β-Alanine | |||||||||||||||
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| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | 3-Aminopropanoic acid | ||||||||||||||
| Outros nomes | β-Alanina Ácido 3-aminopropiônico | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
Beta-alanina (ou β-alanina) é um beta-aminoácido, isômero de posição da alanina. Ocorre naturalmente, sendo um aminoácido no qual o grupo amino encontra-se na posição β do grupo carboxilato (dois átomos afastados). O nome IUPAC para a β-alanina é ácido 3-aminopropanóico. Diferentemente de sua contraparte normal, a α-alanina, a β-alanina não tem estereocentro.
A β-alanina não é usada na biossíntese de qualquer proteína ou enzima importante. É formada in vivo pela degradação de diidrouracila e carnosina. É um componente dos peptídeos carnosina e anserina, que ocorrem naturalmente e também do ácido pantotênico (vitamina B5), o qual é um componente da coenzima A. sob condições normais, β-alanina é metabolizada em ácido acético.
β-alanina é o precursor limitante de taxa da carnosina, o que significa dizer que os níveis de carnosina estão limitadas pela quantidade de β-alanina disponível. A suplementação com β-alanina tem sido evidenciada como propiciando o aumento da concentração de carnosina nos músculos, reduzindo a fadiga em atletas e aumentando o trabalho muscular total realizado.

Tipicamente, estudos tem usado estratégias de suplementação de múltiplas doses de 400 mg ou 800 mg, administradas em intervalos regulares de até oito horas, em períodos variando de 4 a 10 semanas. Após uma estratégia de suplementação de dez semanas, o incremento relatado da carnosina intramuscular ficou numa média de 80,1% (variando de 18 a 205%).
É biossintetizado pela degradação de di-hidrouracilo e carnosina. éster etílico de β-alanina é o éster do grupo etilo que é hidrolisado dentro do organismo para formar β-alanina. É produzido industrialmente pela reação de amoníaco com β-propiolactona.
Entre as fontes de β-alanina estão o catabolismo da pirimidina da citosina e do uracilo.