Michael Bloomberg | |
|---|---|
Bloomberg em 2007 | |
| 109.º Prefeito de Nova Iorque | |
| Período | 1.º de janeiro de 2002 até 31 de dezembro de 2013 |
| Primeiro vice-prefeito | Marc Shaw Patricia Harris |
| Antecessor(a) | Rudy Giuliani |
| Sucessor(a) | Bill de Blasio |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Michael Rubens Bloomberg |
| Nascimento | 14 de fevereiro de 1942 (84 anos) Boston, Massachusetts, Estados Unidos |
| Nacionalidade | norte-americano |
| Alma mater | Universidade Johns Hopkins (BS) Harvard Business School (MBA) |
| Companheira Esposa | Diana Taylor (2000-presente) Susan Brown-Meyer (c. 1975; div. 1993) |
| Filhos(as) | 2, incluindo Georgina Bloomberg |
| Partido |
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| Profissão | Empresário e político |
| Assinatura | |
| Website | mikebloomberg.com |
Michael Rubens Bloomberg (Boston, 14 de fevereiro de 1942) é um empresário e político norte-americano. É proprietário majoritário e cofundador da Bloomberg L.P., da qual foi diretor-executivo de 1981 a 2001 e novamente de 2014 a 2023. Foi o 109.º prefeito de Nova Iorque entre 2002 e 2013. Filiado ao Partido Democrata durante a maior parte de sua vida até 2001, passou para o Partido Republicano naquele ano para concorrer à prefeitura e tornou-se independente em 2007. Foi o prefeito mais recente de Nova Iorque a exercer o cargo como republicano ou independente. Em 2018, voltou ao Partido Democrata e, dois anos depois, disputou sem sucesso a nomeação democrata de 2020 para presidente dos Estados Unidos. Sua fortuna era estimada em US$ 109,4 bilhões em março de 2026, o que o colocava como a 18.ª pessoa mais rica do mundo.
Bloomberg cresceu em Medford, no Massachusetts, e formou-se pela Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, e pela Harvard Business School, em Boston. Começou a carreira na corretora de valores Salomon Brothers e abriu sua própria empresa em 1981. A Bloomberg L.P. atua nos setores de informação financeira, software e mídia e produz o Terminal Bloomberg. Bloomberg passou as duas décadas seguintes como presidente e diretor-executivo da empresa. Signatário do The Giving Pledge, havia doado US$ 24,5 bilhões a causas filantrópicas até 2025. Depois de passar alguns meses dedicado integralmente à filantropia, reassumiu a direção da Bloomberg L.P. no fim de 2014.
Bloomberg foi eleito o 109.º prefeito de Nova Iorque em 2001. Exerceu três mandatos consecutivos, com reeleições em 2005 e 2009. Suas políticas eram socialmente liberais e fiscalmente moderadas, e sua administração adotou um estilo gerencial tecnocrático.
Como prefeito, criou escolas públicas do tipo charter, reconstruiu infraestrutura urbana e apoiou o controle de armas de fogo, medidas de saúde pública e proteções ambientais. Também conduziu o rezoneamento de grandes partes da cidade, o que permitiu ampla construção comercial e residencial após os ataques de 11 de setembro. Seus três mandatos alteraram políticas municipais, práticas empresariais e aspectos da vida cultural da cidade. O programa policial de revista e abordagem conhecido como stop-and-frisk recebeu críticas intensas. Bloomberg defendeu o programa durante anos, mas pediu desculpas por esse apoio pouco antes de sua candidatura presidencial de 2020.
Em novembro de 2019, quatro meses antes da Super Terça, Bloomberg lançou oficialmente sua campanha pela nomeação democrata à presidência na eleição de 2020. Encerrou a campanha em março de 2020, depois de conquistar apenas 61 delegados. Gastou US$ 935 milhões de recursos próprios em sua candidatura, estabelecendo um recorde de custo para uma campanha de primárias presidenciais e de gastos políticos por uma única pessoa nos Estados Unidos. Em 2024, recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade do presidente Joe Biden.
Bloomberg nasceu em 14 de fevereiro de 1942 no St. Elizabeth's Hospital, no bairro de Brighton, em Boston. Era filho de William Henry Bloomberg, contador de uma empresa de laticínios, e Charlotte Bloomberg, nascida Rubens. Seu pai nunca ganhou mais de US$ 6.000 por ano, equivalentes a cerca de US$ 110.000 em valores de 2026. William Henry Bloomberg morreu repentinamente quando o filho ainda estava na universidade. O Bloomberg Center da Harvard Business School recebeu esse nome em homenagem a William Henry.
A família de Bloomberg é judaica, e ele é membro do Temple Emanu-El, em Manhattan. Seu avô paterno, o rabino Alexander "Elick" Bloomberg, era um judeu polonês. O avô materno, Max Rubens, era um imigrante judeu lituano oriundo do território que corresponde à Bielorrússia, e sua avó materna nasceu em Nova Iorque, filha de imigrantes judeus lituanos.
A família viveu em Allston até Bloomberg completar dois anos, passou os dois anos seguintes em Brookline e depois se estabeleceu em Medford, subúrbio de Boston, onde ele permaneceu até depois de concluir a universidade.
Bloomberg tornou-se Eagle Scout aos doze anos. Formou-se na Medford High School em 1960. Depois ingressou na Universidade Johns Hopkins, onde entrou para a fraternidade Phi Kappa Psi. Na universidade, confeccionou a fantasia de gaio-azul usada pelo mascote da instituição. Graduou-se em 1964 com um Bachelor of Science in Engineering em engenharia elétrica. Em 1966, recebeu o grau de Master of Business Administration pela Harvard Business School.
Bloomberg é membro da Kappa Beta Phi e da Tau Beta Pi. Escreveu a autobiografia Bloomberg by Bloomberg com auxílio de Matthew Winkler, editor-chefe da Bloomberg News.

Em 1966, Bloomberg foi contratado pela Salomon Brothers, grande banco de investimentos de Wall Street, com salário anual de US$ 9.000. Mais tarde, foi promovido para a mesa de negociação de ações. Tornou-se sócio-geral da Salomon Brothers em 1972. Chefiou a negociação de ações e depois o desenvolvimento de sistemas. A Phibro Corporation comprou a Salomon Brothers em 1981. A nova administração demitiu Bloomberg e pagou-lhe US$ 10 milhões por sua participação na empresa.
Com o dinheiro recebido da Phibro, Bloomberg, que havia projetado sistemas financeiros computadorizados de uso interno para a Salomon, criou uma empresa de serviços de dados chamada Innovative Market Systems, ou IMS. Sua ideia era que as empresas de Wall Street pagariam mais por informações comerciais de alta qualidade fornecidas instantaneamente por terminais de computador e apresentadas em formatos úteis. A empresa vendia terminais personalizados que forneciam em tempo real dados de mercado, cálculos financeiros e outras análises a empresas de Wall Street. O terminal, inicialmente chamado Market Master, foi lançado em dezembro de 1982.
Em 1986, a IMS mudou seu nome para Bloomberg L.P. Produtos complementares como Bloomberg News, Bloomberg Radio, Bloomberg Message e Bloomberg Tradebook foram lançados nos anos seguintes. A Bloomberg L.P. teve receita de aproximadamente US$ 10 bilhões em 2018. Em 2019, possuía mais de 325 mil assinantes de terminais e empregava 20 mil pessoas em dezenas de localidades.
Nas décadas de 1980 e 1990, o ambiente da Bloomberg L.P. foi comparado ao de uma fraternidade universitária, com funcionários se vangloriando no escritório de suas experiências sexuais. Funcionárias processaram a empresa quatro vezes por assédio sexual, em casos que incluíram a alegação de uma vítima de que havia sido estuprada. No aniversário de 48 anos de Bloomberg, colegas publicaram o livreto The Portable Bloomberg: The Wit and Wisdom of Michael Bloomberg. Entre as frases atribuídas a ele, algumas foram mais tarde criticadas como sexistas ou misóginas. A publicação de 1990 incluía uma observação de que, se as mulheres quisessem ser conhecidas por sua inteligência, passariam menos tempo na Bloomingdale's e mais tempo na biblioteca, e uma piada de que, se os terminais Bloomberg pudessem praticar sexo oral, as funcionárias perderiam o emprego. Assessores de Bloomberg disseram ao The New York Times que ele lamentava ter feito comentários "desrespeitosos".
Ao deixar o cargo de diretor-executivo para seguir carreira política como prefeito de Nova Iorque, Bloomberg foi substituído por Lex Fenwick e, posteriormente, por Daniel L. Doctoroff, que havia trabalhado como vice-prefeito na administração Bloomberg. Depois de concluir seu último mandato na prefeitura, passou os primeiros oito meses fora do cargo dedicado integralmente à filantropia. No segundo semestre de 2014, anunciou que retornaria à Bloomberg L.P. como diretor-executivo no fim daquele ano, sucedendo Doctoroff, que dirigia a empresa desde fevereiro de 2008. Bloomberg deixou novamente a direção da empresa para concorrer à presidência em 2019.
Em janeiro de 2024, John P. Angelos chegou a um acordo de US$ 1,725 bilhão para vender o Baltimore Orioles a um grupo liderado por David Rubenstein. O grupo contava com Bloomberg, o ex-prefeito de Baltimore Kurt Schmoke, Cal Ripken Jr., o gestor de investimentos Michael Arougheti e o ex-jogador da NBA Grant Hill.
Em março de 2009, a Forbes avaliou a fortuna de Bloomberg em US$ 16 bilhões, US$ 4,5 bilhões a mais que no ano anterior, o maior aumento patrimonial registrado entre os bilionários do mundo entre 2008 e 2009. Em apenas dois anos, passou da 142.ª para a 17.ª posição na lista mundial de bilionários da revista. Na lista de 2019, ocupou o nono lugar, com patrimônio estimado em US$ 55,5 bilhões. Em 2021, sua fortuna foi estimada em US$ 106 bilhões, o que o colocou em 12.º lugar na lista da Forbes.
Em 2001, o prefeito republicano Rudy Giuliani não podia concorrer à reeleição por causa do limite municipal de dois mandatos consecutivos. Bloomberg, até então filiado ao Partido Democrata durante toda a vida, decidiu concorrer pelo Partido Republicano. A votação das primárias começou na manhã de 11 de setembro de 2001. Foi adiada naquele mesmo dia por causa dos ataques de 11 de setembro. Na votação remarcada, Bloomberg derrotou Herman Badillo, ex-deputado democrata, e tornou-se o candidato republicano. Depois de um segundo turno, a nomeação democrata ficou com Mark Green, então defensor público da cidade.
Giuliani apoiou Bloomberg como seu sucessor. Bloomberg também possuía enorme vantagem financeira na campanha. Embora a legislação de financiamento eleitoral de Nova Iorque limitasse o total de contribuições que um candidato podia receber, Bloomberg não utilizou recursos públicos e, por isso, sua campanha não ficou sujeita a essas restrições. Gastou US$ 73 milhões do próprio patrimônio, cinco vezes o total gasto por Green.
Depois dos ataques de 11 de setembro, a administração Bloomberg obteve o direito de sediar a Convenção Nacional Republicana de 2004. O evento atraiu milhares de manifestantes, entre eles nova-iorquinos contrários a George W. Bush e à condução da Guerra do Iraque por seu governo.
Bloomberg foi reeleito em novembro de 2005 por uma diferença de vinte pontos percentuais, a maior até então para um prefeito republicano de Nova Iorque. Gastou quase US$ 78 milhões na campanha, superando o recorde de US$ 74 milhões da eleição anterior. No fim de 2004 ou início de 2005, doou US$ 250 mil ao Independence Party of New York para financiar uma central telefônica destinada a recrutar voluntários para sua reeleição.
O ex-presidente do Bronx Fernando Ferrer conquistou a nomeação democrata. Thomas Ognibene tentou enfrentar Bloomberg na primária republicana. A campanha de Bloomberg contestou com sucesso as assinaturas apresentadas por Ognibene à comissão eleitoral, impedindo que o nome dele constasse das cédulas da primária.
Bloomberg se opôs à confirmação de John Roberts como presidente da Suprema Corte dos Estados Unidos. Bloomberg apoiava o direito ao aborto e não acreditava que Roberts estivesse comprometido em preservar a decisão de Roe v. Wade. Além do apoio republicano, recebeu o endosso de democratas como os ex-prefeitos Ed Koch, o ex-governador Hugh Carey, o ex-presidente do Conselho Municipal Peter Vallone e seu filho Peter Vallone Jr., o ex-deputado Floyd Flake, que já o apoiara em 2001, e o presidente do Brooklyn, Marty Markowitz.
Em 2 de outubro de 2008, Bloomberg anunciou que tentaria ampliar o limite de mandatos da cidade e concorrer a um terceiro mandato em 2009. Em uma entrevista coletiva, afirmou que enfrentar a crise financeira sem enfraquecer serviços essenciais era um desafio que desejava assumir e que, se o Conselho Municipal alterasse o limite, pediria aos nova-iorquinos que avaliassem seu histórico de liderança independente e decidissem se merecia outro mandato.
Ronald Lauder, que havia defendido a criação de limites de mandato em 1993 e gasto mais de US$ 4 milhões do próprio patrimônio para restringir a oito anos o tempo máximo de permanência de um prefeito no cargo, apoiou Bloomberg e concordou em não participar de futuras disputas judiciais sobre a questão. Em troca, Bloomberg lhe prometeu um assento em um conselho municipal com poder de decisão.
Pessoas e organizações contestaram a mudança, e o New York Public Interest Research Group apresentou uma reclamação ao conselho municipal de conflitos de interesse. Em 23 de outubro de 2008, o Conselho Municipal aprovou por 29 votos a 22 o aumento do limite para três mandatos consecutivos de quatro anos. Depois de dois dias de audiências públicas, Bloomberg sancionou a lei em 3 de novembro.
A tentativa de Bloomberg de obter um terceiro mandato gerou controvérsia. Defensores das liberdades civis, entre eles Norman Siegel, ex-diretor da New York Civil Liberties Union, e Michael Meyers, diretor-executivo da New York Civil Rights Coalition, juntaram-se a políticos locais para protestar contra um processo que consideravam prejudicial à democracia.
Seu adversário foi Bill Thompson, candidato do Partido Democrata e do Working Families Party, que exercera o cargo de controlador financeiro de Nova Iorque durante oito anos e, antes disso, presidira o conselho municipal de educação. Bloomberg venceu com 51% dos votos contra 46% de Thompson. Gastou US$ 109,2 milhões em sua campanha, mais de onze vezes o total gasto por Thompson.
Depois que as declarações financeiras do Independence Party foram divulgadas em janeiro de 2010, veio a público que Bloomberg havia feito duas contribuições pessoais de US$ 600 mil ao partido, em 30 de outubro e 2 de novembro de 2009. O partido pagou US$ 750 mil desse dinheiro ao operador político republicano John Haggerty Jr. O escritório do promotor distrital de Manhattan, Cyrus Vance Jr., abriu em fevereiro de 2010 uma investigação sobre possíveis irregularidades. O Independence Party passou a questionar o uso que Haggerty havia feito do dinheiro, destinado a fiscais eleitorais. O ex-senador estadual Martin Connor sustentou que, como as doações de Bloomberg haviam sido feitas a uma conta administrativa do partido, e não a uma destinada a campanhas em andamento, elas violavam as leis de financiamento eleitoral. Haggerty também gastou dinheiro de uma contribuição separada de US$ 200 mil feita por Bloomberg para alugar um escritório.
Em 13 de setembro de 2013, Bloomberg anunciou que não apoiaria nenhum dos candidatos a sucedê-lo. Em seu programa de rádio, disse que não queria fazer nada que complicasse o trabalho do próximo prefeito e que essa era uma das razões para não fazer um endosso. Também afirmou querer ter certeza de que o sucessor estaria preparado para assumir o cargo e desenvolver o que sua administração havia feito.
Bloomberg elogiou o The New York Times pelo apoio a Christine Quinn e Joe Lhota nas primárias democrata e republicana, respectivamente. Quinn terminou a primária democrata em terceiro lugar, e Lhota venceu a republicana. Bloomberg criticou a estratégia de campanha do democrata Bill de Blasio, que inicialmente chamou de "racista". Mais tarde amenizou e retratou parcialmente essa declaração.
Em 1.º de janeiro de 2014, de Blasio assumiu a prefeitura de Nova Iorque e sucedeu Bloomberg.

Bloomberg assumiu como 109.º prefeito de Nova Iorque em 1.º de janeiro de 2002. Foi reeleito em 2005 e 2009. Nos primeiros anos enfrentou índices de aprovação de apenas 24%, mas depois alcançou e manteve índices elevados. Bloomberg juntou-se a Rudy Giuliani, John Lindsay e Fiorello La Guardia entre os prefeitos republicanos reeleitos em uma cidade predominantemente democrata.
Bloomberg dizia querer que a reforma da educação pública definisse seu primeiro mandato e o combate à pobreza, o segundo.

Sua administração aplicou à prefeitura uma gestão baseada em estatísticas e indicadores e concedeu ampla autonomia aos comissários municipais para tomar decisões. Rompendo com uma tradição de 190 anos, Bloomberg adotou um escritório aberto no estilo bullpen, semelhante a um salão de operações de Wall Street, no qual dezenas de assessores e administradores trabalhavam juntos em uma grande sala. O objetivo era aumentar a responsabilização e facilitar o acesso aos dirigentes.
Bloomberg recebia remuneração anual de US$ 1 em vez do salário regular do prefeito.

Como prefeito, transformou um déficit orçamentário municipal de US$ 6 bilhões em um superávit de US$ 3 bilhões, principalmente por meio do aumento dos impostos sobre propriedades. Aumentou os recursos municipais destinados à construção de moradias a preços acessíveis. Um programa de sua administração criou ou preservou cerca de 160 mil unidades desse tipo.
Em 2003, implementou a proibição de fumar em todos os ambientes de trabalho fechados, incluindo bares e restaurantes. Medidas semelhantes foram depois adotadas por outras cidades e estados. Em 5 de dezembro de 2006, Nova Iorque tornou-se a primeira cidade dos Estados Unidos a proibir gorduras trans nos restaurantes. A regra entrou em vigor em julho de 2008 e foi adotada posteriormente em outras cidades e países. Bloomberg criou ciclovias, obrigou redes de restaurantes a informar a quantidade de calorias dos alimentos e transformou grande parte da Times Square em área para pedestres. Em 2011, lançou a NYC Young Men's Initiative, programa de US$ 127 milhões voltado a reduzir disparidades entre homens jovens negros e latinos e seus pares, e doou pessoalmente US$ 30 milhões ao projeto. Em 2010, apoiou o então controverso projeto Park51, centro islâmico planejado para as proximidades do Marco Zero.
Sob sua administração, o Departamento de Polícia de Nova Iorque ampliou fortemente o programa stop-and-frisk, e o número de abordagens registradas aumentou seis vezes. A política foi contestada em um tribunal federal, que decidiu que sua execução violava os direitos garantidos pela Quarta Emenda à Constituição dos Estados Unidos e incentivava o perfilamento racial. A prefeitura recorreu, mas seu sucessor, Bill de Blasio, retirou o recurso e deixou a decisão entrar em vigor.
Depois dos ataques de 11 de setembro, a administração Bloomberg, com auxílio da CIA, supervisionou um programa que vigiava comunidades muçulmanas com base em religião, etnia e idioma. O programa foi encerrado em 2014.
Em pesquisa da Universidade Quinnipiac de janeiro de 2014, 64% dos eleitores classificaram os doze anos de Bloomberg na prefeitura como "principalmente um sucesso".
Bloomberg foi citado com frequência como possível candidato centrista à presidência nas eleições de 2008 e 2012, para governador de Nova Iorque em 2010 e para vice-presidente em 2008.
Logo depois do Furacão Sandy em novembro de 2012, Bloomberg publicou um artigo de opinião em apoio à reeleição de Barack Obama, citando as políticas de Obama para as mudanças climáticas.

Em 23 de janeiro de 2016, veio a público que Bloomberg voltara a estudar uma candidatura presidencial independente na eleição de 2016, especialmente caso Bernie Sanders conquistasse a nomeação democrata. Foi a primeira vez que confirmou publicamente estar cogitando uma candidatura. Seus apoiadores acreditavam que poderia concorrer como centrista e atrair eleitores insatisfeitos com os prováveis candidatos democrata e republicano. Em 7 de março, porém, anunciou que não concorreria.
Em julho de 2016, discursou na Convenção Nacional Democrata e chamou Hillary Clinton de "a escolha certa". Bloomberg alertou para o que considerava riscos de uma presidência de Donald Trump. Disse que Trump queria convencer o público de que os maiores problemas do país poderiam ser resolvidos com a deportação de mexicanos, a exclusão de muçulmanos e a criação de barreiras comerciais. Também afirmou que os planos econômicos de Trump dificultariam a concorrência das pequenas empresas e reduziriam a projeção internacional dos Estados Unidos. Trump respondeu ao discurso criticando Bloomberg em uma sequência de mensagens no Twitter.
Em junho de 2018, Bloomberg prometeu US$ 80 milhões para apoiar candidatos democratas à Câmara dos Representantes nas eleições daquele ano, com o objetivo de transferir o controle da casa dos republicanos para os democratas. Em um comunicado, chamou a liderança republicana da Câmara de "absolutamente ineficaz" e afirmou que ela não governava com responsabilidade. Seu assessor Howard Wolfson foi escolhido para dirigir o esforço, concentrado principalmente em distritos suburbanos. No início de outubro, Bloomberg já havia comprometido mais de US$ 100 milhões para ajudar os democratas a conquistar a Câmara e o Senado, alimentando especulações sobre uma candidatura presidencial em 2020. Em 10 de outubro de 2018, anunciou que havia voltado ao Partido Democrata.


Em 5 de março de 2019, Bloomberg anunciou que não concorreria à presidência em 2020. Em vez disso, pediu ao Partido Democrata que nomeasse um candidato na melhor posição para derrotar Donald Trump. Insatisfeito com os nomes que disputavam a nomeação democrata, reconsiderou a decisão e lançou oficialmente sua campanha em 24 de novembro de 2019.
Bloomberg financiou a campanha com recursos pessoais e não aceitou contribuições eleitorais.
Sua campanha foi prejudicada por desempenhos pouco convincentes em dois debates televisionados. No primeiro debate do qual participou, a senadora Elizabeth Warren o pressionou a liberar mulheres de acordos de confidencialidade relacionados a denúncias de assédio sexual na Bloomberg L.P. Dois dias depois, Bloomberg informou que três mulheres haviam apresentado reclamações a seu respeito e afirmou que liberaria qualquer uma delas do acordo caso solicitasse. Warren voltou ao tema no debate seguinte. Outros participantes criticaram a fortuna e os gastos de campanha de Bloomberg, além de sua antiga filiação ao Partido Republicano.
Por ter entrado tarde na disputa, Bloomberg não participou das quatro primeiras primárias e caucuses estaduais. Gastou mais de US$ 1 bilhão de seu patrimônio na campanha das primárias, mais do que todos os outros candidatos democratas juntos naquele estágio. Bloomberg disse que via esses gastos como um "investimento" na tentativa de retirar Trump da Casa Branca.
A campanha ocupou emissoras abertas, televisão por assinatura, internet e rádio com anúncios, além de correspondência direta. Bloomberg também gastou grandes quantias com uma operação que chegou a duzentos escritórios de campanha e mais de 2.400 funcionários remunerados. Seu apoio nas pesquisas nacionais nunca superou 15% e estagnou ou caiu antes da Super Terça, enquanto o ex-vice-presidente Joe Biden assumiu a liderança depois de receber o apoio de Pete Buttigieg e Amy Klobuchar. Bloomberg suspendeu sua campanha em 4 de março de 2020, depois de uma Super Terça decepcionante na qual venceu apenas na Samoa Americana. Ex-funcionários de sua campanha o processaram sob a alegação de que lhes havia prometido salários até a eleição, mas os demitiu depois de abandonar a disputa. Cinco anos depois, um homem de Massachusetts que trabalhara na campanha obteve judicialmente US$ 90 mil em salários atrasados, além de juros.
Depois de abandonar a disputa, Bloomberg apoiou Biden. Doou US$ 18 milhões ao Comitê Nacional Democrata e anunciou que faria uma grande campanha de gastos em favor da candidatura de Biden. Na noite final da Convenção Nacional Democrata de 2020, criticou a gestão de Trump durante a pandemia de COVID-19 e sua condução da economia. Comparou a escolha eleitoral à decisão de recontratar alguém que tivesse levado uma empresa à ruína, tomado decisões perigosas e passado mais tempo publicando mensagens no Twitter do que trabalhando.

Em fevereiro de 2022, Bloomberg foi indicado para presidir o Defense Innovation Board, órgão consultivo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Prestou juramento em 22 de junho daquele ano.
Até agosto de 2026, Bloomberg havia gasto US$ 19,8 milhões em apoio a candidatos democratas nas eleições norte-americanas daquele ano.

Bloomberg foi democrata até 2001, quando passou para o Partido Republicano para concorrer à prefeitura. Tornou-se independente em 2007 e voltou a se registrar como democrata em outubro de 2018. Em 2004, apoiou a reeleição de George W. Bush e discursou na Convenção Nacional Republicana daquele ano. Apoiou a reeleição de Barack Obama em 2012 e Hillary Clinton na eleição de 2016, quando discursou na Convenção Nacional Democrata. Em 2008, não fez endosso público na eleição presidencial, mas votou em Obama, informou um porta-voz de sua campanha de 2020.
Na prefeitura de Nova Iorque, apoiou iniciativas governamentais de saúde pública e assistência social. Entre essas medidas estavam campanhas de controle do tabaco, como o aumento da idade mínima para comprar produtos de tabaco, a proibição de fumar em locais de trabalho fechados e a elevação dos impostos sobre cigarros, a eliminação de gorduras trans artificiais em restaurantes e propostas de proibição de produtos de tabaco e cigarros eletrônicos aromatizados, incluindo sabores de mentol. Também tentou, sem sucesso, limitar a venda em restaurantes e estabelecimentos de alimentação de refrigerantes açucarados em recipientes maiores que aproximadamente 473 ml. Defensores da saúde pública apoiaram essas medidas, enquanto críticos as associaram a uma política de "Estado-babá".
Ao longo de sua carreira, combinou apoio a pautas progressistas com posições mais conservadoras sobre policiamento, regulamentação empresarial e escolha de escolas. Apoia medidas de controle de armas de fogo, o direito ao aborto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e uma via para a cidadania de imigrantes que residem ilegalmente nos Estados Unidos. Defende uma opção pública de seguro-saúde, que chamou de "Medicare para todos os que não estão cobertos", em vez de um sistema universal de pagador único. Também defende medidas de combate às mudanças climáticas e citou os esforços de sua prefeitura para reduzir emissões de gases de efeito estufa.
Bloomberg apoiou a Guerra do Iraque e se opôs à criação de um cronograma para retirar as tropas norte-americanas. Em diferentes ocasiões, apoiou o uso de vigilância para tentar prevenir crimes e proteger a população contra o terrorismo.
Durante e depois de seus mandatos, continuou defendendo o stop-and-frisk. Em novembro de 2019, pediu desculpas por ter apoiado a política.
Bloomberg defendeu a reversão de grande parte dos cortes tributários aprovados durante o governo Trump. Seu plano tributário para 2020 previa uma sobretaxa de 5% sobre rendas anuais superiores a US$ 5 milhões e projetava arrecadação federal adicional de US$ 5 trilhões em dez anos. Opos-se a um imposto sobre patrimônio, por acreditar que provavelmente seria considerado inconstitucional. Também propôs regulamentação financeira mais rígida, com maior fiscalização dos grandes bancos, imposto sobre transações financeiras e proteções mais fortes para consumidores. Defendeu ainda a redução do limite de isenção do imposto sobre heranças para aumentar sua arrecadação e fechar mecanismos de evasão tributária. Bloomberg criou diversos grantor retained annuity trusts, ou GRATs, que protegem partes de sua fortuna destinadas a seus herdeiros contra o imposto sucessório.
Bloomberg afirmou que concorrer como democrata, e não como independente, era a única maneira que via de derrotar Trump. Disse que, em 2020, um candidato independente provavelmente dividiria o voto contrário a Trump e facilitaria a reeleição do presidente, um risco que já se recusara a correr em 2016.
Na eleição geral de 2020, investiu US$ 115 milhões na campanha de Biden em estados como Flórida, Ohio e Texas, destinou milhões a democratas em disputas locais e arrecadou mais de US$ 16 milhões para pagar multas judiciais de quase 32 mil eleitores negros e hispânicos da Flórida que haviam sido condenados por crimes.
Em 2024, doou US$ 19 milhões a um super PAC favorável a Biden durante a campanha de reeleição do presidente. Em outubro daquele ano, contribuiu com US$ 50 milhões para apoiar a campanha presidencial de Kamala Harris.
Em agosto de 2010, Bloomberg assinou o The Giving Pledge, no qual pessoas de grande patrimônio se comprometem a doar pelo menos metade de sua riqueza. Até 2025, havia doado US$ 24,5 bilhões ao longo da vida, dos quais US$ 4,3 bilhões naquele ano. Foi o maior doador norte-americano na lista do Chronicle of Philanthropy por três anos consecutivos, de 2023 a 2025. Desde 2004, esteve entre os dez primeiros da lista dos maiores doadores norte-americanos publicada pela organização.
A fundação Bloomberg Philanthropies concentra seus programas em saúde pública, artes, inovação governamental, meio ambiente e educação. Por meio da fundação, doou ou prometeu US$ 767 milhões em 2018 e mais de US$ 1 bilhão em 2019.
Entre as organizações que receberam recursos em 2011 estavam a Campaign for Tobacco-Free Kids, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, a World Lung Foundation e a Organização Mundial da Saúde. Entre 2001 e 2010, Bloomberg fez doações anônimas de US$ 5 milhões a US$ 20 milhões por ano para a Carnegie Corporation. A organização distribuiu os recursos a centenas de instituições de Nova Iorque, entre elas o Dance Theatre of Harlem e a Gilda's Club, entidade sem fins lucrativos que auxilia pessoas com câncer e suas famílias. Bloomberg manteve o financiamento às artes por meio de sua fundação.
Em 2009, doou US$ 254 milhões a quase 1.400 organizações sem fins lucrativos. Disse acreditar em doar todo o patrimônio e brincou que o melhor planejamento financeiro termina com um cheque sem fundos destinado ao agente funerário.
Durante e depois da pandemia de COVID-19 de 2020, Bloomberg e sua fundação financiaram pesquisas de tratamentos e vacinas, rastreamento de contatos, programas da Organização Mundial da Saúde e iniciativas internacionais para conter a transmissão da doença e proteger populações vulneráveis. Entre as medidas estiveram:
Bloomberg defende políticas de combate às mudanças climáticas pelo menos desde seu período como prefeito. Entre 2015 e 2025, comprometeu mais de US$ 3 bilhões com programas e políticas ambientais. Em setembro de 2023, o The New York Times o chamou de "talvez o maior financiador individual do ativismo climático no mundo".
Nos Estados Unidos, defendeu repetidamente a transição dos combustíveis fósseis para fontes de energia limpa. Em julho de 2011, a Bloomberg Philanthropies doou US$ 50 milhões à campanha Beyond Coal do Sierra Club, permitindo que o programa expandisse de 15 para 45 estados sua atuação destinada ao fechamento de usinas a carvão. Em 2015, anunciou mais US$ 30 milhões para a campanha, acompanhados por outros US$ 30 milhões de demais doadores, para tentar assegurar a desativação de metade das usinas a carvão do país até 2017.
Em julho de 2017, foi criado o Europe Beyond Coal, voltado à retirada do carvão da matriz energética europeia até 2030. A Áustria fechou sua última usina a carvão em abril de 2020. No início de junho de 2019, Bloomberg prometeu US$ 500 milhões à iniciativa Beyond Carbon, criada para reduzir emissões e fechar as demais usinas a carvão norte-americanas até 2030. Em setembro de 2023, prometeu outros US$ 500 milhões à Beyond Carbon para concluir o fechamento das usinas a carvão.
A Bloomberg Philanthropies concedeu US$ 6 milhões ao Environmental Defense Fund para apoiar regulamentações rígidas sobre fraturamento hidráulico nos catorze estados norte-americanos com maior produção de gás natural.
Em 2013, Bloomberg e sua fundação criaram a iniciativa Risky Business com o ex-secretário do Tesouro Hank Paulson e o bilionário Tom Steyer. O projeto procurava convencer empresários da necessidade de políticas energéticas e de desenvolvimento mais sustentáveis por meio da quantificação e divulgação dos riscos econômicos que as mudanças climáticas trazem aos Estados Unidos. Em janeiro de 2015, a Bloomberg Philanthropies e a família Heising-Simons criaram uma parceria de US$ 48 milhões chamada Clean Energy Initiative. O programa financiava soluções estaduais voltadas a um sistema energético limpo, confiável e acessível.
A partir de 2010, Bloomberg ampliou sua atuação ambiental internacional. Presidiu entre 2010 e 2013 a C40 Cities Climate Leadership Group, rede de grandes cidades dedicada à redução de emissões de carbono. Trabalhou com o ex-presidente Bill Clinton para unir a C40 à Clinton Climate Initiative, ampliando os projetos comuns de combate às mudanças climáticas. Depois tornou-se presidente do conselho da C40.
Em janeiro de 2014, iniciou por meio da Bloomberg Philanthropies um compromisso de cinco anos e US$ 53 milhões com a Vibrant Oceans Initiative. O programa reuniu a fundação, a Oceana, a Rare e a Encourage Capital para trabalhar na reforma de sistemas de pesca e recuperação sustentável das populações de peixes. Em 2018, juntou-se a Ray Dalio para anunciar um compromisso de US$ 185 milhões com a proteção dos oceanos.
Em 2014, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, nomeou Bloomberg como primeiro enviado especial para Cidades e Mudanças Climáticas, encarregado de auxiliar a ONU em seu trabalho com governos municipais. Em setembro de 2014, Bloomberg, Ban e outros dirigentes participaram da Cúpula do Clima das Nações Unidas e anunciaram medidas para 2015.
Em 2018, o secretário-geral António Guterres o nomeou enviado da ONU para a ação climática. Renunciou em novembro de 2019, quando se preparava para a campanha presidencial. Em 5 de fevereiro de 2021, Guterres o nomeou novamente, dessa vez como enviado especial para Ambição e Soluções Climáticas antes da conferência climática realizada na Escócia em novembro daquele ano.
No fim de 2014, Bloomberg, Ban Ki-moon e redes internacionais de municípios como ICLEI, C40 e United Cities and Local Governments, com apoio do ONU-Habitat, lançaram o Compact of Mayors, coalizão internacional de prefeitos e dirigentes municipais comprometidos a reduzir emissões locais de gases de efeito estufa, aumentar a resiliência climática e divulgar publicamente seu progresso. Mais de 250 cidades, somando mais de 300 milhões de habitantes e cerca de 4,1% da população mundial, aderiram ao compromisso. Em junho de 2016, ele foi unido ao Covenant of Mayors.
Em 2015, Bloomberg e a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, criaram o Climate Summit for Local Leaders. Centenas de dirigentes municipais reuniram-se na prefeitura de Paris para discutir políticas climáticas. A reunião terminou com a Declaração de Paris, na qual dirigentes de cidades se comprometeram a reduzir as emissões de carbono em 3,7 gigatoneladas por ano até 2030.
Durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015, em Paris, Mark Carney, então governador do Banco da Inglaterra e presidente do Financial Stability Board, anunciou que Bloomberg dirigiria uma força-tarefa internacional criada para ajudar empresas e mercados financeiros a compreender os crescentes riscos das mudanças climáticas.
Depois que o presidente Donald Trump anunciou a retirada dos Estados Unidos do Acordo de Paris, Bloomberg apresentou uma coalizão de cidades, estados, universidades e empresas criada para manter compromissos climáticos norte-americanos por meio da iniciativa America's Pledge. Ofereceu até US$ 15 milhões à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que auxilia países em programas climáticos.
Cerca de um mês depois, Bloomberg e o governador da Califórnia, Jerry Brown, anunciaram que a America's Pledge quantificaria medidas de estados, cidades e empresas norte-americanas para reduzir emissões em linha com o Acordo de Paris. Bloomberg afirmou que o governo norte-americano havia abandonado o acordo, mas a sociedade do país continuava comprometida com ele. O World Resources Institute e o Rocky Mountain Institute participaram da análise dos esforços de cidades, estados e empresas para cumprir o compromisso norte-americano.
Em maio de 2019, Bloomberg anunciou o Midwestern Collegiate Climate Summit, sediado pela Washington University in St. Louis, destinado a reunir dirigentes universitários, governos locais e empresas para reduzir os efeitos das mudanças climáticas no Meio-Oeste norte-americano.
Ampliando o trabalho da Beyond Coal e da Beyond Carbon, Bloomberg lançou a Beyond Petrochemicals em setembro de 2022. A campanha enfrenta a expansão da indústria petroquímica norte-americana e a poluição por plásticos. O programa de US$ 85 milhões procura impedir a construção de 120 projetos petroquímicos propostos na Louisiana, no Texas e no vale do rio Ohio.
Bloomberg atua como conselheiro global dos vencedores do Earthshot Prize. A Bloomberg Philanthropies é uma das parceiras fundadoras do prêmio, que concede £ 1 milhão a cada um de cinco vencedores por ano por projetos voltados a metas climáticas e de sustentabilidade até 2030. Os finalistas de 2023 foram anunciados no Earthshot Prize Innovation Summit, em setembro daquele ano em Nova Iorque, e os cinco vencedores foram divulgados em novembro, em Singapura.
Até 2024, Bloomberg havia doado mais de US$ 4,55 bilhões à Universidade Johns Hopkins, onde estudou. As doações fizeram dele o maior doador vivo de uma instituição de ensino dos Estados Unidos. Sua primeira contribuição, em 1965, foi de US$ 5. Em 1984, comprometeu seu primeiro US$ 1 milhão com a universidade e depois tornou-se a primeira pessoa a superar US$ 1 bilhão em doações feitas ao longo da vida a uma única instituição norte-americana de ensino superior.
Os recursos financiaram a construção de um hospital infantil, o Charlotte R. Bloomberg Children's Center Building, batizado em homenagem à mãe de Bloomberg, um prédio de física, uma escola de saúde pública, bibliotecas e instalações de pesquisa biomédica. Entre estas estavam o Institute for Cell Engineering, dedicado a pesquisas com células-tronco na faculdade de medicina, e o Malaria Research Institute, dentro da escola de saúde pública. Em 2013, Bloomberg comprometeu US$ 350 milhões com a Johns Hopkins, cinco sétimos dos quais destinados ao programa Bloomberg Distinguished Professorships. Em 2016, a Bloomberg Philanthropies doou US$ 300 milhões para criar a Bloomberg American Health Initiative.
Bloomberg também financiou a criação do Bloomberg-Kimmel Institute for Cancer Immunotherapy na faculdade de medicina da Johns Hopkins, em East Baltimore, com US$ 50 milhões. O filantropo Sidney Kimmel doou outros US$ 50 milhões e demais doadores, US$ 25 milhões. O instituto financia pesquisas sobre terapias contra o câncer, desenvolvimento de tecnologia e infraestrutura e parcerias com o setor privado. Na inauguração formal, em 2016, Bloomberg participou ao lado do vice-presidente Joe Biden e apoiou a iniciativa Cancer Moonshot, que busca acelerar pesquisas contra o câncer mediante coordenação de recursos públicos e privados.
Em 2018, Bloomberg doou mais US$ 1,8 bilhão à Johns Hopkins. O recurso permitiu que a universidade adotasse admissão sem considerar a capacidade financeira do candidato e cobrisse a necessidade financeira integral dos estudantes admitidos.
Em 2024, anunciou uma doação de US$ 1 bilhão à Johns Hopkins para tornar gratuita a mensalidade da faculdade de medicina para estudantes de famílias com renda anual inferior a US$ 300 mil, a partir do segundo semestre daquele ano. A doação também aumentou a assistência financeira a estudantes de enfermagem, saúde pública e outros cursos de pós-graduação.
Em 1996, Bloomberg criou na Universidade Harvard a William Henry Bloomberg Professorship por meio de uma doação de US$ 3 milhões em homenagem ao pai, morto em 1963. Bloomberg afirmou que o pai reconhecera durante toda a vida a necessidade de apoiar organizações sem fins lucrativos para melhorar o bem-estar de toda a comunidade.
Em 2015, doou US$ 100 milhões à Cornell Tech, escola de pós-graduação em ciências aplicadas da Universidade Cornell no campus de Roosevelt Island. Em 2016, a Bloomberg Philanthropies criou a American Talent Initiative, que procura aumentar a presença de estudantes de baixa renda e alto desempenho em faculdades seletivas. A fundação também financia o CollegePoint, programa de orientação a estudantes de ensino médio de renda baixa ou moderada iniciado em 2014.
Em 2016, o Museum of Science de Boston anunciou uma doação de US$ 50 milhões de Bloomberg. Ele atribuiu ao museu parte do desenvolvimento de sua curiosidade intelectual quando o frequentava na juventude, em Medford. A quantia foi a maior doação nos 186 anos de existência do museu.
Em 2020, Bloomberg doou US$ 100 milhões às quatro faculdades de medicina historicamente negras dos Estados Unidos por meio da Greenwood Initiative da Bloomberg Philanthropies, programa voltado à disparidade racial de riqueza e ao subfinanciamento de comunidades negras.
A doação ao Meharry Medical College, Howard University College of Medicine, Morehouse School of Medicine e Charles R. Drew University of Medicine and Science financiou bolsas para reduzir as dívidas estudantis. Muitos alunos matriculados naquele período e nos quatro anos seguintes poderiam concluir o curso sem dívidas.
Em abril de 2022, Bloomberg anunciou duas doações de US$ 100 milhões, uma à Promise Academy do Harlem Children's Zone e outra à Success Academy Charter Schools.
Em 2024, voltou a doar às faculdades de medicina historicamente negras, dessa vez destinando US$ 600 milhões às quatro instituições para reforçar seus fundos patrimoniais. Esses fundos estavam muito abaixo dos de outras escolas de medicina em parte devido a décadas de discriminação, e a doação poderia mais que dobrar o patrimônio de três das escolas. A contribuição também reservou US$ 5 milhões para ajudar a Xavier University of Louisiana a criar uma nova faculdade de medicina.
Em 2025, Bloomberg ampliou esse programa com uma iniciativa de US$ 20 milhões para desenvolver escolas charter de educação básica nos campus de universidades historicamente negras e criar um caminho direto entre essas escolas e o ensino superior.
Em julho de 2011, Bloomberg lançou uma iniciativa de US$ 24 milhões para financiar "Innovation Delivery Teams" em cinco cidades. As equipes fazem parte dos programas da Bloomberg Philanthropies destinados à inovação governamental. Em dezembro de 2011, a fundação criou uma parceria com a plataforma de venda de ingressos SeatGeek para aproximar artistas de novos públicos. O Discover New York Arts Project reuniu entidades como HERE, New York Theatre Workshop e Kaufman Center.
Em 2013, Bloomberg anunciou a competição Mayors Challenge, destinada a estimular novas políticas nas cidades norte-americanas. O programa foi posteriormente levado à América Latina e à Europa.
Em 2016, Bloomberg doou US$ 32 milhões à Universidade Harvard para criar a Bloomberg Harvard City Leadership Initiative, vinculada à Harvard Kennedy School. O programa oferece treinamento a prefeitos e assessores sobre gestão municipal e problemas enfrentados pelas cidades. Até 2023, 275 prefeitos e mais de quatrocentos assessores municipais de alto escalão haviam passado pelo programa. A revista Time chamou Bloomberg de "tutor dos prefeitos do país".
Em março de 2021, Bloomberg doou US$ 150 milhões à Universidade Harvard para criar o Bloomberg Center for Cities, voltado ao apoio de prefeitos.

Bloomberg financia há décadas programas internacionais de controle do tabaco. Doou quase US$ 1 bilhão à Organização Mundial da Saúde para programas antitabagismo, entre eles US$ 125 milhões em 2006, US$ 250 milhões em 2008 e US$ 360 milhões em outra etapa, fazendo da Bloomberg Philanthropies a maior financiadora de iniciativas de controle do tabaco em países em desenvolvimento. Em 2013, Bloomberg havia destinado US$ 109,24 milhões em 556 subsídios distribuídos por 61 países para campanhas contra o tabagismo.
Os programas financiam monitoramento do consumo de tabaco, legislação de controle, campanhas de comunicação e educação sobre os riscos do produto. A Bloomberg Philanthropies e a Campaign for Tobacco-Free Kids lançaram em conjunto uma campanha de três anos e US$ 160 milhões contra o uso de cigarros eletrônicos entre jovens.
Bloomberg é cofundador da Everytown for Gun Safety, anteriormente chamada Mayors Against Illegal Guns, organização de defesa de políticas de controle de armas.
Em 2016, a Organização Mundial da Saúde nomeou Bloomberg embaixador global para doenças não transmissíveis.
Em outubro de 2006, Bloomberg tornou-se presidente do conselho e principal arrecadador do Memorial & Museu Nacional do 11 de Setembro. Problemas financeiros e de projeto que atrasavam a conclusão da instituição foram resolvidos durante sua presidência. Bloomberg era prefeito durante as primeiras fases de planejamento do memorial e do museu. Ao assumir a presidência do conselho, procurou conter aumentos de custos, concluir a arrecadação de fundos e retomar os processos de planejamento e projeto.
Bloomberg arrecadou US$ 450 milhões para o Memorial e Museu, incluindo uma contribuição pessoal de US$ 50 milhões, que fez dele o maior doador individual da instituição. Ao solicitar doações a grandes empresas, dizia que elas tinham responsabilidades como integrantes da comunidade internacional. Um de seus primeiros atos como presidente foi obter US$ 10 milhões da American Express. Recrutou para o conselho pessoas de diferentes orientações políticas, entre elas David Koch e Jon Stewart.
Bloomberg também preside o Perelman Performing Arts Center, no complexo do World Trade Center, ao qual doou US$ 130 milhões.
Na cerimônia de abertura do Museu do 11 de Setembro, Bloomberg disse que o local era "um lembrete para nós e para todas as gerações futuras de que a liberdade traz grandes responsabilidades". Continuou dirigindo a cerimônia anual do 11 de Setembro depois de deixar a prefeitura. Em 2010, replantou a pereira Callery que estivera no complexo do World Trade Center, fora encontrada entre os escombros e recuperada após os ataques. Em setembro de 2021, no vigésimo aniversário dos ataques, Bloomberg e o museu lançaram o Never Forget Fund para financiar programas educativos sobre o 11 de Setembro.
Por meio da Bloomberg Philanthropies, Bloomberg apoiou em 2020 a criação pelo Fresh Air Fund do programa Open Spaces in the City, que forneceu áreas externas com distanciamento para crianças brincarem durante a pandemia e empregos a adolescentes locais. Doou US$ 3 milhões para a construção de uma biblioteca pública em Medford, sua cidade natal, e US$ 75 milhões ao The Shed, centro artístico e cultural de Hudson Yards, em Manhattan.
Em setembro de 2023, o Perelman Performing Arts Center abriu com US$ 130 milhões de apoio de Bloomberg, que preside a instituição. O centro artístico, construído ao custo de US$ 500 milhões, foi a última grande instalação concluída na reconstrução do terreno anteriormente ocupado pelo World Trade Center.
Depois dos ataques do Hamas a Israel em outubro de 2023, Bloomberg comprometeu-se a igualar doações destinadas ao serviço israelense de emergência Magen David Adom. Até 19 de outubro daquele ano, havia igualado US$ 25 milhões em contribuições para ambulâncias e transporte médico aéreo.
Bloomberg também criou um fundo patrimonial para a sinagoga de sua cidade natal, o Temple Shalom, que passou a se chamar William and Charlotte Bloomberg Jewish Community Center of Medford em homenagem a seus pais.
Em 2017, organizou o Bloomberg Global Business Forum durante a reunião anual da Assembleia Geral das Nações Unidas. O encontro reuniu presidentes de empresas, chefes de Estado e outros convidados.
Em 2009, reuniu-se com outros bilionários, entre eles Warren Buffett, Bill Gates, Ted Turner e Oprah Winfrey, para discutir temas ambientais, assistência à saúde e crescimento populacional. Nenhuma organização formal foi criada, mas o encontro buscava maior coordenação entre projetos filantrópicos dos participantes.
Em março de 2020, enquanto Bloomberg disputava a nomeação presidencial, ex-funcionários de sua campanha entraram com ações judiciais por fraude, alegando que até dois mil trabalhadores que haviam recebido a promessa de salários até a eleição foram demitidos depois que ele desistiu.
Bloomberg venceu as eleições municipais de Nova Iorque de 2001, 2005 e 2009. Em 2020, disputou as primárias presidenciais do Partido Democrata e abandonou a campanha depois da Super Terça.
Em 1975, Bloomberg casou-se com Susan Elizabeth Barbara Brown, britânica de Yorkshire. O casal teve duas filhas, Emma Beth, nascida por volta de 1979, e Georgina Leigh, nascida em 1983. As duas participaram de Born Rich, documentário de 2003 sobre filhos de pessoas extremamente ricas. Bloomberg e Brown divorciaram-se em 1993. Ele disse posteriormente que ela continuava sendo sua "melhor amiga".
Desde 2000, Bloomberg vive com Diana Taylor, ex-superintendente do departamento bancário do estado de Nova Iorque.
Emma Bloomberg foi casada com Chris Frissora, filho de Mark Frissora, e o casal teve uma filha cujo sobrenome, Frissberg, combina os sobrenomes dos pais.
A irmã mais nova de Bloomberg, Marjorie Tiven, ocupa desde fevereiro de 2002 o posto de comissária da Comissão de Nova Iorque para as Nações Unidas, Corpo Consular e Protocolo.
Durante a crise de opioides nos Estados Unidos, Mortimer Sackler, filho de um dos cofundadores da Purdue Pharma e integrante de seu conselho, encontrou-se com Bloomberg para pedir "ajuda e orientação sobre os problemas que estamos enfrentando". A chefe de comunicação da Purdue, Josephine Martin, afirmou que notícias positivas e oportunidades de apresentar a posição da empresa passavam pela Bloomberg, à qual a Purdue havia fornecido exclusivas e pela qual vinha sendo tratada "muito bem". Bloomberg também aconselhou Mortimer Sackler a procurar Stu Loeser para obter auxílio em comunicação.
Bloomberg frequentou escola hebraica, realizou seu bar mitzvá e cresceu em uma casa que mantinha cozinha casher. Sua vida religiosa adulta é em grande parte secular. Frequenta a sinagoga principalmente nas Grandes Festas judaicas e participa de um sêder de Pessach com a irmã Marjorie Tiven. Nenhuma de suas filhas teve uma cerimônia de bat mitzvá, e nenhuma segue um estilo de vida religioso judaico, como as restrições alimentares casher ou a observância do Shabat.
Ao longo da carreira empresarial, Bloomberg fez declarações consideradas ofensivas, depreciativas, sexistas ou misóginas. Em sua autobiografia de 1997, afirmou que durante seu período em Wall Street, nas décadas de 1960 e 1970, tinha "uma namorada em cada cidade". Em entrevista ao The Guardian em 1996, quando era recém-divorciado, disse gostar de teatro, restaurantes e de "correr atrás de mulheres". Acrescentou: "Sou um bilionário solteiro e heterossexual em Manhattan. O que você acha? É um sonho erótico."
Em ocasiões diferentes, teria dito "I'd do her" ao comentar sobre mulheres, algumas das quais colegas ou funcionárias. Mais tarde afirmou que, quando usava a palavra do, queria dizer que teria um relacionamento pessoal com a mulher.
Durante seus mandatos como prefeito, morou em sua própria casa no Upper East Side, em Manhattan, em vez da Gracie Mansion, residência oficial do prefeito. Em 2013, possuía treze propriedades em diferentes países, incluindo uma mansão georgiana de US$ 20 milhões em Southampton, no estado de Nova Iorque. Em 2015, comprou o número 4 de Cheyne Walk, propriedade histórica em Chelsea, Londres, que pertencera à escritora George Eliot. Bloomberg e suas filhas também possuem casas nas Bermudas, onde passam temporadas com frequência.
Bloomberg dizia que, enquanto era prefeito, utilizava o Metropolitano de Nova Iorque diariamente, especialmente no trajeto entre sua casa na Rua 79 e seu gabinete na prefeitura. Uma reportagem do The New York Times de agosto de 2007 informou que ele era frequentemente levado em dois utilitários esportivos do Departamento de Polícia até uma estação com trens expressos para evitar a baldeação da linha local para a expressa na Lexington Avenue Line. Apoiou a expansão da linha 7 e a construção da Second Avenue Subway. Em dezembro de 2013, fez uma viagem cerimonial de trem até a nova estação da Rua 34 para comemorar uma das obras promovidas durante sua prefeitura.
Durante seus mandatos, interpretou a si próprio em participações especiais nos filmes Os Agentes do Destino e New Year's Eve e nas séries 30 Rock, Curb Your Enthusiasm, The Good Wife e dois episódios de Law & Order.
Bloomberg é piloto privado. Possui seis aviões, três Dassault Falcon 900, um Beechcraft B300, um Pilatus PC-24 e um Cessna 182 Skylane. Também possui dois helicópteros, um AW109 e um Airbus Helicopters. Em 2012, estava próximo do topo da lista de espera para uma aeronave conversível AW609. Na juventude, possuía licença de radioamador, dominava código Morse e construía aparelhos de rádio.
A fortuna de Bloomberg é administrada pela Willett Advisors, empresa de investimentos que funciona como seu escritório familiar.
Bloomberg recebeu títulos honorários da Universidade Tufts em 2007, Bard College em 2007, Rockefeller University em 2007, Universidade da Pensilvânia em 2008, Fordham University em 2009, Williams College em 2014, Universidade Harvard em 2014, Universidade de Michigan em 2016, Villanova University em 2017 e Washington University in St. Louis em 2019.
Em 2011, fez o discurso do serviço de bacharelado da Universidade de Princeton.
Em 27 de maio de 2010, fez o discurso de formatura em sua antiga universidade, a Johns Hopkins. Também foi convidado a discursar para a turma de 2020 em uma cerimônia virtual. Entre os demais participantes estavam o cofundador do Reddit Alexis Ohanian, o médico Anthony Fauci e o presidente da turma Pavan Patel.
Em 2022, recebeu o Asia Game Changer Award.
Outras distinções incluem o Award for Distinguished Leadership in Global Capital Markets da Yale School of Management, em 2003, o Golden Plate Award da American Academy of Achievement, entregue por Ehud Barak em 2004, a Barnard Medal of Distinction, em 2008, o Healthy Communities Leadership Award da Robert Wood Johnson Foundation, em 2009, e o U.S. Senator John Heinz Award for Greatest Public Service by an Elected or Appointed Official, da Jefferson Awards Foundation, em 2010.
Em 2013, tornou-se o primeiro laureado do Prêmio Genesis, e destinou o prêmio de US$ 1 milhão ao Genesis Generation Challenge, competição internacional para financiar propostas de jovens adultos.
Bloomberg ficou em 39.º lugar entre as pessoas mais influentes do mundo nas listas Time 100 de 2007 e 2008. Em 2009, recebeu um Prêmio Lasker. Em 2010, a Vanity Fair colocou-o na sétima posição de sua lista "Vanity Fair 100".
Em 2012, recebeu um prêmio pelo conjunto da obra do Webby Awards. Em 2013, o Tony Awards concedeu-lhe o Tony Honors for Excellence in Theatre.
Em 2014, a rainha Isabel II nomeou Bloomberg Cavaleiro Comandante Honorário da Ordem do Império Britânico por suas atividades empresariais e filantrópicas e pela relação entre o Reino Unido e os Estados Unidos. A League of Conservation Voters concedeu-lhe um prêmio pelo conjunto da obra em 2018. Em 2019, recebeu a Heyman Service to America Medal.
Em 2024, o presidente Joe Biden concedeu-lhe a Medalha Presidencial da Liberdade, mais alta condecoração civil dos Estados Unidos.
Em janeiro de 2025, Bloomberg recebeu o Department of the Navy Distinguished Public Service Award.
Em março de 2025, a revista Time concedeu-lhe o Earth Award por seu trabalho ambiental, incluindo programas relacionados ao fechamento de trezentas usinas a carvão nos Estados Unidos, redução de 20% das emissões de Nova Iorque e mais de US$ 1 bilhão doado a causas climáticas.
Bloomberg e Matthew Winkler escreveram a autobiografia Bloomberg by Bloomberg, publicada pela Wiley em 1997. Uma segunda edição foi publicada em 2019, antes da candidatura presidencial de Bloomberg.
Bloomberg e Carl Pope, ex-diretor-executivo do Sierra Club, escreveram Climate of Hope: How Cities, Businesses, and Citizens Can Save the Planet, publicado pela St. Martin's Press em 2017. O livro entrou na lista de mais vendidos de não ficção em capa dura do New York Times.
Bloomberg também escreveu artigos de opinião no The New York Times sobre diferentes temas. Em 2017, defendeu políticas estaduais e municipais de combate às mudanças climáticas. Em 2018, explicou a doação de US$ 1,8 bilhão destinada a assistência financeira universitária e defendeu políticas de admissão independentes da capacidade financeira do candidato. Em 2019, apoiou a proibição de cigarros eletrônicos aromatizados. Em 2020, publicou um texto em defesa de políticas para reduzir a desigualdade econômica.