação no TRE-SP por abuso de poder e corregedor abre prazo para defesa». Lawletter. 21 de outubro de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026
  199. ↑ Pirovani, Gabriel (29 de setembro de 2026). «TRE-SP determina que candidata do Novo apague vídeo sobre Erika Hilton». Metrópoles. Consultado em 30 de outubro de 2026
  200. ↑ «TRE-SP determina remoção de vídeo de Marina Helena contra Erika Hilton». O Antagonista. 29 de setembro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026
  201. ↑ «Resolução nº 23.610, de 18 de dezembro de 2019». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 30 de outubro de 2026
  202. ↑ «STF acolhe parecer da PGR e arquiva pedido de investigação contra deputado federal Alfredo Gaspar». Supremo Tribunal Federal. 6 de outubro de 2026. Consultado em 30 de outubro de 2026
  203. ↑ «Petição 15.905 — andamento processual». Supremo Tribunal Federal. Consultado em 30 de outubro de 2026
  204. ↑ Zucchi, Gustavo (23 de outubro de 2026). «Justiça manda X apagar publicação de Erika Hilton sobre vice de Flávio». Metrópoles. Consultado em 30 de outubro de 2026
  205. ↑ Macia, Vinicius (23 de outubro de 2026). «Juiz manda X remover post de Erika sobre acusação contra vice de Flávio». Gazeta do Povo. Consultado em 30 de outubro de 2026
  206. ↑ Nugent, Ciara (13 de outubro de 2021). «This Trans Politician Is Fighting for Change in Brazil — Despite the Dangers». Time. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de maio de 2025
  207. ↑ «Erika Hilton é eleita uma das políticas negras mais influentes do mundo abaixo dos 40 - 05/10/2021 - Mônica Bergamo - Folha». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 25 de maio de 2026
  208. ↑ «Primeira vereadora trans de SP recebe prêmio no Uruguai». Nova Mulher. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2025
  209. ↑ «Erika Hilton recebe prêmio por ativismo LGBTQIA no MTV EMA». observatoriog.bol.uol.com.br. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2022
  210. ↑ «Erika Hilton: Vereadora negra e trans diz que Brasil é o país que mais mata população LGBTQIA+». ISTOÉ Independente - A mais combativa revista semanal de informação e interesse geral do Brasil. 22 de dezembro de 2021. Consultado em 17 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2022
  211. ↑ «Confira programações online de celebração do Dia da Visibilidade Trans». Casa 1. 28 de janeiro de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2025
  212. ↑ «SP Escola de Teatro e vereadora Erika Hilton promovem campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores». ADAAP — SP Escola de Teatro. 2022. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 29 de abril de 2025
  213. ↑ «HONORIS CAUSA — dignidades universitárias». Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Consultado em 30 de outubro de 2026
  214. ↑ Souza, Jose Roberto de (29 de junho de 2026). «Erika Hilton recebe título de Doutora Honoris Causa da UFRRJ». Jornal Atual. Consultado em 30 de outubro de 2026
  215. ↑ «Sâmia Bomfim é a melhor deputada do ano, segundo o público». Congresso em Foco. 21 de setembro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de abril de 2026
  216. ↑ «Sâmia Bomfim é eleita a melhor deputada do Sudeste». Congresso em Foco. 21 de setembro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 17 de abril de 2026
  217. ↑ «Aguinaldo Ribeiro, o melhor deputado de 2023, segundo o júri». Congresso em Foco. 21 de setembro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de junho de 2026
  218. ↑ «Erika Hilton é a melhor deputada de 2024, na avaliação do público». Congresso em Foco. 29 de agosto de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026
  219. ↑ «Erika Hilton é a melhor deputada do Sudeste, segundo o público». Congresso em Foco. 29 de agosto de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de novembro de 2025
  220. ↑ «Tabata Amaral e Benedita da Silva: as melhores deputadas, segundo os jornalistas». Congresso em Foco. 29 de agosto de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  221. ↑ «Idilvan Alencar vence categoria Cidades Inteligentes». Congresso em Foco. 29 de agosto de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026
  222. ↑ «Público elege melhores deputados da Câmara em 2025; veja lista». Congresso em Foco. 20 de agosto de 2025. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2026
  223. ↑ «Melhor deputada federal de SP em 2025: Erika Hilton». Congresso em Foco. 20 de agosto de 2025. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2026
  224. ↑ «Erika Hilton, Tabata e Aguinaldo conquistam avaliação de jornalistas». Congresso em Foco. 20 de agosto de 2025. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 23 de abril de 2026
  225. ↑ «Deputados e senadores repercutem Prêmio Congresso em Foco 2026». Congresso em Foco. 26 de agosto de 2026. Consultado em 31 de outubro de 2026
  226. ↑ «Erika Hilton é premiada entre melhores deputados por júri técnico». Congresso em Foco. 26 de agosto de 2026. Consultado em 31 de outubro de 2026
  227. ↑ Mac Cord, Iago; Lima, Wal (29 de novembro de 2025). «Erika Hilton anuncia noivado com o fotógrafo Daniel Zezza». Correio Braziliense. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2025
  228. ↑ Mazzei, Beatriz (10 de fevereiro de 2022). «Érika e Gabriel: Para o casal trans, família é um misto de amor, aceitação e mito; em seus DNAs, acharam respostas para isso». UOL Ecoa. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de setembro de 2026
  229. ↑ «Veja os candidatos a vereador eleitos em SP e como fica a composição da Câmara». G1. 16 de novembro de 2020. Consultado em 5 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 14 de setembro de 2026
  230. ↑ Eleições Municipais 2020. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 22 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  231. ↑ «Veja os candidatos a deputado federal eleitos pelo estado de São Paulo». G1. 3 de outubro de 2022. Consultado em 5 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2025
  232. ↑ Eleições 2022. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 15 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  233. ↑ «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 6 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2026
  234. ↑ «Veja os 70 deputados federais eleitos por São Paulo». CNN Brasil. 5 de outubro de 2026. Consultado em 6 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2026
  235. ↑ «Para Onde Voam as Feiticeiras». Descoloniza Filmes. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 24 de maio de 2026
  236. ↑ «Premiado documentário "Para Onde Voam as Feiticeiras" promove diálogo sobre pautas identitárias nas ruas de São Paulo». Vogue Brasil. 1 de setembro de 2023. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  237. ↑ «Para Onde Voam as Feiticeiras — ficha técnica». Papo de Cinema. Consultado em 31 de outubro de 2026
  238. ↑ «Corpolítica». Festival do Rio. Consultado em 29 de outubro de 2026
  239. ↑ Rizzo, Sérgio (8 de junho de 2023). «'Corpolítica': doc premiado expõe essência da política ao acompanhar candidatos LGBTQIA+; leia crítica». O Globo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025
  240. ↑ «Coletivo Queer lança documentário 'Vitória Trans' com estreias em diversas regiões de SP». ABCdoABC. 10 de junho de 2024. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 15 de junho de 2024
  241. ↑ «Documentário "Vitória Trans" estreia na Galeria Olido». Casa 1. 7 de junho de 2024. Consultado em 31 de outubro de 2026
  242. ↑ «Roda Viva — Erika Hilton — 01/02/2021». TV Cultura. 2 de fevereiro de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026
  243. ↑ Fefito (28 de janeiro de 2021). «Pela primeira vez, 'Roda Viva' terá uma entrevistada transexual». UOL. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2021
  244. ↑ «Vereadoras trans no Brasil enfrentam rotina de preconceito, ameaças e violência». G1. 30 de maio de 2021. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 30 de junho de 2025
  245. ↑ Bergamo, Mônica (4 de julho de 2021). «Justiça determina quebra de sigilo de perfil que ameaçou Erika Hilton de morte». Folha de S.Paulo. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2024
  246. ↑ «Roda Viva — Erika Hilton — 30/03/2026». TV Cultura. 31 de março de 2026. Consultado em 29 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 14 de maio de 2026

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre Erika Hilton:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Categoria no Commons
Wikidata Base de dados no Wikidata