| ASML Holding N.V. | |
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Sede da empresa em Veldhoven | |
| Empresa de capital aberto | |
| Cotação | Euronext Amesterdão: ASML Integrante do AEX Index NASDAQ: ASML Integrante do NASDAQ-100 B3: ASML34, BDR |
| Atividade | Indústria de semicondutores |
| Fundação | 1984, como empreendimento conjunto 1988, como empresa independente |
| Sede | Veldhoven, Brabante do Norte, Países Baixos |
| Pessoas-chave | Christophe Fouquet, diretor executivo Nils Andersen, presidente do conselho de supervisão |
| Empregados | 44.175 em 2025 |
| Produtos | Sistemas de fotolitografia para a indústria de semicondutores |
| Ativos | |
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| LAJIR | |
| Website | asml.com |
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ASML Holding N.V., cujo nome veio de Advanced Semiconductor Materials Lithography, é uma multinacional dos Países Baixos que desenvolve e fabrica máquinas de fotolitografia, usadas na produção de circuitos integrados. É a maior fornecedora da indústria de semicondutores e a fabricante mais avançada de máquinas de litografia com ultravioleta extremo, ou EUV, necessárias à fabricação dos chips mais avançados. Em janeiro de 2026, seu valor de mercado era de aproximadamente US$ 527 bilhões, o que a tornava a maior empresa de tecnologia da Europa e uma das empresas mais valiosas do continente.
A ASML foi fundada em 1984 como um empreendimento conjunto das empresas de tecnologia neerlandesas Philips e ASM International. Tornou-se independente quatro anos depois e abriu seu capital em 1995. Criada para concluir o desenvolvimento de uma máquina de litografia que a Philips projetava internamente, a ASML começou sem produtos prontos para o mercado. Seu primeiro produto, o PAS 2000, foi um fracasso técnico e comercial. No início da década de 1990, a empresa obteve sucesso comercial com o PAS 5500. Em 1997, começou a estudar a possível adoção da tecnologia EUV. Em 2002, já era a maior fornecedora de máquinas de litografia. Suas vendas caíram com o início da Grande Recessão, em 2008, mas a empresa havia se recuperado em 2011. Em julho de 2012, a Intel comprou uma participação de 15% na ASML por US$ 4,1 bilhões. A Samsung e a TSMC também compraram participações por meio de um programa de coinvestimento. A ASML concluiu o desenvolvimento de suas máquinas EUV no final da década de 2010. Nas décadas de 2010 e 2020, os governos dos Estados Unidos e dos Países Baixos impuseram novos controles e restrições a cada venda de tecnologia da ASML para a China.
A sede da ASML fica em Veldhoven, perto da cidade de Eindhoven, nos Países Baixos, e reúne atividades de pesquisa, desenvolvimento, fabricação e montagem. A empresa emprega mais de 42 mil pessoas e conta com uma rede de quase 5 mil fornecedores diretos. Atende clientes em todo o mundo e tem mais de 60 pontos de atendimento em 16 países. Mantém escritórios nos Países Baixos, nos Estados Unidos, na Bélgica, na França, na Alemanha, na Irlanda, em Israel, na Itália, no Reino Unido, na China, em Hong Kong, no Japão, na Coreia do Sul, na Malásia, em Singapura e em Taiwan. Suas ações são negociadas na Euronext Amesterdão e na NASDAQ sob o código "ASML". A empresa integra os índices Euro Stoxx 50 e NASDAQ-100. No Brasil, seus BDRs são negociados na B3 sob o código ASML34.
A ASML teve origem em um projeto da Philips iniciado na década de 1970. A indústria eletrônica tinha dificuldade para reduzir as dimensões dos componentes sem perder precisão ou aumentar a contaminação e os defeitos. A Philips decidiu desenvolver seus próprios protótipos de máquinas de litografia com o conhecimento que já tinha em óptica e mecânica de precisão. No início da década de 1980, calculou que precisaria investir muito mais para concluir o desenvolvimento, mas a empresa procurava reduzir seus gastos. Em 1984, transferiu suas atividades de litografia para um empreendimento conjunto com outra empresa neerlandesa, a ASM International, especializada no fornecimento de equipamentos para a indústria de semicondutores.
A nova empresa adotou uma estratégia diferente da de suas concorrentes já estabelecidas. Não tinha capital, tempo nem conhecimento técnico suficientes para adotar a integração vertical. Optou pela terceirização de componentes essenciais, como motores e sistemas ópticos, para concentrar seus recursos na montagem e no aperfeiçoamento da máquina completa. Essa escolha levou à adoção de um projeto modular, com subsistemas bem definidos. A ASML teve dificuldade para conseguir clientes no começo, pois ainda não tinha participação no mercado e sua marca era desconhecida. Seu primeiro produto, o PAS 2000, fracassou técnica e comercialmente. O equipamento usava pressão de óleo para mover o wafer durante a exposição, e o sistema tendia a apresentar vazamentos. As máquinas de litografia seguintes da ASML passaram a usar motores elétricos convencionais.
Pouco depois, o projeto recebeu motores elétricos e um padrão em grade para melhorar a precisão do alinhamento, uma das primeiras soluções do recém-contratado Martin van den Brink. O modelo resultante, o PAS 2400, não alcançou a precisão esperada pela ASML, mas podia expor 90 wafers por hora. Em 1985, foi usado em uma demonstração que rendeu o primeiro contrato com a AMD, com a promessa de entregar 25 máquinas até 1987. Em 1986, a empresa, que havia passado de 17 para mais de 200 funcionários, entregou à Philips seu primeiro equipamento de exposição por passos, ou stepper, capaz de competir com os demais fabricantes, o PAS 2500. O modelo foi desenvolvido com a nova política da ASML de dividir o projeto em subsistemas modulares e terceirizar a fabricação sempre que possível. Sua lente, por exemplo, era um modelo padrão da Carl Zeiss.
No início de 1988, após a saída da ASM International, a Philips teria cogitado encerrar o empreendimento conjunto. O apoio dentro do conselho da Philips foi suficiente para manter as operações, o que deu à ASML tempo para desenvolver outra máquina de litografia, o PAS 5500. Em 1988, a ASML tornou-se independente e adotou o nome ASML, que passou a ser seu nome oficial, sem funcionar como uma abreviatura. A abertura de capital ocorreu em 1995.
Em 1991, a ASML lançou o PAS 5500, que logo se tornou seu primeiro sucesso comercial. As máquinas de litografia que a Nikon fabricava eram mais precisas, mas o projeto modular da ASML permitia reparos rápidos no local de instalação. Isso reduzia o tempo de parada e permitia prolongar a vida útil das máquinas. A facilidade de manutenção teria sido o fator decisivo para a IBM encomendar o PAS 5500 no lugar dos modelos japoneses. A primeira empresa a operar o PAS 5500 foi a Micron Technology, uma das maiores fabricantes mundiais de memória e armazenamento para computadores, que chegou a ser a maior cliente da ASML. O sucesso da linha PAS 5500 levou a ASML a disputar intensamente o mercado de litografia com a Canon e a Nikon, que lideravam o setor.
Em 1997, a ASML começou a estudar a adoção do ultravioleta extremo. Dois anos depois, entrou em um consórcio com a Intel e outras duas fabricantes de chips dos Estados Unidos para aproveitar a pesquisa básica realizada pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos. Como o Acordo Cooperativo de Pesquisa e Desenvolvimento, ou CRADA, que regia essas atividades era financiado pelo governo dos Estados Unidos, o licenciamento precisava da aprovação do Congresso. Para entrar no consórcio, a ASML também se comprometeu a criar um centro de pesquisa nos Estados Unidos e a comprar de fornecedores norte-americanos 55% dos componentes das máquinas vendidas no país. A empresa trabalhou com o IMEC, da Bélgica, com a Sematech e com a Carl Zeiss, da Alemanha, para obter os espelhos necessários.
Em 2001, a ASML comprou a fabricante norte-americana de equipamentos de litografia Silicon Valley Group, ou SVG, que enfrentava problemas de liquidez. A SVG também tinha licença para utilizar os resultados das pesquisas em EUV. Sua aquisição levou a ASML a assumir um acordo de fornecimento de scanners de 193 nm para a Intel.
Em 2002, a ASML tornou-se a maior fornecedora de sistemas de fotolitografia. A arquitetura TWINSCAN, com dois estágios, reduzia o tempo ocioso e permitia que suas máquinas produzissem mais chips por hora que as concorrentes. Essa vantagem era suficiente para a empresa cobrar preços mais altos e ainda ampliar sua participação no mercado. No final da década, a ASML tinha dois terços do mercado mundial de litografia e era a principal fornecedora para o mercado de smartphones, que crescia.
Em dezembro de 2006, a ASML anunciou a compra da concorrente Brion Technologies por US$ 270 milhões. A aquisição colocou a empresa em concorrência direta com fornecedoras de software para automação de projetos eletrônicos, ou EDA, que ofereciam produtos semelhantes, como a Cadence Design Systems, a Synopsys e a Mentor Graphics.
No final de 2008, após o início da Grande Recessão, as vendas da ASML caíram acentuadamente. A direção cortou cerca de mil postos de trabalho no mundo, sobretudo na sede neerlandesa e na fábrica de Connecticut. A empresa também solicitou apoio do fundo nacional de desemprego dos Países Baixos para evitar mais demissões. Em 2011, já havia se recuperado e apresentou uma receita recorde.
No início da década de 2010, a ASML aumentou seu orçamento anual de pesquisa e desenvolvimento de pouco menos de US$ 500 milhões, em 2010, para US$ 1 bilhão, em 2015. Os gastos eram necessários para concluir o desenvolvimento da nova geração de máquinas EUV, mas financiar esses valores era difícil. Em 2012, a empresa lançou um programa de coinvestimento e vendeu 23% de seu capital aos três maiores clientes, Intel, TSMC e Samsung. O investimento de US$ 4,1 bilhões feito pela Intel em julho de 2012 deu à empresa uma participação de 15% na ASML. A operação tinha como objetivo acelerar a transição da Intel dos wafers de 300 mm para os de 450 mm e financiar o desenvolvimento da litografia EUV. No mesmo mês, a ASML ofereceu mais 10% de suas ações a outras empresas.
Os novos acionistas também tinham motivos para participar das pesquisas da ASML. A TSMC trabalhou diretamente no desenvolvimento e na solução de problemas das máquinas EUV, que pretendia usar na fabricação de seus produtos. Em outubro de 2012, como parte de sua estratégia para EUV, a ASML anunciou a compra da Cymer, fabricante de fontes de luz DUV e EUV, por US$ 2,55 bilhões. A operação foi concluída em maio de 2013. A tecnologia da Cymer poderia auxiliar o desenvolvimento das máquinas EUV da ASML.
Em novembro de 2013, a ASML suspendeu o desenvolvimento de equipamentos de litografia para wafers de 450 mm porque não havia clareza sobre quando os fabricantes de chips precisariam deles.
No início de 2015, a ASML sofreu um caso de apropriação indevida de propriedade intelectual. Funcionários teriam sido flagrados retirando dados confidenciais de sua subsidiária no Vale do Silício, que desenvolvia software para aperfeiçoar o funcionamento das máquinas. Três anos depois, a empresa obteve uma indenização de US$ 223 milhões pelo caso e os direitos de propriedade intelectual da empresa infratora. Outras empresas de tecnologia demonstravam grande interesse em contratar funcionários da ASML.
Em junho de 2016, a ASML anunciou que pretendia comprar a taiwanesa Hermes Microvision Inc. por cerca de US$ 3,1 bilhões. A operação daria acesso a tecnologias para fabricar semicondutores menores e mais avançados.
Em 2018, o governo Trump tentou impedir a venda de tecnologia da ASML à China. A medida foi interpretada como parte de uma "guerra fria tecnológica" entre os Estados Unidos e a China e pode ter agravado a escassez mundial de chips de 2020 a 2023, além de afetar as oportunidades de negócio da ASML.
Entre o final da década de 2010 e o início da década de 2020, a receita da ASML cresceu de forma constante, passando de US$ 13 bilhões em 2018 para US$ 35 bilhões em 2024. Esse crescimento foi atribuído sobretudo às máquinas EUV, cuja demanda aumentou com as maiores exigências de desempenho e a crescente complexidade dos dispositivos eletrônicos. Em julho de 2020, a ASML anunciou a aquisição da fabricante alemã de vidro óptico Berliner Glas Group, destinada a atender à necessidade crescente de componentes para seus sistemas EUV. Sua carteira de pedidos havia chegado a cerca de € 10 bilhões.
Em maio de 2021, o comissário europeu Thierry Breton visitou a ASML e anunciou a meta de produzir na Europa pelo menos 20% dos semicondutores do mundo até 2030, com apoio de uma aliança europeia para o setor. Após divulgar seus resultados em julho de 2021, a ASML afirmou que tinha um quase monopólio das máquinas usadas pela TSMC e pela Samsung para fabricar os chips mais avançados.
Em fevereiro de 2023, a ASML afirmou que um ex-funcionário na China teria furtado informações sobre sua tecnologia. A empresa já havia relatado suspeitas de violação de propriedade intelectual envolvendo a China. Em seu relatório anual de 2021, declarou que a Dongfang Jingyuan Electron Limited "comercializava ativamente na China produtos que poderiam infringir os direitos de propriedade intelectual da ASML". O Departamento de Comércio dos Estados Unidos manifestou preocupação com a espionagem econômica contra a empresa. Em outubro de 2023, o jornal neerlandês NRC Handelsblad publicou que o ex-funcionário acusado de furtar os dados havia passado a trabalhar na Huawei.
Em março de 2023, o governo dos Países Baixos anunciou restrições à exportação de equipamentos para a fabricação de chips, com o objetivo de proteger a segurança nacional. A medida afetou a ASML, uma das principais empresas da cadeia mundial de fornecimento de microchips. A exigência de licenças de exportação entrou em vigor em setembro de 2023. Em junho daquele ano, o Instituto de Direitos Humanos dos Países Baixos decidiu que, embora a Constituição do país proibisse a discriminação por nacionalidade, a ASML poderia recusar candidaturas de residentes de países sujeitos às sanções dos regulamentos norte-americanos de administração de exportações, como China, Cuba, Irã, Coreia do Norte e Síria, para cumprir a legislação dos Estados Unidos.
Em janeiro de 2024, o governo neerlandês impôs novas restrições ao envio de determinados equipamentos avançados de fabricação de chips à China. Em 6 de setembro de 2024, ampliou o controle das exportações de certos equipamentos da ASML e alinhou sua política às restrições norte-americanas destinadas a limitar o acesso chinês a tecnologias avançadas, por razões de segurança e de ordem geopolítica. Os controles foram ampliados em janeiro de 2025, e a ASML passou a solicitar as licenças de exportação ao governo neerlandês, em lugar do norte-americano. Em dezembro de 2025, a Reuters publicou que a China havia construído secretamente um protótipo de máquina EUV em Shenzhen, com auxílio de ex-engenheiros da ASML. A previsão era que a máquina produzisse chips funcionais entre 2028 e 2030.

A ASML produz máquinas de fotolitografia usadas na fabricação de circuitos integrados, chamadas scanners. Essas máquinas projetam opticamente padrões sobre um wafer de silício coberto por uma película de material sensível à luz, o fotorresiste. O procedimento é repetido dezenas de vezes em cada wafer. O fotorresiste passa por outras etapas de processamento até a formação dos circuitos eletrônicos no silício. A projeção óptica realizada pelas máquinas da ASML é usada na fabricação de quase todos os circuitos integrados. Em 2025, a empresa respondia por 83% das vendas mundiais de máquinas de litografia.
Entre as concorrentes anteriores da ASML estavam a Ultratech, a Canon, a Nikon, a MKS Instruments, a Lam Research e a Cadence Design Systems.
A litografia por imersão foi proposta por Burn-Jeng Lin na década de 1970. A ASML trabalhou com a TSMC no uso dessa tecnologia. Em 2004, a TSMC começou a produzir comercialmente semicondutores de 90 nanômetros com equipamentos de litografia por imersão da ASML. Em 2011, o sistema TWINSCAN NXT:1950i, um dos mais avançados da empresa, permitia fabricar estruturas de até 32 nanômetros, com capacidade de até 200 wafers por hora. O equipamento usava uma lente de imersão em água e um laser de fluoreto de argônio, que emitia luz com comprimento de onda de 193 nm. Em 2011, uma máquina de litografia custava, em média, € 27 milhões.
Os equipamentos de litografia com ultravioleta profundo, ou DUV, da ASML usam luz ultravioleta para imprimir as minúsculas estruturas que compõem os microchips.
A litografia com ultravioleta extremo, ou EUV, é necessária para fabricar chips com os desenhos menores e mais complexos. A ASML tem um quase monopólio desse mercado. Suas máquinas conseguem produzir padrões de apenas 8 nanômetros, equivalentes a um décimo de milésimo da espessura de um fio de cabelo humano.
As máquinas EUV produzem luz com comprimento de onda de 13,5 nm ao concentrar um Laser de alta energia sobre gotas microscópicas de estanho fundido. Isso gera um plasma que emite luz ultravioleta extrema. Espelhos da Zeiss refletem essa luz sobre a superfície de um wafer de silício para formar os padrões do chip.
Em 2009, o centro de pesquisa IMEC, na Bélgica, produziu as primeiras células funcionais de memória estática de acesso aleatório, ou SRAM, de 22 nm em tecnologia CMOS, com um protótipo de máquina de litografia EUV. A ASML entregou sua primeira máquina EUV de pré-produção em 2013 e, após duas décadas de desenvolvimento, começou a entregar máquinas EUV para produção em 2018. A Samsung lançou o primeiro produto comercial fabricado com EUV em 2019.
Até 2022, a ASML havia entregue cerca de 140 sistemas EUV. Seu modelo EUV mais vendido era o TWINSCAN NXE:3600D, com preço de até US$ 200 milhões. A máquina pesa 180 toneladas e requer três aviões Boeing 747 para seu transporte.
A ASML desenvolve uma nova geração de sistemas EUV. As primeiras unidades destinadas à pesquisa e ao desenvolvimento foram enviadas à Intel em dezembro de 2023 e à TSMC no final de 2024. A plataforma recebeu o nome High-NA, pois eleva a abertura numérica, ou NA, de 0,33 para 0,55. Cada sistema custa aproximadamente US$ 370 milhões.
A ASML passou a patrocinar o clube de futebol PSV em 2019, ao lado da Philips, da VDL Groep, da Royal Swinkels Family Brewers e da rede Jumbo Supermarkets, empresas da região de Brainport. Juntas, elas organizam programas de treinamento de futebol para crianças em idade escolar, desenvolvem atividades interativas de ensino, auxiliam moradores em dificuldade ou recém-chegados à região e apoiam um programa on-line de saúde e bem-estar. De 2022 a 2024, a ASML foi a patrocinadora que deu nome à Maratona de Eindhoven.
Em novembro de 2013, após a decisão de nossos clientes, a ASML decidiu suspender o desenvolvimento de sistemas de litografia de 450 mm até que a demanda dos clientes e o prazo dessa demanda estivessem claros.