| "What Now" | ||||
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| Single de Rihanna do álbum Unapologetic | ||||
| Lançamento | 29 de agosto de 2013 | |||
| Gravação | 2012 | |||
| Estúdios |
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| Géneros | ||||
| Duração | 4:03 | |||
| Editora | Def Jam | |||
| Composição |
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| Produção |
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| Cronologia de singles de Rihanna | ||||
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| Faixas de Unapologetic | ||||
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| Vídeo musical | ||||
| "What Now" no YouTube | ||||
"What Now" é uma canção da cantora barbadense Rihanna, gravada para o seu sétimo álbum de estúdio, Unapologetic (2012). Foi composta por Livvi Franc, pela própria intérprete, Parker Ighile e Nathan Cassells, com a produção musical a cargo destes dois últimos. O seu lançamento ocorreu a 29 de agosto de 2013 através da editora discográfica Def Jam Recordings em formato digital, servindo como o quinto e último lançamento promocional do disco. Musicalmente enquadrada nos géneros pop, dubstep e R&B, a obra edifica-se sobre uma balada que combina acordes de piano, recurso de sintetizadores, linhas de baixo, apontamentos de guitarra elétrica e bateria. No plano lírico, a narrativa explora o exorcismo de demónios interiores e o tormento emocional de uma mulher confrontada com a desolação e o vazio deixados por relacionamentos amorosos fracassados.
A receção crítica especializada foi genericamente positiva: diversos analistas elogiaram a densidade interpretativa e a vulnerabilidade demonstradas por Rihanna, apontando a transição entre as estrofes serenas e as explosões vocais do refrão como um dos pontos mais altos do alinhamento do álbum. Em termos de desempenho comercial, a faixa alcançou a 25.ª posição da tabela norte-americana Billboard Hot 100, atingiu a liderança da contagem temática Dance Club Songs e posicionou-se no 21.º posto na Pop Songs. No circuito internacional, alcançou o 13.º lugar na Nova Zelândia, o 21.º posto na Austrália, Irlanda e na britânica Official Singles Chart e ingressou no top trinta de países como Canadá, Chéquia, Escócia e Países Baixos. A gravação foi galardoada com a certificação de disco de platina nos Estados Unidos, dupla platina na Austrália e no Brasil, platina na Nova Zelândia e disco de ouro no Reino Unido.
O vídeo musical foi filmado a 17 de setembro de 2013 sob a direção dos realizadores Jeff Nicholas, Jonathan Craven e Darren Craig numa casa abandonada em Phuket, na Tailândia, estreando oficialmente a 15 de novembro de 2013 através da plataforma Vevo. A narrativa visual exibe a cantora em trajes minimalistas pretos e brancos num cenário claustrofóbico e soturno, encenando um colapso psicológico e um exorcismo simbólico por meio de movimentos coreografados convulsivos e efeitos visuais de dupla exposição. A sua divulgação incluiu uma apresentação ao vivo no programa televisivo britânico Alan Carr: Chatty Man em setembro de 2013, integrando igualmente o alinhamento oficial da digressão mundial Diamonds World Tour (2013).

A cantora iniciou a exploração de novas direções sónicas para o seu sétimo álbum de estúdio em março de 2012, antes do arranque formal das sessões de gravação. A 12 de setembro de 2012, a divisão francesa da Def Jam Recordings anunciou através do Twitter (X) que uma nova faixa de avanço seria divulgada na semana subsequente, confirmando que o disco de originais seria comercializado em novembro do mesmo ano.
"What Now" foi selecionada como o quinto e último lançamento promocional de Unapologetic, estreando nas emissoras de rádio contemporâneas de França a 29 de julho de 2013. A 29 de agosto de 2013, um conjunto composto por dez remisturas digitais concebidas por produtores como Firebeatz, R3hab e Guy Scheiman foi disponibilizado na plataforma especializada Beatport, sendo posteriormente lançado nas lojas iTunes Store, Amazon e Google Play a 17 de setembro de 2013. O tema foi remetido para as rádios contemporâneas dos Estados Unidos a 1 de outubro e para as estações italianas a 4 de outubro de 2013. Uma segunda coletânea digital de remisturas foi editada a 29 de outubro de 2013.
A 16 de outubro de 2013, Rihanna revelou através da sua conta na rede social Instagram a imagem oficial da capa do lançamento comercial, retratando-a vestida de preto com um olhar penetrante diante de uma parede escura coberta por inscrições a giz. Jocelyn Vena, na MTV News, caraterizou o visual da intérprete como abertamente gótico, traçando paralelismos com as fotografias dos bastidores da rodagem do teledisco. A divulgação cénica da composição começou a 27 de setembro de 2013 com uma apresentação ao vivo no programa britânico Alan Carr: Chatty Man, emitido pelo Channel 4. A faixa integrou igualmente o alinhamento da digressão mundial Diamonds World Tour (2013), percorrendo cidades como Brisbane, Lisboa, Londres, Nova Iorque e Singapura.
"What Now" é uma balada de andamento lento a moderado associada aos géneros pop, dubstep e R&B, apresentando uma extensão temporal de 4 minutos e 3 segundos. A produção e composição esteve a cargo de Parker Ighile e Nathan Cassells, com contribuições de Livvi Franc e da própria intérprete na escrita. A sua gravação decorreu nos Westlake Recording Studios em Los Angeles e Metropolis Studios em Londres. A sua arquitetura acústica combina notas melancólicas de piano, linhas pulsantes de baixo, sintetizadores atmosféricos e apontamentos de guitarra elétrica. A produção e gravação vocal foram coordenadas por Kuk Harrell e Marcos Tovar, ao passo que a equipa de assistência de engenharia reuniu Blake Mares, Robert Cohen, Daniela Rivera e Paul Norris; a fase de mistura foi finalizada por Phil Tan nos Ninja Club Studios em Atlanta. Dean Martin, na revista NME, definiu a melodia como "um casamento insano entre o piano e o baixo", enquanto Mesfin Fekadu, no portal HuffPost, reparou que a peça é "construída com elegância a partir de estrofes serenas até explodir num gancho eletrizante".
De acordo com a partitura musical publicada pela Sony/ATV Music Publishing, a obra desenvolve-se no compasso de tempo comum (4/4), estabelecendo um andamento lento de 60 batidas por minuto na tonalidade de sol menor. A extensão vocal demonstrada pela vocalista abrange o intervalo compreendido entre a nota grave de lá sustenido na terceira oitava (A♯3) e a nota aguda de dó sustenido na quinta oitava (C♯5). No plano temático, o texto expressa a angústia de uma protagonista sobrecarregada por demónios interiores decorrentes de desilusões amorosas, debatendo-se contra sentimentos de dormência e desesperança: "Não há ninguém a quem ligar porque só estou a brincar com todos eles / Quanto mais juro que estou feliz, mais me sinto só". Michael Gallucci, no portal PopCrush, observou que os versos intimistas e o refrão bombástico soam "como se pertencessem a dois planetas distintos", ao passo que Chris Younie, do 4Music, frisou que a cantora liberta verdadeiras "bombas sónicas" perante o ouvinte à medida que a instrumentação atinge o clímax.
Após o lançamento do álbum, "What Now" recolheu avaliações favoráveis dos analistas da imprensa musical especializada. Em análise faixa a faixa a Unapologetic, a revista norte-americana Billboard destacou a gravação como um momento de "forte ressonância emocional" que ancora a segunda metade do disco. Jim Farber, no diário nova-iorquino Daily News, salientou a maturação dos vocais de Rihanna, considerando que o registo exibe uma densidade interpretativa superior à sua produção habitual. Brad Stern, na MTV News, enalteceu a amplitude tímbrica demonstrada na ponte melódica, rotulando a faixa como "a proposta mais comovente do disco", enquanto Andy Kellman, na base de dados musical AllMusic, a adjetivou de uma "balada massiva de lamento que atinge o ouvinte em cheio".
Jon Caramanica, no influente diário The New York Times, teceu rasgados elogios à atuação da vocalista, asseverando que "Rihanna executa um dos seus desempenhos mais ambiciosos e diretos de sempre; é uma verdadeira purga emocional no álbum e o sinal evidente de um pulso vivo por baixo da armadura". O periódico The Star-Ledger apontou a criação como "uma balada impressionante que soa com subtileza perante os restantes números acelerados do projeto", ao passo que Smokey Fontaine, no HuffPost, comparou a determinação da intérprete aos trabalhos de Pink, afirmando que a barbadense adotava com mestria uma atitude visceral até alcançar um refrão arrebatador. Em tom dissidente, Genevieve Koski, na publicação The A.V. Club, criticou "What Now" e "Stay", argumentando que constituíam baladas tímidas num reportório cuja verdadeira vocação reside na música de dança.

O vídeo musical foi filmado a 17 de setembro de 2013 sob a direção dos realizadores Jeff Nicholas, Jonathan Craven e Darren Craig, integrantes da equipa criativa Uprising Creativity, numa habitação devoluta em Phuket, na Tailândia, durante um intervalo de concertos da digressão mundial Diamonds World Tour. A produção foi assumida por Rob Newman, com a produção executiva visual a cargo de Nicholas e Thananath Songchaikul; Sing Howe Yam desempenhou a função de diretor de fotografia e Clark Eddy assumiu a montagem e edição. A 13 de novembro de 2013, a intérprete divulgou um excerto documental de bastidores na plataforma Vevo, esclarecendo o conceito narrativo:
| “ | Vai ser algo sinistro e assustador, porque se trata de uma canção cujo visual poderia facilmente resultar em algo aborrecido ou previsível. O público tende a esperar uma narrativa amorosa romântica ou algo puramente doce. O vídeo é bonito e delicado, mas também ligeiramente demente. | ” |
A versão definitiva estreou formalmente a 15 de novembro de 2013 na plataforma Vevo. A trama abre com a imagem de Rihanna transmitida através de um ecrã de televisão com ruído estático, envergando um vestido branco e um crucifixo ao peito. Conforme a música principia, o cenário transita para uma sala escura onde a artista surge com vestuário preto, alternando entre planos claustrofóbicos e ambientes desertos. Durante a execução do refrão, a protagonista executa movimentos corporais que simulam um colapso emocional e um processo de purga psicológica. As transições cénicas intercalam sequências calmas com projeções de tempestades e paisagens naturais em contraste com a solidão do compartimento.
O trabalho audiovisual acolheu comentários positivos da crítica especializada, que destacou a rutura estética face a trabalhos imediatamente anteriores. Jocelyn Vena, na MTV News, traçou paralelismos com a atmosfera sobrenatural de "Disturbia" (2008) e "Russian Roulette" (2009), notando semelhanças nos efeitos gráficos de dupla exposição tridimensional e na iconografia sombria, além de citar pontos de contacto com "We Found Love", "Diamonds" e "Stay". A jornalista Rachel Brodsky, no mesmo portal, enumerou sete similitudes estéticas entre o ambiente de feitiçaria e angústia do teledisco e o filme de culto The Craft (1996). Jason Lipshutz, na revista Billboard, sublinhou o contraste gritante entre a solenidade de "What Now" e a opulência carnal de "Pour It Up", lançada no mês anterior. Madeline Boardman, na publicação HuffPost, assinalou que o vídeo conduzia a cantora a um espaço psicológico lúgubre evocativo do cinema de terror, enquanto Mike Ayers, na Rolling Stone, sugeriu que o exorcismo cénico funcionava como uma poderosa metáfora sobre o fardo da celebridade internacional. Marc Hogan, na revista Spin, observou que a sobriedade da metragem canalizava com rigor o caos íntimo que constitui o cerne da composição.
| Remisturas digitais | ||||
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| N.º | Título | Versão | Duração | |
| 1. | "What Now" | Firebeatz Remix | 5:03 | |
| 2. | "What Now" | Firebeatz Radio Edit | 3:15 | |
| 3. | "What Now" | Firebeatz Instrumental | 5:03 | |
| 4. | "What Now" | R3hab Remix | 4:51 | |
| 5. | "What Now" | R3hab Edit | 3:24 | |
| 6. | "What Now" | R3hab Instrumental | 4:51 | |
| 7. | "What Now" | Guy Scheiman Club Mix | 7:04 | |
| 8. | "What Now" | Guy Scheiman Radio Edit | 4:03 | |
| 9. | "What Now" | Guy Scheiman Mixshow Edit | 4:29 | |
| 10. | "What Now" | Guy Scheiman Dub | 7:04 | |
| Duração total: | 49:07 | |||
| Remisturas digitais (Parte 2) | ||||
|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Versão | Duração | |
| 1. | "What Now" | R3hab Trapped Out Remix | 3:33 | |
| 2. | "What Now" | Reflex Extended | 3:34 | |
| 3. | "What Now" | Reflex Radio Edit | 3:03 | |
| Duração total: | 10:10 | |||
Aquando do lançamento original de Unapologetic em novembro de 2012, "What Now" registou entradas nas contagens de vendas de França (onde estreou no 174.º posto) e Reino Unido (ingressando no 165.º lugar da tabela britânica). Após a sua oficialização como quinto avanço de trabalho em meados de 2013, o tema alcançou posições em diversas tabelas internacionais. Nos Estados Unidos, ingressou na tabela principal Billboard Hot 100, atingindo a 25.ª posição na publicação datada de 16 de novembro de 2013. Nas contagens temáticas da revista Billboard, alcançou o topo da classificação Dance Club Songs a 9 de novembro de 2013 (figurando na 30.ª colocação da tabela de fim de ano de 2013), atingiu o 18.º posto na Dance/Mix Show Airplay, a 21.ª colocação na Pop Songs e o 24.º lugar na tabela Rhythmic, sendo galardoada com a certificação de disco de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) por mais de 1 milhão de unidades comercializadas.
Na Austrália, a gravação estreou-se na 37.ª posição a 18 de agosto de 2013 e culminou no 21.º posto, sendo galardoada com a certificação de dupla platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA). Na Nova Zelândia, debutou no 13.º posto e alcançou a certificação de disco de platina outorgada pela Recorded Music NZ (RMNZ). No Reino Unido, alcançou a 21.ª posição da tabela oficial britânica Official Singles Chart a 15 de fevereiro de 2014 e fixou o 3.º posto na contagem temática Hip Hop and R&B Singles Charts, acumulando mais de 400 mil unidades combinadas e recebendo a certificação de disco de ouro pela British Phonographic Industry (BPI). No Brasil, alcançou a 46.ª colocação na tabela Hot 100 Airplay e a 11.ª na Hot Pop, sendo agraciada com a certificação de dupla platina pela Pro-Música Brasil. No restante continente europeu, culminou no 21.º lugar na Irlanda, no 22.º na Escócia, no 24.º nos Países Baixos, no 25.º na Chéquia, no 27.º no Canadá, no 45.º na Roménia, no 46.º na Suécia, no 49.º na Alemanha, no 52.º em França, no 67.º na Áustria e no 100.º lugar na Comunidade dos Estados Independentes.
Posições nas tabelas musicais semanais
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Tabelas de fim-de-ano
Certificações e vendas
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Todo o processo de elaboração da canção atribui os seguintes créditos pessoais:
| Região | Data | Formato | Versão | Editora discográfica | Ref. |
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| Estados Unidos | 29 de agosto de 2013 | Descarga digital | Remisturas | Def Jam | |
| 1 de outubro de 2013 | Rádios mainstream | Original | |||
| Itália | 4 de outubro de 2013 | ||||
| Estados Unidos | 29 de outubro de 2013 | Descarga digital | Remisturas (Parte 2) |