| News Corp | |
|---|---|
Edifício da sede, na Sexta Avenida, em Manhattan, fotografado em 2007 | |
| Razão social | News Corporation |
| Empresa de capital aberto | |
| Cotação | |
| Atividade | Meios de comunicação social e edição de livros |
| Fundação | 28 de junho de 2013 |
| Fundador(es) | Rupert Murdoch |
| Sede | 1211 Avenue of the Americas, Midtown Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos |
| Área(s) servida(s) | Mundial |
| Presidente | Lachlan Murdoch, presidente do conselho |
| Pessoas-chave |
|
| Empregados | 21.700, em 2026 |
| Produtos | Jornais, livros e mídia digital |
| Serviços | Informações financeiras e anúncios de imóveis |
| Acionistas | LGC Holdco, com 34,8% dos votos sob controle de Lachlan Murdoch, em agosto de 2026 |
| Ativos | US$ 15,544 bilhões, em 2026 |
| Receita | US$ 9,028 bilhões, em 2026 |
| Lucro | US$ 573 milhões atribuíveis aos acionistas, em 2026 |
| Antecessora(s) | News Corporation |
| Website | newscorp |
News Corp, cuja razão social é News Corporation, é uma empresa multinacional dos Estados Unidos que publica jornais e livros, fornece notícias e informações financeiras e opera serviços digitais de anúncios de imóveis, com sede em Midtown Manhattan, na cidade de Nova Iorque.
O grupo é proprietário da Dow Jones & Company, editora do The Wall Street Journal, da HarperCollins e do New York Post. Seus negócios no Reino Unido abrangem os jornais The Times, The Sunday Times e The Sun, além de emissoras de rádio. Na Austrália, reúne jornais, canais de notícias e a participação majoritária na REA Group, que opera o portal imobiliário realestate.com.au. Nos Estados Unidos, controla o Realtor.com por meio da Move.
A companhia foi criada em 28 de junho de 2013, quando a News Corporation original separou seus negócios editoriais da maior parte das atividades de cinema e televisão, que ficaram na 21st Century Fox. Rupert Murdoch, fundador do grupo, deixou a presidência do conselho em novembro de 2023 e passou a presidente emérito. Seu filho Lachlan Murdoch assumiu o cargo e, após um acordo familiar em 2025, passou a controlar os votos das ações mantidas pelos trusts da família.
Em 1952, Rupert Murdoch herdou de seu pai, Keith Murdoch, a participação no jornal The News, de Adelaide. No ano seguinte, tornou-se editor e responsável pela publicação do jornal e entrou no conselho da News Limited. A empresa comprou o NT News e os jornais de Sydney Daily Mirror e Sunday Mirror em 1960. Em 1964, lançou o The Australian.
Murdoch comprou os jornais britânicos News of the World e The Sun em 1969. A News of the World Organisation Limited adotou o nome News International Limited em 15 de junho de 1971.
A News Corporation original foi constituída em 1980, na Austrália, como uma holding dos negócios de Rupert Murdoch. O grupo reunia empresas de imprensa e edição de livros nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália. Em 1981, comprou os jornais The Times e The Sunday Times. Entrou na televisão por satélite britânica em 1983, adquiriu uma participação na 20th Century Fox em 1985 e comprou seis emissoras da Metromedia em 1986, que deram origem à rede Fox. A Fox Sports começou a transmitir partidas da National Football League em 1994. O canal Fox News começou a transmitir em 1996.
Em 1998, os negócios de cinema, televisão e esportes foram reunidos sob o nome Fox Entertainment Group. A companhia havia sido constituída em maio de 1985 como Twentieth Holdings Corporation.
Em 12 de novembro de 2004, a News Corporation concluiu a reorganização que a tornou uma companhia dos Estados Unidos. Uma nova sociedade constituída em Delaware, com sede administrativa em 1211 Avenue of the Americas, em Nova Iorque, passou a controlar a antiga sociedade australiana. Em 2007, a companhia comprou a Dow Jones & Company, editora do The Wall Street Journal.
Em junho de 2010, a News Corporation propôs comprar as ações da BSkyB que ainda não possuía, além da participação de cerca de 39% que já detinha. A oferta foi retirada em 13 de julho de 2011, durante o escândalo de invasão de caixas postais de voz pelo News of the World. A polícia investigava o acesso a mensagens de milhares de pessoas e pagamentos a policiais em troca de informações. No Parlamento britânico, governo e oposição pressionavam Murdoch a desistir da compra.
Em 28 de junho de 2012, Murdoch anunciou a divisão da News Corporation em duas companhias abertas, com conselhos de administração e equipes de gestão próprios. Jornais, editoras de livros e negócios de educação ficariam na nova News Corp. A outra companhia reuniria os estúdios de cinema, as emissoras e a maior parte dos negócios de televisão por assinatura. Murdoch defendia que cada empresa poderia decidir seus investimentos e responder às mudanças de seu mercado com mais autonomia. A proposta foi anunciada após o escândalo de escutas, que havia atingido os jornais britânicos do grupo.
Robert Thomson, editor-chefe da Dow Jones e do The Wall Street Journal, foi escolhido para dirigir a nova News Corp e assumiu o cargo de diretor-executivo em janeiro de 2013. Murdoch permaneceria como acionista e presidente do conselho de administração das duas empresas, além de manter o cargo de diretor-executivo da companhia de entretenimento.
O conselho de administração aprovou a separação em 24 de maio de 2013. Entre os integrantes do conselho da nova News Corp estava a brasileira Ana Paula Pessoa, que havia trabalhado no Grupo Globo. Em 28 de maio, a empresa apresentou seu logotipo, cuja escrita à mão foi baseada na de Rupert Murdoch e na de seu pai, Keith Murdoch. Thomson afirmou que pretendia dar à companhia a disposição para experimentar de uma startup, ampliar os negócios digitais e desenvolver formas de vender o conteúdo de suas publicações. Os acionistas aprovaram as alterações necessárias à cisão na assembleia de 11 de junho.
As ações de classe B estrearam a 15 dólares australianos na Australian Securities Exchange, em 19 de junho de 2013. A negociação ainda era provisória, antes da conclusão da cisão. Os papéis fecharam em A$ 14,55, com queda de 3%, abaixo da expectativa de parte dos analistas. A cotação atribuía à nova empresa um valor de A$ 8,3 bilhões, equivalente a US$ 7,9 bilhões.
A cisão foi concluída em 28 de junho de 2013. Cada acionista recebeu uma ação da nova News Corp para cada quatro ações que possuía na companhia original, respeitadas as classes dos papéis. As ações de classe A e B passaram a ser negociadas regularmente na Nasdaq em 1 de julho de 2013, pelos códigos NWSA e NWS. A antiga News Corporation adotou o nome 21st Century Fox, com o Fox Entertainment Group e os estúdios da 20th Century Fox. A nova News Corp começou suas atividades com US$ 2,6 bilhões em caixa e sem dívidas.
Ao comentar a proposta de separação em julho de 2012, o professor Lawrence Hrebiniak, da Wharton School, defendeu que a gestão separada permitiria a cada empresa se dedicar aos problemas de seu setor, mas advertiu que a mudança não garantiria crescimento ou lucros maiores. Para ele, a participação de Murdoch na direção das duas companhias poderia limitar a autonomia dos novos gestores, e os jornais ainda precisariam reduzir custos para evitar a queda de suas margens de lucro. John Kimberly, também professor da Wharton, avaliou que os prejuízos à reputação de Murdoch após o escândalo de escutas deixavam dúvidas sobre o futuro do grupo.
No primeiro pregão regular após a cisão, em 1 de julho de 2013, as ações da News Corp caíram 5%, para US$ 14,79. As da 21st Century Fox subiram pouco mais de 2%, para US$ 29,35.
Em 4 de setembro de 2013, a News Corp anunciou a venda da Dow Jones Local Media Group, que reunia 33 jornais locais, à Newcastle Investment Corp., empresa do Fortress Investment Group, por US$ 87 milhões. Os jornais passaram à administração da GateHouse Media, também pertencente à Fortress. Robert Thomson justificou a venda pela falta de compatibilidade entre essas publicações e os negócios que pretendia reunir na News Corp. A GateHouse pediu proteção pelo Capítulo 11 da legislação de falências norte-americana em 27 de setembro de 2013, para reorganizar suas dívidas e incorporar os jornais adquiridos. A empresa concluiu a reorganização e saiu desse regime em 26 de novembro de 2013.
A compra da Storyful, em 20 de dezembro de 2013, foi a primeira aquisição da News Corp depois da cisão. A agência de notícias, sediada em Dublin, na Irlanda, procurava vídeos e notícias nas redes sociais, como Twitter e Instagram, e verificava sua autenticidade antes de distribuí-los a outros veículos. A empresa, fundada pelo jornalista Mark Little, custou € 18 milhões, equivalentes a cerca de US$ 25 milhões ou £ 15 milhões. Os vídeos de usuários que a Storyful forneceu a seus clientes somaram 750 milhões de visualizações em 2013. Thomson via na agência um ponto de encontro para a verificação e a comercialização de vídeos e pretendia ampliar sua atuação internacional. Little pretendia combinar jornalismo profissional e conteúdo de usuários e buscar novos negócios digitais.
Em 2 de maio de 2014, a News Corp anunciou um acordo para comprar da Torstar a editora de romances Harlequin Enterprises, por 455 milhões de dólares canadenses, então equivalentes a US$ 415 milhões. A transação foi concluída em 1 de agosto de 2014, e a Harlequin passou a integrar a HarperCollins. Em 30 de setembro de 2014, a News Corp anunciou a compra da Move, proprietária do portal de imóveis Realtor.com. A operação previa que a News Corp ficaria diretamente com 80% da Move e que sua subsidiária australiana REA Group, também cotada em bolsa, compraria os 20% restantes. A compra foi concluída em 14 de novembro de 2014.
Na Índia, a News Corp investiu US$ 30 milhões no portal imobiliário PropTiger em novembro de 2014. Em dezembro, comprou o serviço de planejamento financeiro BigDecisions.com. Em março de 2015, anunciou a aquisição da empresa indiana de notícias e informações financeiras VCCircle.
Em setembro de 2015, vendeu a empresa de educação digital Amplify a um grupo de seus administradores, com apoio de investidores privados, por um valor não divulgado. Em junho de 2016, anunciou a compra da empresa britânica de rádio Wireless Group, antes chamada UTV Media, por £ 220,3 milhões, então equivalentes a US$ 296 milhões. O grupo operava emissoras no Reino Unido e na Irlanda, entre elas a Talksport e a Virgin Radio. A transação foi concluída em setembro de 2016.
Em abril de 2018, a News Corp e a Telstra reuniram a Foxtel e a Fox Sports Australia em uma única empresa. A News Corp ficou com 65% do capital e a Telstra com 35%.
A 21st Century Fox, que havia reunido os negócios de cinema e televisão na cisão de 2013, foi comprada pela The Walt Disney Company em 20 de março de 2019. Antes da conclusão, os canais de notícias, esportes e televisão aberta dos Estados Unidos, entre eles a Fox News e a rede Fox, foram separados na Fox Corporation, que permaneceu sob o controle da família Murdoch.
Em janeiro de 2020, a News Corp vendeu a Unruly, plataforma de publicidade em vídeo, em troca de uma participação de 6,91% na compradora, a Tremor International. Em 31 de julho de 2020, James Murdoch deixou o conselho de administração, alegando divergências editoriais e sobre decisões estratégicas.
Em maio de 2021, a News Corp concluiu a compra do Investor's Business Daily, que passou à Dow Jones. O preço anunciado em março havia sido de US$ 275 milhões. No mesmo mês, a HarperCollins concluiu a aquisição da divisão de livros de interesse geral da Houghton Mifflin Harcourt, por US$ 349 milhões.
Em 4 de fevereiro de 2022, a News Corp tornou público um ciberataque descoberto em janeiro, que atingiu contas de correio eletrônico e documentos de funcionários, entre eles jornalistas. A empresa de segurança Mandiant, contratada para investigar a invasão, suspeitava de uma operação de espionagem em benefício da China.
Em 14 de outubro de 2022, a News Corp criou um comitê para examinar uma fusão com a Fox Corporation. A proposta, apresentada por Rupert Murdoch e pelo trust familiar, reuniria empresas separadas desde 2013. Murdoch retirou a proposta em 24 de janeiro de 2023, e o comitê foi dissolvido. Em fevereiro de 2023, a News Corp anunciou a eliminação de 5% dos postos de trabalho, cerca de 1.250 vagas distribuídas por suas divisões.
Em setembro de 2023, Rupert Murdoch anunciou que deixaria a presidência dos conselhos de administração da News Corp e da Fox Corporation em novembro. Lachlan Murdoch assumiria sozinho a presidência do conselho da News Corp e permaneceria como presidente executivo do conselho e diretor-executivo da Fox Corporation. Rupert passaria a presidente emérito das duas empresas. A transferência foi concluída em novembro.
Em maio de 2024, a News Corp firmou um acordo plurianual com a OpenAI para o uso de notícias recentes e de acervo de suas publicações. O acordo permitiu à OpenAI exibir material desses veículos nas respostas aos usuários e utilizá-lo no desenvolvimento de seus produtos. Em abril de 2025, concluiu a venda da Foxtel ao DAZN, anunciada em dezembro de 2024. A transação devolveu à News Corp 592 milhões de dólares australianos em empréstimos feitos à Foxtel e lhe deu uma participação de aproximadamente 6% no DAZN.
Em janeiro de 2026, lançou o California Post, versão californiana do New York Post, com edições impressa e digital.
O conselho de administração define as políticas e a direção da companhia, supervisiona a gestão e acompanha a avaliação dos riscos de seus negócios. Seus integrantes são eleitos anualmente pelos acionistas, e a maioria deve atender aos critérios de independência previstos nas normas de governança. Paul Cheesbrough, que ocupava o cargo de diretor de tecnologia, deixou a News Corp para assumir a mesma função na 21st Century Fox em 2016.
Em junho de 2025, o conselho prorrogou o contrato do diretor-executivo Robert Thomson até junho de 2030.
A News Corp tem duas classes de ações, a classe A, sem direito a voto, e a classe B, com direito a voto. Em 28 de agosto de 2026, a LGC Holdco detinha 34,8% das ações da classe B. Lachlan Murdoch tinha o poder de nomear e substituir o administrador responsável por decidir como essa participação seria votada.
| Classe | Nasdaq | Australian Securities Exchange | ISIN |
|---|---|---|---|
| A | NWSA | NWSLV | US65249B1098 |
| B | NWS | NWS | US65249B2088 |
As duas classes negociadas na Nasdaq integram o S&P 500. Na bolsa australiana, as ações de classe B fazem parte do índice S&P/ASX 200.
Na assembleia de 20 de novembro de 2024, realizada pela internet, os acionistas votaram uma proposta do fundo Starboard Value para substituir a estrutura de ações com e sem direito a voto por um sistema de um voto por ação. A consulta não obrigava o conselho a adotar a mudança. A Starboard havia comprado ações no ano anterior e criticava a transmissão do controle aos filhos de Rupert Murdoch durante a disputa judicial entre os herdeiros. A News Corp sustentava que uma eventual mudança exigiria um acordo entre os titulares das ações com voto e os das ações sem voto. A proposta foi rejeitada na assembleia.
Em setembro de 2024, um tribunal de Reno, em Nevada, examinou a tentativa de Rupert Murdoch de alterar o trust irrevogável da família. O arranjo previa direitos de voto iguais para seus quatro filhos mais velhos após sua morte. Rupert pretendia concentrar esses direitos em Lachlan, retirando-os de Prudence MacLeod, Elisabeth Murdoch e James Murdoch, que contestaram o pedido. Para Paddy Manning, da ABC, as posições conservadoras de Rupert e Lachlan e a maior moderação dos três irmãos também pesavam na disputa.
Em 9 de dezembro de 2024, o The New York Times noticiou que um parecer sigiloso do comissário Edmund Gorman rejeitava a alteração do trust, por entender que Rupert e Lachlan haviam agido de má-fé. O parecer ainda dependia da aprovação de um juiz, e o advogado de Rupert afirmou que recorreria.
Em 8 de setembro de 2025, a família chegou a um acordo que encerrou os processos em Nevada. O acordo determinou a saída de Prudence, Elisabeth e James dos trusts detentores de ações da News Corp e da Fox Corporation, mediante pagamento em dinheiro. Novos trusts foram destinados a Lachlan e às irmãs Grace e Chloe. Por meio da empresa LGC Holdco, esses trusts manteriam as ações restantes da família nas empresas, com o controle exclusivo de seus votos atribuído a Lachlan até 2050.
No exercício de 2015, a News Corp teve receita de US$ 8,633 bilhões e encerrou o período com US$ 15,093 bilhões em ativos.
No trimestre encerrado em dezembro de 2022, a receita da News UK, medida em dólares dos Estados Unidos, caiu 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Descontadas as variações cambiais, houve crescimento de 3%. Na divisão News Media, a receita publicitária caiu 13%, devido ao câmbio e à redução dos anúncios impressos. O aumento da publicidade digital, sobretudo no The Sun, compensou parte dessa queda. As atividades digitais responderam por 37% da receita da divisão, contra 34% um ano antes.
A participação das receitas digitais no total da companhia havia passado de cerca de 20% no exercício de 2014 para 50% no de 2024.
Nas demonstrações de 2025, o lucro líquido consolidado de US$ 1,340 bilhão compreendia US$ 692 milhões de operações descontinuadas, após a venda da Foxtel. Em 2026, o lucro das operações mantidas foi de US$ 743 milhões, ante US$ 648 milhões no exercício anterior.
| Indicador | 2025 | 2026 |
|---|---|---|
| Receita | 8.452 | 9.028 |
| Resultado operacional | 824 | 1.029 |
| Lucro líquido consolidado | 1.340 | 743 |
| Lucro líquido atribuível aos acionistas da News Corp | 1.180 | 573 |
| Ativos totais | 15.504 | 15.544 |
| Patrimônio líquido atribuível aos acionistas da News Corp | 8.774 | 8.526 |
| Número de empregados | 22.300 | 21.700 |
O resultado operacional da tabela corresponde à receita após a dedução dos custos operacionais, das despesas comerciais e administrativas, da depreciação, da amortização e dos encargos de reestruturação e redução do valor de ativos.
Os negócios de jornais e livros recebidos na cisão de 2013 foram reunidos a serviços de informação e anúncios imobiliários digitais. No exercício de 2026, os serviços imobiliários tiveram o maior resultado entre as divisões pelo indicador EBITDA por segmento, utilizado pela empresa, enquanto a Dow Jones teve a maior receita.
| Empresa ou divisão | Atividades |
|---|---|
| Dow Jones & Company | Publica o The Wall Street Journal, a revista Barron's e o Investor's Business Daily, além do portal MarketWatch. Fornece notícias e informações para empresas por meio da Factiva e da Dow Jones Newswires. |
| News Corp Australia | Publica jornais como The Australian, Herald Sun e The Daily Telegraph e opera o portal News.com.au. |
| News UK | Publica The Times, The Sunday Times e The Sun e reúne emissoras de rádio como Talksport, Times Radio e Virgin Radio UK. Abrange a News Ireland e os negócios de rádio da News Broadcasting, antes Wireless Group, com a rede irlandesa Onic. |
| New York Post Media Group | Publica o diário New York Post, comprado por Murdoch em 1976, e o California Post, lançado em 2026. |
| HarperCollins | Publica livros impressos, livros digitais e audiolivros. Entre suas editoras está a Harlequin. |
| REA Group e Move | Operam os serviços de anúncios imobiliários realestate.com.au, na Austrália, e Realtor.com, nos Estados Unidos, respectivamente. Em junho de 2026, a News Corp tinha 62% da REA Group e 80% da Move, cujos 20% restantes pertenciam à REA Group. |
A Australian News Channel, controlada pela News Corp Australia, opera a News24, nome adotado em 2026 pela Sky News Australia. A rede também reúne News24 Weather, News24 World, News24 Regional e News24 Now, além da transmissão na Nova Zelândia e da produção do canal Fox Sports News na Austrália.
Antes da mudança de nome, a Australian News Channel produzia os canais Sky News, Sky News Extra, Sky News Weather e Sky News Regional, e operava o serviço internacional de IPTV Australia Channel. Na Nova Zelândia, a programação era distribuída pela Sky Network Television. A New Zealand News Channel Limited também constava entre as subsidiárias do grupo.
A Foxtel, que oferecia televisão por assinatura por cabo e satélite e serviços de streaming, e a Fox Sports Australia integraram os negócios da News Corp até a venda do grupo Foxtel ao DAZN, concluída em 2 de abril de 2025.