Nos Estados Unidos, a rufinamida foi aprovada pela agência reguladora Food and Drug Administration (FDA) em 14 de novembro de 2008 para o tratamento adjuvante de convulsões associadas à síndrome de Lennox-Gastaut em adultos e crianças a partir dos 4 anos. Apesar de não ter sido aprovada para o tratamento de convulsões parciais, ensaios clínicos sugerem que a rufinamida seja eficaz para o tratamento de convulsões parciais.
O mecanismo de ação da rufinamida não é completamente conhecido. Algunas evidências sugerem que a rufinamida atua modulando o bloqueio dos canais de sódio dependentes de voltagem, um alvo comum para drogas anticonvulsivantes e antiepilépticas. Um estudo de 2014 descreveu os os efeitos da rufinamida sobre os canais de sódio dependente de voltagem, sugerindo que a inativação de algumas isoformas do canal de sódio que pode reduzir a excitabilidade neuronal. No entanto, esta ação não pode explicar o espectro completo da atividade da rufinamida.
Referências
↑Brodie MJ, Rosenfeld WE, Vazquez B, Sachdeo R, Perdomo C, Mann A, Arroyo S (agosto de 2009). «Rufinamide for the adjunctive treatment of partial seizures in adults and adolescents: a randomized placebo-controlled trial». Epilepsia. 50 (8): 1899–909. PMID19490053. doi:10.1111/j.1528-1167.2009.02160.x
↑Hakimian S, Cheng-Hakimian A, Anderson GD, Miller JW (agosto de 2007). «Rufinamide: a new anti-epileptic medication». Expert Opin Pharmacother. 8 (12): 1931–40. PMID17696794. doi:10.1517/14656566.8.12.1931
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↑Striano, P.; McMurray, R.; Santamarina, E.; Falip, M. (2018). «Rufinamide for the treatment of Lennox-Gastaut syndrome: Evidence from clinical trials and clinical practice». Epileptic Disorders. 20 (1): 13–29. PMID29313492. doi:10.1684/epd.2017.0950