Celobiose | |||||||||||
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| Nomes | |||||||||||
| Outros nomes | Celose 4-O-β-D-Glucopyranosyl-D-glucose D-Glucosyl-β-(1→4)-D-glucose | ||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||
Celobiose é um dissacarídeo glicosil-glicose de fórmula [HOCH2CHO(CHOH)3]2O, composto por duas moléculas de glicose, cada glicose é unida por ligações β (1 → 4). A celobiose é o dissacarídeo repetitivo da celulose. Esse polissacarídeo estrutural é o principal componente das paredes celulares de plantas. Os vertebrados não possuem celulase, que são responsáveis por hidrolisar as ligações β (1 → 4) da celulose. Entretanto, os herbívoros contém em seu trato digestivo celulases secretadas por microorganismos simbiontes, que assim permitem a digestão de plantas fibrosas. A celobiose é hidrolisada à glicose por 1,4-β-D-glucosidades.