UFC Freedom 250 | ||||
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| Cartaz do UFC Freedom 250 | ||||
| Promoção | Ultimate Fighting Championship | |||
| Data | 14 de junho de 2026 | |||
| Local | Casa Branca | |||
| Cidade | Washington, D.C., Estados Unidos | |||
| Público | Não anunciado (estimado em 4.300) | |||
| Cronologia de eventos | ||||
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UFC Freedom 250 (também conhecido como UFC White House e UFC at the White House) foi um evento de artes marciais mistas produzido pelo Ultimate Fighting Championship que aconteceu em 14 de junho de 2026, no Gramado Sul da Casa Branca em Washington, D.C., Estados Unidos. O nome do evento é uma referência ao 250º aniversário da declaração de Independência dos Estados Unidos que ocorrerá em 4 de julho, 20 dias depois.
Para a preparação do evento, uma estrutura gigante conhecida como "the Claw" (a Garra) foi construída pela TAIT, uma empresa de montagem de palcos da Pensilvânia, projetada para acomodar cerca de 4.300 pessoas. Não foram disponibilizados assentos para o público geral, com os lugares reservados para patrocinadores financeiros, aliados políticos e militares da ativa. O evento marcou o único evento do UFC a terminar com todas as lutas decididas por nocaute, e também empatou com os eventos UFC Fight Night: Rockhold vs. Bisping e UFC on ESPN: Santos vs. Hill por ter todas as lutas encerradas por via rápida em um evento da era moderna do UFC, que tiveram 11 e 10 lutas, respectivamente.
O evento foi transmitido exclusivamente no Paramount+, com uma média relatada de 8,2 milhões de espectadores, pelo menos 17 milhões de espectadores únicos nos EUA e na América Latina, e 34 milhões de espectadores em todo o mundo, tornando-se o evento ao vivo exclusivo mais assistido no Paramount+ até o momento e um dos eventos de MMA mais assistidos de todos os tempos. Houve controvérsia em torno do uso da Casa Branca para sediar lutas no octógono, com a maioria dos americanos desaprovando a ideia, de acordo com uma pesquisa da Reuters/Ipsos.

Para comemorar o 250.º aniversário dos Estados Unidos, o UFC realizou um evento de artes marciais mistas no Gramado Sul da Casa Branca em junho de 2026.
O evento foi anunciado pela primeira vez pelo presidente Donald Trump em 3 de julho de 2025, durante um comício no Iowa State Fairgrounds. Em 29 de agosto de 2025, o CEO do UFC, Dana White, confirmou que os planos para o evento haviam sido finalizados, afirmando: "Tivemos a reunião na Casa Branca ... A luta na Casa Branca está confirmada." O anúncio seguiu as observações de Trump no comício, onde ele fez referência à sua amizade de longa data com White. Trump tem frequentado eventos do UFC nos últimos anos, incluindo o UFC 316 em Nova Jérsia em 7 de junho de 2025, onde vários lutadores o cumprimentaram à beira do octógono.
Embora os relatórios iniciais sugerissem uma data para o dia 4 de julho, o evento foi remarcado para junho por razões logísticas. Durante um discurso na Estação Naval de Norfolk em 6 de outubro de 2025, Trump anunciou que o evento ocorreria em 14 de junho de 2026, coincidindo com seu 80.º aniversário, bem como o feriado do Dia da Bandeira. A data remarcada atraiu críticas por ocorrer no aniversário de Trump, três semanas antes do dia 4 de julho, com vários meios de comunicação descrevendo-o como uma celebração mais voltada ao aniversário de Trump do que aos Estados Unidos.
O evento marcou a terceira visita da promoção a Washington, D.C., e a primeira desde o UFC on ESPN: Overeem vs. Rozenstruik em dezembro de 2019. As pesagens ocorreram no Lincoln Memorial. O card foi transmitido pelo Paramount+. O nome do evento, UFC Freedom 250, foi formalmente anunciado durante a transmissão do UFC 326 em 7 de março de 2026.

Em uma entrevista de 11 de setembro de 2025, White disse que a capacidade de assentos seria inferior a 5.000 devido a preocupações de segurança, uma redução significativa da estimativa anterior de Trump de 20.000 a 25.000 participantes. Em uma entrevista em fevereiro de 2026, o CEO da TKO Group Holdings, Ari Emanuel, afirmou que haveria de 3.000 a 4.000 pessoas presentes. White revelou em maio, que a capacidade esperada é de 4.300 pessoas. Ele também mencionou planos para instalar telões no The Ellipse capazes de receber até 85.000 espectadores para uma experiência de visualização pública. White depois anunciou que os 85.000 ingressos para a área de visualização estariam disponíveis gratuitamente. O local também sediou uma fan fest no dia anterior, tendo como atração principal a Zac Brown Band, e contou com as pesagens cerimoniais, encontros com fãs, entretenimento no palco, experiências interativas e aparições de atletas do UFC e outras celebridades.
Para abrigar o evento, um arco de 90 pés (cerca de 27 metros) de altura chamado "the Claw" foi construído ao redor de uma arena de combate de oito lados conhecida como "Octógono". Relatos adicionais descreveram o público no Gramado Sul como sendo exclusivo para convidados. A Time relatou que pelo menos 1.200 dos aproximadamente 4.300 assentos seriam alocados para membros ativos das forças armadas, enquanto os assentos restantes seriam divididos entre a Casa Branca, a TKO Group Holdings e o UFC. Os ingressos para os eventos no The Ellipse permaneceram gratuitos, mas exigiam registro, enquanto os participantes do Gramado Sul deveriam apresentar identificação. Em uma entrevista separada ao TMZ Sports, White disse que o presidente Trump tinha 1.000 ingressos, White tinha 200, Emanuel tinha 200, e que os assentos restantes seriam para os militares.
Em 29 de maio, o The Washington Post relatou que o Departamento de Defesa havia solicitado militares para comparecer ao evento, com mensagens internas orientando os comandos a identificar praças e oficiais subalternos. Segundo a reportagem, os militares selecionados para os ingressos deveriam pagar seus próprios custos de viagem, usar uniformes de gala de manga curta e atender aos padrões atuais de aptidão física e proporção cintura-estatura. Uma mensagem revisada pelo jornal também dizia que os ingressos deveriam ser distribuídos para "verdadeiros fãs do UFC" em vez de visitantes ilustres de alta patente.
Funcionários do Departamento de Segurança Interna disseram ao TMZ que o evento contaria com medidas de segurança de Nível 1 do Special Event Assessment Rating (SEAR) para o card no Gramado Sul. A fan fest, agendada para o dia 13 de junho, também contaria segurança de nível 1 do SEAR. Normalmente, eventos que contam com esse nível de segurança têm várias agências monitorando, e a assistência pode incluir equipes caninas de detecção de explosivos, avaliações de risco cibernético, triagem do local, equipes de inteligência de campo, segurança aérea e suporte a operações táticas, incluindo uma zona de exclusão de drones, segurança terrestre, bem como triagem e vigilância juntamente com postos de controle de segurança.
Durante o media day na semana da luta em 10 de junho, o Diretor de Conteúdo do UFC, Craig Borsari, conversou com os repórteres sobre possíveis problemas com o clima e outras complicações logísticas. Duas preocupações óbvias levantadas pela mídia, lutadores e fãs foram como o UFC planejava lidar com o sol e o calor do verão americano, e a possibilidade de chuva — ou pior, uma tempestade com raios. Ele afirmou que "parte do motivo pelo qual escolhemos o horário de início às 20h foi para que pudéssemos tirar um pouco da intensa luz solar direta da lona" e revelou que eles tinham uma cobertura personalizada para o octógono, além de um toldo de 100 pés (cerca de 30 metros) "que também fornece muita sombra e reduz bastante o calor". Ele também declarou que chuvas leves a moderadas sem relâmpagos não impedirão o evento e que, no pior cenário climático possível, eles têm um plano de contingência.

Espera-se que a promoção cubra o custo total do evento, incluindo cerca de US$ 700.000 para restaurar o Gramado Sul após o uso, e nenhum ingresso público foi disponibilizado. Em janeiro de 2026, foi relatado que nenhum financiamento de contribuintes está sendo solicitado, e projeta-se que a despesa total do evento exceda o orçamento de US$ 21 milhões necessário para realizar o show do UFC 306 na Sphere em setembro de 2024. Em fevereiro de 2026, foi estimado que o custo subiu para US$ 60 milhões. O presidente da TKO, Mark Shapiro, afirmou que não é esperado que o evento gere lucro, com o objetivo de recuperar aproximadamente metade do custo total por meio de patrocinadores e novas parcerias. Em uma entrevista em junho de 2026, White argumentou que o custo valeria a pena para impulsionar ainda mais o MMA para o público mainstream, afirmando: "Esta é uma grande jogada de marca."
Embora nenhum ingresso público tenha sido disponibilizado, o jornalista de esportes de combate Ariel Helwani relatou em maio de 2026 que o UFC havia circulado uma apresentação de "investimento para parceiros" oferecendo acesso especial a um preço relatado de US$ 1,5 milhão. O pacote relatado incluía acesso a uma recepção de boas-vindas para parceiros, assentos reservados na coletiva de imprensa, pesagem cerimonial, o show da Zac Brown Band, assentos na pista para o UFC 329, além de integração com eventos da WWE e sinalização no ringue. A BBC Sport relatou que fontes do UFC confirmaram a existência de pacotes para convidados especiais, mas não confirmaram o preço. A NBC News também relatou que pacotes de patrocínio incluindo assentos na primeira fila (ao lado do octógono) estavam sendo vendidos por US$ 1 milhão ou mais, enquanto os ingressos em si eram gratuitos.
Marc Ratner, o Vice-Presidente de Assuntos Regulatórios do UFC, revelou que, devido aos terrenos da Casa Branca serem propriedade federal, a Comissão de Esportes de Combate do Distrito de Columbia não regulamentaria o evento. Esperava-se então que o UFC se autorregulasse, já que o Departamento de Parques e Recreação do Distrito de Columbia é responsável pela supervisão de tais eventos dentro do distrito.
Em 16 de março, a Comissão de Esportes de Combate do Distrito de Colúmbia anunciou que os resultados das lutas neste evento não poderiam ser reconhecidos nos cartéis oficiais dos atletas, pois a organização não iria pagar uma licença de 100 dólares para realizar o evento. Por sua vez, o UFC anunciou que a Associação de Comissões de Boxe (ABC), que supervisiona o boxe e o MMA nos Estados Unidos, estará presente para "servir como uma terceira parte independente para aconselhar sobre as operações regulatórias" do evento. "Como o evento está sendo realizado em propriedade federal, não há exigência para que o UFC selecione uma comissão atlética estadual para supervisionar o evento", disse o presidente da ABC, Timothy Shipman, em um comunicado. "O UFC expressa seu compromisso em garantir que este evento seja um dos mais rigorosamente regulamentados da história do esporte e solicitou que a ABC atue como uma terceira parte independente para ajudar a reunir o grupo mais qualificado de juízes, árbitros e inspetores do mundo."


Em uma entrevista em fevereiro de 2026, Ari Emanuel disse que o evento contaria com seis ou sete lutas e seria transmitido simultaneamente pela CBS e Paramount+. Dana White declarou em 9 de junho que o evento não seria transmitido na CBS e que a transmissão completa seria no Paramount+. O card original de seis lutas para o evento foi anunciado pela primeira vez durante a transmissão do UFC 326 em 7 de março de 2026.
Uma luta de unificação pelo cinturão peso-leve do UFC entre o atual campeão e ex-campeão peso-pena do UFC Ilia Topuria e o atual bicampeão interino (também ex-campeão peso-leve do WSOF) Justin Gaethje foi a luta principal do evento. Arman Tsarukyan era originalmente esperado para servir como lutador reserva e potencial substituto para esta luta. No entanto, ele optou por não se pesar e Diego Lopes, que estava escalado para lutar mais cedo no evento em uma luta no peso-pena (veja abaixo), pesou-se como o novo potencial substituto.
Uma luta pelo cinturão interino peso-pesado do UFC entre o ex bicampeão peso-meio-pesado do UFC Alex Pereira (que também conquistou anteriormente o cinturão peso-médio do UFC, além dos títulos dos médios e meio-pesados do Glory) e o ex-campeão interino Ciryl Gane serviu como a luta co-principal. Pereira vagou seu título em abril para subir de categoria e disputar o título interino dos pesos-pesados. O atual campeão linear Tom Aspinall estava impossibilitado de competir após uma lesão no olho sofrida durante sua defesa de título contra Gane em outubro de 2025 no UFC 321.
As seguintes lutas completaram o card:
Dana White afirmou durante a coletiva de imprensa pós-luta do UFC 326 em março de 2026 que, embora tenha havido discussões entre a organização e Jon Jones, ex bicampeão peso-meio-pesado do UFC e ex-campeão peso-pesado do UFC, ele nunca foi considerado como uma possível atração principal para o evento. Dias depois, Jones contestou os comentários de White, afirmando que esteve em negociações com o UFC nos dias que antecederam o anúncio. Ele também solicitou publicamente sua liberação da organização.

Ariel Helwani também relatou que Jones estava em negociações para competir no card, contradizendo a afirmação de White de que Jones não havia sido considerado, mas que as partes não chegaram a um acordo financeiro. Ele afirmou ainda que Conor McGregor não estava em negociações sérias para aparecer no evento e, em vez disso, era esperado que retornasse durante a International Fight Week em julho.
Em uma entrevista em junho de 2026, White afirmou que, se o atual campeão peso-pesado Tom Aspinall não estivesse lesionado, ele estaria defendendo seu título contra Pereira.
Em declarações separadas, Topuria e seu empresário afirmaram que lhe foi oferecido o atual campeão peso-meio-médio do UFC (e também ex-campeão peso-leve do UFC) Islam Makhachev como possível oponente antes de a luta contra Gaethje ser finalizada. De acordo com Topuria, ele escolheu Makhachev como seu oponente preferido e expressou interesse em subir de categoria para disputar o título dos meio-médios em uma tentativa de se tornar o primeiro campeão de três divisões na história do UFC, mas Makhachev informou aos oficiais do UFC que uma lesão o impedia de competir. Em contraste com a alegação de Topuria de que a luta não aconteceu devido a uma lesão do lado de Makhachev, Makhachev afirmou que as negociações fracassaram porque Topuria e sua equipe recusaram a oferta do UFC após solicitarem US$ 20 milhões. De acordo com Makhachev, essa exigência acabou impedindo que a luta fosse finalizada.
De acordo com Helwani, o planejamento original do UFC para o evento incluía uma possível disputa pelo cinturão peso-galo feminino do UFC entre a atual campeã Kayla Harrison, que também é medalhista de ouro olímpica em judô em 2012 e 2016 e bicampeã do torneio peso-leve feminino da PFL, e a ex-bicampeã Amanda Nunes, que também deteve o cinturão peso-pena feminino do UFC, mas Harrison não estava pronta para competir. Ele também relatou que Pereira vs. Gane havia sido inicialmente planejado como a luta principal antes da promoção perguntar a Topuria se ele preferia enfrentar Makhachev no peso-meio-médio ou Gaethje no peso-leve. Segundo relatos, Topuria escolheu Makhachev, mas a luta não aconteceu depois que Makhachev ficou indisponível devido a uma lesão na mão, fazendo com que Gaethje recebesse a disputa pelo título.

O cantor country Zac Brown interpretou o hino nacional dos EUA no evento. Esta marcou a primeira vez desde o UFC 33, em setembro de 2001, que a organização realizou a execução do hino nacional durante um card de lutas. Os lutadores entraram no octógono a partir de vários locais dentro da Casa Branca, incluindo o Salão Oval para ambos os lutadores da luta principal, com suas músicas de entrada tocadas ao vivo pela United States Marine Band.
Ao contrário dos eventos típicos do UFC, que exibem prévias das próximas lutas e vídeos promocionais entre os combates, este evento apresentou vinhetas celebrando o 250º aniversário dos Estados Unidos, de forma semelhante ao evento UFC 306, que ocorreu na Sphere em Las Vegas.
Em 6 de junho de 2026, um processo judicial de emergência foi aberto pelo Public Integrity Project, um grupo de fiscalização anticorrupção, em nome de dois demandantes. O processo visava impedir a realização do evento, descrevendo-o como um "evento esportivo com fins lucrativos privado... profundamente corrupto". O processo contestou a transformação do terreno da Casa Branca sem a aprovação do Congresso e os benefícios financeiros do evento para o UFC, Dana White, Donald Trump e seus aliados. Um funcionário do governo Trump respondeu à ação, classificando-a como "obstrucionista" e afirmando que o card de lutas não era diferente de outros eventos realizados na Casa Branca. O processo também destacou que Trump comprou entre US$ 15.001 e US$ 50.000 em ações da TKO Group Holdings, a empresa controladora do UFC, em março de 2026. Um porta-voz do Citizens for Responsibility and Ethics in Washington classificou isso como "um dos piores conflitos de interesse que você poderia imaginar". White disse mais tarde que eles já esperavam por um processo, mas que "achavam que seria mais cedo". Em 10 de junho, advogados representando o Serviço Nacional de Parques e o Departamento do Interior dos Estados Unidos protocolaram um memorando em oposição ao pedido de emergência dos demandantes por uma ordem de restrição temporária. Em 12 de junho, o juiz Amit Mehta do Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Colúmbia recusou-se a conceder uma liminar, permitindo que o evento prosseguisse conforme o planejado.
| Card Principal | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Categoria | Método | Assalto | Tempo | Notas | |||
| Peso-Leve | derrotou | Nocaute técnico (interrupção de córner) | 4 | 5:00 | |||
| Peso-Pesado | derrotou | Nocaute técnico (socos) | 2 | 1:27 | |||
| Peso-Galo | derrotou | Nocaute técnico (socos) | 2 | 4:02 | |||
| Peso-Pesado | derrotou | Nocaute técnico (socos) | 2 | 4:09 | |||
| Peso-Leve | derrotou | Nocaute técnico (chute rodado e socos) | 1 | 4:29 | |||
| Peso-Médio | derrotou | Nocaute técnico (socos e cotoveladas) | 1 | 4:34 | |||
| Peso-Pena | derrotou | Nocaute (socos) | 2 | 2:42 | |||
Em abril de 2026, o UFC anunciou que a Crypto.com financiaria um bônus de criptomoeda de US$ 1 milhão para o evento, destinado a recompensar as melhores performances do card. O prêmio especial de US$ 1 milhão em criptomoedas criado para o evento foi dividido igualmente entre Justin Gaethje e Ilia Topuria.
Em 12 de junho de 2026, Dana White anunciou que os prêmios da noite para este evento receberiam um grande aumento, já que a World Liberty Financial (um empreendimento da família Trump e da família de Steve Witkoff, amigo de Trump e enviado especial ao Oriente Médio) se juntou como nova patrocinadora e adicionou US$ 250.000 ao fundo de bônus. Além dos valores padrão do UFC, os recebedores de "Performance da Noite" ganharam US$ 100.000 do UFC, US$ 125.000 em USD1 patrocinados pela World Liberty Financial, e US$ 200.000 em CRO patrocinados pela Crypto.com, totalizando US$ 425.000 cada. Os vencedores de "Luta da Noite" receberam US$ 100.000 do UFC juntamente com US$ 300.000 em CRO da Crypto.com, totalizando US$ 400.000 por atleta. Os bônus adicionais de US$ 25.000 do UFC por nocaute ou finalização que não fossem selecionados entre os principais prêmios pós-luta também permaneceram em vigor.
Este evento marcou o único evento do UFC a terminar com todas as lutas decididas por nocaute. Também empatou com os eventos UFC Fight Night: Rockhold vs. Bisping e UFC on ESPN: Santos vs. Hill por ter todas as lutas terminando por via rápida em um evento do UFC na era moderna, que tiveram 11 e 10 lutas, respectivamente.
Em uma entrevista pós-luta com Joe Rogan, o lutador Josh Hokit repetiu alegações falsas feitas anteriormente de que a ex-primeira-dama Michelle Obama é na verdade um homem. Seus comentários geraram indignação nas redes sociais. Dana White disse à revista Time que é "completamente contra dizer coisas desagradáveis e falsas sobre as famílias das pessoas". No entanto, nenhuma sanção foi anunciada.
Após o evento, o FBI alegou que interrompeu uma tentativa de ataque terrorista cujo alvo eram os participantes do evento. Segundo os investigadores, o plano envolvia o uso de drones carregados de explosivos para atingir prédios próximos ao evento, provocando uma evacuação. Os participantes seriam então direcionados para uma área onde atiradores de elite estavam posicionados, seguido por um ataque planejado aos portões da Casa Branca. O FBI teria descoberto a ameaça em 10 de junho, com suspeitos supostamente realizando os preparativos finais em Fredericksburg, na Virgínia. Vários suspeitos foram posteriormente levados sob custódia.
Em 9 de julho de 2026, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou que um grande júri federal indiciou oito homens devido a um suposto complô para atacar o evento.
O The New York Times descreveu-o como um "espetáculo de mídia de massa diferente de qualquer outro na história da presidência", destacando seu uso da Casa Branca para "lutas violentas em gaiolas" e erupções de "crueldade casual" como "surpreendentes". A Associated Press descreveu o evento como "pão e circo" e entrevistou historiadores que o compararam aos jogos de gladiadores realizados na Roma Imperial. Pesquisas conduzidas pela Reuters e Ipsos revelaram que apenas 16% dos estadunidenses consideraram o evento apropriado para ser realizado no gramado da Casa Branca, com apenas um terço dos republicanos aprovando o plano.
De acordo com Dana White, o card atraiu um alto número de espectadores, com supostamente 200.000 fãs participando do evento de dois dias no The Ellipse, e que os números de audiência no Paramount+ foram "monstruosos". O Paramount+ registrou uma média de 8,2 milhões de espectadores e pelo menos 17 milhões de espectadores únicos nos EUA e na América Latina, tornando-o o evento ao vivo exclusivo mais assistido no Paramount+ até o momento.
O UFC declarou que métricas internacionais atualizadas aumentaram a audiência total do evento para cerca de 34 milhões, estabelecendo o recorde doméstico de evento mais assistido na história da organização.