BlackRock

 Nota: Não confundir com Blackstone Inc..
BlackRock, Inc.
Sede da BlackRock no 50 Hudson Yards
Empresa de capital aberto
CotaçãoNYSE: BLK
S&P 100
Componente do S&P 500
B3: BLAK34
AtividadeGestão de investimentos
Fundação9 de março de 1988 (1988-03-09)
Fundador(es)Robert S. Kapito
Larry Fink
Susan Wagner
Sede50 Hudson Yards, Nova Iorque, Estados Unidos
Área(s) servida(s)Mundial
Pessoas-chaveLarry Fink, presidente do conselho e diretor executivo
Robert S. Kapito, presidente
Philipp Hildebrand, vice-presidente do conselho
Empregados24.900 (2025)
ProdutosInvestimentos alternativos
Gestão de ativos
Investimentos ESG
Gestão patrimonial
Aladdin
SubsidiáriasiShares
Global Infrastructure Partners
HPS Investment Partners
AtivosUS$ 170,0 bilhões (2025)
ReceitaUS$ 24,22 bilhões (2025)
LucroUS$ 5,553 bilhões (2025)
Websiteblackrock.com
  • Notas de rodapé / referências

BlackRock, Inc. é uma empresa multinacional estadunidense de gestão de investimentos. Fundada em 1988, começou como uma gestora institucional de ativos de renda fixa, com ênfase em gestão de riscos. É a maior gestora de ativos do mundo, com US$ 15,3 trilhões em ativos sob gestão em 2026. Sua sede fica em Nova Iorque. A empresa mantém 70 escritórios em 30 países e atende clientes em 100 países.

A BlackRock administra a família iShares de fundos negociados em bolsa. Junto com Fidelity, Vanguard e State Street, integra o grupo das quatro maiores administradoras de fundos de índice. Seu sistema Aladdin acompanha carteiras de investimentos de grandes instituições financeiras, enquanto a divisão BlackRock Solutions presta serviços de gestão de riscos financeiros. A BlackRock ocupa a 210.ª posição na lista Fortune 500.

A empresa adotou critérios de governança ambiental, social e corporativa (ESG) em parte de sua política de investimentos. Virgínia Ocidental, Flórida e Luisiana retiraram recursos administrados pela BlackRock ou restringiram negócios com a empresa em reação a essas políticas. A BlackRock também recebeu críticas por investimentos em empresas ligadas a combustíveis fósseis, à indústria de armamentos, ao Exército de Libertação Popular e a violações de direitos humanos na China.

História

1988–1999

A BlackRock foi fundada em 1988 por Larry Fink, Robert S. Kapito, Susan Wagner, Barbara Novick, Bennett Golub, Hugh Frater, Ralph Schlosstein e Keith Anderson. O grupo pretendia oferecer gestão de ativos a clientes institucionais com uma abordagem centrada em risco. Fink, Kapito, Golub e Novick haviam trabalhado juntos no First Boston, onde Fink e sua equipe estiveram entre os primeiros participantes do mercado estadunidense de títulos lastreados em hipotecas. Fink perdeu US$ 90 milhões enquanto era codiretor da divisão de renda fixa do First Boston. A experiência o levou, junto com os demais fundadores, a desenvolver práticas de controle de risco e dever fiduciário que consideravam mais rigorosas. Para obter o capital inicial, Fink procurou Peter Peterson, da Blackstone Group, que apoiou a ideia de uma empresa dedicada à gestão de riscos. Peterson chamou o negócio de Blackstone Financial Management. Em troca de 50% da operação de títulos, a Blackstone concedeu inicialmente a Fink e sua equipe uma linha de crédito de US$ 5 milhões. O negócio passou a dar lucro em poucos meses. Em 1989, seus ativos haviam quadruplicado, chegando a US$ 2,7 bilhões, e a participação da Blackstone havia caído para 40%.

Em 1992, a Blackstone detinha cerca de 36% da empresa, e Stephen A. Schwarzman e Fink discutiam a possibilidade de vender ações ao público. A empresa adotou o nome BlackRock e encerrou o ano com US$ 17 bilhões sob gestão. No fim de 1994, o total era de US$ 53 bilhões. Em 1994, Schwarzman e Fink divergiram sobre remuneração e participação acionária. Fink queria conceder participação a novas contratações para atrair profissionais dos bancos, enquanto Schwarzman não queria diluir ainda mais a fatia da Blackstone. Os dois decidiram separar os negócios, e Schwarzman vendeu a BlackRock. Anos depois, chamou a decisão de "erro heroico".

Em junho de 1994, a Blackstone vendeu ao PNC Financial Services, por US$ 240 milhões, uma unidade de títulos hipotecários com US$ 23 bilhões em ativos. A unidade negociava hipotecas e outros ativos de renda fixa. No processo de venda, o nome Blackstone Financial Management foi alterado para BlackRock Financial Management. Schwarzman permaneceu na Blackstone, enquanto Fink se tornou presidente do conselho e diretor executivo da BlackRock.

1999–2009

Em 1 de outubro de 1999, a BlackRock abriu seu capital e vendeu ações a US$ 14 cada em uma oferta pública inicial na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Ao fim daquele ano, administrava US$ 165 bilhões. A empresa cresceu de forma orgânica e por aquisições. Em 2000, criou a BlackRock Solutions para oferecer gestão de riscos e análise de investimentos a investidores institucionais e outras grandes gestoras. A plataforma reúne serviços de consultoria e tecnologia e é baseada no sistema Aladdin, nome formado por Asset Liability and Debt and Derivative Investment Network.

Em agosto de 2004, a BlackRock fez sua primeira aquisição de grande porte ao comprar da MetLife a SSRM Holdings, controladora da State Street Research & Management, por US$ 325 milhões em dinheiro e US$ 50 milhões em ações. A operação elevou os ativos sob gestão de US$ 314 bilhões para US$ 325 bilhões. O negócio também incorporou, em 2005, a atividade de fundos mútuos da State Street Research & Management.

Em 2006, a BlackRock se fundiu com a divisão Merrill Lynch Investment Managers (MLIM). A participação da PNC foi reduzida pela metade, e a Merrill passou a deter 49,5% da empresa. Em outubro de 2007, a BlackRock adquiriu a operação de fundos de fundos da Quellos Capital Management. Em abril de 2009, comprou a R3 Capital Management, LLC e assumiu a gestão de seu fundo de US$ 1,5 bilhão. Em maio daquele ano, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos contratou a BlackRock Solutions para analisar, desfazer e precificar ativos problemáticos pertencentes ao Bear Stearns, American International Group, Freddie Mac, Morgan Stanley e outras instituições afetadas pela crise financeira de 2008. O Federal Reserve também encarregou a BlackRock de supervisionar a liquidação de US$ 130 bilhões em dívidas do Bear Stearns e da American International Group.

2010–2019

Em fevereiro de 2010, após precisar levantar capital por causa da crise financeira de 2008, o Barclays vendeu à BlackRock a unidade Barclays Global Investors (BGI), que incluía a iShares, por US$ 13,5 bilhões. O Barclays recebeu uma participação próxima de 20% na BlackRock. Em 1 de abril de 2011, a empresa passou a integrar o índice S&P 500. Em 2013, a Fortune incluiu a BlackRock em sua lista anual World's 50 Most Admired Companies. Em 2014, os US$ 4 trilhões sob gestão fizeram dela a maior gestora de ativos do mundo. No fim de 2014, o Sovereign Wealth Fund Institute informou que investidores institucionais respondiam por 65% dos ativos administrados pela BlackRock.

Em 30 de junho de 2015, a BlackRock tinha US$ 4,721 trilhões sob gestão. Em 26 de agosto, firmou acordo definitivo para adquirir a FutureAdvisor, uma empresa de gestão patrimonial digital que administrava cerca de US$ 600 milhões. A FutureAdvisor passaria a operar dentro da BlackRock Solutions. Em novembro de 2015, a BlackRock anunciou o encerramento do fundo de cobertura BlackRock Global Ascent após perdas. O Global Ascent era seu único fundo dedicado à estratégia macro global, enquanto a empresa concentrava sua atividade em fundos mútuos e fundos negociados em bolsa. A BlackRock administrava então US$ 51 bilhões em fundos de cobertura, dos quais US$ 20 bilhões estavam em fundos de fundos.

Em março de 2017, depois de uma revisão de seis meses liderada por Mark Wiseman, a BlackRock reorganizou sua operação de US$ 8 bilhões em fundos de gestão ativa. Sete gestores de carteira deixaram a empresa, foi reconhecido um encargo de US$ 25 milhões no segundo trimestre e alguns fundos foram substituídos por estratégias quantitativas. Em abril, a iShares respondia por US$ 1,41 trilhão, ou 26% dos ativos sob gestão da BlackRock, e por 37% da receita proveniente de taxas básicas. No mesmo mês, a empresa apoiou pela primeira vez a inclusão de ações da China continental em um índice global da MSCI.

2020–presente

Em maio de 2020, o PNC Financial Services vendeu sua participação na BlackRock por US$ 14,4 bilhões. Em março, o Federal Reserve havia escolhido a BlackRock para administrar dois programas de compra de títulos corporativos criados em resposta à pandemia de COVID-19. O trabalho abrangia o Primary Market Corporate Credit Facility, de US$ 500 bilhões, e o Secondary Market Corporate Credit Facility. Também incluía compras, pelo Federal Reserve, de títulos lastreados em hipotecas comerciais garantidos pela Government National Mortgage Association, Fannie Mae ou Freddie Mac. Em agosto de 2020, a BlackRock recebeu autorização da China Securities Regulatory Commission para criar uma operação de fundos mútuos no país. Foi a primeira gestora global a obter permissão do governo chinês para iniciar esse tipo de negócio.

Em outubro de 2021, a BlackRock lançou o programa Voting Choice, que permite a clientes institucionais investidos em fundos de índice participar de votações de acionistas. Os clientes habilitados podem votar em todas as matérias, somente em algumas, escolher entre 14 políticas de voto ou deixar a decisão com a equipe de stewardship de investimentos da BlackRock. A BlackRock Investment Stewardship conta com cerca de 70 analistas que mantêm contato com conselhos e equipes de administração das empresas e votam ações em nome dos clientes que não exercem o voto.

Em maio de 2021, a BlackRock informou ter sido a principal provedora de dívida para a aquisição, pela heylo housing, de uma carteira de 3.000 imóveis residenciais em regime de propriedade compartilhada no programa Home Reach. A operação foi avaliada em £ 362,5 milhões.

Em novembro de 2021, a BlackRock reduziu investimentos na Índia e ampliou sua exposição à China. A empresa mantém um India Fund, pelo qual investe em empresas indianas como Byju's, Paytm e Pine Labs. Em 28 de dezembro de 2022, foi anunciado que a BlackRock e Volodymyr Zelensky haviam coordenado uma função para a empresa na reconstrução da Ucrânia. Larry Fink e Zelensky haviam se reunido por videoconferência em setembro de 2022. Em julho de 2025, a Bloomberg informou que a BlackRock havia interrompido no começo daquele ano os esforços para reunir investidores para um fundo destinado à recuperação da Ucrânia, em meio ao aumento da incerteza. A empresa afirmou que concluiu em 2024 seu trabalho de consultoria pro bono e já não tinha mandato ativo. Em abril de 2023, a BlackRock foi contratada para vender US$ 114 bilhões em ativos do Signature Bank e do Silicon Valley Bank após a crise bancária nos Estados Unidos em 2023. Em junho de 2023, protocolou na Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos um pedido para lançar um fundo negociado em bolsa de Bitcoin à vista. Em novembro, fez pedido semelhante para um ETF de Ethereum. O ETF de Bitcoin e outros dez pedidos foram aprovados em 10 de janeiro de 2024. Em 19 de janeiro, o iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) tornou-se o primeiro ETF de Bitcoin à vista a alcançar US$ 1 bilhão em volume.

Em julho de 2023, a BlackRock nomeou Amin H. Nasser para seu conselho de administração. Nasser, diretor executivo da Saudi Aramco, ocuparia em 2024 a vaga deixada por Bader Alsaad. Também em julho, a Jio Financial Services entrou no mercado de gestão de ativos por meio de uma joint venture paritária com a BlackRock, chamada Jio BlackRock. Em agosto, a BlackRock firmou acordo com a Nova Zelândia para criar um fundo de NZ$ 2 bilhões destinado a projetos de energia solar, eólica, hidrogênio verde, armazenamento em baterias e recarga de veículos elétricos, dentro da meta do país de alcançar eletricidade 100% renovável até 2030. Em janeiro de 2024, a BlackRock anunciou a compra da Global Infrastructure Partners por US$ 12,5 bilhões. A empresa concordou em pagar US$ 3 bilhões em dinheiro e 12 milhões de suas próprias ações. Em março, lançou na rede Ethereum seu primeiro fundo tokenizado, o BlackRock USD Institutional Digital Liquidity Fund (BUIDL), com investimentos em títulos do Tesouro dos Estados Unidos e operações compromissadas. O fundo reuniu US$ 245 milhões em ativos na primeira semana. Em 15 de julho de 2024, a BlackRock retirou de circulação um anúncio filmado em 2022 no qual aparecia brevemente Thomas Matthew Crooks, autor da tentativa de assassinato de Donald Trump na Pensilvânia. A empresa ampliou sua sede no 50 Hudson Yards em meados de 2024.

Em março de 2025, a BlackRock lançou seu primeiro produto negociado em bolsa de Bitcoin na Europa, o iShares Bitcoin ETP, domiciliado na Suíça e listado em Paris, Amsterdã e Frankfurt. Nos Estados Unidos, o iShares Bitcoin Trust havia sido lançado em janeiro de 2024 e, em maio daquele ano, já era o maior fundo de Bitcoin do mundo, com quase US$ 20 bilhões em ativos. Em abril de 2025, a BlackRock apresentou à SEC um pedido para criar uma nova classe de cotas de seu fundo de mercado monetário de US$ 150 bilhões, registrada em uma blockchain. Em junho, lançou o iShares Texas Equity ETF (TEXN), voltado a empresas com sede no Texas. Em 24 de fevereiro de 2026, a BlackRock adquiriu participação de 5,01% na HLB, uma empresa sul-coreana de biotecnologia. Em março, anunciou que limitaria resgates de um fundo de crédito privado.

Finanças

Em 2020, a organização sem fins lucrativos American Economic Liberties Project publicou um relatório afirmando que as três grandes gestoras BlackRock, Vanguard e State Street administravam, juntas, mais de US$ 15 trilhões em ativos globais, valor equivalente a mais de três quartos do produto interno bruto dos Estados Unidos. O relatório defendeu reformas estruturais e maior regulação dos mercados financeiros.

Em 2021, a BlackRock superou US$ 10 trilhões em ativos sob gestão. Em 30 de junho de 2025, o total era de US$ 12,53 trilhões. Em 2025, a empresa registrou receita de US$ 24,22 bilhões, lucro operacional de US$ 7,045 bilhões, lucro líquido de US$ 5,553 bilhões, ativos totais de US$ 170,0 bilhões e patrimônio líquido de US$ 55,89 bilhões.

Ano Receita
US$ milhões
Lucro líquido
US$ milhões
Ativos totais
US$ milhões
Ativos sob gestão
US$ milhões
Preço por ação
US$
Empregados
20051.1912341.84862,852.151
20062.09832320.469103,755.113
20074.84599322.561128,695.952
20085.06478419.9241.310.000144,075.341
20094.700875178.1243.350.000136,798.629
20108.6122.063178.4593.561.000145,859.127
20119.0812.337179.8963.513.000148,2710.100
20129.3372.458200.4513.792.000158,5310.500
201310.1802.932219.8734.325.000238,5211.400
201411.0813.294239.7924.651.895289,8012.200
201511.4013.345225.2614.645.412322,6813.000
201612.2613.168220.1775.147.852334,1613.000
201713.6004.952220.2176.288.195414,6013.900
201814.1984.305159.5735.975.818492,9814.900
201914.5394.476168.6227.430.000448,2216.200
202016.2054.932176.9828.677.000558,5616.500
202119.1695.901152.64810.010.143913,7618.400
202217.8735.178117.6288.594.485708,6319.800
202317.8595.502123.21110.008.995811,8019.800
202420.4076.369138.61511.551.2511.025,1121.100

Fusões e aquisições

Nº Data da aquisição Empresa País Preço Uso ou integração Referências
110 de fevereiro de 2006Divisão Merrill Lynch Investment Managers (MLIM)Estados UnidosUS$ 9,3 bilhõesPresença no varejo e em mercados internacionais
212 de janeiro de 2009Barclays Global InvestorsEstados UnidosUS$ 13,5 bilhõesFundos negociados em bolsa
315 de janeiro de 2010Helix Financial GroupEstados UnidosNão divulgadoImóveis comerciais
425 de agosto de 2015FutureAdvisorEstados UnidosUS$ 150 milhõesConsultoria automatizada de investimentos
518 de abril de 2016Operação de fundos de mercado monetário do Bank of AmericaEstados UnidosNão divulgadoUS$ 80 bilhões em ativos de fundos de mercado monetário
61 de fevereiro de 2017Plataforma de investimentos em infraestrutura de energia da First Reserve CorporationEstados UnidosNão divulgadoFundos de investimento em energia
79 de junho de 2017CachematrixEstados UnidosNão divulgadoGestão de liquidez
88 de janeiro de 2018Tennenbaum Capital PartnersEstados UnidosNão divulgadoCrédito privado
924 de setembro de 2018Operação de gestão de ativos do CitibanamexMéxicoUS$ 350 milhõesFundos de renda fixa, ações e múltiplas classes de ativos
1010 de maio de 2019eFrontFrançaUS$ 1,3 bilhão em dinheiroSoftware para gestão de investimentos alternativos
111 de fevereiro de 2021AperioEstados UnidosUS$ 1,05 bilhão em dinheiroContas de ações indexadas com otimização tributária e gestão separada
128 de junho de 2023KreosReino UnidoNão divulgadoCrédito privado
1312 de janeiro de 2024Global Infrastructure PartnersEstados UnidosUS$ 12,5 bilhões, dos quais US$ 3 bilhões em dinheiro e o restante em açõesAtivos de infraestrutura
141 de julho de 2024PreqinReino UnidoUS$ 3,2 bilhõesDados sobre mercados privados
153 de dezembro de 2024HPS Investment PartnersEstados UnidosUS$ 12 bilhões, com US$ 9,3 bilhões em ações e até US$ 3 bilhões ao longo de cinco anos, sujeitos a metasCrédito privado
162 de setembro de 2025ElmTree FundsEstados UnidosNão divulgadoSoluções de financiamento privado, imóveis comerciais em regime net lease e estratégias de renda contratual de longo prazo

Controvérsias

Poder e participação acionária

O porte dos ativos e das atividades da BlackRock levou The Economist e Basler Zeitung a chamá-la de maior banco paralelo do mundo. Em 2020, os representantes Katie Porter e Chuy García apresentaram na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos um projeto destinado a limitar a BlackRock e outras instituições do sistema bancário paralelo. Em 4 de março de 2021, a senadora Elizabeth Warren defendeu que a empresa fosse classificada como "grande demais para falir" e regulada sob esse enquadramento.

A BlackRock aplica recursos de seus clientes, entre eles os detentores de cotas de fundos iShares, em muitas companhias de capital aberto, inclusive empresas que competem entre si. Pelo tamanho dos fundos que administra, aparece entre os maiores acionistas de muitas companhias. A BlackRock afirma que essas ações pertencem a seus clientes, não à própria gestora. Pesquisadores independentes sustentam a mesma distinção, embora a empresa reconheça que pode exercer o voto acionário em nome dos clientes e, em muitos casos, sem participação direta deles. Na década de 2020, a BlackRock passou a permitir que investidores institucionais participassem das votações correspondentes a quase metade dos ativos de índices de ações que administra.

A empresa também se tornou alvo de teorias da conspiração. Uma delas afirma que a BlackRock seria proprietária da Fox News e da Dominion Voting Systems. A BlackRock detinha cerca de 15% da Fox Corporation, mas não tinha participação na Dominion Voting Systems. O Snopes classificou a alegação como "falsa", e o PolitiFact como "majoritariamente falsa". Parte dessas teorias incorporou antissemitismo, como a alegação de que judeus, entre eles o cofundador Robert Kapito, integrariam uma conspiração responsável pela COVID-19 e por uma suposta "agenda COVID".

Em 2025, a BlackRock esteve entre os doadores que financiaram a demolição da Ala Leste da Casa Branca e o projeto de construção de um salão de baile no local.

Propriedade comum

"Propriedade comum" é a situação em que empresas concorrentes em um mesmo mercado têm acionistas relevantes em comum. Esse arranjo pode reduzir a concorrência, prejudicar consumidores e afetar o funcionamento do mercado. Também pode estar relacionado a remunerações maiores para diretores executivos mesmo quando a concorrência entre as empresas diminui. Um estudo citado com frequência concluiu que a propriedade comum eleva preços. A BlackRock respondeu com um white paper que chamou o mecanismo de "vago e implausível". Seu relatório anual de 2023 apresentado à SEC, porém, listou a propriedade comum como um possível risco para o negócio. O documento registrou que, em 2023, a Federal Trade Commission e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicaram novas diretrizes para fusões reconhecendo que a propriedade comum poderia reduzir os incentivos à concorrência. O relatório acrescentou que medidas regulatórias poderiam prejudicar a BlackRock e que o tema poderia receber maior atenção em investigações, estudos, propostas de regras, decisões de política pública e análises de fusões e aquisições.

Investimentos ESG

Em 2017, a BlackRock ampliou seus projetos de governança ambiental, social e corporativa com novas contratações e produtos. A empresa passou a tratar de questões ambientais e de diversidade em cartas dirigidas a diretores executivos e em votações de acionistas, por vezes ao lado de investidores ativistas e redes como o Carbon Disclosure Project. Em 2017, apoiou uma resolução de acionistas que pedia à ExxonMobil medidas ligadas às mudanças climáticas. Em 2018, pediu a empresas do Russell 1000 com menos de duas mulheres no conselho de administração que aumentassem a diversidade de gênero.

Em agosto de 2021, um ex-executivo que havia sido o primeiro diretor global de investimentos sustentáveis da BlackRock chamou os investimentos ESG da empresa de "placebo perigoso que prejudica o interesse público". Ele argumentou que instituições financeiras eram incentivadas a oferecer produtos ESG porque esses produtos cobravam taxas maiores e elevavam os lucros. Em outubro, o conselho editorial do The Wall Street Journal criticou a BlackRock por defender que a SEC exigisse de empresas privadas a divulgação pública de seus efeitos climáticos, da composição dos conselhos e de outros indicadores. O editorial afirmou que exigências ESG poderiam aumentar riscos jurídicos e de reputação, afastar companhias do mercado aberto e prejudicar bolsas, gestoras de ativos e, sobretudo, investidores de varejo.

Em janeiro de 2022, Larry Fink defendeu a política ESG da BlackRock diante de acusações de que a gestora estaria usando seu tamanho para apoiar uma agenda politicamente correta ou progressista. Fink afirmou que a prática ESG "não é woke". A política recebeu críticas em sentidos opostos, sendo acusada de ceder a interesses contrários às empresas e de não passar de marketing. Em uma palestra no Aspen Ideas Festival, em junho de 2023, Fink disse que havia parado de usar a sigla "ESG" porque o termo fora "transformado em arma". Um repórter da Axios registrou inicialmente a fala "Tenho vergonha de fazer parte desta conversa". Fink depois esclareceu: "Nunca disse que tinha vergonha. Não tenho vergonha. Acredito no capitalismo consciente".

Em julho de 2023, a BlackRock anunciou que permitiria a investidores de varejo escolher políticas de voto por procuração em seu maior ETF a partir de 2024. A mudança ocorreu em meio a acusações de políticos republicanos de que a empresa promovia uma "agenda woke" por meio de suas atividades ESG. Os investidores do iShares Core S&P 500 ETF poderiam escolher entre sete políticas gerais, desde acompanhar a administração da BlackRock até priorizar fatores ambientais, sociais e de governança ou valores católicos. Eles não poderiam votar separadamente em empresas específicas. O conselho editorial do The Wall Street Journal chamou o sistema de "falsa escolha de voto", pois quase todas as políticas pré-selecionadas eram elaboradas pelas consultorias de voto Glass Lewis e Institutional Shareholder Services, que o editorial associou a posições ESG.

Investimentos em atividades ligadas às mudanças climáticas

Ativistas ambientais, entre eles integrantes da organização inter-religiosa GreenFaith e da Extinction Rebellion, protestam durante a assembleia de acionistas da BlackRock em 31 de maio de 2022.

Em dezembro de 2018, a BlackRock era a maior investidora do mundo em usinas termelétricas a carvão, com US$ 11 bilhões em ações de 56 empresas do setor. Também detinha mais reservas de petróleo, gás e carvão térmico por meio de seus investimentos do que qualquer outra gestora, em um total correspondente a 9,5 gigatoneladas de emissões de CO2, ou 30% das emissões de energia de 2017. Grupos ambientalistas como o Sierra Club e a Amazon Watch lançaram em setembro de 2018 a campanha "BlackRock's Big Problem". A campanha acusava a empresa de ser a "maior força por trás da destruição climática no planeta", em parte por sua oposição ao desinvestimento em combustíveis fósseis.

Em 2019, ativistas climáticos fizeram apresentações de rua e se colaram à porta dos escritórios da empresa em Londres. Em 10 de janeiro de 2020, um grupo entrou nos escritórios da BlackRock France em Paris e pintou paredes e pisos com mensagens que atribuíam à empresa responsabilidade pelos efeitos do aquecimento global. Em maio de 2019, a BlackRock havia sido criticada pelo efeito ambiental de suas participações, pois figurava entre os principais acionistas de todas as grandes petrolíferas globais, exceto a Total, e de sete das dez maiores produtoras de carvão.

Em 14 de janeiro de 2020, a BlackRock mudou sua política de investimentos. Fink afirmou que a sustentabilidade ambiental passaria a orientar decisões de investimento. A empresa anunciou a venda de US$ 500 milhões em ativos ligados ao carvão e criou fundos que não investiriam em companhias lucrando com combustíveis fósseis. Mesmo assim, seu apoio a resoluções de acionistas que pediam divulgação de riscos climáticos caiu de 25% em 2019 para 14% em 2020. A BlackRock também foi criticada por sua atuação diante das mudanças climáticas e pelo desmatamento da Floresta Amazônica. A The New Republic afirmou que a gestora havia construído uma imagem de responsabilidade em Wall Street, enquanto críticos consideravam que seus compromissos ambientais e com diversidade tinham alcance limitado nas operações da empresa. Um estudo da IESE Business School encontrou queda nas emissões de CO2 no ano seguinte em empresas cujos dirigentes se reuniram com Fink. Outro estudo analisou 82 fundos apresentados como sustentáveis e concluiu que apenas 9% não investiam em empresas de combustíveis fósseis.

Investimentos em fabricantes de armas

Em maio de 2018, manifestantes contrários às armas de fogo protestaram diante da assembleia anual da BlackRock em Manhattan. Após conversas com fabricantes e distribuidores de armas, a empresa lançou em 5 de abril de 2018 dois ETFs que excluíam ações de fabricantes e de grandes varejistas de armas, entre eles Walmart, Dick's Sporting Goods, Kroger, Sturm Ruger, American Outdoor Brands e Vista Outdoor. As mesmas ações foram retiradas de sete fundos ESG que já existiam.

Estudo sobre a incorporação de ESG às regras bancárias

O Provedor de Justiça Europeu abriu uma investigação em maio de 2020 sobre a decisão da Comissão Europeia de contratar a BlackRock para estudar a integração de riscos e objetivos ambientais, sociais e de governança às regras bancárias da União Europeia, o chamado arcabouço prudencial. Parlamentares europeus questionaram a imparcialidade da gestora por causa de seus investimentos no setor.

Restrições de estados dos Estados Unidos por políticas ESG

Riley Moore, então tesoureiro da Virgínia Ocidental, afirmou em junho de 2022 que a BlackRock e outras cinco instituições financeiras deixariam de poder fazer negócios com o estado por sua posição em relação à indústria de combustíveis fósseis. Em outubro, a Luisiana retirou US$ 794 milhões administrados pela BlackRock em resposta ao apoio da empresa a políticas ESG e energia verde. Em dezembro, Jimmy Patronis, diretor financeiro da Flórida, anunciou que o governo estadual retiraria US$ 2 bilhões em investimentos sob gestão da BlackRock após o reforço de padrões e políticas ESG. A BlackRock respondeu que a decisão colocava a política acima dos interesses dos investidores.

Críticas aos investimentos na China

Em agosto de 2021, a BlackRock criou seu primeiro fundo mútuo na China depois de captar mais de US$ 1 bilhão de 111 mil investidores chineses. Foi a primeira empresa estrangeira autorizada pelo governo chinês a operar uma gestora de fundos mútuos integralmente controlada por capital estrangeiro no país. Em artigo no The Wall Street Journal, George Soros chamou a iniciativa de "erro trágico" e afirmou que ela prejudicaria os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos e de outras democracias.

Em outubro de 2021, a organização conservadora sem fins lucrativos Consumers' Research lançou uma campanha publicitária contra a relação da BlackRock com o governo chinês, em resposta à atuação da gestora em questões climáticas. A iniciativa fazia parte de uma campanha do grupo contra o que classificava como posturas woke de empresas estadunidenses. Em dezembro, foi informado que a BlackRock investia em duas companhias incluídas em listas restritivas do governo dos Estados Unidos por acusações de violações de direitos humanos contra os uigures em Xinjiang. Em um dos casos, o da Hikvision, a BlackRock aumentou seu investimento depois que a empresa entrou na lista.

Em agosto de 2023, um comitê especial da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos abriu investigação sobre investimentos da BlackRock em empresas chinesas acusadas de violações de direitos humanos e de auxiliar o Exército de Libertação Popular. Em abril de 2024, um relatório do comitê afirmou que a inclusão em índices e os investimentos de fundos haviam direcionado pelo menos US$ 1,9 bilhão a entidades incluídas em listas restritivas dos Estados Unidos. O comitê registrou que as operações eram legais pelas regras então vigentes e pediu mudanças na política. A BlackRock afirmou que seus produtos cumpriam a legislação estadunidense e os mandatos dos clientes.

Em fevereiro de 2025, procuradores-gerais de 17 estados dos Estados Unidos criticaram a BlackRock por divulgações que consideraram impróprias ou insuficientes sobre seus investimentos na China.

Relações com o Federal Reserve

A BlackRock foi questionada por supostamente se beneficiar de sua proximidade com o Federal Reserve durante as medidas adotadas em resposta à pandemia de COVID-19. Em junho de 2020, a The New Republic afirmou que a empresa atravessava uma "pandemia muito boa" enquanto se apresentava como socialmente responsável, investia em atividades ligadas à crise climática, evitava maior escrutínio regulatório e buscava espaço em uma possível administração de Joe Biden. O Financial Times tratou da posição de destaque da BlackRock como consultora do programa de compra de ativos do Federal Reserve e das dúvidas sobre a possibilidade de a empresa estimular a compra de seus próprios produtos. Durante o programa de expansão quantitativa de 2020, um ETF de títulos corporativos da BlackRock recebeu US$ 4,3 bilhões em novos investimentos. Fundos comparáveis da Vanguard e da State Street receberam US$ 33 milhões e US$ 15 milhões, respectivamente. A BlackRock se comprometeu a abrir mão dos lucros do programa, exceto pelas taxas de consultoria de mercados financeiros, e a devolver ao Federal Reserve receitas adicionais obtidas por seus ETFs de títulos em decorrência das compras. O contrato foi divulgado em 26 de maio de 2020. O The New York Times informou que a BlackRock receberia no máximo US$ 7,75 milhões por ano pela principal carteira de títulos sob sua gestão e não poderia cobrar taxas sobre a venda de ETFs lastreados em títulos dentro do programa.

Em janeiro de 2026, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, confirmou que Rick Rieder, diretor de investimentos de renda fixa global da BlackRock, estava entre quatro nomes avaliados pelo presidente Donald Trump para suceder Jerome Powell na presidência do Federal Reserve quando o mandato de Powell terminasse em maio daquele ano.

Relações com Israel

Em 2025, um relatório das Nações Unidas sobre empresas apontadas como cúmplices no Genocídio na Faixa de Gaza incluiu a BlackRock entre as principais investidoras de empresas de tecnologia e defesa como Palantir, Microsoft, Amazon, Alphabet Inc., IBM, Lockheed Martin e Caterpillar Inc..

Pessoas-chave

Em 2026, o conselho de administração da BlackRock tinha 19 integrantes.

Entre os antigos integrantes do conselho estão:

Ver também

Referências

  1. ↑ Banco B3, "Programs". Consultado em 8 de setembro de 2026.
  2. 1 2 3 «BlackRock, Inc. 2025 Form 10-K Annual Report». U.S. Securities and Exchange Commission. 25 de fevereiro de 2026
  3. ↑ Gledhill, Alice; Lacqua, Francine (9 de outubro de 2023). «BlackRock's Hildebrand Wants IMF to Address New Economic Reality». Bloomberg News. Consultado em 1 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2024
  4. ↑ Rodda, Caroline (15 de janeiro de 2025). «BlackRock Reports Full Year 2024» (PDF). BlackRock. pp. 1, 2. Consultado em 27 de janeiro de 2025
  5. ↑ «BlackRock Reports Second Quarter 2026 Diluted EPS». BlackRock. 15 de julho de 2026
  6. 1 2 Sen, Anirban; Bhandari, Ateev (15 de julho de 2025). «BlackRock shares slump even as assets hit record $12.5 trillion on market rally». Reuters (em inglês). Consultado em 27 de setembro de 2025
  7. ↑ «About Us». BlackRock. Consultado em 24 de janeiro de 2025
  8. ↑ Bebchuk, Lucian; Hirst, Scott (dezembro de 2019). «Index Funds and the Future of Corporate Governance: Theory, Evidence, and Policy». Columbia Law Review. 119 (8): 2029–2146. SSRN 3282794Acessível livremente. Consultado em 9 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 29 de novembro de 2022
  9. ↑ McLaughlin, David; Massa, Annie (9 de janeiro de 2020). «The Hidden Dangers of the Great Index Fund Takeover». Bloomberg Businessweek. Consultado em 7 de junho de 2021. Cópia arquivada em 7 de junho de 2021
  10. ↑ «BlackRock». Fortune. Consultado em 12 de dezembro de 2025
  11. ↑ Binnie, Isla (26 de junho de 2023). «BlackRock's Fink says he's stopped using 'weaponised' term ESG». Reuters (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 18 de novembro de 2025
  12. ↑ McElhaney, Alicia (18 de janeiro de 2022). «West Virginia Treasury Drops BlackRock Over Stance on Climate Risk». Institutional Investor (em inglês). Consultado em 26 de novembro de 2024
  13. ↑ Downey, Renzo (1 de dezembro de 2022). «Florida divests $2B from BlackRock as movement against woke investing matures». Florida Politics (em inglês). Consultado em 26 de novembro de 2024
  14. ↑ Muller, Wesley (6 de outubro de 2022). «Treasurer pulls Louisiana investments out of BlackRock • Louisiana Illuminator». Louisiana Illuminator (em inglês). Consultado em 26 de novembro de 2024
  15. ↑ Appell, Douglas (9 de julho de 2012). «BlackRock departures spur talk about Fink's future». Pensions & Investments (em inglês). Consultado em 15 de abril de 2019. Cópia arquivada em 15 de abril de 2019
  16. ↑ «The rise of BlackRock». The Economist. 5 de dezembro de 2013. ISSN 0013-0613. Consultado em 15 de abril de 2019. Cópia arquivada em 4 de maio de 2022
  17. ↑ «Larry Fink Q&A: "I Don't Identify as Powerful"». Bloomberg.com. Bloomberg. Consultado em 15 de abril de 2019. Cópia arquivada em 30 de abril de 2022
  18. 1 2 Carey, David; Morris, John E. (2012). King of Capital: The Remarkable Rise, Fall, and Rise Again of Steve Schwarzman and Blackstone (em inglês). [S.l.]: Crown Publishing Group. p. 59. ISBN 978-0307886026. Consultado em 11 de abril de 2019. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2024
  19. 1 2 3 4 5 6 Banerjee, Devin (30 de setembro de 2013). «Schwarzman Says Selling BlackRock Was 'Heroic' Mistake». Bloomberg News. Consultado em 5 de março de 2017. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2021
  20. 1 2 3 4 «History». BlackRock. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 16 de maio de 2018
  21. ↑ Foley, John; Cox, Rob (23 de dezembro de 2019). «BlackRock is Wall Street's object of fantasy M&A». Reuters. Consultado em 26 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  22. 1 2 3 4 Loomis, Carol J. (7 de julho de 2014). «BlackRock: The $4.3 trillion force». Fortune. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 4 de julho de 2019
  23. ↑ «Here come the IPOs». CNN. 26 de setembro de 1999. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 8 de abril de 2023
  24. ↑ Agnew, Harriet (10 de outubro de 2021). «BlackRock: 'the journey of a single man'». Financial Times. Consultado em 19 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2024
  25. ↑ «BlackRock launched BlackRock Solutions to provide risk management and...». Pensions & Investments. 16 de agosto de 2000. Consultado em 14 de março de 2025
  26. ↑ Segal, Julie (21 de dezembro de 2011). «BlackRock Is Remaking the Capital Markets». Institutional Investor. Consultado em 14 de março de 2025
  27. ↑ Kimes, Mina (11 de outubro de 2012). «BlackRock's boy wonder». Fortune. Consultado em 14 de março de 2025
  28. ↑ «BlackRock Acquiring State Street Research from MetLife». Business Wire. 24 de agosto de 2004. Consultado em 7 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021
  29. ↑ «BlackRock and a hard place». The Economist. 16 de fevereiro de 2006. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  30. ↑ Spence, John (2 de outubro de 2006). «BlackRock, Merrill fund unit complete merger». MarketWatch. Consultado em 11 de abril de 2019. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  31. ↑ «BlackRock to Buy Quellos Fund of Funds Business». CNBC. Reuters. 26 de junho de 2007. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  32. ↑ DeSilver, Drew (27 de junho de 2007). «Quellos is selling unit to BlackRock in $1.72 billion deal». The Seattle Times. Consultado em 10 de março de 2020. Cópia arquivada em 15 de junho de 2021
  33. ↑ «BlackRock to Acquire R3 Capital». The New York Times. 17 de abril de 2009. Consultado em 9 de maio de 2017. Cópia arquivada em 2 de maio de 2022
  34. ↑ Kolhatkar, Sheelah (9 de dezembro de 2010). «Fink Builds BlackRock Powerhouse Without Goldman Sachs Backlash». Bloomberg News. Consultado em 5 de março de 2017. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2014
  35. ↑ Rappaport, Liz; Craig, Susanne (19 de maio de 2009). «BlackRock Wears Multiple Hats». The Wall Street Journal. ISSN 0099-9660. Consultado em 24 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  36. 1 2 Andrews, Suzanna (2010). «Larry Fink's $12 Trillion Shadow | Business | Vanity Fair». www.vanityfair.com (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2011. There is little doubt among the financial establishment in Washington and on Wall Street that BlackRock was the best choice to handle the government's problems.
  37. 1 2 3 «Analysis | Why BlackRock Has a Role in the Fed Bond-Buying Spree». Washington Post (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 18 de junho de 2020
  38. ↑ «BlackRock wraps up merger with Barclays Global Investors». Associated Press. 16 de fevereiro de 2010. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  39. 1 2 «US giant BlackRock buys arm of Barclays bank». The Guardian. 12 de junho de 2009. Consultado em 8 de maio de 2017. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  40. ↑ «BlackRock to join S&P 500 index». Reuters. 29 de março de 2011. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  41. ↑ «BlackRock to join S&P 500 index, replacing Genzyme». The Boston Globe. 29 de março de 2011. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  42. 1 2 «Shadow and substance». The Economist. 10 de maio de 2014. Consultado em 24 de agosto de 2017. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2018
  43. ↑ «Is BlackRock Too Big». Sovereign Wealth Fund Institute. Consultado em 9 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021
  44. ↑ «BlackRock profit falls as shift from stocks hits fee revenue». Reuters (em inglês). 14 de julho de 2016. Consultado em 15 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2020
  45. 1 2 «BlackRock to Acquire FutureAdvisor». Business Wire. BlackRock. 26 de agosto de 2015. Consultado em 26 de agosto de 2015. Cópia arquivada em 24 de junho de 2023
  46. ↑ Tepper, Fitz (24 de junho de 2015). «YC Alum FutureAdvisor Is Now Managing $600 Million In Assets». TechCrunch. Consultado em 12 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  47. ↑ Stevenson, Alexandra (18 de novembro de 2015). «BlackRock to Wind Down Macro Hedge Fund». The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 19 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 3 de maio de 2022
  48. ↑ «BlackRock cuts ranks of stockpicking fund managers». Financial Times. 27 de março de 2017. Consultado em 30 de março de 2017. Cópia arquivada em 29 de março de 2017
  49. ↑ Foley, Stephen (19 de abril de 2017). «BlackRock assets under management hit $5.4tn on record ETF inflows». Financial Times. Consultado em 10 de maio de 2017. Cópia arquivada em 30 de abril de 2017
  50. ↑ Hughes, Jennifer (20 de abril de 2017). «BlackRock backs mainland China shares for MSCI benchmarks». Financial Times. Consultado em 10 de maio de 2017. Cópia arquivada em 23 de abril de 2017
  51. ↑ Sabatini, Patricia (15 de maio de 2020). «PNC sold its shares to Blackrock stake for $14.4 billion». Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 4 de março de 2021. Cópia arquivada em 30 de julho de 2022
  52. 1 2 Sophie, Baker (25 de março de 2020). «Fed chooses BlackRock for pandemic support programs». Pensions & Investments (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2021
  53. 1 2 Marte, Jonnelle (30 de junho de 2020). «Fed opens primary market corporate bond facility». U.S. (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2021
  54. ↑ Zacks Equity Research (2 de setembro de 2020). «BlackRock Gets Nod to Set Up Mutual Fund Business in China (Revised)». Nasdaq. Consultado em 16 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  55. ↑ «BlackRock Gets Nod to Set Up Mutual Fund Business in China (Revised)». news.yahoo.com (em inglês). 7 de setembro de 2020. Consultado em 16 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 7 de setembro de 2021
  56. 1 2 Jessop, Simon (12 de junho de 2022). «BlackRock extends AGM vote choice to more equity index clients». Reuters. Consultado em 14 de março de 2025
  57. 1 2 Brush, Silla (12 de junho de 2022). «BlackRock Gives Clients Greater Voting Choice Amid ESG Scrutiny». Bloomberg News. Consultado em 14 de março de 2025
  58. ↑ Masters, Brooke (2 de novembro de 2022). «BlackRock opens door for retail investors to vote in proxy battles». Financial Times. Consultado em 14 de março de 2025
  59. ↑ Au-Yeung, Angel (18 de junho de 2022). «The 70 BlackRock Analysts Who Speak for Millions of Shareholders». Wall Street Journal (em inglês). ISSN 0099-9660. Consultado em 2 de junho de 2026
  60. ↑ Clifford, Catherine (11 de maio de 2022). «Blackrock to vote for fewer climate shareholder provisions in 2022 than 2021». CNBC. Consultado em 14 de março de 2025
  61. ↑ «BlackRock backs for-profit RP on £362.5m shared ownership acquisition». Social Housing (em inglês). Consultado em 29 de abril de 2026
  62. ↑ «World's biggest asset manager BlackRock trimming investments in India, more optimistic on China». ThePrint (em inglês). 23 de novembro de 2021. Consultado em 24 de março de 2022. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  63. ↑ «BlackRock says it's time to buy China stocks and trim India exposure: Report». Business Today (em inglês). 23 de novembro de 2021. Consultado em 24 de março de 2022. Cópia arquivada em 24 de março de 2022
  64. 1 2 Smith, Elliot (28 de dezembro de 2022). «Zelenskyy, BlackRock CEO Fink agree to coordinate Ukraine investment». CNBC. Cópia arquivada em 30 de dezembro de 2022
  65. ↑ Schonfeld, Zach (28 de dezembro de 2022). «Zelensky agrees to Ukraine rebuild investment with BlackRock CEO». The Hill. Cópia arquivada em 29 de dezembro de 2022
  66. ↑ Leonard, Jenny; Donato, Paolo Mancini; Kehnscherper, Leonard (5 de julho de 2025). «BlackRock Halted Ukraine Fund Talks After Trump's Election Win». Bloomberg. Consultado em 8 de julho de 2025
  67. ↑ Reichl, Dan; Brush, Silla (5 de abril de 2023). «BlackRock to Sell $114 Billion of Failed Banks' Securities». Bloomberg News. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 8 de abril de 2023
  68. ↑ Hughes, Jennifer; Masters, Brooke (5 de abril de 2023). «BlackRock to manage $114bn of asset disposals after US bank failures». Financial Times. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  69. ↑ Yue, Frances. «BlackRock is applying for a spot bitcoin ETF. Here's why it matters to the crypto industry.». Market Watch. Consultado em 6 de dezembro de 2023. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2023
  70. ↑ Brewster, Lucy (19 de janeiro de 2024). «Spot Bitcoin ETF Inflows Soar; BlackRock Fund Passes $1 Bln». etf.com. Consultado em 28 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2024
  71. ↑ «BlackRock Names Aramco CEO Amin Nasser to Its Board of Directors». Bloomberg.com (em inglês). 17 de julho de 2023. Consultado em 19 de julho de 2023. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2024
  72. ↑ Grover, Natalie (17 de julho de 2023). «BlackRock names Aramco boss to board». Reuters. Consultado em 25 de setembro de 2024
  73. ↑ «India's Jio Financial Services, BlackRock to launch asset management venture». Reuters. 26 de julho de 2023. Consultado em 11 de agosto de 2025
  74. ↑ Hipkins, Chris; Woods, Megan (8 de agosto de 2023). «First of its kind climate fund to back 100% renewable energy». Beehive.govt.nz. New Zealand Government. Consultado em 14 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2023
  75. ↑ Gibson, Eloise (9 de agosto de 2023). «Government partners with US investment giant BlackRock on 2bn fund for solar, wind, hydrogen». Stuff. Consultado em 14 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2023
  76. ↑ «BlackRock Agrees to Acquire GIP, Creating a World Leading Infrastructure Private Markets Investment Platform». Global Infrastructure Partners (em inglês). 12 de janeiro de 2024. Consultado em 12 de janeiro de 2024
  77. 1 2 «BlackRock strikes $12.5 bln deal for Global Infrastructure Partners». Reuters. 12 de janeiro de 2024
  78. ↑ «BlackRock CEO Larry Fink on GIP deal: The future in private markets will be infrastructure». Youtube – CNBC Television. 12 de janeiro de 2024. Consultado em 12 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2024
  79. ↑ «BlackRock Launches Its First Tokenized Fund, BUIDL, on the Ethereum Network». www.businesswire.com (em inglês). Consultado em 27 de maio de 2024
  80. ↑ Victoria Cavaliere, Bloomberg (14 de julho de 2024). «Trump shooter was once featured in a BlackRock ad». Fortune. Consultado em 16 de julho de 2024
  81. ↑ «BlackRock says suspect from Trump rally appeared in a 2022 ad». Reuters. 15 de julho de 2024. Consultado em 16 de julho de 2024
  82. ↑ Wong, Natalie (31 de julho de 2024). «BlackRock Expands New York Offices at Related's 50 Hudson Yards». Bloomberg.com. Consultado em 2 de junho de 2026
  83. ↑ Withers, Iain (25 de março de 2025). «BlackRock launches first bitcoin product in Europe». Reuters. Consultado em 2 de junho de 2026
  84. ↑ McGee, Suzanne (29 de maio de 2024). «BlackRock's ETF becomes largest bitcoin fund in world, Bloomberg News reports». Reuters. Consultado em 2 de junho de 2026
  85. ↑ Lee, Isabelle (30 de abril de 2025). «BlackRock Brings Blockchain Push to a $150 Billion Treasury Fund». Bloomberg. Consultado em 2 de junho de 2026
  86. ↑ «BlackRock rolls out Texas ETF as Lone Star State draws capital, companies». Reuters (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025
  87. ↑ «Tech in Asia - Connecting Asia's startup ecosystem». www.techinasia.com (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026
  88. ↑ «BlackRock fund limits withdrawals as redemptions rattle private credit». Reuters. Consultado em 2 de junho de 2026
  89. ↑ IV, Antonio Pequeño. «Here's Why BlackRock Shares Slid To Their Lowest Point In Nearly 9 Months». Forbes (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026
  90. ↑ «The New Money Trust: How Large Money Managers Control Our Economy and What We Can Do About It - American Economic Liberties Project». American Economic Liberties Project (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026. Cópia arquivada em 2 de junho de 2022
  91. ↑ «World Economic Outlook Database, April 2022». IMF.org. International Monetary Fund. Abril de 2022. Consultado em 19 de abril de 2022. Cópia arquivada em 19 de abril de 2022
  92. ↑ «BlackRock: assets under management 2024». Statista (em inglês). Consultado em 30 de novembro de 2024
  93. ↑ «Investors weigh up Merrill's deal with BlackRock». Financial Times. 20 de fevereiro de 2006. Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 7 de outubro de 2021
  94. ↑ «BlackRock Acquires the Helix Financial Group LLC Business». www.businesswire.com (em inglês). 19 de janeiro de 2010. Consultado em 30 de julho de 2020. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  95. ↑ «BlackRock buys Helix Financial Group». The Economic Times. Consultado em 30 de julho de 2020. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021
  96. ↑ «Blackrock Acquires FutureAdvisor For $150M To Pivot B2B» (em inglês). 27 de agosto de 2015. Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2022
  97. ↑ «BlackRock to acquire robo-adviser». Reuters (em inglês). 26 de agosto de 2015. Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2022
  98. ↑ «BlackRock Closes Transaction to Transfer $80 Billion of Client Assets from BofA® Global Capital Management». Business Wire. 18 de abril de 2016. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  99. ↑ «BlackRock Acquires Energy Infrastructure Franchise from First Reserve». First Reserve Corporation. 1 de fevereiro de 2017. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  100. ↑ «BlackRock Completes Acquisition of Cachematrix». BlackRock (em inglês). Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 27 de abril de 2022
  101. ↑ «BlackRock says to buy private credit investor Tennenbaum Capital». Reuters (em inglês). 17 de abril de 2018. Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 3 de maio de 2022
  102. ↑ «BlackRock to pay $350m for Citibanamex's AM arm». Citywire (em inglês). Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 28 de janeiro de 2021
  103. ↑ «BlackRock Completes Acquisition of Asset Management Business of Citibanamex». BlackRock (em inglês). Consultado em 29 de julho de 2020. Cópia arquivada em 18 de abril de 2022
  104. ↑ «BlackRock Completes Acquisition of eFront». eFront. 10 de maio de 2019. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 8 de abril de 2023
  105. ↑ «BlackRock to Acquire eFront». eFront. 22 de março de 2019. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  106. ↑ «BlackRock Completes Acquisition of Aperio». Business Wire. 1 de fevereiro de 2021. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023 – via Nasdaq
  107. ↑ Kumar, Arunima (23 de novembro de 2020). «BlackRock to buy Aperio for $1.05 billion from Golden Gate Capital, employees». Reuters. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023
  108. ↑ «BlackRock grows private credit business with Kreos acquisition». Financial Times. 8 de junho de 2023. Consultado em 9 de junho de 2023. Cópia arquivada em 9 de junho de 2023
  109. ↑ «BlackRock Buys Preqin for $3.2 Billion in Private Data Expansion». Bloomberg. 1 de julho de 2024
  110. ↑ Platt, Eric (3 de dezembro de 2024). «BlackRock agrees to buy investment firm HPS in $12bn deal». Financial Times. Consultado em 3 de dezembro de 2024
  111. ↑ «BlackRock Completes Acquisition of ElmTree Funds». BlackRock Investor Relations. 2 de setembro de 2025
  112. ↑ «BlackRock to Acquire ElmTree Funds». BlackRock Investor Relations. 7 de julho de 2025
  113. ↑ «Kirkland Advises ElmTree Funds on Sale of ElmTree to BlackRock». Kirkland & Ellis. 6 de julho de 2025
  114. ↑ «Die grösste Schattenbank der Welt». Basler Zeitung. 20 de novembro de 2012. Consultado em 30 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2021
  115. 1 2 3 Aronoff, Kate (26 de junho de 2020). «Is BlackRock the New Vampire Squid?». The New Republic. Consultado em 30 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2022
  116. ↑ Cox, Jeff (24 de março de 2021). «Yellen supports banks' share buybacks. Sen. Warren wants BlackRock designated too big to fail». CNBC. Consultado em 25 de março de 2021. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  117. ↑ Fichtner, Jan; Heemskerk, Eelke M.; Garcia-Bernardo, Javier (2017). «Hidden power of the Big Three? Passive index funds, re-concentration of corporate ownership, and new financial risk». Business and Politics. 19 (2): 298–326. doi:10.1017/bap.2017.6. hdl:11245.1/f0c4916f-f41e-43e6-9495-777c7c3f7914
  118. ↑ «Who owns big business: the rise of passive investors (@uvaCORPNET)». YouTube. 3 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2021
  119. ↑ «BlackRock – The company that owns the world? (Investigate Europe)». YouTube. 10 de maio de 2018. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2021
  120. ↑ «Fact Check-Video claiming BlackRock and Vanguard 'own all the biggest corporations in the world' is missing context». Reuters. 20 de abril de 2022. Cópia arquivada em 6 de junho de 2023
  121. ↑ «BlackRock Increases Position in Fox Corporation (FOXA)». Nasdaq. 1 de fevereiro de 2023. Consultado em 6 de julho de 2025
  122. ↑ «Does BlackRock Own Both Fox News and Dominion Voting Systems?». Snopes. 27 de abril de 2023. Consultado em 27 de abril de 2023. Cópia arquivada em 27 de abril de 2023
  123. ↑ «Facebook posts». Consultado em 27 de abril de 2023. Cópia arquivada em 27 de abril de 2023
  124. ↑ «'COVID agenda is Jewish': Antisemitic flyer found at Melbourne synagogue». The Jerusalem Post. 16 de julho de 2022. Consultado em 27 de abril de 2023. Cópia arquivada em 27 de abril de 2023
  125. ↑ Golinger, Jon; O'Grady, Eileen; Claypool, Rick (4 de junho de 2026). «Ballroom Billions». Public Citizen (em inglês). Consultado em 12 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 28 de junho de 2026
  126. ↑ «When sky-high executive pay is a case of common ownership». IESE Insight (em inglês). Consultado em 2 de junho de 2026
  127. ↑ «Why the presence of common shareholders in rival companies looms as a threat». IESE Insight (em inglês). Consultado em 6 de junho de 2024
  128. ↑ BlackRock, Inc. (28 de fevereiro de 2024). «Annual Report on Form 10-K for the fiscal year ended December 31, 2023». U.S. Securities and Exchange Commission. Consultado em 13 de agosto de 2025
  129. ↑ «BlackRock stakes claim on 'sustainable investing' revolution». Financial Times. 22 de outubro de 2018. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 3 de novembro de 2018. BlackRock intends to become a global leader in "sustainable investing", says Larry Fink, as the world's largest asset manager launched
  130. ↑ Chasan, Emily (10 de outubro de 2017). «BlackRock Names Former Obama Aide to Run Sustainable Investing». Bloomberg. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 6 de maio de 2022
  131. ↑ Jarsh, Melissa; Chasan, Emily (13 de junho de 2018). «BlackRock, Wells Fargo Are Betting on Ethical Investing Funds for 401(k)s». Bloomberg. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2020
  132. ↑ Camilla Giannoni (19 de outubro de 2018). «BlackRock hires new Switzerland CEO». Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021. deepen our commitment to clients in Switzerland and broaden our sustainable investing footprint in Europe
  133. ↑ Gruber, Angelika (19 de outubro de 2018). «Independent Capital's Staub-Bisang to run BlackRock Switzerland». Reuters. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2020
  134. ↑ Tarek Soliman (1 de junho de 2017). «The new normal: Exxon shareholders vote in favour of climate action». Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021
  135. ↑ Gary McWilliams (31 de maio de 2017). «Exxon shareholders approve climate impact report in win for activists». Reuters. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 7 de maio de 2021
  136. ↑ Winston, Andrew (19 de janeiro de 2018). «Does Wall Street Finally Care About Sustainability?». Harvard Business Review. Consultado em 3 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  137. ↑ Chasan, Emily (3 de novembro de 2018). «BlackRock Is Sick of Excuses for Corporate Boards Lacking Women». Bloomberg. Consultado em 3 de novembro de 2018
  138. ↑ Amaro, Silvia (24 de agosto de 2021). «Blackrock's former sustainable investing chief now thinks ESG is a 'dangerous placebo'». CNBC (em inglês). Consultado em 26 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 3 de junho de 2022
  139. ↑ The Editorial Board (24 de outubro de 2021). «Opinion: BlackRock's Wish Is Your Command». The Wall Street Journal. Consultado em 26 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2022
  140. ↑ Meredith, Sam (18 de janeiro de 2022). «BlackRock CEO Larry Fink says stakeholder capitalism is not 'woke'». CNBC. Consultado em 18 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 11 de maio de 2022
  141. ↑ Brush, Silla; Ward, Russell (17 de janeiro de 2022). «BlackRock CEO Says Stakeholder Capitalism Isn't 'Woke'». Bloomberg News. Consultado em 18 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2022
  142. ↑ Sorkin, Andrew Ross; Karaian, Jason; Kessler, Sarah; Gandel, Stephen; de la Merced, Michael J.; Hirsch, Lauren; Livni, Ephrat (18 de janeiro de 2022). «Larry Fink Defends Stakeholder Capitalism». The New York Times. Consultado em 18 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 6 de junho de 2022
  143. ↑ Frank, John (26 de junho de 2023). «Larry Fink "ashamed" to be part of ESG political debate». Axios. Consultado em 26 de junho de 2023. Cópia arquivada em 26 de junho de 2023
  144. ↑ Masters, Brooke (17 de julho de 2023). «BlackRock offers a vote to retail investors in its biggest ETF». Financial Times. Consultado em 17 de julho de 2023. Cópia arquivada em 17 de julho de 2023
  145. ↑ Board, The Editorial (24 de julho de 2023). «BlackRock's False Voting 'Choice'». The Wall Street Journal. Consultado em 25 de julho de 2023. Cópia arquivada em 25 de julho de 2023
  146. ↑ «New Research Reveals the Banks and Investors Financing the Expansion of the Global Coal Plant Fleet». Urgewald. 5 de dezembro de 2018. Consultado em 14 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 23 de abril de 2022
  147. ↑ «New report confirms BlackRock's big fossil fuel problem». Friends of the Earth. 10 de dezembro de 2018. Consultado em 14 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 9 de abril de 2022
  148. ↑ «New Campaign Is Calling Out BlackRock's Big Climate Problem». Sierra Club. 5 de outubro de 2018. Consultado em 24 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  149. ↑ «BlackRock Targeted as Largest Driver of Climate Destruction in New Campaign». Amazon Watch. 27 de setembro de 2018. Consultado em 24 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 9 de abril de 2022
  150. 1 2 «BlackRock's Big Problem- Making the climate crisis worse». BlackRock's Big Problem. Consultado em 24 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 5 de junho de 2022
  151. ↑ Hammond, Holly; McIntyre, Iain (9 de março de 2022). «"You can't eat money": An interview with Extinction Rebellion activist Jo Flanagan». The Commons Social Change Library (em inglês). Consultado em 23 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2023
  152. ↑ Sebag, Gaspard (10 de fevereiro de 2020). «BlackRock's Paris Office Barricaded by Climate Activists». Bloomberg News. Consultado em 10 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2020
  153. ↑ «World's biggest investor accused of dragging feet on climate crisis». 21 de maio de 2019. Consultado em 21 de maio de 2019. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2022
  154. 1 2 Sorkin, Andrew Ross (14 de janeiro de 2020). «BlackRock C.E.O. Larry Fink: Climate Crisis Will Reshape Finance». The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 16 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 25 de maio de 2022
  155. ↑ GANDEL, STEPHEN (14 de janeiro de 2020). «BlackRock to sell $500 million in coal investments in climate change push». CBS News. Consultado em 16 de janeiro de 2020. Cópia arquivada em 6 de maio de 2022
  156. ↑ Cook, Jackie (28 de setembro de 2020). «How Big Fund Families Voted on Climate Change: 2020 Edition». Morningstar, Inc. Consultado em 20 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 9 de abril de 2022
  157. ↑ Gandel, Stephen (2 de março de 2020). «Investment giant BlackRock faces critics on climate change, Amazon deforestation». CBS News. Consultado em 30 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2020
  158. ↑ Greenfield, Patrick (12 de outubro de 2019). «World's Top Three Asset Managers Oversee $300bn Fossil Fuel Investments». The Guardian. Consultado em 30 de dezembro de 2020. Cópia arquivada em 31 de dezembro de 2020
  159. ↑ «The sweeping change of net zero emissions». IESE Insight (em inglês). Consultado em 6 de junho de 2024
  160. ↑ Naef, Alain (1 de janeiro de 2024). «Responsible Firms: CSR, ESG, and Global Sustainability». International Finance Review. Emerald Publishing Limited. pp. 137–146. ISBN 978-1-83753-963-5. doi:10.1108/s1569-376720240000023007. Consultado em 27 de janeiro de 2025
  161. ↑ Marcius, Chelsia Rose; Schapiro, Rich (23 de maio de 2018). «Anti-gun protesters rally outside BlackRock shareholder meeting to condemn its Sturm Ruger investments». New York Daily News. Consultado em 3 de novembro de 2019. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  162. ↑ Moyer, Liz (5 de abril de 2018). «BlackRock to offer new funds that exclude stocks of gun makers and retailers including Walmart». CNBC. Consultado em 3 de abril de 2019. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2021
  163. ↑ Gibson, Kate (5 de abril de 2018). «BlackRock unveils line of gun-free investment products». CBS News. Consultado em 3 de abril de 2019. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2021
  164. ↑ Siegel, Rachel (6 de abril de 2018). «BlackRock unveils gun-free investment options». The Washington Post. Consultado em 3 de abril de 2019. Cópia arquivada em 3 de abril de 2019
  165. ↑ «European Ombudsman». Europa. 23 de novembro de 2020. Consultado em 23 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2020
  166. ↑ «The Commission's decision to award a contract to BlackRock to oversee the development of ESG factors in the EU banking sector and corporate investment policies». Europa. 20 de abril de 2020. Consultado em 23 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 1 de maio de 2022
  167. ↑ Schroeder, Pete (14 de junho de 2022). «West Virginia threatens to bar big banks, BlackRock over perceived fossil fuel boycotts». Reuters. Consultado em 17 de junho de 2022. Cópia arquivada em 17 de junho de 2022
  168. ↑ Nishant, Niket; Bedi, Mehr (5 de outubro de 2022). «Louisiana to remove $794 mln from BlackRock funds over ESG drive». Reuters. Consultado em 7 de abril de 2023. Cópia arquivada em 30 de março de 2023
  169. ↑ Folmar, Chloe (2 de dezembro de 2022). «Florida pulls $2B worth of investments from BlackRock over ESG investment after DeSantis resolution». The Hill. Consultado em 4 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2022
  170. ↑ «Florida to pull $2bn from BlackRock in spreading ESG backlash». Financial Times. 1 de dezembro de 2022. Consultado em 4 de dezembro de 2022. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2022
  171. ↑ Ross Kerber. "Florida pulls $2 bln from BlackRock in largest anti-ESG divestment". Reuters. 1 de dezembro de 2022. Consultado em 4 de dezembro de 2022. Arquivado em 4 de dezembro de 2022.
  172. ↑ Clay Chandler, Nicholas Gordon. "BlackRock is 'blundering' in China-all the way to the bank". Fortune. 9 de setembro de 2021. Consultado em 25 de outubro de 2021. Arquivado em 9 de janeiro de 2022.
  173. ↑ Diksha Madhok. "Chinese investors pour $1 billion into BlackRock's new fund". CNN. 8 de setembro de 2021. Consultado em 25 de outubro de 2021. Arquivado em 13 de fevereiro de 2022.
  174. ↑ "BlackRock's China unit raises $1 bln in maiden mutual fund". Reuters. 8 de setembro de 2021. Consultado em 25 de outubro de 2021. Arquivado em 20 de janeiro de 2022.
  175. ↑ Sam Meredith. "BlackRock responds to George Soros' criticism over China investments". CNBC. 8 de setembro de 2021. Consultado em 25 de outubro de 2021. Arquivado em 11 de abril de 2022.
  176. ↑ George Soros. "Opinion: BlackRock's China Blunder". The Wall Street Journal. 6 de setembro de 2021. Consultado em 24 de março de 2022. Arquivado em 9 de junho de 2022.
  177. ↑ Kenneth Rapoza. "BlackRock's China Relationship Target In Nationwide Ad Campaign". Forbes. 27 de outubro de 2021. Consultado em 27 de outubro de 2021. Arquivado em 5 de maio de 2022.
  178. ↑ "New Campaign Against 'Woke Companies' Slams Them for Not Being Woke Enough". Reason.com. 19 de maio de 2021. Consultado em 22 de julho de 2021. Arquivado em 23 de julho de 2021.
  179. ↑ "Nonprofit Warns Governors About BlackRock Retirement Funds' Chinese Investments". fa-mag.com. 3 de dezembro de 2021. Consultado em 12 de dezembro de 2021. Arquivado em 1 de maio de 2022.
  180. ↑ Tara Suter. "House China committee launches probe into investment firm BlackRock". The Hill. 1 de agosto de 2023. Consultado em 2 de agosto de 2023. Arquivado em 2 de agosto de 2023.
  181. ↑ Kate O'Keeffe, Corrie Driebusch. "BlackRock, MSCI Face Congressional Probes for Facilitating China Investments". The Wall Street Journal. 1 de agosto de 2023. Consultado em 2 de agosto de 2023. Arquivado em 1 de agosto de 2023.
  182. ↑ Jimmy Quinn. "House Committee: BlackRock Has Funneled over $429 Million to Blacklisted Chinese Firms". National Review. 3 de agosto de 2023. Consultado em 5 de setembro de 2023. Arquivado em 5 de setembro de 2023.
  183. ↑ Pritam Biswas, Mehnaz Yasmin. "US firms channeled funds to blacklisted Chinese companies, says House panel". Reuters. 18 de abril de 2024. Consultado em 18 de abril de 2024.
  184. ↑ "Top US asset managers face scrutiny from Republican state AGs over China funds". Reuters. 6 de fevereiro de 2025. Consultado em 6 de fevereiro de 2025.
  185. ↑ Leslie P. Norton. "BlackRock Is Biggest Beneficiary of Fed Purchases of Corporate Bond ETFs". Consultado em 2 de junho de 2026. Arquivado em 16 de janeiro de 2021.
  186. ↑ Henderson Richard, Wigglesworth Robin. "Fed's big boost for BlackRock raises eyebrows on Wall Street". www.ft.com. Consultado em 2 de junho de 2026. Arquivado em 24 de dezembro de 2020.
  187. ↑ Henderson Richard, Wigglesworth Robin. "BlackRock's growing clout carries risks for asset manager: Group faces increased scrutiny as central banks ask it to help run stimulus packages". www.ft.com. Consultado em 2 de junho de 2026. Arquivado em 4 de janeiro de 2021.
  188. 1 2 "BlackRock trounces ETF rivals after Fed appointment". Financial Times. 20 de maio de 2020. Consultado em 18 de fevereiro de 2023. Arquivado em 18 de fevereiro de 2023.
  189. ↑ Matthew Goldstein. "Fed Releases Details of BlackRock Deal for Virus Response". The New York Times. 27 de março de 2020. Consultado em 2 de junho de 2026.
  190. ↑ Jeff Cox. "Bessent says Trump's pick for the next Fed chair could happen next week". CNBC. 20 de janeiro de 2026. Consultado em 23 de janeiro de 2026.
  191. ↑ Federica Marsi. "UN report lists companies complicit in Israel's 'genocide': Who are they?". Al Jazeera. Consultado em 6 de maio de 2026. Arquivado em 23 de março de 2026.
  192. ↑ Francesca Albanese. "From economy of occupation to economy of genocide - Report of the Special Rapporteur on the situation of human rights in the Palestinian territories occupied since 1967". UNDOCS. 2 de julho de 2025. Consultado em 6 de maio de 2026. Arquivado em 10 de setembro de 2025.
  193. ↑ Ben Norton. "BlackRock & Wall Street banks are profiting from Israel's crimes in Gaza, UN experts say". Geopolitical Economy Report. 7 de julho de 2024. Consultado em 6 de maio de 2026. Arquivado em 8 de julho de 2024.
  194. ↑ Clara Mattei. "Escape from Capitalism: An Intervention". Simon & Schuster. 2026. p. 153. ISBN 978-1668085141.
  195. ↑ "Board of Directors". ir.blackrock.com. Consultado em 29 de março de 2026.
  196. ↑ Michael J. De La Merced. "BlackRock Elevates Executives in Succession Planning Move". The New York Times. 6 de abril de 2014. Consultado em 26 de outubro de 2021. Arquivado em 28 de outubro de 2021.
  197. ↑ Ed Lin. "BlackRock Co-Founder Susan Wagner Sells Stock". www.barrons.com. Consultado em 26 de outubro de 2021. Arquivado em 26 de outubro de 2021.
  198. ↑ Brian Schwartz. "Biden's closest advisors have ties to big business and Wall Street with some making millions". CNBC. 20 de março de 2021. Consultado em 27 de março de 2021. Arquivado em 30 de maio de 2022.
  199. ↑ Blackrocks Blake Grossman will leave Firm one year after BGI Acquisition Arquivado em 8 de janeiro de 2015 janeiro de 2011, bloomberg.com. Consultado em fevereiro de 2011

Leitura adicional

Ligações externas

O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre BlackRock