| Pecos Bill | |
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Pecos Bill, The Century Magazine, outubro de 1923 | |
| Informações gerais | |
| Primeira aparição | The Saga of Pecos Bill (1923) |
| Criado(a) por | Edward S. O'Reilly |
| Informações pessoais | |
| Origem | Texas, Estados Unidos |
| Língua original | inglês |
| Características físicas | |
| Sexo | masculino |
| Família e relacionamentos | |
| Interesse amoroso | Slue-Foot Sue |
| Informações profissionais | |
| Ocupação | cowboy |
| Aparições | |
| Filme(s) | Melody Time, Tall Tale |
Pecos Bill é um cowboy fictício em histórias ambientadas durante a expansão americana para o sudoeste do Texas, Novo México, Sul da Califórnia e Arizona. Essas narrativas provavelmente foram inventadas como contos por Edward S. O'Reilly no início do século XX. Pecos Bill foi uma adição tardia à ideia de "grande homem" de personagens, como Paul Bunyan ou John Henry.
As histórias sobre Pecos Bill o mostram como exemplo de coragem, humor, força e habilidade, como a que conta que ele montou e domou um ciclone. Também foi usado como explicação de fenômenos naturais como o uivo dos coiotes para a Lua. Ele teria sido criado por uma coiote fêmea. Seu cavalo é o Widowmaker, e sua namorada era Slue-Foot Sue. Para impressionar sua amada, Pecos Bill atirou em todas as estrelas do céu, menos uma que ficou conhecida como Lone Star, a estrela solitária.
A primeira histórias conhecida de Pecos Bill é The Saga of Peco Bill, escrita por Edward O'Reilly e publicada na The Century Magazine em outubro de 1923. O'Reilly alegou que eles faziam parte de uma tradição oral de contos contada por cowboys durante a expansão para o oeste e assentamento do sudoeste, incluindo Texas, Novo México e Arizona. Os folclorista americanos J. Frank Dobie e Richard M. Dorson concluiram que O'Reilly inventou as histórias como "folclore" e que escritores posteriores ou emprestaram contos de O'Reilly ou acrescentaram mais aventuras de sua própria invenção ao ciclo. "Pecos Bill" também era o apelido do general da Guerra Civil William Shafter, embora isso tenha sido antes de O'Reilly criar a lenda. Shafter era considerado um herói no Texas e até teve alguns poemas lendários escritos sobre o quão durão ele era. Antes de sua estreia na prosa, O'Reilly já havia usado o nome Pecos Bill em bandidos em curtas-metragens nos quais trabalhou como roteirista e ator: West of the Rio Grande (1921), no qual interpretou Pecos Bill, e On the High Card (1921).
Edward "Tex" O'Reilly foi co-autor de uma tira de jornal com o cartunista Jack A. Warren, também conhecido como Alonzo Vincent Warren, distribuída pelo George Matthew Adams Service entre 1936 e 1937. Quando O'Reilly morreu em 1946, Warren começou uma nova tira intitulada Pecos Pete. A tira foi publicada originalmente publicado no The Sun e foi posteriormente sindicalizada.
Em 1948, a editora Patches Publications lançou a revista em quadrinhos The Westerner Comics, tendo como personagem principal, Wild Bill Pecos, a revista foi publicada até 1951. No mesmo exemplar em que Wild Bill Pecos fez sua estreia, também foi publicado o conto The Very True Story of Pecos Bill. (The Westerner n.º 14, junho de 1948).
Entre 1948 e 1951, Clint Harmon criou sua própria versão de Pecos Bill para a Charlton Comics, aparecendo em títulos como Tim McCoy e Cowboy Western Comics. Em 1956, a Charlton publicou uma adaptação em Nature Boy #4 (agosto de 1956), escrita e desenhada por Bob Powell.
Em 1949, na Itália, surge pela Mondadori, uma série estrelada por Pecos Bill, com roteiros de Guido Martina e os desenhos feitos por autores como Raffaele Paparella, Antonio Canale, Pier Lorenzo De Vita, Rinaldo D'Ami, Francesco Gamba, Gino d'Antonio e Dino Battaglia. Após sua conclusão em 1955, a série foi reproposta várias vezes por outras editoras em outras séries criadas por diferentes autores: em 1956 a editora Alpe criou uma nova série, Le nuove avventure di Pecos Bill, com uma interpretação diferente do personagem criada por Cesare Solini e desenhada por Pietro Gamba.
Em 1960, Mondadori reviveu o personagem republicado as histórias já apresentadas na revista Albi d'Oro na série Gli albi di Pecos Bill em 1962, vendeu para a editora Fasani, que continuou publicando-o por mais de trezentas edições com novas histórias até 1967; As primeiras 49 edições foram escritas por Roberto Renzi e desenhadas por Franco Donatelli, sendo desenhado por outros artistas como Guglielmo Letteri, em 1978 a editora Bianconi estreou uma nova versão do personagem criada por Armando Bonato. Na Itália, as reimpressões das histórias foram publicadasvárias vezes por várias editoras ao longo dos anos.
Em 1954, a editora Vecchi publicou a versão italiana de Pecos Bill em uma revista própria: Pecos Bill : o furacão do Texas, que teve 40 edições.