| Raymond Lyttleton | |
|---|---|
| Nascimento | 7 de maio de 1911 Oldbury Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda |
| Morte | 6 de maio de 1995 (83 anos) |
| Nacionalidade | Britânico |
| Prêmios | Medalha de Ouro da RAS (1959) Medalha Real (1965) |
| Carreira científica | |
| Campo(s) | Astronomia |
Raymond Arthur Lyttleton FRS (Oldbury, 7 de maio de 1911 — 16 de maio de 1995) foi um matemático e astrônomo teórico britânico.
Nasceu em Oldbury, área de Worcestershire, e foi educado no King Edward VI Five Ways, seguindo depois para o Clare College, Cambridge, para estudar matemática, graduando-se em 1933. Foi eleito fellow do St John's College (Cambridge) em 1937 e indicado lecturer em matemática no mesmo ano (até 1959). Foi reader de astronomia teórica de 1959 a 1969, sendo depois para ele criada uma cátedra sobre o assunto.
Foi eleito Membro da Royal Society em 1955, com a citação: "Destacado por seu trabalho em astronomia. Autor de diversos artigos sobre a origem e desenvolvimento do sistema solar, e notável por sua modificação da teoria das colisões. Mostrou a partir de trabalhos de Cartan que a fissão de um planeta por rotação geraria dois corpos independentes, e consequentemente que a teoria da fissão de estrelas binárias é insustentável ("The Stability of Rotating Liquid Masses, 1953").
Foi laureado com a Medalha Real de 1965, "em reconhecimento à sua significativa contribuição à astronomia, em particular por seu trabalho sobre a estabilidade dinâmica de galáxias".
| Precedido por André-Louis Danjon |
Medalha de Ouro da Royal Astronomical Society 1959 |
Sucedido por Viktor Ambartsumian |
| Precedido por Francis Brambell e Michael James Lighthill |
Medalha Real 1965 com Henry Charles Husband e John Kendrew |
Sucedido por Christopher Cockerell, Frank Yates e John Ashworth Ratcliffe |