Psicose (carboidrato) | |||||||||||||||||
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| Nomes | |||||||||||||||||
| Nome IUPAC | (3R,4R,5R)-1,3,4,5,6-pentaidroxiexano-2-ona | ||||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||||
D-Psicose (D-ribo-2-hexulose, C6H12O6) é um açúcar raro; não é abundante na natureza e difícil de ser preparado artificialmente. Pode ser produzido a partir da epimerização do carbono 3 da frutose. Possui sabor doce, apesar de não poder ser digerido por humanos e, por isso, a ingestão calórica é quase inexistente. O nome "psicose" é derivado da psicofuranina um antibiótico de onde o açúcar pode ser obtido.