| Tipo | Canal de televisão por assinatura |
|---|---|
| País | Estados Unidos |
| Área de transmissão | Estados Unidos e Canadá |
| Sede | 229 West 43rd Street, Nova Iorque |
| Programação | |
| Idioma | inglês |
| Formato de imagem | 1080i HDTV reduzido para 480i SDTV em formato letterbox |
| Propriedade | |
| Proprietário | Versant |
| Canais irmãos | CNBC CNBC World E! Golf Channel Oxygen USA Network |
| História | |
| Lançamento | 15 de julho de 1996, como MSNBC 15 de novembro de 2025, como MS NOW |
| Substituiu | America's Talking, 1994–1996 MSNBC Canada, 2001–2004 no Canadá |
| Nomes anteriores | MSNBC, 1996–2025 |
| Ligações | |
| Website | https://www.ms.now/ |





MS NOW, anteriormente MSNBC, é um canal de notícias por assinatura liberal dos Estados Unidos, pertencente à Versant. O canal transmite principalmente cobertura contínua de notícias e jornalismo de opinião. Seus estúdios ficam na sede mundial da Versant, em 229 West 43rd Street, Nova Iorque. Também mantém uma sucursal em Washington, D.C., junto à antiga divisão controladora NBC News, enquanto as operações técnicas são realizadas nos estúdios da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia.
Entre os canais de notícias por assinatura, a MS NOW ocupa o segundo lugar em audiência, bem atrás da Fox News, mas à frente da CNN. The Rachel Maddow Show, da MS NOW, ocupa o sétimo lugar entre os programas jornalísticos em número de telespectadores. Os seis primeiros são todos da Fox News.
O canal foi criado em 1996 como MSNBC, um empreendimento conjunto entre a NBC News e a Microsoft. O nome combinava "MSN" e "NBC", e a operação abrangia o canal por assinatura e o portal de notícias MSNBC.com. A Microsoft vendeu sua participação no canal de televisão em 2005 e, em 2012, sua participação no site. O site foi então rebatizado como NBCNews.com, enquanto o MSNBC.com foi relançado para concentrar conteúdo editorial ligado aos apresentadores e programas da emissora.
Nos primeiros anos, a MSNBC dedicava-se à cobertura contínua de notícias, com reportagens longas, programas interativos e matérias produzidas pelos departamentos jornalísticos das afiliadas locais da NBC. No final da década de 2000, sua programação passou a se concentrar principalmente em jornalismo de opinião, com comentaristas liberais como Keith Olbermann, Chris Matthews, David Gregory, Ed Schultz e Rachel Maddow. Em 2010, a MSNBC superou a CNN pela primeira vez desde 2001 na audiência do horário nobre e na audiência total. Em meados da década de 2010, depois de uma queda de audiência, a MSNBC passou a dedicar mais espaço a notícias factuais e acrescentou programas com profissionais da NBC News.
Sob nova direção na década de 2020, a MSNBC começou a reduzir sua dependência de profissionais da NBC News e ampliou sua própria estrutura de reportagem. Em novembro de 2025, antes da cisão empresarial da Versant pela Comcast, a MSNBC separou-se do NBCUniversal Media Group e adotou o nome "MS NOW", um retroacrônimo de My Source [for] News, Opinion, [and the] World, "Minha fonte de notícias, opinião e do mundo".
A programação é transmitida simultaneamente pelo SiriusXM e pelo TuneIn. O conteúdo também é distribuído por um canal no YouTube e por um serviço de streaming que oferece a transmissão ao vivo do canal.

A MSNBC foi criada em 1996 por meio de um empreendimento conjunto entre a NBC e a Microsoft, organizado por Tom Rogers. James Kinsella, executivo da Microsoft, presidiu a operação online, MSNBC.com. A Microsoft investiu US$ 221 milhões para obter 50% do canal por assinatura.
A MSNBC foi lançada em 15 de julho de 1996. O primeiro programa foi apresentado por Jodi Applegate e continha notícias, entrevistas e textos de opinião. As três primeiras notícias cobertas pela MSNBC foram o encontro de Boris Iéltsin com o então vice-presidente Al Gore, apesar das preocupações com a saúde de Iéltsin, uma atualização sobre a campanha presidencial de Bob Dole em 1996 e novas informações sobre o atentado às Torres Khobar. Durante o dia, a cobertura prosseguia com The Contributors, que tinha a participação de Ann Coulter e Laura Ingraham, além de programas interativos coordenados por Applegate, John Gibson e John Seigenthaler Jr. As matérias costumavam ser mais longas e detalhadas que as da CNN. O canal também exibia reportagens e cobertura de notícias urgentes diretamente das afiliadas da NBC.
A MSNBC e o site msnbc.com foram lançados ao mesmo tempo. Ao contrário do canal, o msnbc.com funcionava como o portal geral de notícias online da NBC News, em parceria com o MSN.com da Microsoft. Naquele período, o canal e o site tinham linhas editoriais separadas.
Em julho de 1996, a MSNBC noticiou a queda do Voo TWA 800 alguns minutos antes da CNN, embora sua cobertura do acidente tenha sido vista como um desastre.
Os dois programas originais do horário nobre eram The News with Brian Williams, apresentado por Brian Williams, e The Site, sobre internet e computadores, apresentado por Soledad O'Brien e por um personagem "ao vivo" gerado por computador chamado Dev Null, interpretado por Leo Laporte. Outros programas que usavam a internet eram News Chat, com Mary Kathleen Flynn, e o programa retrospectivo Time & Again, apresentado por Jane Pauley.
O primeiro slogan do canal foi It's Time to Get Connected, "É hora de se conectar", e a emissora tentou integrar televisão e internet.
No horário nobre, a MSNBC exibia Internight, um programa de entrevistas de uma hora com profissionais da NBC News, seguido pelo principal telejornal da emissora. O programa tinha um rodízio de apresentadores conhecidos, entre eles Tom Brokaw, Katie Couric, Bob Costas, Bryant Gumbel e Bill Moyers. O primeiro episódio de Internight, exibido em julho de 1996, trouxe uma entrevista com o presidente Bill Clinton, que respondeu a perguntas de pessoas por telefone e por e-mail. Ed Gordon, apresentador da BET, também participou da nova emissora, comandando a edição de sábado de Internight.
A partir de setembro de 1996, a MSNBC passou a transmitir simultaneamente o programa de rádio Imus in the Morning, por meio de um acordo com a emissora WFAN de Nova Iorque, então pertencente à Infinity Broadcasting.
A MSNBC tinha seus estúdios em Fort Lee, Nova Jérsia. Em novembro de 1996, mudou-se para novos estúdios em Secaucus, também em Nova Jérsia.
Keith Olbermann, apresentador do SportsCenter, deixou a ESPN depois de uma separação conturbada e entrou para a MSNBC em junho de 1997. Às 20h, Internight foi substituído por The Big Show with Keith Olbermann. Quando o escândalo Lewinsky começou, em 1998, The Big Show transformou-se em White House in Crisis. Olbermann ficou frustrado porque seu programa passou a ser dominado pelo caso Lewinsky. Deixou a MSNBC e ingressou na Fox Sports Networks. Olbermann foi substituído por John Hockenberry, do Dateline NBC, cujo programa Edgewise ganhou popularidade.
Em setembro de 1997, a MSNBC demitiu 20% de seus funcionários e cancelou um de seus primeiros programas, The Site, por causa da baixa audiência e das coberturas da morte de Diana, Princesa de Gales, e da morte de Madre Teresa de Calcutá, que haviam substituído o programa na grade. O programa foi substituído por Headliners and Legends, sobre biografias, que passou a integrar regularmente a programação de fim de semana.
Uma versão fictícia da MSNBC foi mostrada no filme Impacto Profundo, de 1998.
Em 1999, Hardball with Chris Matthews passou para a MSNBC e substituiu Edgewise, de Hockenberry, às 20h. Antes disso, Chris Matthews apresentava Politics with Chris Matthews na America's Talking, antecessora da MSNBC. Hardball permaneceu no ar até março de 2020.
Em janeiro de 2001, estreou um programa de Mike Barnicle, cancelado em junho do mesmo ano devido aos altos custos de produção.
Também em janeiro de 2001, Mitch Albom começou a apresentar o programa de duas horas The Mitch Albom Show, uma experiência de transmissão entre diferentes meios que durou poucos meses. Como era produzido sobretudo para ouvintes de rádio, não se adaptava ao formato visual tradicional dos canais de notícias por assinatura.
No início de 2001, Erik Sorenson foi nomeado presidente da MSNBC. Ashleigh Banfield foi contratada como apresentadora para atrair telespectadores mais jovens. Banfield estava presente quando o 7 World Trade Center desabou durante sua cobertura dos ataques de 11 de setembro. Seu programa Region in Conflict exibiu entrevistas exclusivas realizadas no Afeganistão.
A MSNBC começou a se apresentar como "America's NewsChannel" e contratou Alan Keyes, Phil Donahue, Pat Buchanan e Tucker Carlson. A reformulação da marca, porém, foi seguida por uma queda de audiência.
The News with Brian Williams foi transferido para a CNBC em 2002.
Em dezembro de 2005, a NBC Universal anunciou a compra de outros 32% da MSNBC que pertenciam à Microsoft. O site de notícias msnbc.com continuou sendo um empreendimento conjunto separado entre Microsoft e NBC até 2012.
Dois anos depois, a NBC exerceu sua opção de compra dos 18% restantes da Microsoft na MSNBC.
Em junho de 2006, Rick Kaplan renunciou à presidência da MSNBC após dois anos no cargo. Dan Abrams, que trabalhava havia nove anos na MSNBC e na NBC News, foi nomeado gerente-geral da MSNBC. Phil Griffin, vice-presidente sênior da NBC News, supervisionava a MSNBC e continuava responsável pelo Today, enquanto Abrams respondia a Griffin. Naquele mês, Abrams anunciou uma reformulação dos horários do começo da noite e do horário nobre.
Em julho de 2006, Tucker, antes chamado The Situation with Tucker Carlson, passou a ser exibido às 16h e às 18h no horário do leste dos Estados Unidos, ocupando o antigo horário de Abrams. Live & Direct, de Rita Cosby, foi cancelado. Cosby tornou-se a principal apresentadora de MSNBC Investigates, exibido às 22h e 23h, ocupando os horários anteriormente usados por Cosby e Carlson.
Em agosto de 2006, Keith Olbermann começou a criticar e satirizar comentaristas de mídia conservadores, entre eles Bill O'Reilly, e políticos como George W. Bush em seu programa Countdown With Keith Olbermann. A abordagem atraiu telespectadores liberais, e a audiência do programa dobrou.
Em setembro de 2007, Abrams anunciou que deixaria o cargo de gerente-geral para dedicar-se a seu programa das 21h, Live With Dan Abrams. A supervisão da MSNBC passou para Phil Griffin.


Em outubro de 2007, a MSNBC e a NBC News começaram a transmitir a partir de novos estúdios no 30 Rockefeller Plaza, em Nova Iorque. As grandes reformas dos estúdios permitiram que a NBC reunisse toda a sua operação jornalística em um único edifício. Todas as transmissões da MSNBC e o NBC Nightly News passaram a sair dos novos estúdios. A MSNBC também anunciou novos estúdios próximos ao terreno da Universal Studios. O controle mestre da MSNBC não foi transferido para o 30 Rockefeller Plaza. Ele permaneceu na antiga sede em Secaucus até sua mudança, em 2007, para o NBC Universal Network Origination Center, dentro da sede mundial da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia. Em janeiro de 2009, a Major League Baseball começou a usar o antigo prédio da MSNBC em Secaucus para a MLB Network.

Entre meados de 2007 e meados de 2008, a MSNBC teve um grande aumento em seus índices de audiência da Nielsen. A audiência do horário nobre cresceu 61%.
O programa de Tucker Carlson foi cancelado em março de 2008 e substituído, às 18h, por Race for the White House, apresentado por David Gregory. O programa passou a se chamar 1600 Pennsylvania Avenue em novembro, depois da eleição. Quando Gregory tornou-se apresentador permanente do Meet the Press, deixou o programa da MSNBC e David Shuster assumiu em caráter permanente.
A morte de Tim Russert em junho de 2008 levou a um período de transição enquanto a NBC avaliava como substituí-lo.
Em julho de 2008, Phil Griffin, ex-produtor da CNN, foi anunciado como presidente da MSNBC, substituindo Dan Abrams. Griffin trabalhava na NBC havia mais de 25 anos e estava na MSNBC desde seu lançamento.
Durante a eleição presidencial de 2008, a cobertura da MSNBC foi comandada por Olbermann, Chris Matthews e David Gregory. Nos três primeiros meses da campanha presidencial, a audiência da MSNBC cresceu 158%. Olbermann e Matthews, porém, foram criticados por expressar opiniões de esquerda no canal. Os dois deixaram posteriormente os postos de âncora em coberturas políticas. Antes da eleição de 2008, a audiência mais que dobrou em relação à eleição presidencial de 2004, e a emissora superou a CNN pela primeira vez nos três últimos meses da campanha entre telespectadores de 25 a 54 anos.
Em setembro de 2008, a emissora contratou Rachel Maddow para apresentar The Rachel Maddow Show às 21h, no lugar de Verdict with Dan Abrams. As críticas ao programa foram em sua maioria positivas. A criação de um programa próprio para Maddow foi amplamente interpretada como uma decisão acertada para a audiência, que até então ficava atrás das concorrentes no cobiçado horário nobre. O programa começou a superar regularmente Larry King Live, da CNN, e tornou a MSNBC competitiva naquele horário pela primeira vez em mais de uma década.
Em março de 2009, a MSNBC ficou em segundo lugar no horário nobre, à frente da CNN pela primeira vez. Phil Griffin atribuiu o resultado à decisão de adotar uma orientação liberal com Olbermann e Maddow, somada a problemas enfrentados pela CNN.
Em algumas datas de março de 2009, Ed Schultz substituiu David Shuster na apresentação de 1600 Pennsylvania Avenue. Em abril, Schultz recebeu o horário das 18h com The Ed Show, substituindo 1600 Pennsylvania Avenue. Shuster passou a atuar como apresentador substituto de Olbermann em Countdown.
Em junho de 2009, a MSNBC lançou o sinal simultâneo em 1080i e televisão de alta definição, MSNBC HD.
Morning Meeting with Dylan Ratigan, programa jornalístico apresentado por Dylan Ratigan, estreou em junho de 2009 como parte de uma reformulação da programação diurna dos dias úteis, acompanhada por novas artes gráficas e pelo lançamento do sinal em alta definição. Em janeiro de 2010, o programa foi relançado como The Dylan Ratigan Show. A mudança abriu espaço para The Daily Rundown, com Chuck Todd e Savannah Guthrie às 9h, dentro da proposta de dedicar a programação diurna a notícias factuais. O programa de Ratigan concentrava-se em debates sobre política e economia. Ratigan frequentemente comentava os temas e contestava os convidados.
No primeiro trimestre de 2010, a MSNBC superou a CNN no horário nobre e na audiência total pela primeira vez desde 2001. Morning Joe, The Ed Show, Hardball with Chris Matthews, Countdown with Keith Olbermann e The Rachel Maddow Show ficaram à frente dos concorrentes da CNN em seus respectivos horários.
No terceiro trimestre de 2010, a MSNBC superou a CNN na audiência diária total entre adultos de 25 a 54 anos pela primeira vez desde o segundo trimestre de 2001. A MSNBC também superou a CNN pelo quarto trimestre consecutivo, tanto no horário nobre quanto na audiência total, e foi o único canal de notícias por assinatura a registrar crescimento de audiência entre adultos de 25 a 54 anos no trimestre, com alta de 4%. A emissora também ficou em primeiro lugar no horário nobre entre telespectadores afro-americanos e hispânicos.
Em abril de 2010, a MSNBC começou a transmitir pela XM Satellite Radio e pela Sirius Satellite Radio. Era a segunda vez que a MSNBC estava disponível por rádio via satélite. O canal havia sido retirado da XM Radio em setembro de 2006.
Lawrence O'Donnell começou a apresentar às 22h o programa The Last Word with Lawrence O'Donnell, que estreou em setembro de 2010, substituindo Countdown naquele horário.
Em outubro de 2010, a MSNBC apresentou uma campanha de marketing de US$ 2 milhões intitulada "Lean Forward". Griffin via a campanha, planejada para dois anos, como uma forma de promover a emissora como concorrente progressista da conservadora Fox News Channel.
Em janeiro de 2011, Olbermann anunciou que deixaria a MSNBC. A MSNBC informou que havia encerrado o contrato com Olbermann, sem dar outras explicações. Olbermann levou o programa para a Current TV.
Em julho de 2012, a Microsoft vendeu sua participação no MSNBC.com à NBCUniversal por US$ 300 milhões. O site passou a se chamar NBCNews.com, enquanto o MSNBC.com foi relançado como site próprio do canal. Executivos da NBC News demonstraram preocupação com a possibilidade de confusão entre as duas propriedades, pois seus enfoques editoriais haviam se distanciado. O MSNBC.com continuava sendo um site jornalístico de interesse geral, enquanto o canal MSNBC se voltava cada vez mais aos comentários políticos. Em 2013, o msnbc.com foi relançado como site do canal MSNBC.
O NBCUniversal News Group foi criado em julho de 2012, sob a presidência de Pat Fili-Krushel, reunindo NBC News, CNBC e MSNBC.
Em 2014, a audiência total da MSNBC entre pessoas de 25 a 54 anos caiu 20%, e o canal ficou em terceiro lugar, atrás da CNN. Mesmo assim, continuou à frente entre telespectadores hispânicos e afro-americanos.
Em julho de 2014, o msnbc.com lançou msnbc2, marca usada por programas exclusivos para a internet apresentados por profissionais da MSNBC. Em dezembro, msnbc2 foi rebatizado como shift, com programação menos centrada em política e voltada a um público mais jovem. O serviço encerrou as atividades em 2015.

Andrew Lack tornou-se presidente da NBC News e da MSNBC em 2015. Ele determinou que a emissora reduzisse a ênfase nos programas de opinião e se aproximasse mais da NBC News.
Em 2015, Griffin anunciou a transição de uma programação opinativa de esquerda para uma grade com maior presença de notícias factuais. Quase todos os programas opinativos diurnos foram substituídos por programas jornalísticos mais genéricos. Ronan Farrow, Joy Reid, Krystal Ball, Touré, Abby Huntsman, Alex Wagner e Ed Schultz perderam seus programas. PoliticsNation, de Al Sharpton, foi transferido para os fins de semana. Programas apresentados por profissionais conhecidos da NBC News, entre eles o jornalista da Telemundo Jose Diaz-Balart, Chuck Todd, do Meet the Press, Kate Snow, Thomas Roberts e o ex-apresentador do NBC Nightly News Brian Williams, ocuparam os horários anteriores. Em fevereiro de 2015, depois de uma forte queda de audiência, MSNBC Live With Thomas Roberts substituiu Ronan Farrow Daily e The Reid Report entre 13h e 15h, com maior atenção às notícias urgentes. A cobertura jornalística diurna era conduzida principalmente por Brian Williams, Stephanie Ruhle, Jose Diaz-Balart, Andrea Mitchell, Craig Melvin, Thomas Roberts e Kate Snow, além de jornalistas especializados distribuídos pela redação. Entre eles estavam o correspondente jurídico Ari Melber, o repórter político Steve Kornacki, a correspondente de negócios e finanças Olivia Sterns e o editor sênior Cal Perry. O novo visual da emissora estreou no fim do verão de 2015 e trouxe um novo logotipo, uma faixa de notícias e um novo pacote gráfico.
Em julho de 2016, a MSNBC lançou Dateline Extra, versão abreviada de Dateline NBC e mais uma etapa da aproximação entre MSNBC e NBC News. O programa era apresentado por Tamron Hall, do MSNBC Live.
Em setembro de 2016, a MSNBC lançou The 11th Hour with Brian Williams, resumo noturno das notícias do dia e prévia das manchetes do dia seguinte. Era o primeiro novo programa de horário nobre da MSNBC em quase quatro anos.
Em janeiro de 2017, a MSNBC estreou For the Record with Greta às 18h, apresentado pela ex-âncora da Fox News Channel Greta Van Susteren. O programa ficou no ar durante seis meses e foi cancelado no fim de junho por causa da baixa audiência. Ari Melber, correspondente jurídico da emissora, recebeu um programa às 18h, The Beat with Ari Melber.
Em março de 2017, a MSNBC começou a usar com mais frequência a marca NBC News nos programas jornalísticos diurnos, numa tentativa de enfatizar a relação entre o canal e a divisão. Campanhas promocionais com o slogan "This is who we are", "É assim que somos", começaram a ser exibidas no mesmo mês. Nelas, profissionais da emissora comparavam a política a atividades como os esportes.
Em maio de 2017, a MSNBC apresentou Deadline: White House, programa do fim da tarde comandado pela analista política da NBC e ex-diretora de comunicações da Casa Branca Nicolle Wallace. Naquele mês, durante a primeira presidência de Donald Trump, a MSNBC tornou-se pela primeira vez o canal de notícias por assinatura com maior audiência no horário nobre dos Estados Unidos. Superou Fox News e CNN durante a cobertura das acusações de interferência russa na eleição de 2016.
Em abril de 2018, a MSNBC estreou Morning Joe First Look, substituindo Way Too Early. A emissora também retirou do ar sua faixa de notícias, dizendo que pretendia reduzir as distrações e "[colocar] nossa reportagem mais em primeiro plano".
Em março de 2020, Chris Matthews deixou Hardball e a MSNBC em meio à controvérsia causada por comentários feitos durante a cobertura dos caucuses democratas de Nevada daquele ano, nos quais comparou a vitória de Bernie Sanders à Batalha da França. O horário passou a ser apresentado por um rodízio de jornalistas até julho de 2020, quando a MSNBC estreou The ReidOut, com Joy Reid.
Em 2021, Rashida Jones sucedeu Griffin como presidente. Ela planejava ampliar os investimentos em programas no formato documental e nomeou vice-presidentes seniores distintos para a programação de notícias e para a de "perspectiva e análise".
Em janeiro de 2021, depois do ataque de 6 de janeiro ao Capitólio dos Estados Unidos, a MSNBC teve a semana de maior audiência de sua trajetória e superou a Fox News pela primeira vez desde 2000.

Em março de 2021, a MSNBC apresentou uma versão atualizada do logotipo e da identidade visual. O bloco de notícias contínuas MSNBC Live passou a se chamar MSNBC Reports, e cada bloco recebeu o nome do apresentador, seguindo o modelo do programa diurno Andrea Mitchell Reports. Sob Jones, a MSNBC começou a reduzir a integração com a NBC News. Alguns apresentadores e repórteres saíram do canal ou passaram a priorizar participações no canal de streaming NBC News Now.
A MSNBC ampliou sua presença no serviço de streaming Peacock da NBCUniversal em julho de 2021, rebatizando o núcleo de streaming "The Choice" como "The Choice by MSNBC". A programação continha notícias e opinião produzidas originalmente para o serviço, com profissionais como Mehdi Hasan, Zerlina Maxwell e Sam Seder. Em março de 2022, o serviço foi substituído por uma área própria da MSNBC, com versões sob demanda, disponíveis no dia seguinte, de determinados programas, além de especiais e documentários.
Brian Williams deixou a NBC News em dezembro de 2021, depois de 28 anos.
Em janeiro de 2022, Stephanie Ruhle tornou-se a nova apresentadora de The 11th Hour. Seu horário em MSNBC Reports foi substituído, em abril de 2022, por uma quarta hora de Morning Joe.
Como parte de seu novo contrato com a NBCUniversal, Rachel Maddow afastou-se por um período prolongado de seu programa para trabalhar em outros projetos de cinema e podcast. Apresentadores convidados ocuparam seu lugar. Quando voltou, em maio de 2022, Maddow passou a apresentar o programa somente às segundas-feiras, com convidados assumindo o restante da semana. Os apresentadores convidados apareciam sob a marca MSNBC Prime até agosto de 2022, quando Alex Wagner assumiu permanentemente o horário com Alex Wagner Tonight.
Em outubro de 2022, antes das eleições daquele ano nos Estados Unidos, The Last Word with Lawrence O'Donnell foi temporariamente substituído nas noites de sexta-feira por The Kornacki Countdown, série semanal apresentada pelo analista político Steve Kornacki.
Em novembro de 2022, a MSNBC encerrou sua relação profissional com Tiffany Cross. Seu programa, The Cross Connection, foi temporariamente substituído por apresentadores convidados sob a marca MSNBC Reports.
Em março de 2023, a MSNBC estreou o programa dominical matutino Inside with Jen Psaki, apresentado pela ex-secretária de imprensa da Casa Branca Jen Psaki.
Entre fevereiro e setembro de 2023, a edição de segunda-feira de All in with Chris Hayes também teve apresentadores convidados em rodízio. Chris Hayes apresentava somente de terça a sexta-feira para dedicar-se a outros projetos. Em setembro de 2023, a edição de segunda-feira foi substituída por uma segunda exibição semanal de Inside with Jen Psaki.
Em janeiro de 2024, a MSNBC reformulou a programação de fim de semana. O programa de Mehdi Hasan às 21h de domingo foi encerrado e estreou The Weekend, apresentado em conjunto por Alicia Menendez, Symone Sanders-Townsend e Michael Steele, das 8h às 10h nas manhãs de sábado e domingo. Yasmin Vossoughian Reports, Symone e American Voices foram cancelados. The Sunday/Saturday Show with Jonathan Capehart passou para as 18h, e The Katie Phang Show para o meio-dia aos sábados. Ayman passou a ter duas horas aos sábados e domingos, enquanto Alex Witt Reports assumiu três horas, das 13h às 16h, também nos dois dias. O horário das 17h passou a ter os programas retrospectivos The Beat Weekend, aos sábados, e MSNBC Prime Weekend, aos domingos, com trechos da programação exibida durante a semana.

Em novembro de 2024, a NBCUniversal anunciou que pretendia concluir a cisão empresarial da maior parte de seus canais por assinatura em favor dos acionistas da Comcast. A nova companhia de capital aberto, que posteriormente recebeu o nome Versant, incluiria a MSNBC.
Entre janeiro e abril de 2025, The Rachel Maddow Show voltou a ser exibido nas noites dos dias úteis para cobrir os primeiros cem dias da segunda presidência de Donald Trump. Alex Wagner passou esse período em missão especial.
Em janeiro de 2025, Rashida Jones renunciou à direção da MSNBC. Depois de ocupar a presidência interinamente, Rebecca Kutler foi nomeada presidente da MSNBC em fevereiro de 2025.
Em fevereiro de 2025, The ReidOut e Alex Wagner Tonight foram cancelados. Joy Reid deixou a emissora, e seu horário passou a ser ocupado provisoriamente por apresentadores em rodízio sob a marca MSNBC Prime.
Em maio de 2025, a MSNBC estreou The Weeknight, apresentado por Alicia Menendez, Sanders-Townsend e Michael Steele, até então integrantes de The Weekend. O programa substituiu All In às segundas-feiras. No mesmo mês, Inside with Jen Psaki passou a ser exibido de terça a sexta-feira no lugar de Alex Wagner Tonight e recebeu o nome The Briefing with Jen Psaki. Wagner permaneceu na MSNBC como correspondente política sênior.
Também foram anunciadas mudanças no bloco MSNBC Reports. José Díaz-Balart deixou a MSNBC para trabalhar exclusivamente na NBC News e apresentar a edição de sábado do NBC Nightly News. Os blocos de Ana Cabrera, Chris Jansing e Katy Tur passaram a ter duas horas cada. Nos fins de semana, Velshi foi ampliado para três horas. The Weekend foi relançado em maio de 2025 com Jonathan Capehart, Jacqueline Alemany e Eugene Daniels. Daniels foi nomeado correspondente sênior da MSNBC em Washington. Uma edição noturna, The Weekend Primetime, foi acrescentada com Ayman Mohyeldin, Catherine Rampell, Antonia Hylton e Elise Jordan.
The Katie Phang Show foi cancelado principalmente porque era produzido em um estúdio de Miami pertencente à divisão Telemundo da NBCUniversal, em vez de Nova Iorque ou Washington. Phang permaneceu na MSNBC como correspondente jurídica convidada.
Grande parte da equipe de The Rachel Maddow Show e Alex Wagner Tonight foi dispensada e convidada a concorrer internamente a novos cargos ou receber pacotes de demissão. Maddow criticou no ar as mudanças e a maneira como os funcionários foram tratados. Também disse que a saída de Reid havia sido "um erro grave" e que o cancelamento simultâneo de três programas apresentados por pessoas não brancas, Reid, Wagner e Phang, era "inquietante".
Em abril de 2025, Steve Kornacki deixou a MSNBC pela NBC News e pela NBC Sports. A MSNBC contratou Ken Dilanian, Vaughn Hillyard, David Noriega, Brandy Zadrozny e Jacob Soboroff, que se tornou correspondente sênior nacional e político.
Em setembro de 2025, a MSNBC firmou um acordo com a Sky News para usar seus recursos na cobertura de notícias internacionais. A MSNBC começou a separar suas operações editoriais da NBC News em outubro de 2025, e o uso de correspondentes da NBC News foi sendo reduzido ao longo do mês.
Em novembro de 2025, a AccuWeather anunciou um acordo para fornecer dados meteorológicos e cobertura à Versant. O acordo previa boletins de previsão durante Morning Joe e a participação de meteorologistas da AccuWeather em notícias sobre eventos meteorológicos. A MSNBC também contratou o ex-repórter da CBS News David Parkinson como analista sênior de dados meteorológicos e eleitorais, além de Moses Small, da KGTV de San Diego, como repórter de clima.
Em agosto de 2025, foi anunciado que, como parte da cisão, a MSNBC passaria a se chamar MS NOW, retroacrônimo de My Source [for] News, Opinion, [and the] World, para retirar o uso explícito das marcas da NBC, entre elas o pavão da emissora. Um nome com "MS", referência à antiga coproprietária Microsoft, foi escolhido para manter o reconhecimento da marca, pois as duas letras já eram usadas como forma abreviada do nome do canal. Com a separação da NBCUniversal, os programas da MS NOW foram retirados do Peacock.
Uma campanha publicitária de US$ 20 milhões intitulada "We the People", com o slogan "Same mission. New name.", "Mesma missão. Novo nome.", foi lançada em novembro de 2025, durante as eleições daquele ano nos Estados Unidos. A campanha continha dois comerciais de televisão com cenas da sociedade estadunidense e profissionais da MS NOW. Um deles trazia Rachel Maddow lendo trechos da Constituição dos Estados Unidos, e o outro usava a leitura feita por Maya Angelou, em 1996, de seu poema "The Human Family" nas Nações Unidas. A marca "We The People" passou a ser usada em outras áreas do canal. A partir da cobertura das eleições de 2026, a MS NOW chamou sua cobertura eleitoral de We the People (ano), substituindo a marca Decision, herdada da NBC News.
A mudança de nome entrou em vigor em novembro de 2025. A MS NOW também transferiu seus estúdios de Nova Iorque do 30 Rockefeller Plaza para a sede da Versant, no antigo edifício do New York Times, em 229 West 43rd Street. O complexo tem três estúdios principais. O Studio 9A, principal, preserva elementos visuais do antigo Studio 3A da MSNBC nos NBC Studios. Há ainda o Studio 9C e um volume de LED de três lados, o Studio 9B. Os novos estúdios foram construídos em três meses e aproveitaram infraestrutura de transmissão instalada por antigos ocupantes, entre eles o BuzzFeed News. O controle mestre e outras operações técnicas são realizados na sede da CNBC em Englewood Cliffs, Nova Jérsia. Com a mudança de nome para MS NOW, o site passou para o domínio ms.now.
Em fevereiro de 2026, a MS NOW anunciou uma parceria com a Crooked Media. O canal passou a exibir Crooked on MS NOW, programa semanal com destaques dos podcasts da empresa, entre eles Pod Save America, nas noites de sábado a partir de 28 de fevereiro.
Em junho de 2026, Ali Velshi substituiu Stephanie Ruhle na apresentação de The 11th Hour. Ruhle voltou à programação diurna com Money, Power, Politics with Stephanie Ruhle, das 9h às 11h. Velshi foi substituído aos fins de semana por Connect with Jacob Soboroff. Alicia Menendez passou para On the Line with Alicia Menendez, das 12h às 14h, e Luke Russert assumiu seu lugar em The Weeknight. Esses programas substituíram Ana Cabrera Reports e Chris Jansing Reports. Katy Tur Reports passou a ser um programa independente chamado The Moment with Katy Tur. Chris Jansing permaneceu no canal como correspondente política chefe, enquanto Ana Cabrera saiu. Kutler afirmou que as mudanças buscavam fortalecer a programação diurna da MS NOW sem abandonar a atenção maior às notícias factuais.
Também em junho de 2026, a MS NOW cancelou The Weekend: Primetime, cuja última edição foi transmitida naquele fim de semana. Alex Witt deixou a emissora depois de quase 30 anos. Antonia Hylton assumiu o horário vespertino dos fins de semana, e Joy Fowlin também passou para o novo programa de Hylton. Kutler afirmou que a MS NOW estava reduzindo a programação noturna ao vivo nos fins de semana para priorizar seu futuro serviço direto ao consumidor. O horário passaria a concentrar versões televisivas de podcasts da MS NOW, entre eles The Best People with Nicolle Wallace, e programas adquiridos. A parceria com a Crooked Media foi citada como exemplo da estratégia. Kutler disse ainda que, apesar das reduções, a MS NOW continuaria transmitindo cerca de 20 horas de programação ao vivo por fim de semana.
Em agosto de 2026, Peter Alexander lançou o programa State Of Play.
Também em agosto de 2026, a MS NOW lançou um serviço de streaming direto ao consumidor. Anunciado como "um centro digital para progressistas", o serviço contém a transmissão ao vivo do canal MS NOW, eventos exclusivos ao vivo e virtuais com profissionais da emissora e recursos comunitários.
Um estudo do Pew Research Center publicado em 2014 concluiu que o público da MSNBC era mais moderado que o de BuzzFeed, Politico, The Washington Post e The New York Times, mas um pouco mais liberal que o público da CNN.
Uma pesquisa do Pew Research Center de 2019 mostrou que, entre os estadunidenses que apontavam a MSNBC como principal fonte de notícias políticas, 74% tinham 50 anos ou mais e 44% tinham pelo menos 65 anos. Entre os que indicavam a MSNBC como principal fonte de notícias políticas, 95% se identificavam como eleitores do Partido Democrata. Entre as oito fontes mais citadas por adultos dos Estados Unidos para notícias políticas e eleitorais, MSNBC e Fox News tinham os públicos mais partidários.

Antes de 2010, a MSNBC não estava disponível aos assinantes dos serviços Verizon FiOS e AT&T U-verse em partes de Nova Iorque, do norte de Nova Jérsia e de Connecticut que coincidiam com a área de atendimento da Cablevision. Um dos motivos era um acordo de distribuição exclusiva entre MSNBC e Cablevision que proibia provedores concorrentes por cabo de oferecer a MSNBC. Em 2009, a Verizon apresentou à Comissão Federal de Comunicações uma reclamação formal sobre acesso à programação e pediu o encerramento do acordo. Em apoio à Verizon, o procurador-geral de Connecticut, Richard Blumenthal, argumentou que o acordo poderia ser ilegal. Depois de firmar um novo contrato, o FiOS acrescentou a MSNBC em Nova Iorque e Nova Jérsia em fevereiro de 2010.

MSNBC Canada, um empreendimento conjunto entre Rogers Communications, Shaw Communications e MSNBC, cada uma com participação de 33,33%, funcionou de setembro de 2001 a 2004. O canal enfrentou dificuldades logísticas devido à exigência da Comissão Canadense de Rádio-televisão e Telecomunicações de que os canais exibissem determinada proporção de conteúdo canadense. Por esse motivo, foi substituído por um sinal direto da MSNBC.
Na Austrália, a MSNBC estreou em novembro de 2019 no serviço de televisão por assinatura online Fetch TV, no canal 171. Assim como no Canadá, trata-se do sinal direto estadunidense da MS NOW, sem atraso. Embora a Fetch TV não ofereça um canal ou serviço próprio de reprises da MS NOW, sua grade eletrônica permite selecionar e assistir programas das 24 horas anteriores. O canal foi acrescentado à operadora Foxtel e ao serviço de streaming Flash em abril de 2023, depois de um acordo de programação entre o Foxtel Group e a NBCUniversal. Em outubro de 2023, também passou a integrar o Binge, outro serviço de streaming da Foxtel.
Na Ásia e na Europa, a MS NOW não é transmitida em um canal próprio.
Na Turquia, a NTV-MSNBC era um empreendimento conjunto com a NTV Turkey. O serviço encerrou suas atividades em dezembro de 2014.
Em 2007, a MSNBC chegou à África do Sul depois de firmar um acordo para se tornar a "fornecedora exclusiva de notícias" do serviço de televisão por satélite Free2View TV no sul da África.
Em 2024, a programação noturna da MSNBC tinha apresentadores progressistas. Em novembro de 2007, um artigo do The New York Times afirmou que a programação do horário nobre da MSNBC estava se inclinando mais para a esquerda. Desde então, comentaristas têm afirmado que a MSNBC apresenta viés favorável à política liberal e ao Partido Democrata. Howard Kurtz, analista de mídia do The Washington Post, escreveu em 2008 que a programação noturna do canal "claramente gravitou para a esquerda nos últimos anos e muitas vezes parece se considerar a antítese da Fox News". Em 2011, o Politico chamou a MSNBC de "inclinada à esquerda", e Steve Kornacki, do Salon.com, escreveu que "a programação do horário nobre da MSNBC está inundada de política progressista". Sobre as mudanças na programação noturna, Phil Griffin, então vice-presidente sênior da NBC News, afirmou que "aconteceu naturalmente. Não há um dogma que estejamos impondo. Existe um 'vá em frente'".
Na edição de fevereiro de 2008 da revista Men's Journal, um entrevistado da MSNBC citou um executivo sênior que teria dito que o comentarista liberal Keith Olbermann "comanda a MSNBC" e que, "por causa de seu sucesso, ele está no controle" do canal. Em 2007, The New York Times chamou Olbermann de "rosto mais reconhecível" da MSNBC. Em setembro de 2008, a MSNBC anunciou que Olbermann e Chris Matthews deixariam de apresentar eventos políticos ao vivo, e David Gregory assumiria essa função. O canal citou as crescentes críticas de que os dois eram "opinativos demais para serem vistos como neutros no calor da campanha presidencial". Countdown, de Olbermann, continuou a ser exibido antes e depois dos debates presidenciais e vice-presidenciais, e Matthews e Olbermann participaram com Gregory da cobertura da noite eleitoral.
Em novembro de 2009, pouco antes do lançamento do livro Going Rogue, de Sarah Palin, Dylan Ratigan exibiu imagens manipuladas digitalmente de Palin no programa Morning Meeting. Ratigan pediu desculpas alguns dias depois.
Em outubro de 2010, a MSNBC começou a usar o slogan "Lean Forward". Alguns veículos, entre eles o msnbc.com, afirmaram que a emissora passava a assumir sua identidade política progressista.
Em janeiro de 2012, a MSNBC usou Rachel Maddow, Chris Matthews e outros comentaristas em sua cobertura dos caucuses republicanos de Iowa. Nando Di Fino, do Mediaite, afirmou que a MSNBC estava "abandonando a cobertura jornalística direta e, em vez disso, [parecia] tentar criar alguma controvérsia".
Em novembro de 2012, The New York Times chamou a MSNBC de "The Anti-Fox" e citou o ex-presidente Bill Clinton: "Rapaz, ela realmente se tornou a nossa versão da Fox". Com dados de audiência da A.C. Nielsen, o artigo observou que a Fox News Channel tinha público total maior, mas que apenas cerca de 300 mil telespectadores separavam as duas emissoras entre pessoas de 25 a 54 anos, faixa mais procurada pelos anunciantes.
No relatório State of the News Media, publicado pelo Pew Research Center em 2013, a MSNBC foi a emissora jornalística com maior proporção de conteúdo opinativo. O relatório classificou 85% de seu conteúdo como comentário ou opinião e 15% como reportagem factual. Também afirmou que, em 2012, a MSNBC gastou US$ 240 milhões em produção jornalística, ante US$ 682 milhões da CNN e US$ 820 milhões da Fox News Channel.
Em outubro de 2019, a revista socialista estadunidense Jacobin afirmou que "a MSNBC incorpora a política e a sensibilidade do liberalismo da era Trump", mas acrescentou que a MSNBC "nem sempre foi liberal".
Em texto publicado pelo Poynter Institute for Media Studies em fevereiro de 2021, o jornalista Tom Jones argumentou que a principal diferença entre MSNBC e Fox News não era um viés de esquerda contra um de direita. Para ele, grande parte do conteúdo da Fox News, especialmente no horário nobre, não se baseava em fatos verdadeiros.
Sob Cesar Conde, diretor da NBC News, a divisão tomou medidas para incorporar mais pontos de vista, inclusive conservadores, à programação fora da MSNBC, entre eles o Meet the Press. A iniciativa respondia a preocupações de afiliadas da NBC de que o conteúdo partidário da MSNBC pudesse afetar a imagem de toda a divisão. As medidas coincidiram com mudanças na direção da MSNBC, que gradualmente ampliou a programação de opinião e reduziu o compartilhamento de profissionais com as outras operações da NBC News.
Durante a eleição de 2008, a MSNBC foi acusada de favorecer Barack Obama e de apresentar viés contra sua adversária nas primárias, Hillary Clinton. Durante as convenções partidárias, Matthews e Olbermann tiveram uma discussão acalorada no ar. Como resultado, David Gregory assumiu sozinho a apresentação jornalística dos debates e da noite eleitoral.
No segundo semestre de 2008, a MSNBC adotou o slogan "The Power of Change", "O poder da mudança", que dava destaque à retórica de "mudança" usada por Obama.
Alguns apoiadores do Partido Democrata, entre eles o ex-governador da Pensilvânia Ed Rendell e Lanny Davis, assessor de Bill Clinton, criticaram a MSNBC durante e depois das primárias democratas de 2008, afirmando que o canal tratava Barack Obama de forma mais favorável que Hillary Clinton. Em janeiro de 2011, Rendell tornou-se colaborador no ar da MSNBC.
Um estudo do Project for Excellence in Journalism concluiu que a MSNBC apresentou menos cobertura negativa de Obama, 14% das matérias, em comparação com 29% na imprensa em geral, e mais cobertura negativa do candidato republicano John McCain, 73% contra 57% na imprensa em geral. O slogan usado pela MSNBC durante a semana da eleição presidencial de 2008, "The Power of Change", foi criticado por ser semelhante demais ao slogan da campanha de Obama, "Hope and Change". Depois da eleição, o apresentador conservador John Ziegler produziu o documentário Media Malpractice... How Obama Got Elected, muito crítico à atuação da imprensa, em especial da MSNBC, na eleição. Durante a divulgação do documentário, Ziegler discutiu no ar com a apresentadora Contessa Brewer sobre a maneira como a mídia, especialmente a MSNBC, havia retratado Sarah Palin.
Durante a cobertura das primárias do Potomac, Chris Matthews disse: "Tenho que dizer, sabe, faz parte de cobrir este caso, esta eleição, o sentimento que a maioria das pessoas tem quando ouve Barack Obama discursar. Nossa, senti um arrepio subindo pela minha perna. Quero dizer, isso não acontece comigo com frequência". Veículos conservadores usaram o comentário para acusar Matthews e a MSNBC de favorecer Obama.
Em junho de 2010, a MSNBC exibiu o documentário Rise of the New Right. O programa trazia entrevistas com figuras da direita, entre elas Dick Armey, ex-líder da maioria na Câmara dos Representantes, Orly Taitz, uma das principais integrantes do movimento "birther", e o radialista e teórico da conspiração Alex Jones. Também mostrava um campo de treinamento de sobrevivencialismo da Michigan Militia e acompanhava a campanha do candidato ao Senado pelo Kentucky Rand Paul.
O documentário irritou integrantes do movimento Tea Party e outras figuras da direita. Depois da exibição, a FreedomWorks, presidida por Armey, pediu um boicote à marca Dawn e à Procter & Gamble, que haviam anunciado durante Hardball with Chris Matthews.
Um estudo do Pew Research Center concluiu que a cobertura da MSNBC sobre Mitt Romney na última semana da eleição presidencial de 2012 foi 68% negativa e não teve nenhuma matéria positiva na amostra. O resultado era bem mais negativo que o da imprensa em geral e também pior que a cobertura entre 1 e 28 de outubro, quando 5% das matérias eram positivas e 57% negativas. A cobertura de Barack Obama, por sua vez, melhorou na última semana antes da eleição. Entre 1 e 28 de outubro, 33% das matérias sobre Obama eram positivas e 13% negativas. Na última semana de campanha, 51% das matérias da MSNBC sobre Obama foram positivas e nenhuma das matérias da amostra foi negativa.
A MSNBC recebeu críticas e acusações de viés liberal de Donald Trump e de seus apoiadores. Em publicações nas redes sociais, Trump frequentemente chamou a emissora de "MSDNC", numa acusação de que atuava como braço do Comitê Nacional Democrata. Também classificou o canal como parte da "mídia de notícias falsas" e afirmou que sua audiência estava caindo. Trump criticou diretamente programas e apresentadores da MSNBC. Em 2017, chamou Mika Brzezinski, de Morning Joe, de "Low I.Q. Crazy Mika", e Joe Scarborough de "Psycho Joe" em uma publicação no Twitter. Em maio de 2025, Trump acusou a MSNBC de cometer uma "grave violação de campanha" depois que apresentadores do canal fizeram declarações críticas às tarifas anunciadas por seu governo no chamado "Liberation Day". Em agosto de 2025, Trump chamou Nicolle Wallace, apresentadora de Deadline: White House, de "perdedora" e previu que ela seria demitida do canal.
Outros críticos afirmaram que a MSNBC apresenta viés contra a política progressista. O programa de Phil Donahue foi cancelado em 2003 em meio à oposição do apresentador à Guerra do Iraque. Donahue afirmou mais tarde que a direção da MSNBC exigia que "tivéssemos dois [convidados] conservadores para cada liberal. Eu era contado como dois liberais".
Cenk Uygur, depois de deixar a MSNBC em 2011, afirmou que a direção havia dito que "pessoas em Washington" estavam "preocupadas com [seu] tom" e que "não queria trabalhar em um lugar que não desafiasse o poder".
Também foi argumentado que apresentadores da MSNBC tendem a ser conservadores ou centristas e ricos.
Em 2000, Joe Scarborough recebeu nota 95 da American Conservative Union e defendia políticas contrárias ao aborto quando era deputado federal. Stephanie Ruhle, ex-gestora de fundo de hedge, declarou: "Não tenho ideais políticos aos quais esteja presa". Chris Matthews, ex-apresentador da MSNBC, definia-se como "liberal", mas votou em George W. Bush em 2000. Nicolle Wallace, republicana registrada, trabalhou para Bush e Sarah Palin.
Maria Bustillos escreveu em 2019 que "a respeitabilidade insípida e equidistante da MSNBC é sustentada por uma cuidadosa representação de diversidade, tanto 'ideológica' quanto demográfica", e que "a emissora desencoraja ativamente a consideração das convicções pessoais de seus apresentadores", preferindo "personalidades de televisão intercambiáveis", "comprimidas na identidade da emissora e subordinadas a ela". Também se argumentou que a MSNBC, assim como outros canais por assinatura, "simplesmente não tem incentivo para informar" e transforma seus "telespectadores em dependentes partidários que não mudam de canal porque precisam de uma dose que lhes diga que estão certos sobre tudo, e que o outro lado está errado". Em 2014, Jason Linkins afirmou que a MSNBC preferia "a produção incessante de ideias de iniciados" ao "serviço à confiança pública de maneira honesta e equitativa".
A comentarista política Melissa Harris-Perry e seus convidados exibiram, em um segmento retrospectivo de 2013 de seu programa, uma fotografia do ex-candidato presidencial republicano Mitt Romney com sua família. Romney segurava no colo seu neto adotivo Kieran Romney, que é afro-americano. Harris-Perry e os convidados, entre eles a atriz Pia Glenn e o comediante Dean Obeidallah, fizeram piadas enquanto sugeriam legendas para a fotografia. Glenn cantou "Uma dessas coisas não é como as outras, uma dessas coisas simplesmente não é igual". Obeidallah disse: "Isso resume a diversidade do Partido Republicano e do Comitê Nacional Republicano, em que eles fazem uma convenção inteira e encontram uma pessoa negra". Harris-Perry pediu desculpas no ar e também publicou uma série de pedidos de desculpas no Twitter.
Em fevereiro de 2019, a NBC publicou uma reportagem sobre a candidata presidencial Tulsi Gabbard, afirmando que sua campanha estava recebendo atenção da mídia estatal russa. A reportagem dizia que Gabbard havia sido mencionada duas vezes mais no RT, Sputnik News e Russia Insider que os então favoritos Bernie Sanders e Joe Biden.
Em março de 2019, Yashar Ali, colaborador do HuffPost, acusou Dafna Linzer, editora administrativa da MSNBC, de ceder controle editorial ao Comitê Nacional Democrata. Ali pretendia anunciar com antecedência os locais dos debates partidários e recebeu uma ligação que tentava dissuadi-lo, com a frase "deixe que eles façam alguns telefonemas", em referência à direção do partido.
Andrew Yang e seus apoiadores criticaram a cobertura da MSNBC sobre sua campanha presidencial e o tempo de fala destinado a Yang em um debate das primárias realizado pela emissora em novembro de 2019.
Em dezembro de 2019, In These Times analisou a cobertura das primárias presidenciais democratas de 2020 feita pela MSNBC entre agosto e setembro daquele ano. A análise afirmou que "a MSNBC falou de Biden duas vezes mais que de Warren e três vezes mais que de Sanders", e que Sanders era o candidato mencionado negativamente com maior frequência entre os três.
Chris Matthews comparou Sanders a George McGovern em termos de viabilidade eleitoral em 3 de fevereiro e criticou Sanders por adotar o rótulo de "socialista democrático" em 7 de fevereiro. Em referência aos elogios de Sanders a alguns aspectos da Cuba de Fidel Castro, Matthews disse no ar em Hardball: "Acredito que, se Castro e os comunistas tivessem vencido a Guerra Fria, teria havido execuções no Central Park, e eu poderia ter sido uma das pessoas executadas". Em seguida, questionou o que Sanders queria dizer com o termo "socialismo". Na semana seguinte, Chuck Todd criticou a retórica de apoiadores de Sanders ao citar um artigo conservador que os comparava às camisas-pardas nazistas. Durante os caucuses democratas de Nevada de 2020, Matthews usou "a queda da França" diante dos nazistas em 1940 como metáfora para a aparente vitória de Sanders no estado. As analogias foram criticadas pela campanha de Sanders e por outros comentaristas, que lembraram que integrantes da família de Sanders haviam sido mortos no Holocausto. Matthews pediu desculpas a Sanders e a seus apoiadores no ar.
Jason Johnson, colaborador da MSNBC, foi suspenso temporariamente em fevereiro de 2020 depois de críticas por ter acusado apoiadores de Bernie Sanders de afastar minorias e por ter se referido a funcionárias e representantes afro-americanas da campanha de Sanders como "a ilha das garotas negras desajustadas que vocês apresentam regularmente para defendê-lo". Ele voltou ao canal em julho de 2020.
Ayman Mohyeldin foi acusado de apresentar viés anti-Israel em suas reportagens. Em 2015, durante uma transmissão ao vivo de Gaza, Mohyeldin disse ter testemunhado um palestino desarmado ser baleado pela polícia israelense no Portão de Damasco. Posteriormente verificou-se que o homem portava uma faca grande.
Depois do início da guerra em Gaza, o site Semafor informou que apresentadores muçulmanos, entre eles Mehdi Hasan, Mohyeldin e Ali Velshi, haviam sido afastados de parte da cobertura.
Michael Savage apresentou brevemente um programa de entrevistas aos fins de semana em 2003. Em julho, respondeu a um telefonema de trote chamando o interlocutor de "porco" e "sodomita" e dizendo que ele "deveria pegar AIDS e morrer". O programa de Savage foi cancelado e ele foi demitido da MSNBC pouco depois.
O programa de rádio de Don Imus, Imus in the Morning, foi transmitido simultaneamente pela MSNBC por mais de dez anos. Em 2007, Imus referiu-se às integrantes da equipe feminina de basquete Rutgers Scarlet Knights com uma expressão considerada racista e sexista, "some nappy-headed hoes". A declaração causou forte reação pública. Quando anunciantes começaram a retirar seus comerciais, a MSNBC cancelou a transmissão simultânea. Imus e a NBC News pediram desculpas à equipe de basquete de Rutgers.
Em novembro de 2010, Joe Scarborough, apresentador de Morning Joe, foi suspenso brevemente depois de doar US$ 4 mil a candidatos republicanos na Flórida.
Em novembro de 2010, Keith Olbermann, apresentador do programa de notícias e opinião de alta audiência Countdown with Keith Olbermann, foi suspenso sem remuneração por ter doado US$ 2,4 mil, o limite máximo de doação pessoal, a cada um de três candidatos do Partido Democrata antes das eleições de 2010. A política da NBC News proibia doações a campanhas políticas sem autorização prévia da empresa. Olbermann voltou ao ar alguns dias depois.
Em janeiro de 2011, Olbermann deixou a MSNBC. Antes de ler o conto "The Scottie Who Knew Too Much", de James Thurber, agradeceu aos telespectadores, produtores e técnicos pelo sucesso do programa ao longo de oito anos. Não agradeceu nem mencionou Griffin ou o presidente da NBC News, Steve Capus. Olbermann não informou o motivo de sua saída. A MSNBC limitou-se a dizer que as duas partes haviam encerrado o contrato de quatro anos do comentarista. Muitos blogueiros e comentaristas liberais responsabilizaram a Comcast pela saída repentina de Olbermann e acusaram a empresa de silenciá-lo por motivos políticos poucos dias depois da aquisição da NBCUniversal em 18 de janeiro. A MSNBC e a Comcast negaram a acusação. Howard Kurtz, então crítico de mídia do Daily Beast, o ex-apresentador da MSNBC David Shuster e um executivo anônimo da NBC disseram que a suspensão anterior de Olbermann e seus conflitos posteriores com a direção eram uma explicação mais provável para o fim de Countdown.
No mês seguinte, Olbermann relançou o programa na Current TV. Também criou o blog FOKNewsChannel.com, site de comentários que parodiava a Fox News e publicava textos e artigos baseados em antigos segmentos de Countdown.
Em novembro de 2013, Martin Bashir criticou Sarah Palin por comparar a dívida federal à escravidão. A controvérsia levou à sua demissão. Bashir mencionou punições cruéis impostas a pessoas escravizadas pelo supervisor de escravos Thomas Thistlewood, em especial a chamada "Derby's dose", na qual uma pessoa escravizada era obrigada a defecar ou urinar na boca de outra. Bashir então afirmou: "Quando a sra. Palin invoca a escravidão, ela não demonstra apenas sua profunda ignorância. Ela confirma que, se alguém realmente se qualificasse para uma dose de disciplina de Thomas Thistlewood, ela seria a candidata perfeita".
O programa Up Late with Alec Baldwin, apresentado por Alec Baldwin em 2013, foi suspenso depois de cinco episódios devido a um insulto homofóbico que Baldwin dirigiu a um fotógrafo em Nova Iorque.
Em maio de 2014, o programa Way Too Early apresentou um segmento sobre os antecedentes históricos do Cinco de Mayo. Louis Burgdorf apareceu dançando pelo estúdio com um sombrero, chacoalhando maracas e bebendo tequila, chamada pelo apresentador Thomas Roberts de "go-go juice". O segmento foi criticado por ridicularizar a herança mexicana e usar estereótipos falsos. A MSNBC pediu desculpas no dia seguinte e afirmou que não pretendia ser desrespeitosa. Os objetos haviam sido planejados, mas Roberts e Burgdorf teriam agido daquela maneira por decisão própria. Os dois apresentadores também se desculparam, embora tenham atribuído parte da responsabilidade aos produtores por permitirem o segmento.
Em janeiro de 2020, durante a cobertura da morte de Kobe Bryant, Alison Morris referiu-se rapidamente ao antigo time de Bryant, o Los Angeles Lakers, de uma forma que soou como o insulto racista em inglês "nigger", corrigindo-se imediatamente para "Los Angeles Lakers". Morris afirmou que havia tropeçado nas palavras e dito "Los Angeles Nakers", combinando por engano "Knicks" e "Lakers", e não o insulto racial. Muitas pessoas a acusaram de racismo, o que Morris negou imediatamente. Uma petição pedindo sua demissão foi assinada por mais de 184 mil pessoas.