| Les Rayons X | ||||
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| Les Rayons X Os Raios X (bra) | ||||
| Título em inglês | A Novice at X-Rays | |||
| França 1898 • preto e branco • aprox. 1 minuto (20 metros) min | ||||
| Gênero | comédia | |||
| Direção | Georges Méliès | |||
| Produção | Georges Méliès | |||
| Cinematografia | Georges Méliès | |||
| Companhia produtora | Star Film | |||
| Distribuição | Star Film | |||
| Lançamento | 1898 | |||
| Idioma | mudo | |||
| Cronologia | ||||
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Les Rayons X (bra: Os Raios X) é um curta-metragem mudo francês de comédia de 1898, dirigido por Georges Méliès e lançado pela Star Film. Registrado sob o número 142 do catálogo Star Film, circulou nos Estados Unidos como A Novice at X-Rays — título que, diferentemente do francês, sugere explicitamente uma situação cômica envolvendo alguém inexperiente com a tecnologia.
Não há descrição do catálogo Star Film para este título e nenhuma cópia sobrevivente é conhecida. O título em inglês indica que a cena envolvia um "novato" manuseando um aparelho de raios X, provavelmente resultando em alguma situação cômica. É possível que o filme mostrasse pessoas posando diante do aparelho sendo substituídas — através do truque de parada — por esqueletos na mesma pose, ou transformadas em figuras vestidas de esqueleto, mas isso não pode ser confirmado em nenhuma fonte consultada.[carece de fontes]
Os raios X foram descobertos de forma acidental pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen em 8 de novembro de 1895, enquanto ele estudava a condutividade de gases num tubo de Crookes; percebendo uma fluorescência inesperada numa tela próxima, mesmo com o tubo coberto, Röntgen investigou o fenômeno e, em poucas semanas, obteve a primeira radiografia da história, da mão de sua esposa, em 22 de dezembro de 1895.
A descoberta se espalhou rapidamente e causou sensação pública imediata, tanto na comunidade científica quanto na imprensa geral: jornais da época relatavam sessões acadêmicas na França que mais pareciam "reuniões de fotógrafos amadores que de cientistas", e a novidade de poder "ver" o interior do corpo humano sem cirurgia capturou a imaginação popular, dando origem tanto a aplicações médicas sérias quanto a modismos e curiosidades públicas. Em 1898, quando Méliès realizou este filme, a novidade dos raios X ainda estava bastante recente e era tema de grande curiosidade popular — terreno fértil para uma comédia sobre alguém se atrapalhando com a nova tecnologia.
O filme pode ter sido inspirado por The X-Rays (1897), curta-metragem britânico do pioneiro do cinema G. A. Smith, que por sua vez provavelmente se inspirou em filmes anteriores do próprio Méliès.
Registrado sob o número 142 do catálogo da Star Film, Les Rayons X é precedido por Magie diabolique (#140–141) e seguido por Collision et naufrage en mer (#143).
O filme é considerado perdido.