| To Bring You My Love | ||||
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| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 27 de fevereiro de 1995 | |||
| Gêneros | ||||
| Duração | 42:27 | |||
| Idioma | Inglês | |||
| Gravadora | Island | |||
| Produção | Flood, John Parish, PJ Harvey | |||
| Cronologia de PJ Harvey | ||||
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| Singles de To Bring You My Love | ||||
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To Bring You My Love é o terceiro álbum de estúdio da cantora inglesa de rock alternativo PJ Harvey, lançado em 27 de fevereiro de 1995 pela Island Records. Gravado após o fim do trio PJ Harvey, é o seu primeiro álbum verdadeiramente solo. As canções do álbum são fortemente influenciadas pelo blues americano.
Harvey coproduziu o disco com Flood e John Parish. "To Bring You My Love" seria a primeira de muitas colaborações de Harvey com Flood e Parish. A música do álbum foi tocada principalmente por Harvey e Parish, com contribuições de músicos experientes como Joe Gore, Mick Harvey e Jean-Marc Butty. Muitos dos músicos que participaram do álbum acompanharam Harvey em turnê para promovê-lo em 1995.
O álbum To Bring You My Love é considerado o trabalho que alavancou a carreira de PJ Harvey. Recebeu aclamação da crítica em todo o mundo e se tornou seu álbum de estúdio mais vendido. O single "Down by the Water" teve ampla repercussão nas rádios e na MTV. O álbum foi incluído na lista original dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone.
A temática e o tom das canções de To Bring You My Love diferem do que Harvey havia apresentado em seus álbuns anteriores. As canções de Rid of Me (1993), por exemplo, são mais agressivas em suas representações de relacionamentos. Elas se concentram mais na vingança ("Rid of Me", "Rub 'til It Bleeds") ou atuam como um ataque à masculinidade tradicional ("Man-Size", "50ft Queenie", "Me-Jane"). Embora dessas canções abordarem diretamente a saudade e a perda, muitas das canções de To Bring You My Love se concentram especialmente nesses tópicos, considerando especificamente a perda ou a saudade de um amor que partiu.
Muitas das canções de To Bring You My Love empregam imagens bíblicas, como o Céu, Deus e Jesus Cristo. Harvey, no entanto, não é uma pessoa religiosa. Ela não foi batizada e não frequentou a igreja quando criança. Ela falou sobre seu uso de imagens religiosas dizendo: "Eu vejo a religião como um possível meio de encontrar uma resposta, de dar sentido ao porquê de estarmos aqui. É isso que impulsiona a força criativa, dar sentido à própria vida. Um lugar muito natural para se buscar é essa esfera divina, porque é tão forte e está aqui há muito tempo antes de nós."
Musicalmente, o álbum é mais complexo do que Dry ou Rid of Me. Duas guitarras são usadas em muitas das músicas, na maioria dos casos tocadas por Harvey e Parish. Violão e cordas, usados esporadicamente em lançamentos anteriores, podem ser ouvidos ao longo de To Bring You My Love. Sinos, carrilhões e um vibrafone contribuem para a atmosfera da gravação. Teclados e órgão também são usados extensivamente, resultado de grande parte do álbum ter sido composta em um teclado Yamaha que Harvey comprou de segunda mão. Os tons profundos e estrondosos do órgão fornecem muitas das notas mais graves do álbum, substituindo as linhas de baixo tradicionais.
Como seu segundo álbum completo lançado por uma grande gravadora, To Bring You My Love recebeu forte apoio promocional da Island Records. A reprodução frequente na MTV e nas rádios universitárias do primeiro single, "Down by the Water" — com seu videoclipe excêntrico e hipnótico, dirigido por Maria Mochnacz, em que Harvey se afoga num lago verde-esmeralda vestindo uma peruca extravagante, maquiagem carregada e um vestido longo de cetim vermelho — renderam a ela o maior sucesso radiofônico de sua carreira até então, alcançando o segundo lugar na parada Modern Rock da Billboard. O álbum estreou em 40º lugar na Billboard 200 e em 12º no Reino Unido, e vendeu aproximadamente um milhão de cópias.
A recepção da crítica foi majoritariamente positiva. A Rolling Stone elogiou o álbum como "impressionante" em sua resenha de quatro estrelas de cinco. O jornal The Independent compartilhou o mesmo ponto de vista, escrevendo que a performance de Harvey "faz o disco se destacar de seus pares"; o crítico Nicholas Barber o viu como "uma criatura ameaçadora e assustadora", acrescentando "imagine Siouxsie and the Bad Seeds". O Los Angeles Times notou a "imagética rica" das letras, escrevendo que "nos momentos mais emocionantes, [...] [Harvey] fala com a clareza e a força cativantes de alguém buscando uma âncora salva-vidas definitiva".
O álbum recebeu aclamação universal. Foi eleito o melhor álbum do ano na votação dos críticos Pazz & Jop do The Village Voice por uma margem ampla. Figurou na lista dos dez melhores da revista The Wire, embora uma lista controversa da Time o tenha considerado o "Pior Álbum de 1995". O álbum recebeu duas indicações ao Grammy de Melhor Performance de Música Alternativa e Melhor Performance Vocal Feminina de Rock pelo single "Down by the Water". Mais tarde, a Spin o classificou em terceiro lugar em uma lista dos melhores álbuns da década de 1990. Em 2003, a Rolling Stone classificou o álbum em 435º lugar na sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos. A revista Slant, em 2011, classificou To Bring You My Love como o 20º melhor álbum da década de 1990.
| N.º | Título | Duração |
|---|---|---|
| 1. | "To Bring You My Love" | 5:32 |
| 2. | "Meet ze Monsta" | 3:29 |
| 3. | "Working for the Man" | 4:45 |
| 4. | "C'mon Billy" | 2:47 |
| 5. | "Teclo" | 4:57 |
| 6. | "Long Snake Moan" | 5:17 |
| 7. | "Down by the Water" | 3:14 |
| 8. | "I Think I'm a Mother" | 4:00 |
| 9. | "Send His Love to Me" | 4:20 |
| 10. | "The Dancer" | 4:06 |
| Duração total: | 42:27 | |
| CD de b-sides edição limitada | |||
|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | |
| 1. | "Reeling" (demo version) | 3:00 | |
| 2. | "Daddy" | 3:16 | |
| 3. | "Lying in the Sun" | 4:30 | |
| 4. | "Somebody's Down, Somebody's Name" | 3:40 | |
| 5. | "Darling Be There" | 3;46 | |
| 6. | "Maniac" | 4:01 | |
| 7. | "One Time Too Many" | 2:52 | |
| 8. | "Harder" | 2:05 | |
| 9. | "Goodnight" (demo version) | 4:17 | |
| Duração total: | 31:27 | ||
Músicos
Produção
Design
| Parada (1995) | Posição |
|---|---|
| Alemanha (GfK Entertainment) | 47 |
| Austrália (ARIA) | 38 |
| Bélgica (Ultratop Flanders) | 5 |
| Bélgica (Ultratop Wallonia) | 31 |
| Canadá (RPM) | 39 |
| Estados Unidos (Billboard 200) | 40 |
| França (SNEP) | 23 |
| Holanda (Dutch Album Top 100) | 69 |
| Noruega (VG-lista) | 11 |
| Nova Zelândia (RIANZ) | 24 |
| Reino Unido (OCC) | 12 |
| Suécia (Sverigetopplistan) | 11 |
| Suíça (Swiss Hitparade) | 38 |
| Parada (2020) | Posição |
|---|---|
| Alemanha (GfK Entertainment) | 39 |
| Áustria (Ö3 Austria) | 73 |
| Noruega (Vinyl Albums - VG-lista) | 2 |
| Suíça (Swiss Hitparade) | 27 |
| Parada (1995) | Posição |
|---|---|
| Suécia (Sverigetopplistan) | 97 |