Este artigo apresenta apenas uma fonte. (fevereiro de 2021) |
Ribulose | |||||||||
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| Nomes | |||||||||
| Nome IUPAC | (3R,4R)-1,3,4,5-tetraidroxipentano-2-ona | ||||||||
| Outros nomes | Arabinulose | ||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||
A ribulose, também conhecida como arabinulose, é um monossacarídeo do tipo pentose, de fórmula química C5H10O5. Faz parte do grupo das cetoses. Possui dois enantiômeros possíveis: a D-ribulose (D-eritropentulose) e a L-ribulose (L-eritropentulose).
A ribulose possui importante papel como componente de intermediários da via das pentoses-fosfato, bem como na formação de inúmeras substâncias bioativas. A D-ribulose, por exemplo, é um intermediário na rota de produção de D-arabitol em fungos. Em conjunto com o 1,5-bifosfato, a D-ribulose participa na fixação do carbono pelas plantas, ao ligar-se ao dióxido de carbono durante a etapa do ciclo de Calvin.