| Sticky & Sweet Tour | ||||
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| Turnê de Madonna | ||||
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| Álbum associado | Hard Candy | |||
| Data de início | 23 de agosto de 2008 | |||
| Data de fim | 2 de setembro de 2009 | |||
| Partes | 4 | |||
| N.º de apresentações | 85 | |||
| Receita | US$ 408 milhões | |||
| Cronologia de turnês de Madonna | ||||
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Sticky & Sweet Tour foi a oitava turnê da cantora estadunidense Madonna, feita em suporte ao seu décimo primeiro álbum de estúdio Hard Candy (2008). Tratou-se do primeiro grande projeto resultante do contrato de dez anos firmado entre a artista e a Live Nation, avaliado em aproximadamente 120 milhões de dólares. Anunciada oficialmente em maio de 2008, a digressão teve início em 23 de agosto do mesmo ano, no Millennium Stadium em Cardiff, País de Gales, e percorreu a Europa, América do Norte e América do Sul, marcando o retorno de Madonna ao continente latino-americano desde a The Girlie Show (1993). Em virtude do cancelamento das apresentações na Austrália, previstas para janeiro de 2009, a excursão foi estendida com uma nova etapa europeia no verão daquele ano, encerrando-se em 2 de setembro no Park HaYarkon em Tel Aviv, Israel.
Criada com o intuito de "levar a energia das discotecas aos estádios", a Sticky & Sweet Tour foi idealizada por Madonna em parceria com o diretor artístico Jamie King. O espetáculo foi estruturado em quatro segmentos temáticos, Pimp, Old School, Gypsy e Rave, cada um com estética e influências próprias, abrangendo do art déco à cultura cigana. O palco contava com um sistema tecnológico de dezessete telões de alta definição, utilizados tanto para duetos virtuais com Justin Timberlake e Pharrell Williams quanto para projeções visuais. Contando com cerca de 250 profissionais, a produção incorporou elementos cênicos notáveis, como um trono adornado com cristais, um automóvel clássico e um ringue de boxe. Os figurinos, desenvolvidos por Arianne Phillips, apresentaram criações de Riccardo Tisci (Givenchy), Stella McCartney e Jeremy Scott, com influências da moda urbana dos anos 1980 e da estética dominatrix.
A Sticky & Sweet Tour foi amplamente elogiada por sua energia, coreografia e inovação visual. Críticos de veículos como The Guardian, BBC News e New York Post destacaram a vitalidade e o vigor de Madonna aos 50 anos, descrevendo o espetáculo como uma "mega boate" de grande dinamismo e precisão técnica. Embora alguns jornalistas tenham considerado o conceito menos ousado que o de turnês anteriores, o consenso geral reconheceu sua magnitude e relevância cultural. Durante a extensão da turnê em 2009, a homenagem a Michael Jackson e a nova abordagem de canções como "Dress You Up" e "Frozen" atraíram considerável interesse por parte da crítica. O jornal The Times observou que criticar a estética do espetáculo equivaleria a "não entender a proposta de uma artista que sempre priorizou o espetáculo tanto quanto a música".
Com mais de 3,5 milhões de espectadores e uma arrecadação total superior a 400 milhões de dólares, a Sticky & Sweet Tour tornou-se a turnê mais rentável de um artista solo até então e a segunda maior da história, atrás apenas de A Bigger Bang Tour (2005–07) dos Rolling Stones. O espetáculo também suscitou reações negativas em determinados momentos; o interlúdio em vídeo de "Get Stupid" foi alvo de críticas por apresentar o então candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, John McCain, em paralelo a Adolf Hitler e Robert Mugabe. Durante o concerto em Bucareste em 2009, a cantora comentou sobre a discriminação contra a comunidade cigana no Leste Europeu, fato que gerou vaias da plateia. Os dois últimos concertos realizados no Estadio Monumental, em Buenos Aires, foram gravados e, em seguida, transmitido sob o título de Madonna: Sticky & Sweet pelo canal a cabo Sky1. Um álbum ao vivo, intitulado Sticky & Sweet Tour, foi lançado no dia 26 de março de 2010 em vários formatos: DVD, Blu-ray e CD.

Em outubro de 2007, Madonna anunciou oficialmente sua saída da Warner Bros. Records, gravadora que havia lançado todos os seus álbuns até então. Na ocasião, firmou-se um contrato avaliado em aproximadamente 120 milhões de dólares com a Live Nation e com vigência de dez anos, que abrangia lançamentos fonográficos futuros, turnês, licenciamento de produtos e colaborações comerciais. Em março de 2008, o jornal The Sunday Telegraph noticiou a intenção de Madonna de visitar a Austrália, tendo o promotor Michael Chugg declarado que uma turnê mundial "estava confirmada" e em estágio avançado de negociações. Concomitantemente, em entrevista para a Z100-FM, a cantora sugeriu que uma excursão no outono poderia ocorrer, tratando-a como uma eventualidade. Um mês depois, o Daily Mirror divulgou que a digressão deveria iniciar em setembro, no Wembley Stadium, em Londres, com negociações em curso.
O álbum Hard Candy, último trabalho de estúdio de Madonna sob contrato com a Warner Bros., foi lançado em 29 de abril de 2008. Para promover o álbum, foram realizadas apresentações exclusivas no Roseland Ballroom, em Nova Iorque, no teatro Olympia, em Paris, e no festival 1's Big Weekend da BBC Radio 1. Em entrevista concedida em maio ao programa On Air with Ryan Seacrest, Madonna anunciou oficialmente a turnê. Uma semana depois, a Live Nation e Arthur Fogel anunciaram a Sticky & Sweet, tratando-se do primeiro grande projeto resultante da nova colaboração. Com início em agosto, a turnê incluiu apresentações na Europa, América do Norte e América do Sul, foi também a segunda vez que a artista se apresentou no México e América Latina após a The Girlie Show em 1993. Apesar de estarem agendadas para janeiro de 2009, as apresentações na Austrália foram canceladas em virtude de dificuldades financeiras enfrentadas pelo país. Como alternativa, a turnê foi estendida até o verão de 2009 com uma segunda etapa europeia, que iniciou em 4 de julho na The O2 Arena, em Londres, e término em 2 de setembro em Tel Aviv.
Segundo o autor de Madonna: Blond Ambition (2012), Daryl Easlea, a cantora idealizou a Sticky & Sweet Tour com o intuito de "levar a atmosfera das discotecas aos estádios", criando um ambiente festivo ininterrupto. Essa abordagem diferia da Confessions Tour (2006), um espetáculo caracterizado por forte teor político e mensagens sociais. Descrito como uma "narrativa performática estruturada em torno da dança e do rock", os concertos foram divididos em quatro segmentos temáticos: Pimp, que integrava elementos do art déco da década de 1920 com a estética gangsta contemporânea; Old School, inspirado na cultura nova-iorquina do início dos anos 1980 e nas obras de Keith Haring; Gypsy, centrado na herança musical e nas danças folclóricas ciganas; e Rave, com influências médio-orientais. Para a excursão, Jamie King foi selecionado como diretor artístico, Kiley Dean e Nicki Richards como vocalistas de apoio, Monte Pittman como guitarrista, com Kevin Antunes responsável pela direção musical. Além de contar com mais de 12 dançarinos, incluindo Sofia Boutella. O grupo cigano de origem ucraniana Kolpakov Trio, foi contratado para se apresentar com Madonna durante o ato Gypsy. De acordo com a NME, a produção contava com 250 profissionais, 69 guitarras, 12 trampolins e 100 pares de joelheiras.
O palco, estruturado em forma de T, contava com uma estrutura móvel ligada a uma área lateral e apresentava um "M" adornado com cristais Swarovski em ambos os lados. Foram utilizados dezessete telões de vídeo de alta definição, três medindo 6 x 6 metros, para compor um cenário contínuo de 18 metros, controlado através do software InMotion3D da XLNT. Os telões tiveram função crucial na narrativa visual: durante "4 Minutes" e "Beat Goes On", se deslocavam, criando um cenário dinâmico e imersivo para os duetos virtuais com Justin Timberlake e Pharrell Williams. Durante "Devil Wouldn't Recognize You" e "Beat Goes On", dois telões concêntricos em formato cilíndrico foram suspensos do teto; originalmente planos, as estruturas de LED foram moldadas em contorno arredondado por meio de abraçadeiras, segundo o engenheiro Jason Harvey. Para a sincronização dos visuais do espetáculo, foram utilizados Mac Pros, integrando imagens originárias de Londres, Nova Iorque e Los Angeles. Dentre os elementos visuais, destacavam-se animações coloridas baseadas nas obras de Keith Haring, e um vídeo de Britney Spears presa em um elevador, exibido durante "Human Nature" (1995); Madonna afirmou que se tratava de uma metáfora para os desafios enfrentados por Spears. Durante a etapa de 2009, "Candy Shop" foi apresentada junto à projeção do vídeo Green Pink Caviar, da artista visual Marilyn Minter. Durante o concerto, foram empregados como elementos cênicos um trono estilizado como a letra "M" adornado com cristais, um automóvel clássico da década de 1930 e um ringue de boxe.
A Sticky & Sweet Tour contou com figurinos de alta costura desenhados por Arianne Phillips, com colaborações de Riccardo Tisci para a Givenchy, Stella McCartney, Jeremy Scott e outros estilistas. Madonna iniciou o espetáculo com um conjunto Givenchy de estética dominatrix, composto por um casaco preto de cetim e botas de cano alto criadas por McCartney. Para o segmento Old School, Jeremy Scott estilizou tênis com grafismos de Keith Haring e trajes inspirados na moda urbana dos anos 1980, em referência aos primeiros anos da cantora em Nova Iorque e à sua amizade com Haring. Tisci criou um vestido preto transparente adornado com fitas multicoloridas e uma capa de seda revestida de fúcsia. O ato final, Rave, apresentou trajes com influência japonesa com ombreiras decoradas com lantejoulas, e os acessórios apresentados durante o concertos foram assinados por marcas como Miu Miu, Moschino, Roberto Cavalli e Tom Ford. Segundo Phillips, a ousadia de Madonna se destaca, pois "não há considerações de vaidade com base na sua idade". Para a extensão da turnê em 2009, Tisci modificou o vestuário do bloco Pimp, criando um conjunto com temática "de alta costura, com elementos sensuais, góticos e de BDSM". Acrescentando que tratava-se de "uma peça que fará história", complementando que a cantora "deseja ser mais ousada". Os dançarinos trajavam os novos conjuntos da Brooks Brothers, compostos por camisas brancas destinadas ao uso com smoking.
Dividido em quatro segmentos distintos: Pimp, Old School, Gypsy e Rave, o espetáculo tem início com "The Sweet Machine", um vídeo em animação 3D que apresenta doces em processo de fabricação e seu uso em uma mecânica similar a um jogo de bolas e alavancas. Logo após, "Candy Shop" tem início com Madonna sobre um trono estilizado como a letra "M", trajando um vestido desenhado por Givenchy, e com um bastão nas mãos. O número inclui dançarinos vestidos com trajes temáticos de BDSM. "Beat Goes On" apresenta a cantora e os dançarinos em um automóvel clássico da década de 1930, acompanhados das aparições de Pharrell Williams e Kanye West nos telões. Durante "Human Nature", Madonna executa a canção à guitarra elétrica, acompanhada por um vídeo que mostra Britney Spears em um elevador cantando trechos da canção. O bloco é finalizado com uma nova versão de "Vogue", com versos de "4 Minutes", sucedida por um interlúdio em vídeo de "Die Another Day", em que a intérprete aparece caracterizada como boxeadora, junto a dois bailarinos em uma encenação de combate coreografado.
A seção seguinte, Old School, inspirada no estilo e na cultura nova-iorquina do início dos anos 1980, tem início com Madonna pulando corda no palco para a execução de "Into the Groove", que incorpora elementos de "Toop Toop", do grupo francês Cassius. Na sequência, ocorre um interlúdio de dança que introduz "Heartbeat". Ao longo da faixa, os movimentos de Madonna são coreograficamente controlados por seus dançarinos, em alusão a marionetistas. A apresentação continua com "Borderline", reinterpretada em versão rock, com a intérprete executando a música em uma guitarra elétrica. Seguiu-se "She's Not Me", em que quatro dançarinas aparecem caracterizadas como Madonna, em referência aos videoclipes de "Open Your Heart", "Material Girl", "Vogue" e "Like a Virgin". O segmento conclui-se com "Music", apresentando elementos de "Put Your Hands Up 4 Detroit" e trechos de "Last Night a DJ Saved My Life". Um breve vídeo projeta um vagão de metrô com grafites, e as portas se fecham com Madonna e os dançarinos em seu interior.
Durante o terceiro bloco, Gypsy, é projetado nos telões o interlúdio em vídeo de "Rain", em que uma fada encontra abrigo sob uma pétala durante uma tempestade. A apresentação também inclui trechos de "Here Comes the Rain Again", da dupla Eurythmics. "Devil Wouldn't Recognize You" é apresentada com Madonna sobre um piano, trajando um manto preto, diante de uma estrutura circular em que se apresentam imagens de chuva. Na apresentação de "Spanish Lesson", a cantora realiza um solo de dança influenciado pelo flamenco de Vadim Kolpakov. Em "Miles Away", a intérprete realiza a execução da faixa no violão. "La Isla Bonita" conta com a participação do Kolpakov Trio, grupo cigano de origem ucraniana, com a inserção da cantiga cigana "Lela Pala Tute". Ao final, Madonna acompanha um conjunto de violinistas até a frente do palco e senta-se ao lado dos dançarinos para a apresentação do Kolpakov Trio, que executa "Doli Doli". Em seguida, retorna para interpretar "You Must Love Me", enquanto cenas do filme Evita (1996) são projetadas nos telões.
O quarto e último segmento, Rave, é iniciado com "Get Stupid", interlúdio em vídeo sobre o aquecimento global, a fome e outras questões globais, justapondo figuras como John McCain com Hitler e Barack Obama com Gandhi. Madonna retorna ao palco para interpretar "4 Minutes" em dueto com Justin Timberlake e Timbaland, ambos são projetados nos telões. Seguiu-se a execução de uma remixagem de "Like a Prayer", com elementos de "Feels Like Home", acompanhada por projeções visuais de passagens da Bíblia, do Alcorão, da Torá e do Talmude. Durante a execução de "Ray of Light", a intérprete toca guitarra elétrica, seguida de uma interação com o público, que é convidado a escolher "uma canção antiga, mas boa". Em seguida, canta o primeiro verso e refrão da faixa escolhida, prosseguindo com uma versão rock de "Hung Up". Um breve vídeo de jogos de fliperama antecede a execução de "Give It 2 Me", contando com a participação do público no refrão. O espetáculo é encerrado com a projeção da frase "Game Over".
Diversas alterações foram feitas durante a etapa de 2009. Na apresentação de "Candy Shop", Madonna trajou um novo figurino desenhado por Givenchy, enquanto o vídeo Green Pink Caviar era projetado nos telões. "Heartbeat" foi substituída por "Holiday" (1983), contendo elementos de "Everybody" (1982) e "Celebration". A sequência dedicou-se também a homenagear Michael Jackson, falecido antes da retomada da excursão; durante o qual Kento Mori dançou as canções "Billie Jean" e "Wanna Be Startin' Somethin'" (1983), caracterizado como Jackson. Outras alterações incluíram a substituição de "Borderline" por "Dress You Up" (1985), reinterpretada com elementos de "My Sharona" (1979), de The Knack, e "God Save the Queen" (1977), de Sex Pistols. No lugar de "Hung Up", Madonna apresentou uma versão house de "Frozen" (1998), que incluía trechos "I'm Not Alone", de Calvin Harris, e de "Open Your Heart" (1987); o videoclipe dirigido por Chris Cunningham era exibido ao fundo. Os telões exibiram, antes de "Ray of Light", uma citação da canção "Man in the Mirror" (1988); "Se você quer fazer do mundo um lugar melhor, olhe para si e faça uma mudança". Em "Give It 2 Me", Madonna e os dançarinos usaram luvas adornadas de joias na mão direita, também como tributo a Jackson.
A Sticky & Sweet Tour obteve análises positivas de críticos musicais, os quais elogiaram sua dinâmica performática. Amelia Hill, correspondente do The Guardian, afirmou a noite de abertura em Cardiff evidenciou que "a rainha do pop ainda está no ritmo", e Ian Youngs da BBC News, comparou o ambiente do concerto ao de uma "mega boate", salientando que nem todos gostaram dessa estética. Ao CTV News, Darcy Wintonyk disse que o espetáculo representou uma evidência clara da "energia imparável" da cantora, mesmo após completar 50 anos de idade. Dan Aquilante, crítico do New York Post, considerou a turnê como a mais impressionante da artista até aquele momento, destacando a qualidade "fantástica" da produção e a precisão da coreografia, descrita como "bem elaborada". Enquanto Jay N. Miller, do The Patriot Ledger, avaliou o concerto como "de nível extraordinário", George Varga, do SignOn San Diego, elogiou os efeitos visuais. Para Jed Gottlieb, do Boston Herald, a Sticky & Sweet superou todas as expectativas, sendo "inigualável – nem JT, nem MJ, nem Pink Floyd chegam perto; iluminação épica, trocas de figurino impecáveis, tudo feito com elegância e vigor". A contínua influência cultural de Madonna foi algo notado por Nekesa Mumbi Moody, jornalista do USA Today, afirmando que, apesar de não se destacar como a melhor cantora ou dançarina, ela continua sendo "talvez a maior artista". Acrescentando que o concerto se destacou por "canções vibrantes, coreografia precisa, cenários espetaculares e efeitos visuais impressionantes". Aos 50 anos, Madonna ainda era, nas palavras de Scott Cronik, "a estrela pop feminina mais relevante do mundo". Em publicação ao Orlando Sentinel, Matthew Palm elogiou a apresentação por sua energia contínua e pela receptividade do público, e Greg Kot, notou que a musicista aparentava estar "mais descontraída" e "exalando entusiasmo" em contraste com o tom mais austero de suas turnês anteriores.

O repertório da excursão foi elogiado por críticos por integrar de forma coesa os clássicos atemporais da artista com o novo material. Veículos como Blast e o Toronto Sun, apontaram que faixas como "Heartbeat", "She's Not Me" e "Give It 2 Me" se destacaram por sua adaptação a números coreográficos e dançantes. Para Ricardo Baca, do The Denver Post, "Into the Groove" foi um "deleite visual vibrante", enquanto "La Isla Bonita" se destacou como o "auge da capacidade de Madonna de se reinventar". Moody salientou que faixas como "Ray of Light" e "Like a Prayer" foram executadas integralmente com novos arranjos, e não reduzidas a medleys. Segundo Isabel Albiston, do The Daily Telegraph, "Music" foi apresentada com destaque singular, enquanto "Hung Up" se sobressaiu pela intensidade energética. Por sua parte, a Slant Magazine apontou influências da estética Erotica em números como "Vogue" e "Into the Groove". De acordo com o colunista do East Bay Times, Jim Harrington, a turnê careceu dos elementos conceituais ou controversos característicos da artista, sendo descrita como mais "objetiva". O The Guardian assegurou que a atmosfera da digressão foi "mais leve" do que nas anteriores. Para Albiston, o espetáculo começou sem a confiança característica de Madonna, já Kot descreveu a produção como superficial, com críticas específicas ao bloco Gypsy. Schrodt e Jon Pareles, ambos do The New York Times, consideraram que as canções executadas com guitarra foram os momentos mais fracos do concerto, com este último descrevendo-o todo como "aeróbico, não erótico". Do The Province, veio a crítica sobre o "ego incontrolável" em alguns segmentos, e um colunista do San Francisco Chronicle afirmou que algumas das novas canções soavam como "descartes de Gwen Stefani", insinuando que Madonna estaria "ficando para trás".
A extensão da turnê em 2009 suscitou críticas variadas, Alex Macpherson elogiou a homenagem a Michael Jackson em "Holiday", mas viu as participações especiais e a apresentação de "She's Not Me" como meras tentativas de se manter atual. Em resenha ao concerto em Barcelona, o jornal La Vanguardia, expôs que "esperava mais da apresentação" e criticou os vocais da intérprete. Em contraste, Lisa Verrico do The Times, elogiou o espetáculo por "superar suas expectativas" e descreveu Madonna como "magnífica". Embora tenha apontado a dependência de vocais pré-gravados e arranjos fortemente sintetizados, concluiu que "criticar a estética é não entender a proposta de uma artista que sempre priorizou o espetáculo tanto quanto a música. A turnê mais rentável de 2008 ainda impressiona". A Sticky & Sweet Tour ainda foi incluída na lista das melhores excursões de Madonna por Gina Vivinetto, do The Advocate, e Christopher Rosa, do VH1, classificando-se entre a quinta e sexta posição, respectivamente. De maneira similar, também figurou no ranking da Billboard, com a redator Sal Cinquemani elogiando os segmentos Gypsy e Rave.
Os valores dos ingressos para a Sticky & Sweet Tour variaram entre 55 e 350 dólares, valor semelhante ao das turnês anteriores. Em junho de 2008, dois meses antes do seu início, 90% dos ingressos já haviam sido vendidos e a Billboard estimava que a Sticky & Sweet Tour se tornaria a turnê feminina de maior arrecadação, superando a Confessions Tour. Durante a temporada de 2008, a digressão bateu vários recordes: mais de 72 000 pessoas assistiram a um único concerto em Zurique, registrando presença recorde de espectadores no país; em Londres, o concerto no Wembley Stadium contou com 74 000 espectadores e arrecadou mais de 12 milhões dólares, a maior receita já registrada no local; e dois concertos esgotados no Stade de France, em Paris, atraíram mais de 138 000 pessoas e arrecadaram 17,5 milhões de dólares.
Na América do Norte, a rápida venda de ingressos e a elevada demanda em cidades como Oakland, Las Vegas, Vancouver, Toronto e Montreal resultaram na inclusão de novas datas. Com 23 concertos esgotados desde 2001, Madonna registrou o maior número de apresentações consecutivas com lotação máxima no Madison Square Garden em uma década. Contudo, alguns estádios, incluindo o Dodger Stadium (Los Angeles) e o Dolphin Stadium (Miami), registraram menor procura por ingressos. Em contraste, a Cidade do México registrou forte procura, com 96 000 entradas vendidas em pouco mais de duas horas. Na etapa latino-americana, 60 000 ingressos esgotaram-se em três horas para o concerto em Buenos Aires e datas adicionais foram incluídas em outras capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo e Santiago. Ao final do ano, a Sticky & Sweet Tour arrecadou 282 milhões de dólares, consolidando-se como a turnê de maior bilheteria do ano e a mais bem-sucedida de um artista solo até então.
Após o anúncio da extensão da turnê em 2009, mais de um milhão de ingressos, avaliados em aproximadamente 100 milhões de dólares, foram comercializados em poucos dias. As apresentações em Londres, Manchester, Oslo e Bélgica esgotaram-se rapidamente, e Madonna quebrou recordes de vendas em Tallinn e Helsinque, com esta última atraindo 85 354 espectadores – o maior número para um artista solo nos países nórdicos. Durante o primeiro concerto em Gotemburgo, mais de 55 000 ingressos foram vendidos em duas horas, e a elevada demanda em Tel Aviv levou à inclusão de uma segunda apresentação. A segunda etapa arrecadou 222 milhões de dólares em 46 concertos esgotados, elevando a arrecadação total para mais de 400 milhões em 85 apresentações em 52 países, com 3,5 milhões de espectadores. A turnê tornou-se a de maior bilheteira de um solista à época e a segunda maior de todos os tempos, atrás apenas de A Bigger Bang Tour (2005–07) dos Rolling Stones, que arrecadou 558 milhões de dólares. Em 2009, a Sticky & Sweet Tour ganhou três troféus Billboard Touring, incluindo Melhor Turnê e Melhor Figurino, além de Melhor Empresário para Guy Oseary. Por quase 15 anos, a digressão deteve o recorde de maior receita feminina, até ser ultrapassada em 2023 por Taylor Swift, com a The Eras Tour.

O interlúdio em vídeo de "Get Stupid" tornou-se alvo de debate político, ao associar visualmente John McCain, então candidato à presidência pelo Partido Republicano, a figuras como Hitler e Robert Mugabe. De acordo com Tucker Bounds, porta-voz de McCain, "as comparações são indignas, inaceitáveis e grosseiramente discriminatórias, tudo ao mesmo tempo". Por outro lado, o vídeo mostrava o também candidato Barack Obama, do Partido Democrata, ao lado de John Lennon, Gandhi e Al Gore. Tommy Vetor, representante da campanha de Obama, repudiou o conteúdo, descrevendo-o como "injurioso e ofensivo". Durante o espetáculo no Petco Park, Madonna comemorou a vitória de Obama nas eleições, dirigindo-se ao público: "Estou tão feliz agora! Vocês estão tão felizes quanto eu?". Logo depois, incentivou os espectadores a aplaudir o presidente eleito, afirmando tratar-se do "melhor dia da minha vida". Os telões exibiram imagens de Obama acompanhadas da frase "nós vencemos". A cantora criticou publicamente a então candidata republicana à vice-presidência, Sarah Palin. Durante uma apresentação em Nova Jérsei, afirmou: "Sarah Palin não pode vir à minha festa. Sarah Palin não pode vir ao meu concerto. Não é nada pessoal. [...] Aqui está o carro para andar na neve do marido de Sarah Palin, que não vai dar partida", seguido por um ruído altíssimo. Ao cantar "I Love New York" no Madison Square Garden, disse: "Sabem quem devia sair da minha área? A Sarah Palin! Eu vou chutar seu traseiro, se não sair da minha área". Seguidamente, satirizou o sotaque de Palin, dizendo sarcasticamente que "a ama". Durante a estreia de Filth and Wisdom, filme de sua autoria como diretora, Madonna esclareceu que suas declarações sobre Palin deveriam ser interpretadas como uma metáfora.
Em Londres, Madonna foi multada em 135 mil libras esterlinas pelas autoridades do estádio de Wembley, por exceder o tempo máximo em sua apresentação. Durante o concerto no Stadio Olimpico de Roma, Madonna dedicou "Like a Virgin" ao Papa Bento XVI, afirmando antes de cantá-la: "Eu dedico essa música ao papa, porque somos todos filhos de Deus". O jornal italiano Corriere della Sera descreveu o ato como uma "incitação que certamente será debatida". Durante a apresentação em Bucareste, a cantora falou sobre a discriminação enfrentada pelos ciganos; "Chamaram a minha atenção para a grande discriminação contra ciganos no Leste Europeu. Isso me deixou muito triste". Diante das vaias dos espectadores, Madonna enfatizou que "não acreditamos em discriminação, acreditamos em liberdade e direitos iguais para todos". Liz Rosenberg, sua assessora de imprensa, declarou que "[Madonna] tem feito turnê com uma trupe fenomenal de músicos ciganos que a alertaram sobre o tratamento injusto contra eles em vários países, então ela se sentiu compelida a fazer um breve discurso. Ela não vai mais dar nenhuma declaração".

Em 16 de julho de 2009, cerca das 17h15 (TMG), o palco que estava sendo montado para a apresentação de 19 de julho no Stade Vélodrome, em Marselha, desabou. O acidente deixou oito trabalhadores feridos e vitimou fatalmente Charles Criscenzo, de 53 anos, no local, e Charles Prow, de 23 anos, que faleceu horas depois em um hospital. De acordo com informações dos bombeiros, o teto da estrutura ficou instável durante o içamento por quatro guindastes, o que resultou na queda de um deles. O vereador de Marselha, Maurice de Nocera, declarou que, por não ocorrer de forma imediata, o desabamento possibilitou que diversas pessoas deixassem o local sem ferimentos. O concerto foi cancelado após o incidente.
Durante o espetáculo em Údine, Madonna homenageou os técnicos falecidos por meio de um discurso; "Dois homens morreram, o que é uma grande tragédia para mim, sinto-me devastada por estar, de algum modo, vinculada ao sofrimento de alguém. Portanto, vamos todos dedicar um momento de oração por Charles Criscenzo e Charlie Prow". No dia em que se realizaria o concerto, a cantora esteve em Marselha, onde esteve com a família de Criscenzo para apresentar condolências e, em seguida, visitou os trabalhadores que estavam hospitalizados. Em comunicado oficial, afirmou: "É com profunda dor que recebo esta trágica notícia. Dedico minhas orações àqueles que ficaram feridos e suas famílias, acompanhadas das minhas mais sinceras condolências a todos os impactados por este lamentável acontecimento". Contudo, Madonna não obteve autorização para visitar o estádio, tendo em vista que a investigação do incidente ainda estava em andamento.
Em fevereiro de 2021, quase doze anos após os acontecimentos, quatro pessoas foram condenadas por homicídio involuntário e lesões corporais por um tribunal francês, enquanto três outros foram absolvidos. Jacqueline Bitton, então responsável pela divisão francesa da Live Nation, foi sentenciada a dois anos de prisão, cuja execução foi suspensa, e a uma multa de 20 mil euros. Os demais réus foram condenados a penas de prisão com efeito suspensivo, com multas variando entre 10 e 15 mil euros. As condenações financeiras recaíram sobre a Live Nation France e Tour Concept, que foram multadas em 150 000 e 50 000 euros, respetivamente.

Em 3 de dezembro de 2008, Madonna anunciou que os concertos reagendados em Buenos Aires seriam registrados para um especial televisivo. O filme-concerto resultante, Madonna: Sticky & Sweet, foi dirigido por Nathan Rissman, que já havia trabalhado com a cantora no documentário I Am Because We Are. Produzido pela Live Nation, o especial foi exibido pelo canal britânico Sky1 em 4 de julho de 2009. Seguidamente foi transmitido em outros canais de televisão a cabo, como a Cityvibe em 30 de outubro, e Epix, sendo descrito pelo executivo Mark Greenberg como um evento "icônico" que definiria a marca. Para promover a estreia do registro na Epix, a apresentação de "Into the Groove" foi disponibilizada na íntegra pela Billboard. Também foi ao pela VH1 em abril de 2010.
A obra teve seu lançamento comercial confirmado em 12 de janeiro de 2010, mas Madonna não se envolveu diretamente na edição, já que se dedicava à direção de seu primeiro filme, W.E. (2011). O lançamento de Sticky & Sweet Tour ocorreu em 30 de março e foi disponibilizado em DVD, Blu-ray e CD, contendo mais de 30 minutos de material bônus. O material recebeu críticas mistas de críticos musicais e jornalistas, sendo que alguns destacaram apresentações como "Into the Groove", outros notaram a falta de dinamismo em comparação com os álbuns ao vivo anteriores da artista. Foi a 19.ª entrada de Madonna no top dez da Billboard 200. Complementarmente, Madonna: Sticky & Sweet, um livro de fotos tiradas por Guy Oseary, empresário da cantora, foi lançado em fevereiro de 2010 pela editora powerHouse Books.
Lista de canções presentes no repertório de acordo com várias fontes.
Bloco I: Pimp
Bloco II: Old School
Bloco III: Gypsy
Bloco IV: Rave
Bloco I: Pimp
Bloco II: Old School
Bloco III: Gypsy
Bloco IV: Rave
| Data (2008) |
Cidade | País | Local | Ato de abertura |
Público | Receita |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 23 de agosto | Cardiff | País de Gales | Millennium Stadium | Paul Oakenfold | 33,460 / 33,460 | US$ 5,279,107 |
| 26 de agosto | Nice | França | Stade Charles-Ehrmann | Robyn | 41,483 / 41,483 | US$ 4,381,242 |
| 28 de agosto | Berlim | Alemanha | Olympiastadion | 47,368 / 47,368 | US$ 6,048,086 | |
| 30 de agosto | Zurique | Suíça | Militärflugplatz Dübendorf | 70,314 / 70,314 | US$ 11,093,631 | |
| 2 de setembro | Amesterdã | Países Baixos | Amsterdam Arena | 50,588 / 50,588 | US$ 6,717,734 | |
| 4 de setembro | Düsseldorf | Alemanha | LTU Arena | 35,014 / 35,014 | US$ 4,650,327 | |
| 6 de setembro | Roma | Itália | Stadio Olimpico | Benny Benassi | 57,690 / 57,690 | US$ 5,713,196 |
| 9 de setembro | Frankfurt | Alemanha | Commerzbank-Arena | Robyn | 39,543 / 39,543 | US$ 6,020,706 |
| 11 de setembro | Londres | Inglaterra | Wembley Stadium | Paul Oakenfold | 73,349 / 73,349 | US$ 11,796,540 |
| 14 de setembro | Lisboa | Portugal | Parque da Bela Vista | Robyn | 75,000 / 75,000 | US$ 6,295,068 |
| 16 de setembro | Sevilha | Espanha | Estadio La Cartuja | 47,712 / 59,258 | US$ 4,874,380 | |
| 18 de setembro | Valência | Circuit Ricardo Tormo | 50,143 / 50,143 | US$ 4,941,980 | ||
| 20 de setembro | Saint-Denis | França | Stade de France | Bob Sinclar | 138,163 / 138,163 | US$ 17,583,211 |
| 21 de setembro | ||||||
| 23 de setembro | Viena | Áustria | Donauinsel | Robyn | 57,002 / 57,002 | US$ 8,140,858 |
| 25 de setembro | Budva | Montenegro | Praia de Jaz | 47,524 / 47,524 | US$ 3,463,063 | |
| 27 de setembro | Atenas | Grécia | Olympic Stadium | 75,637 / 75,637 | US$ 9,030,440 | |
| 4 de outubro | East Rutherford | Estados Unidos | Izod Center | Paul Oakenfold | 16,896 / 16,896 | US$ 2,812,250 |
| 6 de outubro | Nova Iorque | Madison Square Garden | 61,586 / 61,586 | US$ 11,527,375 | ||
| 7 de outubro | ||||||
| 11 de outubro | ||||||
| 12 de outubro | ||||||
| 15 de outubro | Boston | TD Banknorth Garden | 26,611 / 26,611 | US$ 3,658,850 | ||
| 16 de outubro | ||||||
| 18 de outubro | Toronto | Canada | Air Canada Centre | 34,324 / 34,324 | US$ 6,356,171 | |
| 19 de outubro | ||||||
| 22 de outubro | Montreal | Bell Centre | 34,301 / 34,301 | US$ 5,391,881 | ||
| 23 de outubro | ||||||
| 26 de outubro | Chicago | Estados Unidos | United Center | 30,968 / 30,968 | US$ 5,777,490 | |
| 27 de outubro | ||||||
| 30 de outubro | Vancouver | Canadá | BC Place Stadium | 52,712 / 52,712 | US$ 5,389,762 | |
| 1 de novembro | Oakland | Estados Unidos | Oracle Arena | 28,198 / 28,198 | US$ 4,964,765 | |
| 2 de novembro | ||||||
| 4 de novembro | San Diego | Petco Park | 35,743 / 35,743 | US$ 5,097,515 | ||
| 6 de novembro | Los Angeles | Dodger Stadium | 43,919 / 43,919 | US$ 5,858,730 | ||
| 8 de novembro | Las Vegas | MGM Grand Garden Arena | 29,157 / 29,157 | US$ 8,397,640 | ||
| 9 de novembro | ||||||
| 11 de novembro | Denver | Pepsi Center | 23,501 / 23,501 | US$ 4,434,020 | ||
| 12 de novembro | ||||||
| 16 de novembro | Houston | Minute Maid Park | 41,498 / 41,498 | US$ 5,170,100 | ||
| 18 de novembro | Detroit | Ford Field | 30,119 / 30,119 | US$ 2,395,900 | ||
| 20 de novembro | Filadélfia | Wachovia Center | 13,790 / 13,790 | US$ 2,318,530 | ||
| 22 de novembro | Atlantic City | Boardwalk Hall | 13,293 / 13,293 | US$ 3,321,000 | ||
| 24 de novembro | Atlanta | Philips Arena | 14,843 / 14,843 | US$ 2,632,952 | ||
| 26 de novembro | Miami Gardens | Dolphin Stadium | 47,998 / 47,998 | US$ 6,137,030 | ||
| 29 de novembro | Cidade do México | México | Foro Sol | 104,270 / 104,270 | US$ 10,428,743 | |
| 30 de novembro | ||||||
| 4 de dezembro | Buenos Aires | Argentina | Estadio Monumental | 263,693 / 263,693 | US$ 18,274,292 | |
| 5 de dezembro | ||||||
| 7 de dezembro | ||||||
| 8 de dezembro | ||||||
| 10 de dezembro | Santiago | Chile | Estadio Nacional Julio Martínez Prádanos | 146,242 / 146,242 | US$ 11,385,499 | |
| 11 de dezembro | ||||||
| 14 de dezembro | Rio de Janeiro | Brasil | Estádio do Maracanã | 107,000 / 107,000 | US$ 7,322,269 | |
| 15 de dezembro | ||||||
| 18 de dezembro | São Paulo | Estádio do Morumbi | 196,656 / 196,656 | US$ 15,462,185 | ||
| 20 de dezembro | ||||||
| 21 de dezembro |
| Data (2009) |
Cidade | País | Local | Ato de abertura |
Público | Receita |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 4 de julho | Londres | Inglaterra | The O2 Arena | Paul Oakenfold | 27,464 / 27,464 | US$ 5,873,149 |
| 5 de julho | ||||||
| 7 de julho | Manchester | Manchester Evening News Arena | 13,457 / 13,457 | US$ 2,827,517 | ||
| 9 de julho | Paris | França | Palais Omnisports de Paris-Bercy | 15,806 / 15,806 | US$ 2,306,551 | |
| 11 de julho | Werchter | Bélgica | Werchter Festival Park | 68,434 / 68,434 | US$ 7,190,295 | |
| 14 de julho | Milão | Itália | San Siro | 55,338 / 55,338 | US$ 6,507,798 | |
| 16 de julho | Údine | Stadio Friuli | 28,362 / 28,362 | US$ 3,236,277 | ||
| 21 de julho | Barcelona | Espanha | Estadi Olímpic Lluís Companys | 44,811 / 44,811 | US$ 5,010,557 | |
| 23 de julho | Madrid | Vicente Calderón Stadium | 31,941 / 31,941 | US$ 4,109,791 | ||
| 25 de julho | Saragoça | Recinto de la Feria de Zaragoza | 30,940 / 30,940 | US$ 2,015,381 | ||
| 28 de julho | Oslo | Noruega | Valle Hovin | 79,409 / 79,409 | US$ 10,481,500 | |
| 30 de julho | ||||||
| 2 de agosto | São Petersburgo | Rússia | Praça do Palácio | 27,103 / 27,103 | US$ 4,431,805 | |
| 4 de agosto | Tallinn | Estônia | Tallinna Lauluväljak | 72,067 / 72,067 | US$ 5,924,839 | |
| 6 de agosto | Helsinque | Finlândia | Jätkäsaari | 85,354 / 85,354 | US$ 12,148,455 | |
| 8 de agosto | Gotemburgo | Suécia | Ullevi Stadion | 119,709 / 119,709 | US$ 14,595,910 | |
| 9 de agosto | ||||||
| 11 de agosto | Copenhague | Dinamarca | Parken Stadion | 48,064 / 48,064 | US$ 6,709,250 | |
| 13 de agosto | Praga | República Tcheca | Přírodní amfiteátr Chodov | 42,682 / 42,682 | US$ 3,835,776 | |
| 15 de agosto | Varsóvia | Polônia | Lotnisko Bemowo | 79,343 / 79,343 | US$ 6,526,867 | |
| 18 de agosto | Munique | Alemanha | Olympiastadion | 35,127 / 35,127 | US$ 3,655,403 | |
| 22 de agosto | Budapeste | Hungria | Kincsem Park | 41,045 / 41,045 | US$ 3,920,651 | |
| 24 de agosto | Belgrado | Sérvia | Ušće Park | 39,713 / 39,713 | US$ 1,738,139 | |
| 26 de agosto | Bucareste | Romênia | Parcul Izvor | 69,088 / 69,088 | US$ 4,659,836 | |
| 29 de agosto | Sófia | Bulgaria | Natsionalen Stadion Vasil Levski | 53,660 / 53,660 | US$ 4,896,938 | |
| 1 de setembro | Tel Aviv | Israel | Park HaYarkon | 99,674 / 99,674 | US$ 14,656,063 | |
| 2 de setembro | ||||||
| Total | 3,545,899 / 3,557,445 (99%) |
US$ 407,803,266 | ||||
| Data (2009) |
Cidade | País | Local | Motivo |
|---|---|---|---|---|
| 8 de julho | Manchester | Inglaterra | Manchester Evening News Arena | Problemas técnicos |
| 19 de julho | Marselha | França | Stade Vélodrome | Comprometimento estrutural do palco |
| 28 de julho | Hamburgo | Alemanha | Trabrennbahn Bahrenfeld | Questões de logística |
| 20 de agosto | Liubliana | Eslovênia | Hippodrome | Baixa venda de ingressos |
O processo de elaboração da turnê atribuem os seguintes créditos pessoais: