
La Salida (lit. "A Saída") foi uma campanha política da oposição venezuelana lançada em 23 de janeiro de 2014, baseada na desobediência civil com o objetivo de pôr fim ao governo do Presidente da Venezuela Nicolás Maduro.
A iniciativa foi promovida por Leopoldo López, Antonio Ledezma e María Corina Machado, líderes da Mesa da Unidade Democrática. A oposição a Maduro ganhou força depois que López se entregou em cumprimento a um mandado de prisão, pouco depois do início da onda de protestos de 2014.

O aumento da violência, o assassinato de Mónica Spear e seu marido, e um clima econômico de alta inflação e escassez de alimentos levaram a protestos, em sua maioria de estudantes. As manifestações começaram em 5 de janeiro de 2014 no estado de Mérida, com a morte do estudante da Universidade dos Andes Héctor Moreno, e se intensificaram em 4 de fevereiro em San Cristóbal, estado Táchira, após a tentativa de estupro de uma estudante da universidade. López apresentou La Salida juntamente com os protestos estudantis. Henrique Capriles liderou uma abordagem moderada na oposição a Maduro, enquanto López e Machado foram descritos como mais radicais.
Em 12 de fevereiro, no Dia da Juventude e bicentenário da Batalha de La Victoria, o Movimiento Estudiantil convocou uma marcha da Praça Venezuela em Caracas até o Ministério Público para exigir a libertação de um grupo de jovens manifestantes detidos dias antes em San Cristóbal, com a marcha terminando às 14h. Agentes do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional atiraram e mataram o estudante Bassil Da Costa. Uma hora depois, ocorreram confrontos na Paróquia La Candelaria; manifestantes enfrentaram as autoridades, que responderam com gás lacrimogêneo. O membro do coletivo Juan Montoya e o manifestante Robert Redman também foram mortos no mesmo dia.
Naquela noite, foi emitido um mandado de prisão contra López, acusado do assassinato de Da Costa e da violência durante os protestos, com os crimes de "conspiração, incitação ao crime, intimidação pública, homicídio qualificado e terrorismo". Ele se entregou em 18 de fevereiro
Nos meses seguintes, a maioria dos protestos foi pacífica, consistindo em manifestações, ocupações e greves de fome, embora pequenos grupos de manifestantes tenham sido responsáveis por ataques a propriedades públicas, como prédios governamentais e transporte público. O levantamento de barricadas improvisadas, chamadas de guarimbas, foi uma forma controversa de protesto em 2014. O governo Maduro tornou-se mais repressivo contra a oposição em resposta aos protestos.
En 2014 las manifestaciones habían comenzado el 5 de enero, en el estado Mérida, tras la muerte del bachiller Héctor Moreno de la Universidad de los Andes de Mérida. Luego se intensificaron el 4 de febrero en San Cristóbal, estado Táchira, tras el intento de violación de una estudiante de la ULA.
the more confrontational leaders of the opposition mobilized their supporters to march in the streets, and declared that they wouldn’t stop until they achieved la salida: the exit of Maduro from office