Podemos | |
|---|---|
| Sigla | PODE |
| Número eleitoral | 20 |
| Presidente | Renata Abreu |
| Vice-presidente | Pastor Everaldo |
| Secretário-geral | Luiz Cláudio Freire de Souza França |
| Tesoureiro-geral | José Carlos Oliveira Melo |
| Fundação | 5 de março de 1995 (31 anos) |
| Registro | 2 de outubro de 1997 (29 anos) |
| Sede | Lago Sul, Brasília, Distrito Federal |
| Ideologia | |
| Espectro político | Centro-direita à direita Auto-proclamando: Visão Independente |
| Ala de juventude | Podemos Jovem |
| Ala negra | Podemos Afro |
| Ala feminina | Podemos Mulher |
| Fusão | Incorporou o PHS e o PSC |
| Membros (2026) | 799.916 filiados |
| Governadores (2026) | 0 / 27 |
| Prefeitos (2024) | 130 / 5 569 |
| Senadores (2026) | 3 / 81 |
| Deputados federais (2026) | 26 / 513 |
| Deputados estaduais (2026) | 37 / 1 024 |
| Vereadores (2024) | 2 314 / 58 026 |
| Parlamento do Mercosul (2025) | 2 / 138 |
| Cores |
|
| Slogan | "Juntos Podemos mudar o Brasil." |
| Página oficial | |
| podemos | |
Podemos (PODE), originalmente chamado Partido Trabalhista Nacional (PTN), é um partido político brasileiro de centro-direita à direita.
A legenda tem sido comandada pela família Abreu (Dorival de Abreu, José Masci de Abreu e Renata Abreu) desde sua fundação em 1995. O partido originalmente reivindicou linhagem com o Partido Trabalhista Nacional original, que foi proibido em 1965, e com o ex-presidente Jânio Quadros e sua ideologia do Janismo. Em 2016, mudou seu nome para "Podemos" inspirado no lema da campanha de Barack Obama à presidência dos EUA, "sim, nós podemos" (em inglês: "yes, we can"); oficializado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em maio de 2017. Com a nova identidade, o partido passou a adotar um discurso centrado em maior participação cidadã, transparência na política e democracia direta. Apesar do discurso reformista, o Podemos consolidou-se, na prática, como um partido de perfil pragmatista e caráter "pega-tudo", e portanto é considerado parte do Centrão, bloco de partidos centro e centro-direita que priorizam alianças estratégicas ao invés de rigorosidade ideológica.
Em dezembro de 2018, o partido incorporou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Em 2022, iniciou o processo de incorporação do Partido Social Cristão (PSC), realizando convenção conjunta em dezembro do mesmo ano. Em 16 de junho de 2023, a incorporação foi homologada pelo TSE. Com a incorporação, seu número eleitoral passou a ser 20.
Em dezembro de 2025 possuía 799.916 filiados, sendo o nono maior partido brasileiro.
O PTN foi fundado em 25 maio de 1995, ganhando o registro provisório no mesmo ano. Obteve o registro definitivo em 2 de outubro de 1997, tendo sido dirigido pelo ex-deputado do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB, 1945-1965) Dorival de Abreu. A agremiação pretendia recriar o Partido Trabalhista Nacional (1945-1965), partido que veio a eleger Jânio Quadros e que foi fundado por uma dissidência do PTB getulista.

Nas eleições de 1998, lançou como candidata à presidência sua secretária geral, Thereza Ruiz, obtendo votação superior a 100 mil votos e ficando em 10.º lugar.

Em São Paulo, apresentou o candidato a governador Fred Corrêa nas eleições de 2006 mas foi derrotado ao obter apenas 4.523 votos e ficar em 14.º lugar. Entretanto, elegeu seis deputados estaduais no país.
Entre 2008 e 2012, elegeu 28 prefeitos, 748 vereadores e seis deputados estaduais.
Após o falecimento de Dorival, seu irmão, o ex-deputado federal José de Abreu, dirigiu a legenda até 2013, sendo substituído pela sua filha, a também deputada federal Renata Abreu.
No pleito de 2014, elegeu 4 deputados federais, sendo eles: João Carlos Bacelar Batista (BA), Christiane Yared (PR), Edson Moreira (MG) e Renata Abreu (SP). Na época, também elegeu 14 deputados estaduais mas manteve um desempenho eleitoral pouco significativo.
Devido sua pouca projeção, a sigla que era tradicionalmente trabalhista e nacionalista, gradualmente acomodou seu programa às novas preferências políticas, passando a também agremiar nomes mais à direita e adotar uma perspectiva conservadora liberal. Nesse liame, com a janela partidária no início do ano de 2016, vários parlamentares trocaram de legenda e o destino de alguns deles foi o PTN que, à época, passou a ter 13 deputados federais. Ainda como PTN, obteve o maior crescimento proporcional no número de prefeituras nas eleições de 2016.

Em maio de 2017, o então "Partido Trabalhista Nacional" foi autorizado a mudar de nome e passou a ser denominado "Podemos". A mudança foi uma tentativa de modernização devido à crise político-econômica de 2014. Baseado em pesquisas e estudos de consultorias, a organização foi renomeada por inspiração no mote "sim, nós podemos" (yes, we can) da campanha de Barack Obama à presidência dos EUA em 2008 e sem qualquer relação com o partido espanhol homônimo. A essa época, a bancada do partido foi caracterizada como de centro-direita com parlamentares conservadores pelo presidente do diretório estadual na Bahia, João Carlos Bacelar Batista, enquanto que a nova organização buscaria o centrismo, segundo seus dirigentes.
Ainda em 2017, passou a ter representatividade no Senado Federal com a filiação de Alvaro Dias, Romário e José Medeiros.
Em virtude da delação da JBS, em 18 de maio do mesmo ano, foi o primeiro partido a abandonar a base aliada do governo Michel Temer, saindo também do bloco partidário do qual integrava ao lado do Progressistas e do Avante (na época chamado de Partido Trabalhista do Brasil, PTdoB), então declarou-se independente em relação ao governo. Posteriormente, fez o mesmo com os deputados estaduais Chiquinho da Mangueira e Jorge Moreira Teodoro por votarem para livrar os colegas Jorge Picciani, então presidente da ALERJ, Paulo Melo e Edson Albertassi da prisão, sendo estes alvos da Operação Cadeia Velha. Por fim, expulsou o deputado Alexandre Baldy após o mesmo aceitar o cargo de ministro das cidades no governo do então presidente Michel Temer.
Como candidato à presidência nas eleições de 2018, lançou Alvaro Dias. Para acompanhá-lo, Paulo Rabello de Castro, um ex-presidente do BNDES e do IBGE, foi escolhido como candidato a vice-presidente. No pleito da campanha, foi defendido um pacto social para refundar a República, o aumento de investimentos nos setores de educação, além de uma reforma tributária e política do país.
Em 21 de dezembro de 2018, incorporou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS).
Nas eleições municipais de 2020, elegeu 1.524 vereadores e 99 prefeitos, entre os quais, seu primeiro prefeito de uma capital: Eduardo Braide em São Luís, Maranhão. Em 2021, chegou a filiar importantes nomes, dissidentes do governo de Jair Bolsonaro, como o ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro e o general Santos Cruz.
Em 2022, o partido conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições gerais.
Em 22 novembro de 2022, foi anunciada a incorporação do Partido Social Cristão (PSC) ao Podemos, para que o primeiro continuasse recebendo o fundo partidário e tivesse acesso ao tempo de propaganda eleitoral na televisão e rádio. A convenção conjunta dos partidos, que formalizou a incorporação, foi realizada em 8 de dezembro de 2022. Em 16 de junho de 2023, o TSE homologou a incorporação. De início, a incorporação seria uma fusão, com a criação de um novo partido Podemos com o número eleitoral 20. Em 5 de março de 2024 foi oficializada a mudança do número eleitoral, deixando de ser 19 e passando a ser 20.
Segundo representantes como sua presidente nacional, Renata Abreu, o Podemos não é de esquerda ou de direita, mas "para a frente", defensor de mais participação popular no processo de tomada de decisões.
O partido defende uma democracia participativa no Brasil, seja através de plebiscitos e referendos (como proposto na PEC 330/2017, de autoria de Renata Abreu, que propõe que a cada eleição o povo possa votar em mais do que candidatos, mas também em temas importantes de interesse da maioria), veto popular (como defende a PEC 331/2017, também de Renata Abreu, que pretende incluir na constituição o direito do povo de vetar leis já aprovadas) ou direito de revogação (conforme propõem a PEC 37/2016, de Alvaro Dias, e a PEC 332/2017, de Renata Abreu).
Na análise clássica das ciências políticas, é definido como sendo de centro-direita por englobar, em sua ideologia, apoio ao liberalismo econômico moderado contrário a medidas como privatização de empresas estratégicas, à distribuição de renda, à política verde, à defesa da mulher, ao voto facultativo, ao desarmamento civil e a políticas de prevenção ao uso de drogas. Ademais, por ter adotado uma postura anticorrupção após sua renovação em 2017, é favorável ao fim do Foro Privilegiado, à prisão em segunda instância, à transparência com contas/contratos públicos, à Operação Lava-Jato e contra o aumento do fundo eleitoral e partidário.
Devido às posições e políticas pragmáticas do partido e organização "pega-tudo", muitos cientistas políticos ainda o classificam como membro do Centrão, bloco de legendas de centro e centro-direita caracterizado por alianças pragmáticas e pela busca de influência política dentro dos governos, independentemente de orientação ideológica.
| Líder da Bancada do Podemos no Senado | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Senador |
| PA | Zequinha Marinho* | |
| Senadores Atuais (3) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Senador (a) | Ref. |
| PA | Zequinha Marinho* | ||
| RN | Styvenson Valentim* | ||
| SP | Giordano* | ||
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
| Líder da Bancada do Podemos na Câmara dos Deputados | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado |
| SP | Rodrigo Gambale | |
| Deputados Federais Atuais (26) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Deputado (a) | Ref. |
| ES | Gilson Daniel | ||
| GO | Glaustin da Fokus | ||
| MA | Fabio Macedo | ||
| MG | Nely Aquino | ||
| MT | Nelson Barbudo+* | ||
| PA | Alessandra Haber* | ||
| PA | Olival Marques* | ||
| PB | Romero Rodrigues | ||
| PB | Ruy Carneiro | ||
| PR | Luiz Carlos Hauly | ||
| PR | Felipe Francischini* | ||
| RJ | Sargento Portugal | ||
| RO | Cristiane Lopes* | ||
| RR | Duda Ramos* | ||
| SP | Delegado Palumbo* | ||
| SP | Fernando Marangoni* | ||
| SP | David Soares* | ||
| SP | Antônio Carlos Rodrigues* | ||
| SP | Bruno Lima* | ||
| SP | Bruno Ganem | ||
| SP | Felipe Becari* | ||
| SP | Renata Abreu | ||
| SP | Ribamar Silva+* | ||
| SP | Rodrigo Gambale | ||
| TO | Tiago Dimas | ||
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
| Presidentes de Assembleias Legislativas (1) | ||
|---|---|---|
| UF | Imagem | Presidente |
| MT | Max Russi* | |
| Deputados Estaduais Atuais (37) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Deputado(a) | UF | Deputado(a) |
| AC | André Vale | PE | Fabrizio Ferraz* |
| AC | Fagner Calegário | PE | Gustavo Gouveia* |
| AM | Dermilson Chagas* | PE | Edson Vieira+* |
| AM | Wilker Barreto* | PE | Luciano Duque* |
| AP | Zeneide Costa | PE | Mário Ricardo* |
| AP | Errinelson Pimentel* | PE | Wanderson Florêncio+* |
| DF | Jorge Vianna | PR | Paulo do Carmo* |
| ES | Allan Ferreira+* | RJ | Franciane Motta* |
| ES | Alexandre Xambinho* | RO | Delegado Camargo* |
| ES | Fabrício Gandini* | RR | Renato Silva* |
| ES | Marcos Madureira* | RS | Kaká D'avila* |
| ES | Zé Preto* | RS | Ronaldo Santini |
| GO | Henrique César | SP | Márcio da Farmácia |
| MG | Zé Reis* | SP | Vitão do Cachorrão* |
| SP | Dr. Eduardo Nóbrega | ||
| MT | Max Russi* | SP | Clarice Ganem |
| MT | Beto Dois a Um* | SP | Ricardo França |
| PA | Bob Fllay* | ||
| PB | Branco Mendes | ||
| PB | Lindolfo Pires | ||
| PE | Jeferson Timóteo* | ||
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2022 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são suplentes em exercício ou efetivados. | |||
| Prefeitos de Capitais Atuais (4) | |||
|---|---|---|---|
| UF | Imagem | Capital | Prefeito |
| AL | Maceió | Rodrigo Cunha+ | |
| RO | Porto Velho | Léo Moraes | |
| SC | Florianópolis | Topázio Neto* | |
| TO | Palmas | Eduardo Siqueira Campos | |
| Nomes marcados com o símbolo * foram eleitos em 2024 por outros partidos. Nomes marcados com o símbolo + são vice-prefeitos que assumiram o mandato. | |||
| Data | Filiados | Crescimento anual | |
|---|---|---|---|
| dez./2006 | 72.742 | — | — |
| dez./2007 | 90.176 | +24% | |
| dez./2008 | 92.836 | +3% | |
| dez./2009 | 88.317 | -5% | |
| dez./2010 | 100.384 | +14% | |
| dez./2011 | 120.826 | +20% | |
| dez./2012 | 127.216 | +5% | |
| dez./2013 | 129.418 | +2% | |
| dez./2014 | 130.312 | +7% | |
| dez./2015 | 139.343 | +7% | |
| dez./2016 | 161.508 | +16% | |
| dez./2017 | 162.123 | +0,4% | |
| dez./2018 | 167.160 | +3% | |
| dez./2019 | 364.394 | +117% | |
| dez./2020 | 415.448 | +14% | |
| dez./2021 | 407.915 | -1,8% | |
| dez./2022 | 405.212 | -0,6% | |
| dez./2023 | 796.441 | +96,5% | |
| dez./2024 | 813.245 | +2,1% | |
| dez./2025 | 799.916 | -1,6% | |
| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 50ª (1995–1999) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 51ª (1999–2003) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 52ª (2003–2007) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 53ª (2007–2011) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 54ª (2011–2015) |
0 / 513 |
0,00 | |
| 55ª (2015–2019) |
4 / 513 |
0,77 | |
| 56ª (2019–2023) |
11 / 513 |
2,14 | |
| 57.ª (2023–2027) |
12 / 513 |
2,33 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
| Participação e desempenho do PODE nas eleições estaduais de 2026 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos.
Em negrito estão os candidatos filiados ao PODE durante a eleição.
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Participação e desempenho do PODE nas eleições estaduais de 2022 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos.
Em negrito estão os candidatos filiados ao PODE durante a eleição.
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Participação e desempenho do PODE nas eleições estaduais de 2018 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (7 governadores e 11 senadores).
Em negrito estão os candidatos filiados ao PODE durante a eleição.
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ano | Imagem | Candidato(a) à presidência | Candidato(a) à vice-presidência | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1998 | — | Thereza Ruiz
(PTN) |
Eduardo Gomes
(PTN) |
Sem coligação | 166.138 (0,23%) | 10ª |
| 2010 | Dilma Rousseff
(PT) |
Michel Temer
(PMDB) |
Para o Brasil Seguir Mudando | 55.752.529 (56,05%) | 1ª | |
| 2014 | Aécio Neves
(PSDB) |
Aloysio Nunes
(PSDB) |
Muda Brasil | 51.036.040 (48,36%) | 2ª | |
| 2018 | Alvaro Dias
(PODE) |
Paulo Rabello de Castro
(PSC) |
Mudança de Verdade | 859.574
(0,8%) |
9ª | |
| 2022 | Simone Tebet
(MDB) |
Mara Gabrilli
(PSDB) |
Brasil para Todos
(MDB, Federação PSDB Cidadania e PODE) |
4.915.423
(4,16%) |
3ª |
Moro is currently working in the private sector, but his name has been floated as a potential presidential contender for the centre-right Podemos party. [Moro atualmente trabalha no setor privado, mas o seu nome tem sido apontado como um potencial candidato presidencial pelo partido Podemos, de centro-direita.]