| "Break It Off" | ||||
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| Single de Rihanna com a participação de Sean Paul do álbum A Girl like Me | ||||
| Lado A | "SOS" | |||
| Lançamento | 13 de novembro de 2006 | |||
| Gravação | 2005-2006 | |||
| Estúdios | 2 Hard Studios, (Kingston, Jamaica) | |||
| Género | Dancehall | |||
| Duração | 3:33 | |||
| Editora | Def Jam | |||
| Composição |
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| Produção | Don Corleon | |||
| Cronologia de singles de Rihanna | ||||
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| Cronologia de singles de Sean Paul | ||||
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"Break It Off" é uma canção da cantora barbadense Rihanna, gravada para o seu segundo álbum de estúdio, A Girl like Me (2006). Conta com a participação do artista jamaicano Sean Paul, tendo sido composta por ambos em parceria com Kirk Ford e Donovan Bennett, cuja produção musical esteve a cargo deste último sob o pseudónimo Don Corleon. O tema foi enviado para as estações de rádio norte-americanas de formato contemporâneo através da editora Def Jam Recordings a 13 de novembro de 2006, servindo como o quarto e último single do disco. A 27 de fevereiro de 2007, a faixa foi disponibilizada comercialmente em formato de descarregamento digital na loja iTunes Store. Gravada nos estúdios 2 Hard Studios, em Kingston, a composição funde sonoridades de dancehall, electro-reggae e dance-pop, assentando numa pulsação rítmica dançante, acordes de guitarra elétrica e camadas de sintetizadores. No plano lírico, a narrativa retrata um jogo desinibido de atração e sedução recíproca nos ambientes noturnos das pistas de dança.
A receção crítica atribuída à colaboração foi amplamente favorável: diversos avaliadores elogiaram a dinâmica vocal partilhada entre os dois intérpretes caribenhos e celebraram o regresso de Rihanna às raízes tropicais que haviam impulsionado a sua estreia com "Pon de Replay". Em termos comerciais, a obra alcançou a 9.ª posição da Billboard Hot 100 e a 6.ª na tabela temática Pop Songs. Marcou ainda presença nas listagens oficiais do Canadá, Hungria, Roménia e da Comunidade dos Estados Independentes, sendo galardoada com a certificação de ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA). A sua divulgação assentou em atuações ao vivo no festival Radio 1's Big Weekend da BBC Radio 1 e fez parte do alinhamento da digressão mundial The Good Girl Gone Bad Tour.

Durante uma entrevista concedida à revista norte-americana Rap-Up em outubro de 2011, Sean Paul relatou as circunstâncias em que conheceu Rihanna e a forma como a parceria artística se concretizou. Durante uma estada da intérprete na Jamaica, o músico proporcionou-lhe uma visita guiada pela ilha, apresentando-lhe praias locais e a atmosfera da vida noturna de Kingston:
| “ | Passámos alguns dias simplesmente a descontrair. Levei-a a visitar o museu Bob Marley, que era algo que ela desejava muito conhecer há bastante tempo. | ” |
O cantor acrescentou que toda a experiência partilhada em estúdio e a cumplicidade gerada em torno da faixa transformaram a gravação na sua "colaboração mais memorável de sempre".
O tema foi formalmente enviado pela Def Jam Recordings para as emissoras de rádio de música contemporânea dos Estados Unidos a 13 de novembro de 2006, assumindo o papel de quarto e derradeiro single de promoção do disco A Girl like Me. Meses mais tarde, a 27 de fevereiro de 2007, a obra foi disponibilizada na loja digital iTunes Store em múltiplos territórios, incluindo a Austrália, Ásutria, Bélgica e Espanha. Posteriormente, Sean Paul integrou igualmente o registo como faixa bónus na reedição especial do seu terceiro álbum de estúdio, The Trinity.
"Break It Off" é uma composição de andamento moderado com uma cadência rítmica dançante que cruza o dancehall caribenho com o dance-pop e o electro-reggae, possuindo uma extensão temporal de 3 minutos e 34 segundos. A sua produção musical esteve a cargo do produtor jamaicano Don Corleon, tendo as sessões de estúdio decorrido ao longo de 2006 no complexo 2 Hard Studios, em Kingston. Bennett executou igualmente a totalidade dos instrumentos programados, supervisionou a engenharia de captação ao lado de Jeremy Harding e finalizou a mistura da faixa. A arquitetura harmónica da obra apoia-se numa combinação pulsante de batidas sincopadas de bateria eletrónica, linhas melódicas de guitarra elétrica e texturas arrojadas de sintetizadores digitais.
A autoria lírica é creditada aos dois intérpretes, com o auxílio do produtor Corleon e Kirk Ford. De acordo com a partitura musical publicada pela editora EMI Music Publishing, a criação foi composta no compasso de tempo comum (4/4), estabelecendo um andamento vivo de 130 batidas por minuto na tonalidade de ré maior. O alcance vocal despendido pela cantora abrange duas oitavas completas, oscilando entre a nota grave de lá na terceira oitava (A3) e a nota aguda de mi na quinta oitava (E5). No plano temático, a lírica articula uma troca sedutora e enérgica entre dois intervenientes que se desafiam mutuamente numa pista de dança, recorrendo a versos assertivos e gíria típica das noites festivas caribenhas para ilustrar uma atração física incontornável. A organização profissional Broadcast Music, Inc. homenageou formalmente a composição no seu certame anual de prémios em reconhecimento da sua popularidade e consistência autoral, atribuindo dois galardões ao single.
Após o lançamento comercial, a colaboração acolheu apreciações amplamente favoráveis da imprensa musical especializada. David Jeffries, na base de dados musical AllMusic, teceu rasgados elogios à dinâmica do registo, classificando-o como "totalmente sumarento" e realçando que Rihanna oferece uma competição vocal estimulante e à altura da presença cénica de Sean Paul. Kelefa Sanneh, no influente diário norte-americano The New York Times, elogiou a vitalidade da peça, caracterizando-a como "um regresso triunfante e vigoroso à velha fórmula caribenha" que havia catapultado a cantora para as tabelas internacionais no ano anterior.
Bill Lamb, em análise para a plataforma de crítica musical About.com, posicionou a obra, em conjunto com "Kisses Don't Lie", como duas propostas arrojadas capazes de reformular e revigorar os padrões rítmicos das emissoras de rádio pop. Por sua vez, Quentin B. Huff, na publicação PopMatters, enalteceu a entrega de Sean Paul e destacou a eficácia magnética do refrão interpretado pela cantora: "É de tal modo contagiante que é a voz dela que permanece gravada na memória muito após a audição". O analista concluiu com entusiasmo que a música representava "outro número soberbo com sabor a dancehall e mais um momento indiscutivelmente vencedor para o repertório da artista".
A divulgação do tema concretizou-se através de diversas apresentações em festivais e espetáculos integrados nas digressões internacionais da cantora. A 20 de maio de 2007, Rihanna interpretou a composição ao vivo no festival BBC Radio 1's Big Weekend, organizado pela emissora britânica BBC Radio 1 em Preston, incluindo-a num alinhamento que reuniu "Pon de Replay", "SOS", "Breakin' Dishes", "Unfaithful", "Shut Up and Drive" e "Umbrella". O número foi igualmente integrado no alinhamento oficial da digressão mundial The Good Girl Gone Bad Tour (2007–2009), sendo apresentado em palcos de cidades como Filadélfia, Londres e Glasgow. A atuação registada a 6 de dezembro de 2007 na Manchester Arena, foi filmada profissionalmente e editada no álbum de vídeo Good Girl Gone Bad Live, lançado no verão de 2008.
No panorama musical lusófono, as bandas portuguesas D'ZRT e Just Girls uniram-se em 2008 para conceber uma versão conjunta da canção, interpretando-a ao vivo durante a digressão de despedida da primeira formação; o registo ao vivo dessa atuação acabou por ser incluído no álbum A Despedida (2008), dos D'ZRT.
A 18 de novembro de 2006, a composição estreou-se na 40.ª posição da tabela norte-americana Pop Songs. Nas semanas subsequentes, manteve uma trajetória ascendente contínua na contagem radiofónica, ascendendo ao 21.º posto a 23 de dezembro de 2006 e atingindo o 16.º lugar no fecho do ano civil. Já no início de 2007, a obra ingressou no top 10 a 3 de fevereiro, culminando na 6.ª posição a 24 de fevereiro de 2007 e totalizando 22 semanas de permanência na tabela. Na contagem Rhythmic dos Estados Unidos, a gravação atingiu a 21.ª posição.
Na tabela norte-americana Billboard Hot 100, o tema debutou modestamente no 95.º lugar a 9 de dezembro de 2006. Contudo, na semana correspondente a 3 de março de 2007, na sequência da sua disponibilização comercial nas plataformas de descarregamento digital e da venda de mais de 75 mil unidades na sua semana de estreia na iTunes Store, a criação protagonizou um salto do 52.º diretamente para o 10.º posto. Na edição de 17 de março de 2007, estabeleceu a sua melhor classificação ao alcançar o 9.º posto da listagem geral. No continente europeu, o tema alcançou a 10.ª colocação na tabela Ultratip da região belga da Flandres em março de 2007, 40.º lugar na Hungria e 65.º na Comunidade dos Estados Independentes apurada pela Tophit.
Posições nas tabelas musicais semanais
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Tabelas de fim-de-ano
Certificações
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Todo o processo de elaboração da canção atribui os seguintes créditos pessoais:
| Região | Data | Formato | Editora discográfica | Ref. |
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| Estados Unidos | 13 de novembro de 2006 | Rádios mainstream | Def Jam | |
| Austrália | 27 de fevereiro de 2007 | Descarga digital | ||
| Áustria | ||||
| Bélgica | ||||
| Espanha |