Bob Ferguson | |
|---|---|
| Ferguson em 2023 | |
| 24.º governador de Washington | |
| Período | 15 de janeiro de 2025 |
| Vice-governador | Denny Heck |
| Antecessor | Jay Inslee |
| 18.º procurador-geral de Washington | |
| Período | 16 de janeiro de 2013 – 15 de janeiro de 2025 |
| Governador | Jay Inslee |
| Antecessor | Rob McKenna |
| Sucessor | Nick Brown |
| Presidente do Conselho do Condado de King | |
| Período | 24 de novembro de 2009 – 16 de janeiro de 2013 |
| Antecessor | Dow Constantine |
| Sucessor | Larry Gossett |
| Membro do Conselho do Condado de King | |
| Período | 1 de janeiro de 2004 – 16 de janeiro de 2013 |
| Antecessor | Cynthia Sullivan |
| Sucessor | Rod Dembowski |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Robert Watson Ferguson |
| Nascimento | 23 de fevereiro de 1965 Seattle, Washington, Estados Unidos |
| Alma mater | Universidade de Washington (BA) Universidade de Nova Iorque (JD) |
| Cônjuge | Colleen Ferguson (c. 2004) |
| Filhos | 2 |
| Partido | Democrata |
| Assinatura | |
| Website | Site do governo Site de campanha |
| Círculo eleitoral | 2.º distrito (2004 a 2006) 1.º distrito (2006 a 2013) |
Robert Watson Ferguson (Seattle, 23 de fevereiro de 1965) é um advogado e político norte-americano, governador de Washington desde 2025. Filiado ao Partido Democrata, foi o 18.º procurador-geral de Washington, de 2013 a 2025, e integrou o Conselho do Condado de King de 2004 a 2013. É o 24.º governador do estado.
Ferguson nasceu em Seattle em 1965, filho de Murray Ferguson e Betty Hausmann Ferguson. Sua família vive em Washington há quatro gerações. Seus bisavós se estabeleceram em terras às margens do rio Skagit no século XIX, perto da atual Marblemount.
Ferguson concluiu o ensino médio na Bishop Blanchet High School em 1983 e estudou na Universidade de Washington, onde foi eleito presidente do corpo estudantil. Depois da faculdade, ingressou no Jesuit Volunteer Corps Northwest e dirigiu um escritório de serviços de emergência durante um ano.
Ferguson obteve o título de Juris Doctor na Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque. Durante o curso, recebeu uma bolsa para prestar assistência jurídica à comunidade yaqui de Guadalupe, no Arizona. Morou ali por algum tempo e auxiliou seus integrantes em questões jurídicas.
Depois de concluir o curso de direito, Ferguson iniciou a carreira jurídica em Spokane. Foi assessor do juiz-chefe William Fremming Nielsen, do Tribunal de Distrito dos Estados Unidos para o Distrito Oriental de Washington, nomeado por George H. W. Bush. Em seguida, assessorou o juiz Myron H. Bright, do Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Oitavo Circuito, nomeado por Lyndon B. Johnson.
Após essas funções, Ferguson voltou a Seattle e ingressou no escritório Preston Gates & Ellis, posteriormente chamado K&L Gates. Como advogado contencioso, representou pessoas, empresas e governos locais de Washington. Participou da equipe jurídica que defendeu os contribuintes contra o pagamento de custos excessivos na construção do T-Mobile Park. Também integrou a equipe que questionou a constitucionalidade de iniciativas propostas pelo ativista contrário a impostos Tim Eyman.
Ferguson trabalhou em casos de pirataria de software e processou empresas que haviam se apropriado de propriedade intelectual de empresas de Washington. Prestou centenas de horas de assistência jurídica gratuita a organizações sem fins lucrativos. Entre elas estava a fundação do Jardim Botânico de Kruckeberg, que auxiliou na transformação de um jardim de cerca de 2,4 hectares em parque público em Shoreline.
Depois de quatro anos na Preston Gates & Ellis, Ferguson decidiu concorrer ao Conselho do Condado de King.
Ferguson foi eleito para o Conselho do Condado de King em 2003, ao derrotar Cynthia Sullivan, que ocupava uma cadeira havia vinte anos, por cerca de 500 votos. Os conselheiros eram eleitos por partidos, e ele não teve adversário na eleição geral do distrito, de maioria democrata. Durante a campanha contra Sullivan, visitou 22 mil residências.
A redução do número de conselheiros levou à redefinição dos distritos eleitorais, que colocou Ferguson no mesmo distrito da conselheira democrata Carolyn Edmonds, de Shoreline. Ele a venceu por uma pequena margem na primária. Na eleição geral, derrotou o republicano Steven Pyeatt com cerca de 74% dos votos.
Ferguson representou o primeiro distrito do conselho, que abrange o nordeste de Seattle, Shoreline, Lake Forest Park, Kenmore, Bothell, Kirkland e parte de Woodinville. Presidiu as comissões de Política Regional e de Direito, Justiça e Serviços Humanos. Presidiu também, por duas vezes, a Comissão de Direito e Justiça. Em 2005, foi coautor de uma proposta que submetia aos eleitores do condado um tributo para melhorar os serviços de saúde de veteranos e militares. A medida foi aprovada e renovada em 2011.
Quando o Executivo do Condado de King propôs gastar US$ 6,8 milhões em móveis para sua nova sede, Ferguson defendeu a compra de móveis usados, que economizou mais de US$ 1 milhão aos contribuintes.
Ferguson liderou a proposta de arrecadar US$ 50 milhões por ano para atender pessoas com transtornos mentais e dependência de drogas. Em 2011, recebeu da Sound Mental Health o prêmio Booth Gardner Mental Health Champion. Também obteve US$ 5 milhões para financiar clínicas de saúde pública de Northgate e Bothell ameaçadas de fechamento.
Ferguson integrou o Conselho de Coordenação da Justiça Juvenil, no trabalho sobre gangues. Defendeu a fiscalização civil do gabinete do xerife do Condado de King e, em 2006, ajudou a estabelecer um sistema permanente de supervisão.
Ferguson apresentou a Lei de Preservação de Espaços Abertos, que protege cerca de 40,5 mil hectares. Redigiu também uma norma que impede o Condado de King de contratar empresas que violem repetidamente as leis contra o roubo de salários.
Em 2007, Ferguson foi coautor de uma proposta que aumentava o imposto sobre vendas em 0,1 ponto percentual para ampliar o atendimento em saúde mental, o tratamento da dependência de drogas e os programas de tribunais terapêuticos. A medida buscava salvar vidas e reduzir os custos e o envolvimento desnecessário dessas pessoas com a justiça criminal. O conselho a aprovou com votos dos dois partidos. Em 2009, foi coautor de uma proposta bipartidária para simplificar as compras do condado. Ele e Kathy Lambert apresentaram a norma 2010-0186, que eliminou quinze páginas de formulários exigidos para contratar com o condado.
Ferguson defendeu mudanças que vinculavam os salários dos funcionários do condado às condições econômicas. Em editorial, o The Seattle Times escreveu: "São medidas inteiramente novas e necessárias em um condado que mal pode arcar com o modelo existente. Essas mudanças não seriam possíveis sem o trabalho da republicana Kathy Lambert e do presidente do conselho, Bob Ferguson. [...] Ferguson enfrenta fortes críticas dos sindicatos por se arriscar em políticas que podem ser inaceitáveis para seus eleitores. Seu trabalho deveria inspirar outros democratas do conselho a acompanhá-lo na entrada do condado no século XXI."
Ferguson foi coautor da norma 2007-0146, que incentivava a contratação de pequenas empresas pelo condado. Em 2011, apresentou com outros conselheiros a proposta de criação do programa "Small Business Accelerator". Recusou um aumento salarial durante um período de dificuldades econômicas. Também ajudou a organizar uma auditoria independente do órgão eleitoral do condado.
Em 2010, Ferguson apresentou a Proposta n.º 1, que aumentaria o imposto sobre vendas e uso para ampliar a receita do condado. Os eleitores a rejeitaram por 54,9% a 45,1%. Redigiu ainda a lei que reformou os procedimentos de acesso a documentos públicos do condado, para facilitar sua consulta e a fiscalização do governo pelos cidadãos.
Ferguson recebeu o prêmio Landmark Deeds de serviço público, do Washington Trust for Historic Preservation.
Em 2008, o Center for Human Services concedeu a Ferguson o prêmio Dorrit Pealy de serviço à comunidade. A Food Lifeline lhe deu um prêmio especial de reconhecimento em seu almoço anual de premiação do combate à fome. Em 2010, foi selecionado para o programa Aspen Institute-Rodel Fellowship, que reúne dirigentes políticos norte-americanos em início de carreira.
Na eleição de 2012, Ferguson foi eleito o 18.º procurador-geral do estado, ao derrotar seu colega de conselho Reagan Dunn por 53,5% a 46,5% dos votos. Venceu apesar do valor sem precedentes gasto por um grupo de fora do estado em apoio a Dunn. Durante a campanha, visitou os 39 condados de Washington.
Na eleição de 2016, Ferguson teve como único adversário Joshua Trumbull, do Partido Libertário, que não tinha experiência política. Gastou pouco dos recursos arrecadados para a campanha e foi reeleito por 67% a 33% dos votos. Foi o candidato a cargo estadual mais votado e venceu em 37 dos 39 condados.
Na eleição de 2020, seu adversário foi Matt Larkin, estreante na política e apoiador de Trump. Larkin o acusou de ser brando com a criminalidade e criticou as ações judiciais que movia contra o governo Trump. Ferguson foi reeleito por 56% a 43% dos votos.
Durante a primeira presidência de Donald Trump, a procuradoria de Washington processou o governo federal 99 vezes. Ferguson liderou 36 desses processos. O estado obteve 47 vitórias e duas derrotas.
Em abril de 2013, Ferguson moveu uma ação de proteção ao consumidor contra Barronelle Stutzman e sua floricultura, Arlene's Flowers, em Richland, embora Robert Ingersoll e seu noivo, Curt Freed, não tivessem apresentado queixa. Alegou que a recusa de Stutzman em fornecer flores para o casamento do casal violava a legislação de Washington. A procuradoria enviou uma carta informando que ela infringia a Lei de Proteção ao Consumidor. Ferguson propôs uma multa de US$ 2 mil e o compromisso de atender casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Stutzman respondeu que isso contrariava suas crenças religiosas. A procuradoria telefonou para lhe oferecer a possibilidade de cumprir a lei e evitar a ação e seus custos. Em resposta, o advogado da florista questionou a autoridade legal de Ferguson para processá-la e a classificação do caso como discriminação evidente. Os advogados do casal na União Americana pelas Liberdades Civis também moveram uma ação de indenização contra a florista.
O casal era cliente de Stutzman havia nove anos quando solicitou flores para o casamento. Ela recusou o serviço por sua visão religiosa sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Stutzman apresentou uma reconvenção, alegando que a ação de Ferguson pretendia obrigá-la a violar suas crenças. Ela e seus advogados da Alliance Defending Freedom pediram o arquivamento, pois a ação não demonstrava prejuízo financeiro aos negócios ou ao patrimônio do casal. O juiz Sal Mendoza Jr. permitiu o prosseguimento do processo, por entender que o tempo e o custo de ir à Arlene's Flowers e procurar outra floricultura constituíam prejuízo financeiro.
Em 18 de fevereiro de 2015, o juiz Alexander Ekstrom, do Tribunal Superior do Condado de Benton, concluiu que Stutzman havia violado a lei estadual contra a discriminação. No dia seguinte, ela anunciou que recorreria. Em 27 de março, Ekstrom impôs uma multa de US$ 1 mil, além de US$ 1 em custas e taxas judiciais.
Em 15 de novembro de 2016, Ferguson apresentou pessoalmente os argumentos do estado à Suprema Corte de Washington, em audiência no auditório do Bellevue College. O tribunal decidiu por unanimidade contra Stutzman em 16 de fevereiro de 2017. No acórdão, a juíza Sheryl Gordon McCloud escreveu que as garantias constitucionais de livre exercício da religião e de liberdade de expressão não lhe davam o direito de recusar o serviço para o casamento. Em 25 de junho de 2018, a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou a decisão e devolveu o caso para novo julgamento à luz de Masterpiece Cakeshop v. Colorado Civil Rights Commission. Em 6 de junho de 2019, o tribunal de Washington voltou a decidir por unanimidade contra Stutzman, sem encontrar provas de hostilidade religiosa.
Em 1.º de agosto de 2016, Ferguson anunciou uma ação do estado de Washington contra a empresa de telecomunicações Comcast, por práticas enganosas contra consumidores. O processo pedia US$ 100 milhões por 1,8 milhão de infrações à Lei de Proteção ao Consumidor. O tribunal impôs US$ 9,1 milhões em sanções civis e determinou o ressarcimento aos clientes, mas rejeitou parte das alegações sobre taxas de reparo.
Em 27 de janeiro de 2017, o presidente Donald Trump assinou a Ordem Executiva 13769, que proibiu efetivamente os não-cidadãos e refugiados de sete países do Oriente Médio de entrar nos EUA por 90 dias. Em 30 de janeiro, Ferguson e o governador Jay Inslee anunciaram que o Estado iria apresentar um desafio legal contra Trump, bem como secretários administrativos relevantes, para anular a ordem, argumentando que era um caso de discriminação religiosa.
Ferguson ajuizou a ação em 72 horas, com declarações de apoio de empresas sediadas em Washington, entre elas a Amazon e a Microsoft. Em 3 de fevereiro, o juiz James L. Robart, do Tribunal de Distrito dos Estados Unidos para o Distrito Ocidental de Washington, concedeu uma ordem temporária que suspendeu a aplicação da proibição em todo o país.
Ferguson sugeriu um projeto de lei proibindo armas de assalto ao representante estadual Strom Peterson, que foi aprovado pela Câmara em março de 2023.
A proibição de carregadores de alta capacidade defendida por Ferguson foi contestada judicialmente pela Firearms Policy Coalition, pela Second Amendment Foundation e por outras três partes.
Ferguson obteve um acordo de US$ 3 milhões com uma loja de armas cujo proprietário havia continuado a vender carregadores de alta capacidade.
Sob a supervisão de Ferguson, o estado de Washington reteve provas em um processo sobre uma mulher com deficiência do desenvolvimento colocada pelo estado em uma residência assistida. O juiz Michael Ryan considerou que a procuradoria havia agido de forma imprudente na apresentação de provas e não tinha procedimentos adequados para cumprir suas obrigações nessa etapa do processo.
Como procurador-geral, Ferguson perdeu uma ação contra a Savers Value Village. O processo começou em 2015 e chegou à Suprema Corte de Washington em 2023. Por unanimidade, o tribunal concluiu que a empresa não havia enganado os consumidores ao se apresentar como instituição de caridade, como alegava Ferguson. O estado gastou mais de US$ 4,2 milhões em despesas jurídicas.
Em 2021, o escritório do procurador-geral divulgou um comunicado expressando o apoio de Ferguson à descriminalização das drogas. Em uma entrevista publicada no mesmo dia do comunicado de imprensa, Ferguson ampliou sua posição.
Em 2001, um grupo de povos indígenas de Washington processou o estado para exigir a instalação e manutenção de passagens sob estradas que permitissem aos salmões chegar aos locais de desova. Os tribunais inferiores decidiram a favor dos povos indígenas, mas Ferguson recorreu à Suprema Corte dos Estados Unidos. O empate por quatro votos a quatro manteve a decisão anterior. Uma vitória teria poupado ao estado mais de US$ 2 bilhões na substituição das passagens existentes. Algumas estimativas elevaram o custo do cumprimento da ordem judicial a mais de US$ 7,3 bilhões.
Em 2021, Ferguson processou empresas produtoras de frango e grandes empresas de atum, alegando acordos para fixar preços. Os processos relativos ao atum terminaram em acordos de US$ 4,7 milhões e multas de US$ 450 mil. Até dezembro de 2023, os acordos com produtores de frango haviam recuperado US$ 35,5 milhões.
Uma ação de Ferguson contra a Providence Health & Services, por violação da lei estadual de assistência hospitalar gratuita, terminou em acordo em 2024. A rede de saúde reembolsou quase US$ 21 milhões em contas médicas e cancelou US$ 137 milhões em dívidas de pacientes.
Em 2024, quatro anos depois de Ferguson processar a Johnson & Johnson por sua participação na dependência de opioides, as partes chegaram a um acordo de US$ 149,5 milhões.
Em 2024, Ferguson moveu ações para impedir a inclusão de iniciativas populares nas cédulas eleitorais, sem notificar as partes responsáveis por essas iniciativas.
Ferguson anunciou sua candidatura a governador em setembro de 2023. A gestão de mais de US$ 1 milhão em recursos excedentes de campanha gerou questionamentos e críticas. Em maio de 2024, o senador estadual Mark Mullet apresentou uma denúncia ética, alegando que Ferguson havia usado o cargo para influenciar uma decisão da secretaria de estado sobre a ordem dos nomes de candidatos na cédula eleitoral.
Ferguson concentrou a campanha no aborto e veiculou um anúncio televisivo enganoso ao criticar a posição de um adversário sobre o assunto. Também recebeu críticas por seu apoio à descriminalização das drogas em 2021. Sua campanha teve a vantagem de gastos muito maiores de super PACs contra o republicano Dave Reichert. Em novembro de 2024, venceu a eleição geral por onze pontos percentuais.
Em 13 de janeiro de 2025, Ferguson registrou sua candidatura à eleição para governador de Washington em 2028. Em meados de 2025, também eram candidatos o republicano Ethan Brunton e Ambra Mason, do Partido da Constituição, que havia disputado a eleição de 2024.
Ferguson tomou posse em 15 de janeiro de 2025. No primeiro dia, assinou três ordens executivas sobre a revisão de normas relativas à habitação, a liberdade reprodutiva e a reforma dos procedimentos de licenciamento.
Em maio de 2025, Ferguson sancionou um pacote de aumento de impostos de US$ 9 bilhões. Reconheceu que a decisão contrariava suas declarações anteriores contra aumentos de impostos. Em julho, a pesquisa Cascade PBS/Elway registrou sua avaliação mais baixa para um governador nos primeiros seis meses desde Mike Lowry, trinta anos antes. Para 32% dos eleitores, seu trabalho era bom ou excelente, enquanto 22% o consideravam regular e 31%, ruim.

Ferguson pratica montanhismo, caminhadas com mochila e observação de aves. Percorreu centenas de quilômetros de trilhas em Washington e escalou muitos dos picos mais altos do estado. Depois da faculdade, viajou pelo país para assistir a uma partida de beisebol em cada estádio da Major League Baseball. É mestre de xadrez e venceu duas vezes o campeonato estadual de Washington. Suas partidas foram publicadas em periódicos locais, nacionais e internacionais de xadrez. Em 2026, tinha 2.232 pontos no sistema de classificação da FIDE. Mora com a esposa, Colleen, e os dois filhos na Mansão do Governador de Washington, em Olympia. É católico.
Em 2017, Ferguson integrou a lista anual Time 100, das pessoas mais influentes do mundo.
| Eleição | Candidato | Partido | Votos | Pct | Candidato | Partido | Votos | Pct | Candidato | Partido | Votos | Pct |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2012 Primary | Bob Ferguson | Democrata | 685.346 | 51,68% | Reagan Dunn | Republicano | 506.524 | 38,20% | Stephen Pidgeon | Republicano | 134.185 | 10,12% |
| 2012 General | Bob Ferguson | Democrata | 1.564.443 | 53,48% | Reagan Dunn | Republicano | 1.361.010 | 46,52% | ||||
| 2016 Primary | Bob Ferguson | Democrata | 906.493 | 72,61% | Joshua B. Trumbull | Libertário | 341.932 | 27,39% | ||||
| 2016 General | Bob Ferguson | Democrata | 2.000.804 | 67,14% | Joshua B. Trumbull | Libertário | 979.105 | 32,86% | ||||
| 2020 General | Bob Ferguson | Democrata | 2.226.418 | 56,43% | Matt Larkin | Republicano | 1.714.927 | 43,47% |
| Eleição | Candidato | Partido | Votos | Pct | Candidato | Partido | Votos | Pct | Candidato | Partido | Votos | Pct |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2024 Primary | Bob Ferguson | Democrata | 884.268 | 44,88% | Dave Reichert | Republicano | 541.533 | 27,48% | Semi Bird | Republicano | 212.692 | 10,79% |
| 2024 General | Bob Ferguson | Democrata | 2.143.368 | 55,51% | Dave Reichert | Republicano | 1.709.818 | 44,28% |
| Cargos jurídicos | ||
|---|---|---|
| Precedido por: Rob McKenna |
Procurador-geral de Washington 2013–2025 |
Sucedido por: Nick Brown |
| Cargos de partidos políticos | ||
| Precedido por: Jay Inslee |
Candidato do Partido Democrata a governador de Washington 2024 |
Mais recente |
| Cargos políticos | ||
| Precedido por: Jay Inslee |
Governador de Washington 2025–presente |
Titular do cargo |
| Ordem de precedência | ||
| Precedido por: JD Vance como vice-presidente |
Ordem de precedência dos Estados Unidos Dentro de Washington |
Sucedido por: Prefeito da cidade em que ocorre o evento |
| Sucedido por: Nos demais casos, Mike Johnson (político) como presidente da Câmara dos Representantes | ||
| Precedido por: Greg Gianforte como Lista de governadores do Montana |
Ordem de precedência dos Estados Unidos Fora de Washington |
Sucedido por: Brad Little como Lista de governadores de Idaho |